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DISCIPLINA, PONTE PARA A SOBRIEDADE A dependência do álcool ou de outras dr**as é um problema complexo que atinge um núm...
08/11/2025

DISCIPLINA, PONTE PARA A SOBRIEDADE

A dependência do álcool ou de outras dr**as é um problema complexo que atinge um número elevado de pessoas, causando inúmeras consequências negativas, afetando não só o usuário, como também seus familiares. Muitos deles chegam a manifestar o desejo de superar o problema, porém, a maioria espera por uma solução pronta, uma resposta imediata, sem esforços e com isso não alcançam a recuperação.

É plenamente possível superar o problema, mas, é preciso muita perseverança e disciplina, características que não costumam fazer parte da rotina de um dependente, entretanto, são especialistas em arranjar desculpas para desistir e essas justificativas quase nunca estão em si mesmos, mas nos outros.

Muitos buscam um tratamento, porém, poucos perseveram. Isso, em parte, justifica o baixo índice de pessoas dependentes que conseguem superar o vício.

Segundo o Programa Amor-Exigente é preciso exigência na disciplina para ordenar e organizar a nossa vida. O uso de substâncias é um fator capaz de desestruturar a vida de qualquer pessoa e não é tarefa fácil reorganizar o que se transformou em uma desordem total.

É preciso muita disciplina, determinação, perseverança e insistência com foco em um objetivo e um conceito muito interessante, cuja autoria desconheço, cita que “disciplina é fazermos aquilo que precisa ser feito, mesmo quando não estamos com vontade de fazer”.

O foco na disciplina é uma atitude necessária para o sucesso e manutenção da sobriedade, sem isso, o desejo de superar o desafio não passa de mais uma enganação, não dos outros, mas de si próprio.

Celso Garrefa

21/07/2025

MENOS FALAÇÃO, MAIS AÇÃO

O desejo dos familiares que convivem com um dependente do álcool ou de outras dr**as dentro de casa é ajuda-lo a abandonar o vício e a primeira tentativa que utilizam é a conversa, mas para lidar com um problema tão complexo como esse não bastam apenas palavras. Não se consegue avanços significativos com um dependente apenas na base do diálogo.

Por vezes, é preciso mais, é preciso ação e atitude. No entanto, por razões diversas, os familiares relutam em entrar em ação e tomar atitudes e assim, o problema vai se arrastando ao longo do tempo. Na base da conversa, o dependente costuma reagir de duas formas: ou não está a fim de papo, agindo, por vezes, com certa agressividade, ou ele ouve, promete mudanças, mas suas promessas não se sustentam.

Nesse ritmo, o dependente se acostuma com a falação e acomoda, sabendo que nada acontece. Por vezes, promete melhoras e a família dá uma relaxada, no entanto, essa tranquilidade não dura mais que alguns dias, tornando-se um ciclo repetitivo. Ele usa, a família reclama; ele promete mudanças, a família acredita; ele para por alguns dias e de novo volta ao uso.

Outra razão que faz a família demorar a agir é o medo. Medo de tudo. Medo das reações do dependente, medo de que ele possa piorar, medo de que ele saia de casa, medo de perder. Alguns desses medos são justificados, outros são enganos. Uma análise crítica é importante para diferenciarmos os riscos reais dos imaginários e buscarmos apoio para encará-los.

Nem sempre dá para esperarmos o dependente tomar uma atitude. Nem sempre ele está ou tem condições de fazê-la. Cabe aos familiares entrar em ação, mover-se. Não precisamos virar a mesa da noite para o dia, mas dentro das nossas capacidades, precisamos abandonar a falação e começar a agir, caso contrário, o problema se perpetua e gera frutos, como citou, brilhantemente, a sra. Liane Castrillon, em uma das edições da “RevistAE:

"Não basta pôr uma pedra em cima, deixar no freezer à espera do tempo para solucionar. Geralmente, o compasso da espera degringola em problemas filhotes... e aí, o elenco aumenta”.

Tomar atitudes e agir é necessário. Quando apenas falamos, o outro apenas ouve, quando agimos ele precisa se adaptar e se enquadrar às nossas ações. Esse é o segredo.

Celso Garrefa

Venha participar da Palestra: O comportamento dos pais afetam os filhos e o comportamento dos filhos afetam os pais.
29/06/2025

Venha participar da Palestra: O comportamento dos pais afetam os filhos e o comportamento dos filhos afetam os pais.

Grupo de Apoio Amor Exigente Esperança e Vida Joinville! Estamos com novo endereço:Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo So...
10/06/2025

Grupo de Apoio Amor Exigente Esperança e Vida Joinville!
Estamos com novo endereço:
Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Rua: Almirante Jaceguay 2818
Bairro: Costa e Silva.
Todas as segundas-feiras das 19.30 hrs as 21.30 hrs !

