Inst. Histórico e Geográfico JF

Inst. Histórico e Geográfico JF Compromisso com a pesquisa de História e Geografia, com o Patrimônio Cultural e Educação. Desde 1956.

03/10/2025
09/06/2025

Parabéns Magé! 🎉🎂👏🎈

Hoje é aniversário do município de Magé, que completa, oficialmente, 226 anos desde sua fundação, em 9 de junho de 1789.

A história mageense tem lugar especial na Revista Redescobertas Fluminenses, sendo o local que foi mais abordado nas três edições, seja com matérias ou imagens do seu patrimônio, o mais rico dentre os municípios da Baixada Fluminense.

Além disso, nossa equipe é composta, em sua maioria, por mageenses apaixonados pela história do município e suas raízes. Esse grupo de historiadores, pesquisadores e desbravadores tem realizado, talvez, o maior trabalho de redescobertas de sítios arqueológicos em curso no Estado do Rio de Janeiro, reencontrando dezenas de ruínas do Brasil Colônia e Império, colaborando com a rica história do município, através de novos olhares e fragmentos históricos que ficaram perdidos nas brumas do tempo. Nosso objetivo é levar história gratuita para todos, valorizando a memória local e semendo o sentimento de pertencimento na população. 👊

Parte desse trabalho vem sendo divulgado, pouco a pouco, em casa edição da revista. Inclusive a presente edição, cuja matéria de capa e central é sobre um desses sítios arqueológicos reencontrados, que são as monumentais ruínas da caieira da olaria da Fazenda da Barra do Rio Estrella, que pertenceu ao Comendador Bento José Velloso no séc. XIX. A matéria é de autoria de Jovane Monteiro e Mário Silva.

Na imagem está uma das páginas da matéria. Quer saber da história completa? Baixe a versão digital totalmente gratuita, em formato pdf, através do endereço nos comentários. ⬇️

27/05/2025
17/02/2025

A lenda dos Gigantes da Patagônia começou em 1520, quando a tripulação de Fernão de Magalhães encontrou pela primeira vez o povo indígena Selk'nam. Os marinheiros europeus, ficaram impressionados com a presença física desses indígenas.

Os conquistadores espanhóis no século XVI tinham, em média, entre 1,57 m e 1,70 m de altura. Isso era bastante comum para os homens europeus da época. Alguns eram mais altos, mas a maioria ficava dentro dessa faixa. Sua altura era influenciada por fatores como genética, nutrição e condições de vida durante o final da Idade Média e o início do Renascimento.

Qual era a altura dos patagônicos naquela época?

Os patagônicos, especificamente o povo Tehuelche, foram descritos por exploradores europeus, incluindo a tripulação de Fernão de Magalhães em 1520, como sendo muito altos, supostamente com cerca de 2,13 m ou mais. Isso levou ao mito de uma raça de gigantes na Patagônia.

No entanto, estudos históricos e antropológicos mais confiáveis indicam que os Tehuelches eram, de fato, mais altos do que a maioria dos europeus da época, com uma altura média entre 1,78 m e 1,88 m. Isso os tornava visivelmente mais altos que os conquistadores espanhóis, o que pode ter reforçado os relatos exagerados sobre sua suposta estatura gigantesca.

Qual é a etimologia do nome Patagônia?

O nome Patagônia vem da palavra "Patagón", usada por Fernão de Magalhães em 1520 para descrever os povos indígenas que ele encontrou na região. A origem exata do termo é debatida, mas há algumas teorias principais:

1. Derivação de um personagem literário – Alguns historiadores acreditam que Magalhães nomeou o povo com base em um personagem fictício chamado "Patagón", de um romance de cavalaria espanhol chamado Primaleón (1512). Esse personagem era descrito como selvagem ou monstruoso, o que pode ter influenciado a percepção de Magalhães sobre os Tehuelches, que ele acreditava serem gigantes.

2. Possível origem linguística – Outra teoria sugere que "Patagón" vem de uma palavra em alguma língua indígena, possivelmente significando "pés grandes" ou algo semelhante, mas não há evidências linguísticas claras que confirmem essa hipótese.

Independentemente de sua origem exata, o nome Patagônia passou a ser usado para se referir à vasta região do sul da Argentina e do Chile, nome que permanece até hoje.

Observatório Espírita

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