Bairro Nova Era

Bairro Nova Era Eu Mauricio Lima Correa ( Bri ) Residente no Bairro Nova Era
Como sendo o Primeiro Morador do Bairro

Esta pagina sera exclusiva a todos os interessados em postar , comentar e compartilhar tudo o que puder ser de beneficio para o Bairro . Pretendo com isto postar fotos para obter opiniões sobre vários assuntos relativos ao nosso querido Bairro Nova Era . Sendo assim e uma pagina publica e só permitirei o que for de benéfico para o bairro conto com a colaboração de todos vocês, abraços ...

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Forahttp://mauricioresgatandoopassado.blogspot.co...
17/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
http://mauricioresgatandoopassado.blogspot.com/

Este é um registro histórico precioso da memória religiosa, musical e urbana de Juiz de Fora.
A imagem captura o Coral Santa Cecília reunido no adro da Igreja de São Sebastião no dia 23 de novembro de 1958, um domingo.
O registro ocorre exatamente um dia após o Dia de Santa Cecília (22 de novembro), a padroeira dos músicos, dos cantores e da música sacra.
Era tradição que os corais paroquiais realizassem suas apresentações mais solenes e fizessem fotos comemorativas exatamente nesse final de semana festivo.
O grupo aparece em trajes finos da transição dos anos 50 para os 60.
Nota-se à frente uma interação carinhosa com crianças e a entrega ou exibição de um pequeno objeto (possivelmente uma lembrança da festividade ou partitura).
À direita, destaca-se a belíssima fachada do casarão histórico que f**ava nas adjacências da praça, com suas janelas em arco de estilo eclético/neoclássico.
À esquerda, ao fundo, avista-se a silhueta das construções da época e o topo de árvores que adornavam o entorno.
O piso de paralelepípedos do adro reflete a Juiz de Fora daquela década, um espaço que funcionava como o coração social e religioso da cidade, palco de procissões, festas de padroeiros e encontros comunitários.
Centralizado à direita, destaca-se a figura do sacerdote (possivelmente o regente, diretor espiritual do coral ou o próprio pároco da época).
Ele veste uma batina com debruns (bordas) e botões em tom violáceo/púrpura, vestimenta típica de Monsenhores ou Cônegos, evidenciando a importância eclesiástica do momento.
Homens com ternos de corte largo e cabelos bem alinhados; mulheres com vestidos estruturados, colares de contas e o marcante uso de lenços/faixas no cabelo (como a jovem em destaque na frente), ditando a elegância da sociedade juiz-forana de 1958.
Registros como este, preservados no acervo de Humberto Ferreira, são fundamentais para a historiografia local.
Eles não apenas documentam a fisionomia urbana que já se transformou, mas também salvaguardam a memória imaterial de Juiz de Fora, mostrando como a cultura, a fé e a música se entrelaçavam no cotidiano dos cidadãos da "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

