Sinsej Essa é a página oficial do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej).

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej) foi fundado em 5 de dezembro de 1988. Antes disso, existia a Associação dos Servidores Municipais de Joinville.

14/04/2026

A prefeitura lançou um edital para a educação com apenas 350 vagas, o que não corresponde nem a um terço das necessidades atuais do município. O edital atribui ao auxiliar de educador a função de “assumir a turma e realizar atividades pedagógicas” (o que já acontece na prática). A prefeitura assumiu, portanto, que os auxiliares assumem funções pedagógicas – contrariando o que afirmou o próprio secretário de educação na comissão de educação, em fevereiro deste ano, na tentativa de justificar a não inclusão destes servidores na carreira do Magistério. O secretário reafirmou sua posição, ainda, na primeira live que marcou a voltas às aulas, tratando a aplicabilidade da lei 15.326/26 aos auxiliares como “desinformação”.
Sabendo disso, o Sinsej lançou a campanha "Também Somos Magistério", um abaixo-assinado e vem acompanhando de perto as movimentações no executivo e legislativo para conscientizar a população sobre o descaso com esses profissionais fundamentais para a primeira infância e para crianças com necessidades especiais. Em junho, está previsto um grande ato de entrega das assinaturas.

Ainda assim, o parlamento, a justiça e os abaixo-assinados não garantem que a lei 15.326/26 seja cumprida. A luta deve ser nas ruas e nas bases. Neste sentido, o Sinsej conclama uma luta unificada nacional com a CUT, CNTE e a Confetam.

No dia 20 de maio, na sede do Sinsej, haverá uma reunião de todo o magistério para avaliar o movimento e traçar novos passos.

Também somos magistério!

O acesso à licença-prêmio em Joinville continua sendo um problema para os servidores. Dados fornecidos pela própria pref...
14/04/2026

O acesso à licença-prêmio em Joinville continua sendo um problema para os servidores. Dados fornecidos pela própria prefeitura mostram que, longe de diminuir, a lista de espera está estagnada nestes quatro primeiros meses de 2026.

Se compararmos os números ao mesmo período de 2025, veremos que o número de servidores aguardando o benefício cresceu em 2026. O número de trabalhadores na lista geral de espera da prefeitura saltou de 975 para 1.094. Já na lista de espera da área da saúde, o aumento foi ainda mais expressivo: de 1.749 para 2.055 no mesmo período.

O tempo de espera é outro indicador do descaso deste governo. Há servidores da prefeitura que solicitaram a licença-prêmio em 2019 e até hoje não foram atendidos. Na saúde a situação é ainda pior, há trabalhadores que estão na fila há oito anos.

“Esse dinheiro deveria estar na conta do servidor, com rendimento, e não em apostas políticas do governo Novo”, denuncia Mara Tavares, presidente do Sinsej.

O sindicato sempre coloca esta pauta em Campanhas Salariais, reforçando que o acesso ao pagamento ou ao gozo da licença deve ser facilitado. Relatos apontam que, em muitos locais de trabalho, a concessão da licença-prêmio está condicionada ao próprio servidor encontrar um substituto. O Sinsej defende também que o valor da indenização seja de 100%, diferente dos 85% que é hoje praticado.

O PA Norte vem sofrendo com uma situação grave, fruto do modelo privatista do governo Novo em Joinville. A unidade conti...
14/04/2026

O PA Norte vem sofrendo com uma situação grave, fruto do modelo privatista do governo Novo em Joinville. A unidade continua com problemas na recepção de pacientes, serviço terceirizado para a empresa Phenix. Servidores e trabalhadores da própria empresa denunciaram que a prestadora vem falhando continuamente no serviço, com falta de funcionários principalmente no período noturno. A situação se agrava, já que o contrato firmado com a prefeitura não garante a reposição de pessoal em caso de ausências.

Quem acaba salvando a situação é o servidor, que precisa sair do seu fluxo normal de trabalho para cobrir a recepção – prática que se caracteriza como desvio de função técnica. Em um dos exemplos mais evidentes, um administrativo do turno noturno deixa suas atribuições para atuar na recepção. E, como se não bastasse, os próprios trabalhadores da Fênix se queixam de que sequer a reposição salarial foi paga até o momento: a data-base de janeiro, com reajuste de 6%, e o vale-alimentação de 20% seguem sem ser quitados.

A chefia do PA Norte informou que, dentro de 60 dias, uma nova empresa deve assumir a recepção. Contudo, nesse intervalo, a gestão do pronto-atendimento joga nas costas dos servidores a responsabilidade de manter o serviço funcionando e suprir o espaço deixado pela empresa Phenix.

O Sinsej já denunciou o serviço precário prestado por essas empresas privadas em diversas ocasiões. A terceirização é um modelo fracassado que sai caro para a população, mas que, por opção política, o governo Novo impôs a Joinville. No Hospital Municipal São José, por exemplo, a empresa privada prestadora de serviços de alimentação encheu os bolsos de dinheiro e abandonou o hospital.

