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Sinsej Essa é a página oficial do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej).

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej) foi fundado em 5 de dezembro de 1988. Antes disso, existia a Associação dos Servidores Municipais de Joinville.

18/09/2026

Por trás da PPP da Vertente Leste, que inclui os bairros Iririú, Jardim Iririú, Aventureiro e Comasa, tem muito interesse das empresas privadas de f**ar com a Companhia Águas de Joinville. Tentaram entregar metade da companhia no ano passado e não conseguiram, graças à mobilização da população e dos trabalhadores.

Neste ano, 2026, o governo municipal retomou a ofensiva contra o saneamento de Joinville, tentando entregá-lo para a exploração da iniciativa privada. Assista a entrevista completa no canal da CBN Joinville no YouTube.

Créditos: CBN Joinville

A Câmara de Vereadores aprovou um projeto de convênio entre o Hospital Municipal São José (HMSJ) e o Hospital Bethesda. ...
17/09/2026

A Câmara de Vereadores aprovou um projeto de convênio entre o Hospital Municipal São José (HMSJ) e o Hospital Bethesda. O acordo prevê repasse anual de R$ 1.898.403,60 do hospital público ao privado, para a realização mensal de 35 exames de CPRE e 15 procedimentos de colocação de prótese.

Segundo a justif**ativa, o HMSJ enfrenta dificuldades para manter esses exames desde o fim do contrato anterior, em fevereiro, e possui apenas um duodenoscópio próprio, equipamento antigo que passa por manutenções frequentes e trava a fila de atendimento.

A pergunta é: por que, mais uma vez, a saída é transferir dinheiro público para a iniciativa privada, em vez de investir na estrutura do São José e na abertura de concursos públicos?

Este repasse não é isolado. De acordo com o Portal da Transparência da PMJ, as despesas do município com a Instituição Bethesda saltaram de R$ 14,9 milhões em 2019 para R$ 96,3 milhões em 2025: crescimento de 36,5% ao ano, muito acima da evolução do orçamento do HMSJ. Hoje, o Bethesda responde por quase 10% de todo o Fundo Municipal de Saúde (FMS), contra apenas 2,9% em 2019.

Ou seja: enquanto o hospital público segue sem um simples duodenoscópio, estimado em R$ 40 mil, uma instituição privada recebe uma fatia cada vez maior do dinheiro da saúde pública. Assim f**a fácil dizer que o “privado funciona”, recebendo verbas crescentes, enquanto o São José é abandonado.

E o problema não termina aí. O próprio HMSJ está em vias de ser estadualizado e entregue a uma Organização Social da Saúde (OSS). Isto é um padrão do governo Novo: recursos públicos crescem em direção ao setor privado, enquanto o hospital que deveria ser o carro-chefe da saúde municipal segue sucateado e agora sob risco de ser gerido por uma OSS.

Essa situação só mudará com a organização de servidores e usuários do serviço público. É nas ruas, nas paralisações, na força conjunta e na participação nas atividades do sindicato que os governos recuam. O Sinsej continuará nessa tarefa, lutando pela abertura de concursos e contra as privatizações.

👉 Assine o abaixo-assinado contra a privatização do serviço público (link na bio).

Uma fiscalização do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SC)...
31/08/2026

Uma fiscalização do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SC) apontou irregularidades na terceirização dos serviços veterinários do Centro de Bem-Estar Animal (CBEA) de Joinville.

A vistoria, feita em 26 de agosto na clínica que venceu a licitação para prestar os serviços do CBEA, encontrou cães e gatos alojados no mesmo espaço, por falta de baias suficientes para separar as espécies. Encontrou animais de porte incompatível com as baias em que estavam. E encontrou algo ainda mais grave: gatos diagnosticados com esporotricose, FIV e FeLV (doenças infectocontagiosas) dividindo ambiente com animais internados por outros motivos, sem qualquer isolamento.

