Gaia Iturama

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O Grupo de Apoio Independente aos Animais - GAIA Iturama, tem um trabalho incessante diário que viabiliza salvar os animais de maus tratos e abandono da cidade de Iturama - MG. Queremos fazer a diferença no mundo com relação à proteção animal e por isso começamos pelas ruas de nossa cidade. Além dos resgates animais e a acomodação em um abrigo particular, temos como compromisso levar a público a r

ealidade do ponto de vista dos animais, transmitindo com isso a necessidade e urgência de uma visão de mundo mais inclusiva, abrangente e respeitosa por parte de toda a comunidade local, bem como da obtenção de respaldo de uma política pública atuante e voltada ao assunto quanto à questão dos direitos e cuidados com os animais, implantando a castração compulsória, Hospital Veterinário, aumento do canil e construção de um gatil, campanhas de vacinação e orientação, somente dessa maneira, unindo sociedade civil e órgão público, conseguiremos mudar o atual quadro de uma centena de milhar de animais de rua pelas ruas, num eminente perigo de epidemia de zoonoses.

27/07/2026

Em uma decisão importante, o Supremo Tribunal Federal manteve o entendimento de que os municípios têm o dever de oferecer estrutura para acolher cães e gatos abandonados ou vítimas de m4us-tr4tos. Não se trata de uma escolha, é uma obrigação.

O caso aconteceu em Catanduva-SP, onde o Ministério Público constatou que a prefeitura não possuía qualquer estrutura para receber esses animais, deixando toda a responsabilidade nas mãos de protetores independentes.

Ao manter a decisão, o STF reforçou que o Poder Judiciário pode exigir a implantação dessas políticas públicas quando houver omissão do poder público.

Essa é uma decisão é um marco para a causa animal e também um reconhecimento do trabalho de milhares de protetores que, há anos, assumem uma responsabilidade que também é do poder público.

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10/07/2026
09/07/2026

Uma imagem publicada no Facebook por um jovem músico escancarou uma ferida que o mundo insiste em ignorar. Na fotografia, o desespero ganha forma: uma cadela espremida numa jaula minúscula, recém-parida, tenta empurrar o filhote para fora das barras frias de ferro.

O cenário é de abandono absoluto. A mãe, exausta e rendida, deita a cabeça ao lado da cria enquanto o pequeno — cego, frágil, com dias de vida — espreme o focinho entre as grades como se farejasse uma salvação que nunca veio. Ela deu à luz ali, no chão duro da prisão improvisada, e ali mesmo assistiu impotente ao sufoco do próprio filhote. A cena atravessa qualquer blindagem emocional.

Em menos de uma hora no ar, a publicação acumulou mais de mil reações. Os comentários formaram um coro de indignação que misturava lágrimas digitais com perguntas desconfortáveis sobre o que ainda nos separa da barbárie. Porque não se trata de um acidente ou de uma fatalidade da natureza — a jaula tem dono, o destino dos animais é conhecido e o silêncio de quem poderia agir dói tanto quanto as grades.

Internautas apontaram o dedo para o comércio de carne canina, prática ainda tolerada em certas regiões. "Trocar animais de estimação por proteína é rasgar um contrato ancestral de lealdade entre espécies", desabafou uma seguidora. Outro defendeu a criação de alternativas mais seguras e sustentáveis, sem que seja preciso matar quem sempre esteve ao nosso lado.

Enquanto o debate se alastra, a pergunta que ecoa nas entrelinhas daquela fotografia continua sem resposta: quantos filhotes ainda precisarão tentar escapar de jaulas para que a humanidade entenda, de uma vez, que certas grades não prendem só corpos — algemam a consciência de quem finge não ver?

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Iturama, MG
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