14/04/2026
A prefeitura lançou um edital para a educação com apenas 350 vagas, o que não corresponde nem a um terço das necessidades atuais do município. O edital atribui ao auxiliar de educador a função de “assumir a turma e realizar atividades pedagógicas” (o que já acontece na prática). A prefeitura assumiu, portanto, que os auxiliares assumem funções pedagógicas – contrariando o que afirmou o próprio secretário de educação na comissão de educação, em fevereiro deste ano, na tentativa de justificar a não inclusão destes servidores na carreira do Magistério. O secretário reafirmou sua posição, ainda, na primeira live que marcou a voltas às aulas, tratando a aplicabilidade da lei 15.326/26 aos auxiliares como “desinformação”.
Sabendo disso, o Sinsej lançou a campanha "Também Somos Magistério", um abaixo-assinado e vem acompanhando de perto as movimentações no executivo e legislativo para conscientizar a população sobre o descaso com esses profissionais fundamentais para a primeira infância e para crianças com necessidades especiais. Em junho, está previsto um grande ato de entrega das assinaturas.
Ainda assim, o parlamento, a justiça e os abaixo-assinados não garantem que a lei 15.326/26 seja cumprida. A luta deve ser nas ruas e nas bases. Neste sentido, o Sinsej conclama uma luta unificada nacional com a CUT, CNTE e a Confetam.
No dia 20 de maio, na sede do Sinsej, haverá uma reunião de todo o magistério para avaliar o movimento e traçar novos passos.
Também somos magistério!