O contrato com a empresa foi assinado em 25 de julho e previa que a estrutura definitiva, com 35 baias, estivesse pronta em até 30 dias. Passado esse prazo, a empresa não cumpriu o contrato e ficou por isso mesmo. As baias não foram entregues. A ala de isolamento para doenças transmissíveis sequer começou a ser construída. A fiscalização ainda registrou janelas quebradas, portas sem batente e estruturas corroídas.

O Sinsej vem alertando, há tempos, que a terceirização de serviços públicos em Joinville troca estrutura, controle e responsabilidade por promessas de economia que não se confirmam na prática. O caso do CBEA é didático: um contrato assinado em julho, prazo estourado, estrutura incompleta e uma clínica que, menos de um mês depois de assumir o serviço, já está sob fiscalização do Ministério Público. É mais um caso de fracasso desse modelo que se soma a muitos outros nas mãos do governo Novo.

Enquanto isso, servidores públicos qualif**ados e concursados continuam sendo substituídos por empresas que respondem, na prática, apenas ao contrato e ao próprio lucro. Não têm nenhum compromisso com o serviço ofertado e muito menos com a população.

O que Joinville precisa é de mais concursos públicos e mais estruturas próprias. As terceirizações vêm transformando o serviço público de Joinville em ruína, gastando dinheiro da população para privilegiar os amigos do governo da vez.

O Sinsej e o Sintraej estão organizando uma campanha permanente contra a privatização dos serviços públicos. A próxima atividade será no CEU do Aventureiro, no dia 7 de setembro, às 15 horas.

Amanhã, a partir das 8h30, também haverá uma audiência na Câmara de Vereadores de Joinville sobre os atendimentos veterinários do Centro de Bem-Estar Animal.

Participe!

Orientações sobre o pagamento retroativo do Sétimo Dia 👇1️⃣ Agende seu atendimento com os advogados do SinsejO primeiro ...
28/08/2026

Orientações sobre o pagamento retroativo do Sétimo Dia 👇

1️⃣ Agende seu atendimento com os advogados do Sinsej
O primeiro passo é agendar um horário de atendimento com os advogados do Sinsej. Na consulta, você receberá as orientações sobre o seu caso, sobre os cálculos e sobre a documentação (se faltar). Agende um horário neste telefone: 47 8464-5366 ou 47 3433-6966

2️⃣ Separe os documentos
Providencie os seguintes documentos digitais (não impressos):

📄 CPF ou CNH;
📄 Comprovante de residência atualizado;
📄 Última folha de pagamento;
📄 Folhas dos meses em que ocorreu o pagamento do 7º dia, disponíveis na Área do Servidor, desde a sua admissão no cargo até junho de 2025.
📄 Ponto eletrônico do período anterior a abril de 2013, nos casos em que houver ocorrência de 7º dia trabalhado;

⚠️ Atenção aos documentos mais antigos
As folhas de pagamento anteriores a janeiro de 2011 não estão disponíveis no site. Nesse caso, será necessário solicitar, via SEI, as fichas financeiras anuais do período de novembro de 2008 a janeiro de 2011.
O início desse pedido será orientado pelo advogado durante a consulta.

No SEI, utilize o “Processo de Gestão de Pessoas – Declaração” e encaminhe para a unidade SGP.UAP.AFP.

📌 Resumindo
Agende seu atendimento e comece a reunir os documentos digitais. Quanto mais completa estiver a documentação, mais fácil será dar andamento ao seu caso.

Em caso de dúvida, procure um diretor de plantão pelo número: 47 8464-5366 ou 47 3433-6966

Em reunião realizada ontem (25) com a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), com a presença de representante da Secretar...
28/08/2026

Em reunião realizada ontem (25) com a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), com a presença de representante da Secretaria da Fazenda, a direção do Sinsej recebeu mais uma promessa da Prefeitura de Joinville: o projeto de lei que estabelece o Plano de Carreira dos agentes e assistentes administrativos deverá ser encaminhado à Câmara de Vereadores e aprovado até, no máximo, a primeira quinzena de outubro de 2026. O problema é que essa não é a primeira promessa.