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17/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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Esta Fotografia é um documento histórico de enorme valor afetivo e jornalístico para Juiz de Fora.
Ela une duas vertentes marcantes da cidade na década de 1970: a era de ouro do rádio local e a movimentada rotina do antigo Aeroclube de Juiz de Fora, no Bairro Nova Era (atual Colégio Militar).
Claudiney Coelho (In Memoriam): À esquerda, o saudoso radialista aparece em sua juventude.
Claudiney foi uma voz marcante na comunicação de Juiz de Fora, respeitado pelo profissionalismo e carisma.
O comentário de Malu Alves Goudinho resgata a memória da Rádio Nova Cidade, uma emissora extinta que marcou época na cidade e onde Claudiney deixou sua pegada na história do rádio AM local.
Senhor Adail: À direita, o então piloto, Instruror e Presidente do Aeroclube.
Figura central na aviação civil da região, ele foi um dos responsáveis por manter o clube ativo, organizando os famosos festivais aéreos e coordenando a formação de novos pilotos na antiga pista de Nova Era.
O Avião "Presidente Omar": Logo atrás da dupla, vemos uma aeronave de asa alta (característica dos modelos Cessna ou Neiva Regente/Paulistinha muito usados em aeroclubes).
O detalhe mais rico é a inscrição "PRESIDENTE OMAR" gravada no bico da fuselagem, uma homenagem direta a alguma liderança ou benfeitor da instituição.
No lado direito, a matrícula começa com PT-, o prefixo padrão da aviação civil brasileira.
Ao fundo à direita, nota-se outra aeronave de pequeno porte estacionada na pista de táxi.
O clima ensolarado reforça que o registro foi feito em um dia de grande movimentação no contraturno dos voos ou durante uma cobertura jornalística.
Naquela época, os radialistas não f**avam apenas nos estúdios; eles iam a campo cobrir os grandes acontecimentos da cidade.
O Aeroclube era um ponto de encontro da sociedade juiz-forana, especialmente nos fins de semana e feriados.
É muito provável que Claudiney Coelho estivesse no local realizando uma reportagem, cobrindo um evento de aniversário da cidade ou entrevistando o Senhor Adail sobre a aviação local.
Mais um resgate memorável, que não apenas preserva a geografia física de Juiz de Fora (o antigo campo do aeroclube), mas também mantém viva a fisionomia e a história dos homens que construíram a comunicação e a aviação da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

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17/06/2026

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Essa fotografia é um registro histórico fantástico do antigo Aeroclube de Juiz de Fora, que f**ava exatamente no terreno onde hoje está instalado o Colégio Militar, no Bairro Nova Era.
O campo gramado, com as montanhas características da região ao fundo, mostra a pista do antigo Aeroclube.
Na extrema direita, é possível ver as instalações e hangares da época (onde hoje f**a o complexo do Colégio Militar). Os carros antigos estacionados ao fundo reforçam o clima da época.
O palpite sobre a década de 1970 faz todo o sentido pelos cortes de cabelo, o design dos macacões e os óculos escuros de modelo clássico.
Eventos com paraquedistas e exibições aéreas eram as grandes atrações nos aniversários de Juiz de Fora (comemorado em 31 de maio), atraindo uma multidão que costumava lotar o entorno da pista para assistir aos saltos e às acrobacias.
O grupo posa com uniformes clássicos de voo e salto.
Há uma mistura de macacões de tonalidade verde-oliva (típicos das Forças Armadas/Paraquedistas militares) com macacões claros e azuis (comuns na aviação civil e em clubes de salto).
Em primeiro plano, no canto esquerdo inferior, vemos uma grande quantidade de paraquedas dobrados e os capacetes brancos alinhados, prontos para a demonstração ou recém-utilizados após o pouso no gramado.
Um detalhe carismático é o garotinho no centro, também vestindo um pequeno macacão de voo, provavelmente filho ou parente de um dos integrantes, mostrando o caráter festivo e familiar do evento.
Essa imagem é mais uma peça fundamental para compreender a evolução urbana e o lazer da Juiz de Fora de antigamente, mostrando uma área que mudou completamente de função (de Aeroclube para instituição de ensino militar), mas que guardou sua essência ligada à história militar e aeronáutica da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

Esta imagem histórica nos transporta para a Década de 1960, registrando o clássico Bonde São Mateus em seu ponto final. ...
17/06/2026