*O Amor do Amor-Exigente “Amor-Exigente propõe um  jeito novo de amar: um amor que educa, um amor que acolhe, um amor qu...
10/06/2025

*O Amor do Amor-Exigente
“Amor-Exigente propõe um jeito novo de amar: um amor que educa, um amor que acolhe, um amor que engrandece. Um amor que respeita as diferenças, um amor que abre os braços para aquele que não era mais abraçado. Um amor que nos coloca em posição de igualdade sem diferenças e sem hierarquia, um amor que nos ensina a mudar o mundo a partir de nossas próprias mudanças. Um amor que nos mostra e nos ensina a força de ser um voluntário, pois ao ajudar alguém somos o maior ajudado. Um amor que te tranquiliza em uma crise, pois sabemos que essa dor se transformará em crescimento e sucesso. Um amor que nos coloca de frente com nossas raízes, um amor que nos posiciona perante nossos papéis.Um amor que nos ensina que, sozinho eu não posso, mas que, ao final de cada reunião me possibilita segurar a minha mão na sua e unir meu coração ao seu. Esse amor transforma vidas, resgata famílias, te devolve a dignidade, te possibilita ficar em pé e administrar sua própria vida.” (Ricardo Zavarello)*

02/03/2025
Anexo a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Venha conhecer o programa de prevenção e qualidade de vida com Amor-...
02/02/2025

Anexo a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Venha conhecer o programa de prevenção e qualidade de vida com Amor-Exigente.

02/02/2025

OS PAIS TAMBÉM SÃO GENTE

"Pra mim, qualquer coisa serve". Essa é uma frase desastrosa repetida por muitos pais e ela possui um poder fantástico de transformá-los em "qualquer coisa", em algo sem valor, que aceita tudo e não merece respeito, mas, somos gente e não "qualquer coisa".

O nascimento dos filhos é um momento único, no entanto, não podemos permitir que esse dia tão especial anule a nossa vida, para vivermos única e exclusivamente em função deles.

É óbvio que os filhos precisam de toda a nossa atenção, de todo nosso cuidado, de toda a nossa proteção, e não devemos medir esforços para proporcionar-lhes uma vida plena. Também não vou defender, aqui, aquele discurso de que precisamos nos amar em primeiro lugar, pois o amor de verdadeiros pais em relação aos filhos é maior do que a si mesmos e não vejo qualquer problema nisso. O problema é quando esquecemos de nós mesmos e nos abandonamos.

Por que viver em função dos filhos se podemos viver todos? Os pais que decidem viver exclusivamente em função dos filhos, futuramente, quando suas crias tomarem seus rumos poderão perder o sentido da própria vida e enfrentar um vazio imenso.

Aceitar a ideia de que somos gente significa reconhecer que também temos direitos e exigimos respeito. Como gente, possuímos sentimentos e não podemos permitir que se dirigem a nós de forma estúpida, com palavras ofensivas, desrespeitosas ou grosseiras.

O amor e o respeito que tanto desejamos não se cobra, não se exige, não se compra, mas podemos conquistá-los a partir do momento em que nós mesmos nos enxergamos e agimos como pessoa humana, como gente que aprendeu a se valorizar, a se respeitar e amar a si próprio, e os filhos respeitam aqueles que eles admiram.

Celso Garrefa

EU AMO VOCÊ, MAS NÃO AMO SUAS ATITUDESCelso GarrefaConviver com pessoas dependentes do álcool ou de outras dr**as é um d...
19/07/2024

EU AMO VOCÊ, MAS NÃO AMO SUAS ATITUDES
Celso Garrefa

Conviver com pessoas dependentes do álcool ou de outras dr**as é um desafio para muitos familiares. Sem uma base orientadora, muitos desviam do foco do problema, dificultando a busca da solução para o desafio enfrentado.

Existem várias formas de desviar do foco. Uma delas é atacar o dependente, sem critério algum. O sujeito dependente do álcool costuma ser massacrado pelos familiares, muitas vezes taxando-o como vagabundo, sem vergonha ou traste, no entanto, são muitos que possuem problemas com o uso do álcool, mas não são vagabundos. Buscar o foco significa desaprovar o comportamento inadequado e não a pessoa em si - “Eu amo você, mas isso não me obriga a amar as suas atitudes que desaprovo"

Outra forma de desviar do foco é diminuir o tamanho do problema, buscando justificativas constantes para minimizar a dependência do outro. – “Ele usa dr**as, mas é tão carinhoso”. Mesmo na dependência, muitos ainda preservam pontos positivos que devem ser valorizados, mas é preciso cuidado para, em função do ponto positivo, não nos tornarmos passivos diante dos pontos negativos. O foco é valorizar os pontos positivos, sem fazer deles desculpas para aceitar os comportamentos negativos que precisam ser trabalhados e corrigidos.

A maximização do problema enfrentado também nos tira do foco. Essa atitude causa nos familiares sofrimentos gigantescos, tendo em vista que enxergam o problema com uma dose exagerada da realidade. Acreditam, por exemplo, que devido ao uso das dr**as, alguém vai matá-lo, ou que vai morrer a qualquer momento. Essa visão exagerada e negativista só traz pânico aos familiares e em estado de desespero, paralisam.

Propositadamente ou de forma inconsciente muitos exteriorizam um sofrimento profundo numa doce ilusão de que o dependente perceba que está causando sofrimentos alheios e assim possa escolher mudar sua condição. Ficar sem se alimentar, sem dormir direito, abandonar o emprego ou se culpar não é o foco, não possui nenhuma relação direta com a dependência do outro e em nada ajuda no enfrentamento do problema.

*AMOR-EXIGENTE* São grupos de auto e mútua ajuda compostos por voluntários que ajudam famílias que se encontram em confl...
20/03/2024

*AMOR-EXIGENTE*
São grupos de auto e mútua ajuda compostos por voluntários que ajudam famílias que se encontram em conflitos a buscarem, nos doze princípios básicos propostos pelo programa a recuperação da auto-estima, a construção da cooperação familiar e comunitárias, desencorajando a agressividade e a violência.

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