A Prefeitura havia assumido o compromisso de encaminhar o projeto à Câmara até 31 de julho. O prazo passou. O projeto não foi enviado.

A justif**ativa apresentada é de que a expectativa de arrecadação do município não se concretizou, o que teria comprometido as contas da Prefeitura e, consequentemente, o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas essa preocupação com a responsabilidade fiscal parece surgir apenas quando se trata de garantir direitos aos servidores. Durante a Reforma Administrativa, que destinou milhões de reais à estrutura e à remuneração dos cargos comissionados, a Prefeitura ignorou os alertas feitos pelo Sinsej e até mesmo a orientação do Ministério Público para que o aumento concedido aos comissionados fosse revogado. Naquele momento, a responsabilidade fiscal não pareceu ser um obstáculo ou uma preocupação.

Quando a gestão assumiu o compromisso de revisar as carreiras, sabia que precisava garantir os recursos para cumprir aquilo que estava prometendo aos servidores.

Os agentes e assistentes administrativos não podem ser tratados como uma variável de ajuste das contas públicas.
Estamos falando de uma parcela numerosa e fundamental da categoria, que há anos cobra reconhecimento, valorização profissional e uma carreira que corresponda à formação e às responsabilidades que desempenha diariamente no serviço público.

O Sinsej não aceitará que mais uma vez os trabalhadores sejam chamados a esperar indefinidamente enquanto a administração encontra justif**ativas para não cumprir aquilo que ela própria prometeu.

O Sinsej continuará cobrando e mobilizando os servidores até que a carreira dos administrativos seja efetivamente reconhecida e valorizada.

SERVIDORES DAS eMULTI,As mudanças que estão acontecendo nas equipes das eMulti têm gerado muitas dúvidas, insegurança e ...
28/08/2026

SERVIDORES DAS eMULTI,

As mudanças que estão acontecendo nas equipes das eMulti têm gerado muitas dúvidas, insegurança e prejuízo aos servidores.
Há relatos de deslocamentos para outras unidades sem comunicação adequada, mudanças de local de trabalho, equipes desfalcadas, aumento da sobrecarga e falta de clareza sobre o planejamento e os critérios utilizados pela gestão.

Também existem questões importantes sobre infraestrutura, condições de trabalho, saúde do trabalhador e autonomia técnica, além das dificuldades enfrentadas quando o profissional precisa se deslocar entre diferentes unidades durante a jornada.

Essas mudanças impactam diretamente a rotina dos servidores, a organização do trabalho e a qualidade do atendimento oferecido à população. E quem vive essa realidade precisa ser ouvido e participar da discussão sobre os rumos das equipes.

Por isso, o SINSEJ chama os servidores e servidoras das eMulti para uma reunião. Vamos discutir os problemas, ouvir os relatos dos trabalhadores e organizar coletivamente os próximos passos.

📅 2 de setembro
⏰ 19h30
📍 SINSEJ – Rua Lages, 84

Participe da reunião!

Na noite de ontem (18/8), foi realizada a audiência pública sobre a Parceria Público-Privada (PPP) da Vertente Leste da ...
19/08/2026

Na noite de ontem (18/8), foi realizada a audiência pública sobre a Parceria Público-Privada (PPP) da Vertente Leste da Companhia Águas de Joinville (CAJ), e a manifestação da população e dos trabalhadores foi unânime: ninguém expressou apoio à proposta de transferir o saneamento da região à iniciativa privada.

A PPP prevê a transferência, por 30 anos, da construção e da operação de todo o sistema de esgoto da região leste de Joinville à exploração do mercado, afetando os bairros Iririú, Aventureiro e Jardim Iririú. Ainda que a Companhia Águas de Joinville permaneça como responsável formal perante à população, será a empresa contratada quem efetivamente controlará o serviço e será remunerada por ele. Isso, apesar do nome de “parceria” ou qualquer outra nomenclatura que queiram usar, caracteriza-se com um caso evidente de PRIVATIZAÇÃO.