Esta imagem histórica nos transporta para a Década de 1960, registrando o clássico Bonde São Mateus em seu ponto final.
A cena captura a essência do transporte público e do cotidiano da época em Juiz de Fora.
Os bondes elétricos da Companhia Mineira de Eletricidade (CME) adotavam uma combinação marcante de amarelo forte com detalhes em verde na base, nas molduras e no teto.
Esse padrão visual tornou-se um símbolo inconfundível que cruzava as principais artérias da cidade.
A fotografia registra o bonde estacionado no ponto final da linha que atendia o Bairro São Mateus no ano de 1960.
A calçada alta, a rua de paralelepípedos e a topografia montanhosa ao fundo contextualizam a expansão da linha em direção às áreas mais residenciais da Zona Sul.
Eletrif**ação em 1906: Juiz de Fora foi pioneira ao eletrif**ar seu sistema de bondes em 1906, aposentando os antigos modelos de tração animal que operavam desde o século XIX.
A Bitola de 0,914m: Para a implementação do sistema elétrico, foi adotada a bitola de 0,914 metros (ou 3 pés).
Essa distância entre os trilhos era um padrão técnico bastante incomum no Brasil, o que tornava o sistema de Juiz de Fora singular em termos de engenharia ferroviária urbana.
Um dos detalhes mais ricos da imagem é a convivência do moderno e do tradicional no mesmo espaço urbano.
Enquanto o Bonde elétrico representava o ápice da infraestrutura de transporte de massa em meados do século XX, uma carroça de tração animal com passageiros divide a rua de pedras em primeiro plano, evidenciando como os hábitos rurais e urbanos se entrelaçavam no cotidiano de Juiz de Fora na década de 1960.
Nas laterais superiores do veículo, é possível ler anúncios históricos como o da "Drogaria Marechal" e do "Sabão Velocipede", componentes típicos do cenário comercial da Juiz de Fora de antigamente, que utilizava os Bondes como grandes outdoors ambulantes.
Este registro histórico, agora preservado com suas cores e texturas fiéis, documenta os últimos anos de operação desse sistema, que marcou profundamente a memória afetiva e a evolução urbana do bairro São Mateus e de toda a cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

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17/06/2026

Fotografia do Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
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E. F. Central do Brasil (1938-1975)
RFFSA (1975-1996)
ESTAÇÃO FERROVIARIA CORONEL FELÍCIO LIMA
Município de Juiz de Fora, MG
Linha do Centro - km 287,146 (1960) MG-4085
Inauguração: 1938
Uso atual: demolida com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolido)

HISTORICO DA LINHA: Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali constrruída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Pesquisa por: Mauricio Lima Correa

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17/06/2026

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Bairro Borboleta em 1930
Vicente De Paulo Clemente comentou: É a família Scheffer e a casa era nas proximidades da Igreja do Bairro, (antiga Vila São Vicente).
Acervo: Ramon Brandão

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16/06/2026

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Esta belíssima fotografia, pertencente ao acervo, captura um fragmento precioso e dinâmico da história aeronáutica de Juiz de Fora.
A cena nos transporta para o antigo Aeroclube de Juiz de Fora, que f**ava localizado no Bairro Nova Era, exatamente no terreno onde hoje está instalado o Colégio Militar.
Antes de se transferir definitivamente para a região do atual, (onde opera hoje), o Aeroclube da cidade teve papel fundamental no desenvolvimento da aviação e do esporte na Zona da Mata.
O amplo campo gramado que se vê na foto servia de pista de pouso, decolagem e, claro, como zona de pouso para os saltos de paraquedas. Décadas mais tarde, essa mesma área estratégica deu lugar à estrutura do Colégio Militar de Juiz de Fora.
Na imagem restaurada em conformidade com os fatos históricos, vemos em destaque os praticantes de paraquedismo trajando seus tradicionais macacões de salto.
Diferente dos momentos em que estão equipados com o pesado velame e o paraquedas reserva, aqui eles aparecem apenas com os macacões de tecido grosso e resistente, ideais para a proteção durante os procedimentos em terra e no voo de subida.
Ao fundo e à direita, o figurino reflete a descontração misturada à disciplina técnica exigida pelo esporte na época.
Um dos elementos visuais mais marcantes da fotografia é a imensa biruta montada em um mastro central, sustentada por cabos de aço.
Muito mais do que um adereço, ela era o instrumento crucial de navegação e segurança da época.
Indicava instantaneamente a direção e a intensidade do vento para os pilotos e, principalmente, para os paraquedistas que precisavam calcular a deriva antes de saltar e planejar uma aproximação segura para o pouso no gramado.
O padrão listrado em vermelho e branco garantia máxima visibilidade mesmo a centenas de metros de altura.
O registro respira a atmosfera dos anos 1970.
Isso f**a evidente não só pelo modelo dos carros e utilitários estacionados ao fundo (como as clássicas Kombis e automóveis da época que cercavam o evento), mas também pelo estilo das roupas do público que acompanha a movimentação na pista.
O paraquedismo no Aeroclube era um verdadeiro acontecimento social, atraindo famílias e entusiastas para as margens do campo.
Este resgate visual, preservado graças ao trabalho de documentação do acervo de Maurício Lima Corrêa, é um testemunho nostálgico de uma era de ouro da aviação desportiva e da evolução urbana de Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

