12/06/2026
Quando pensamos em Dia dos Namorados, quais casais aparecem nas propagandas? Quais corpos são mostrados como "bonitos, atraentes e desejáveis"?
Ainda é comum vermos campanhas que reforçam um padrão muito específico de beleza, deixando de lado a diversidade dos corpos e das formas de viver o amor, afeto, companheirismo.
Pessoas com deficiência também se relacionam, se apaixonam, namoram, constroem relacionamentos, vivem afetos, desejos e projetos de vida.
Muitas vezes o universo da vida cotidiana da pessoa com deficiência é invisibilizado quando o assunto é amor, sexualidade e relacionamentos.
A falta de representatividade reforça a ideia equivocada de que apenas alguns corpos são dignos de afeto e desejo.
Neste Dia dos Namorados, vale refletir:
💙 Quem é incluído nas narrativas sobre amor?
💙 Quais corpos são considerados desejáveis pela sociedade?
💙 O que podemos fazer para ampliar nosso olhar sobre diversidade e inclusão?
O amor não deve ter padrão. E a representatividade importa porque todas as pessoas merecem se reconhecer nas histórias, nos afetos e nas possibilidades de viver relacionamentos signif**ativos.