Veja o texto completo no site: www.sinsej.org.br ou www.sintraej.org.br

16/08/2026

A Companhia Águas de Joinville é patrimônio da população!

A Prefeitura e a direção da Companhia querem entregar a implantação e a operação do sistema de esgoto da Vertente Leste a uma empresa privada por 30 anos.

Estamos falando de uma área que atende hoje mais de 120 mil pessoas nos bairros Aventureiro, Iririú, Jardim Iririú e Comasa — e que poderá chegar a mais de 200 mil moradores nas próximas décadas.

E isso pode impactar toda a cidade. Uma PPP desse tamanho signif**a entregar ao setor privado uma parte estratégica do saneamento de Joinville, com impacto sobre tarifas, investimentos, trabalhadores e sobre a própria capacidade técnica da Companhia Águas de Joinville.

Saneamento não deve servir para garantir lucro privado. Deve servir à população.

E a mobilização pode fazer a diferença. No ano passado, trabalhadores e comunidade já mostraram sua força e ajudaram a barrar a tentativa de privatização da Companhia.

📢 DIA 18 DE AGOSTO, VAMOS ÀS RUAS!

📍 18h30 — Ato contra a PPP da Vertente Leste
📍 Em frente ao Senai Sul — Av. Procópio Gomes, 911
🕖 19h — Audiência pública, no mesmo local

✊ Venha defender a Águas de Joinville pública.
📲 Curta, compartilhe e chame mais pessoas para essa mobilização.

A Companhia Águas de Joinville é nossa!

15/08/2026

Hoje (12/8), o Sinsej esteve na reunião extraordinária da Comissão de Educação da Câmara de Joinville para denunciar a tentativa de privatização da educação municipal por meio de PPP. Serão 30 anos na mão da iniciativa privada com o valor de R$ 4 bilhões.

Já vivemos essa realidade nas escolas e na saúde: perdemos a zeladoria, as cozinhas e as recepções para empresas terceirizadas, com trabalhadores mal remunerados, péssimo serviço, extinção de cargos, menos concursos e um rombo na previdência dos servidores através do Ipreville. No fim das contas, quem paga a conta é a população de Joinville.

✊ Seguimos firmes contra as PPPs e contra toda forma de privatização, seja na educação, seja no saneamento. É por isso que convidamos todos a participarem da Audiência Pública contra a PPP na Águas de Joinville. Será no dia 18/8, a partir das 18h30, em frente ao Senai Sul (na Av. Procópio Gomes, 911).

15/08/2026

Gilmara Martins, diretora do Sinsej, esteve no Café com Chuville para falar sobre um assunto que afeta diretamente quem depende do serviço público em Joinville: a valorização dos agentes e assistentes administrativos.

São mais de 1.500 servidores que atuam em hospitais, escolas, creches e outros setores públicos da cidade e que aguardam há anos por um plano de progressão por formação, que foi retirado da categoria em 2008. Mesmo com décadas de espera, a proposta apresentada pela Prefeitura ficou muito aquém do que a categoria buscava. Ainda assim, em julho, os servidores aprovaram um acordo em assembleia, com a promessa de que o projeto seguiria para votação na Câmara até 31 de julho.

O prazo passou e o projeto não foi enviado. A justif**ativa da Prefeitura? Falta de orçamento, com base em uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado. Só que a própria Secretaria da Fazenda já havia aprovado o impacto financeiro dessa proposta antes, o que expõe uma contradição ainda maior: enquanto a gestão divulga publicamente que as contas do município estão em dia, internamente admite dificuldades orçamentárias para justif**ar o não cumprimento do acordo com a categoria.

Na entrevista, Gilmara também fala sobre a importância da valorização por formação: 98% dos assistentes administrativos do nível fundamental já concluíram o ensino médio, mais de 60% têm graduação, e 180 servidores são formados em Direito, atuando em licitações e contratos que economizam recursos para o município. Mesmo assim, seguem no mesmo cargo e salário do concurso que prestaram.

Confira a entrevista completa.

Endereço

Rua Lages, 84
Joinville, SC
89201-205

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Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
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