O Sinsej continuará denunciando a falência privatista do governo Novo na cidade. O sindicato defende que sejam abertos concursos públicos para suprir a demanda da saúde e que tudo o que foi privatizado seja realocado novamente ao município, com servidores efetivos – os mesmos que vêm, continuamente, salvando a situação no serviço público joinvilense.

O Sinsej tem recebido, diariamente, reclamações de servidores que não conseguem acessar suas folhas de pagamento pelo co...
14/04/2026

O Sinsej tem recebido, diariamente, reclamações de servidores que não conseguem acessar suas folhas de pagamento pelo computador ou celular, a partir de suas casas. A situação se arrasta já há dois meses, período em que o sindicato acionou a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) por diversas vezes, sem solução efetiva.

O problema torna-se mais grave neste período de declaração do imposto de renda. Sem o comprovante de rendimentos, os trabalhadores ficam impossibilitados de reunir a documentação necessária para prestar contas à Receita Federal, inclusive correndo o risco de multas e complicações com o fisco.

Além disso, a falta de acesso à folha de pagamento tem gerado outros transtornos aos servidores, como para descontos em compras em diversos serviços do comércio, onde a comprovação com a folha de pagamento é exigida.

No dia 8 de abril, o sindicato voltou a cobrar providências do secretário de Gestão de Pessoas, Andrei Kolaceke. Até o momento, porém, não houve qualquer resposta concreta quanto à resolução do problema.

Diante disso, o Sinsej exige que o senhor Andrei Kolaceke, secretário de Gestão de Pessoas, resolva imediatamente a indisponibilidade do sistema de folha de pagamento para acesso remoto, garantindo aos servidores o direito básico de acessar seus próprios documentos.

A realidade mostrada na subprefeitura Sudoeste não é caso isolado. Hoje estivemos na subprefeitura Sul onde a mesmas sit...
10/04/2026

A realidade mostrada na subprefeitura Sudoeste não é caso isolado. Hoje estivemos na subprefeitura Sul onde a mesmas situações se repetem. Os EPIs são usados até mesmo quando já perderam sua funcionalidade; uniformes ou demoram para vir ou não existem na numeração necessária. Servidor relatou que adaptou seu último uniforme na costureira, com custo do seu bolso, para não ficar sem. Ferramentas fora do padrão ignorando a ergonomia, e também EPIs com baixo padrão de qualidade. Em visita à unidade, o Sinsej também verificou instalações sanitárias em condições impróprias para uso e falta de papel toalha.

É o pacote fechado do Governo Adriano/Rejane que acelerou a privatização e não se envergonha de passar por cima das condições de trabalho - sanitárias e segurança, e da dignidade do trabalhador, somado ao rebaixamento salarial, extinção de cargos e desmoralização profissional dos servidores. As situações aqui relatadas já são de conhecimento dos responsáveis, o SINSEJ orienta os servidores a acionarem o sindicato a qualquer momento, como também, a não exercerem suas funções sem as condições sanitárias e de segurança necessárias.

08/04/2026

Aprimoramento é necessário, mas o modelo atual sufoca o professor. Ao utilizar a hora-atividade para cursos obrigatórios, a prefeitura retira do docente o tempo essencial para correções, pesquisas e planejamento de aulas.

Além disso, vincular gratificações à presença transforma um direito em obrigação sob pressão, gerando estresse e gastos com alimentação e deslocamento.

01/04/2026

Na manhã desta terça-feira, os servidores do magistério de Joinville participaram de uma formação com a presença do secretário de educação Diego Calegari. Sua fala causou espanto a todos os servidores que assistiram sua participação online.

Na fala, Calegari anuncia que a rede municipal não atingiu as metas estipuladas para o ano, um duro golpe para Adriano Silva, justamente em ano eleitoral.

O secretário justifica e manobra para explicar o fracasso, punindo os servidores não pagando a gratificação por desempenho prometida e avisa que vai direcionar o dinheiro ao pagamento das licenças-prêmio que estão atrasadas em mais de um ano.

O Sinsej entende que a prefeitura deve pagar ou conceder o direito do servidor g***r da licença-prêmio, se assim o trabalhador desejar, imediatamente após o vencimento do tempo necessário. Esse direito não pode servir para manobra política.

O Sinsej também é contra o pagamento de qualquer gratificação ao servidor e toda remuneração deve ser incorporada ao salário base do trabalhador. As gratificações forçam os servidores a trabalhar doentes e são instrumentos de profundo assédio institucional da prefeitura com quem está trabalhando na ponta.