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16/06/2026

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Estação Ferroviária Central do Brasil, em foto anterior a 1906
Nesse ano, colocou-se a atual torre no prédio.
Autor desconhecido
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

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A linha de bonde que atendia o tradicional Bairro São Mateus, cruzando a Avenida Barão do Rio Branco, é um dos capítulos mais nostálgicos da mobilidade urbana e do cotidiano de Juiz de Fora.
Na década de 1960, o sistema de Bondes já caminhava para o seu ciclo final, mas ainda exercia um papel vital na conexão entre a região sul e o coração da cidade.
Identidade Visual (Verde e Amarelo): Os Bondes de Juiz de Fora ostentavam uma combinação clássica de cores, com a base em um tom verde marcante e a seção superior (ao redor das janelas e postigos) em amarelo-claro.
Essa pintura icônica diferenciava o transporte público local e ficou gravada na memória afetiva dos moradores.
Vindo do dinâmico Bairro residencial e comercial de São Mateus, o Bonde acessava a Avenida Barão do Rio Branco, que funcionava como a grande artéria de distribuição de passageiros.
O destino final geralmente passava pelo centro comercial Central.
Na parte frontal e nas laterais dos veículos, era muito comum a presença de anúncios e cartazes publicitários esmaltados ou pintados à mão, divulgando desde produtos locais até espetáculos de teatro e marcas nacionais (como o famoso anúncio de remédios e tônicos da época).
A década de 1960 foi um período de forte modernização para a avenida.
Os antigos casarões do início do século XX começavam a dar espaço, de forma mais acelerada, a edifícios de múltiplos andares.
Ainda assim, a vegetação imponente e os postes de ferro dividiam espaço com as linhas aéreas de transmissão de energia dos bondes.
O tráfego na avenida já refletia o crescimento da indústria automobilística nacional.
Os Bondes, deslizando sobre os trilhos encravados no calçamento, dividiam a pista com os primeiros modelos nacionais da Volkswagen (como o Fusca), da Willys Overland (como o Gordini e a Rural) e caminhonetes da Chevrolet, além de ciclistas que utilizavam a via no ritmo mais cadenciado daquele tempo.
O registro dessas cenas cotidianas por meio do Acervo Humberto Ferreira é de valor inestimável para a historiografia de Juiz de Fora.
Fotografias capturadas nessa transição mostram o Bonde não apenas como um meio de transporte, mas como um observador silencioso da transformação da cidade.
Através desses registros cuidadosamente preservados, é possível notar detalhes ricos: a vestimenta das pessoas (que começava a abandonar a formalidade rígida dos anos 40 e 50, adotando roupas claras, camisas de manga curta e trajes mais práticos para o dia a dia), o movimento do comércio local e o desenho urbano antes da retirada definitiva dos trilhos, que ocorreria anos mais tarde, em 1969.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

Endereço

Avenida Doutor Bezerra De Menezes
Juiz De Fora, MG
36087-020

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