A direção do sindicato não está medindo esforços para organizar a luta contra esse tipo de política que adoece e maltrata o servidor. Para isso, eleja representante em seu local de trabalho e participe da reunião do conselho de representantes que vai acontecer na quinta-feira, 02/04, às 13h30, na sede do sindicato.

27/03/2026

O SINSEJ reafirma o compromisso com todos os servidores vitimas de assédio moral. Não recuaremos um milímetro em denunciar e pedir providências para cada caso relatado pelos trabalhadores. Os servidores não devem se amedrontar. Não é possível que chefias despreparadas continuem destruindo a vida dos servidores dentro da prefeitura de Joinville. Assédio Moral é crime!

Hoje, 23 de março, é o Dia Nacional do Piso Salarial dos Professores - um marco que poderia ser comemorado, mas que guar...
23/03/2026

Hoje, 23 de março, é o Dia Nacional do Piso Salarial dos Professores - um marco que poderia ser comemorado, mas que guarda um conjunto de retrocessos e burocracias na própria lei que estabelece o piso nacional para a educação.

Mesmo anunciado como “vitória”, a lei do piso não passou de uma carta de intenções. Isso porque, para que tivesse efeitos práticos, foi jogada para a regulamentação de estados e municípios. E aqui começou toda a confusão: sindicatos começaram a propor judicializar a questão e esperar a boa vontade dos mandatários locais para que colocassem o piso em suas agendas. Já os sindicatos de luta – poucos – mobilizaram a categoria, fizeram greves e paralisações e, assim, conseguiram arrancar o piso dos governos a contragosto.

Mas os problemas não acabaram por aí. O próprio piso começou a ser usado contra o magistério, o que mostra a fragilidade proposital da lei. Trocaram “piso” por “teto” e o resultado foi alarmante: professores que trabalham há 20 anos acabam recebendo o mesmo salário que um professor recém-empossado na rede.

A lei 15326/26 está, atualmente, no mesmo rumo. Ela foi promulgada, mas não é autoaplicável. Ou seja, ela não tem efeito prático nenhum. Precisa de regulamentação nos estados e município e os governos já preparam seus departamentos jurídicos para alegar que não podem aplicá-la.

O Sinsej, por óbvio, apoia a Lei do Piso, desde que seja regulamentada nacionalmente. O mesmo se aplica à lei 15326/26, que inclui os auxiliares de educador, auxiliares escolares e ADIs no quadro do magistério. Ela deveria ter saído do governo federal com regulamentação nacional. Já que não foi assim, a luta para que estas leis sejam aplicadas em Joinville deverá ser nas ruas, sem alimentar nenhuma esperança no judiciário e nos governos, mas aplicando os métodos históricos da classe trabalhadora.

A luta nos chama.

ATENÇÃO, SERVIDORES 🚨O Sinsej NÃO COBRA nenhuma quantia de seus filiados por ações judiciais movidas pelo departamento j...
20/03/2026

ATENÇÃO, SERVIDORES 🚨

O Sinsej NÃO COBRA nenhuma quantia de seus filiados por ações judiciais movidas pelo departamento jurídico da entidade.
Segundo relatos de trabalhadores, indivíduos se passando por advogados do sindicato realizam contato telefônico ou por mensagens, cobrando um montante dos servidores.

Orientamos que bloqueiem estes contatos e, em caso de dúvidas, entrem em contato com o sindicato: (47) 3443-2450

17/03/2026

A luta vale a pena.

Quando os servidores se organizam, a realidade começa a mudar. A campanha salarial de 2026 mostrou isso mais uma vez em Joinville. Mesmo diante de uma proposta inicial que ignorava as demandas da categoria, a mobilização, as assembleias e a paralisação do dia 27 fizeram a negociação avançar.

Garantimos ganhos como 10% de aumento no vale-alimentação, destravamos pagamentos que estavam congelados e abrimos um caminho fundamental: a revisão das carreiras até 2028.

Nada disso veio de graça.
Veio da pressão, da coragem e da disposição de quem decidiu lutar.

A campanha salarial termina, mas a organização continua permanentemente. Porque só com os trabalhadores unidos é possível defender o serviço público e conquistar novos avanços

Mesmo que a prefeitura e a Secretaria de Educação insistam em dizer que os Auxiliares de Educador e ADIs não exercem doc...
17/03/2026

Mesmo que a prefeitura e a Secretaria de Educação insistam em dizer que os Auxiliares de Educador e ADIs não exercem docência, a realidade é outra. Estes profissionais desenvolvem atividades educativas, participam de planejamentos e avaliações, entre outros.

O Sinsej continuará exigindo que o prefeito Adriano Silva (Novo) não ignore essa realidade e cumpra a Lei 15.326/26, que inclui os Auxiliares de Educador e ADIs na carreira do Magistério. Basta apenas vontade política do executivo para que a lei seja regulamentada no âmbito municipal.

Endereço

Rua Lages, 84
Joinville, SC
89201-205

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
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