14/07/2020
O também se soma à campanha "Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica", criada pelo , Associação dos e para estimular a denúncia silenciosa de casos de violência doméstica em redes de farmácias e drogarias parceiras. Em Sergipe, um "X" vermelho na mão com batom, esmalte ou caneta, pode ser mostrado a quaisquer atendentes das redes , e , que identificando o sinal, acionarão a polícia.
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Segundo o Conselho Nacional de Justiça, há uma subnotificação evidente dos episódios de violência doméstica durante a pandemia de Covid-19, período em que a vulnerabilidade da mulher tem sido acentuada. Ainda que não seja a sua causa, o isolamento social tem sido relacionado à elevação do número de episódios de violência, em todas as suas formas, no Brasil e em todo o mundo. O CNJ tambem indica ser o domicílio comum o local em que mais ocorrem as violências. Convivendo com agressores, as vítimas se vêem impedidas, por vezes, de acionar os canais de denúncia.
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Por isso, as mulheres do incentivam o encorajamento da mulher vítima a pedir ajuda dessa forma, interrompendo o ciclo de violência ao denunciar. A Secretaria de Estado da Inclusão e Assistência Social mantém o Abrigo Estadual Neuzice Barreto, um serviço destinado ao acolhimento de mulheres vítimas de violência em risco iminente de morte, acompanhadas ou não dos filhos, enquanto perdurar o risco à sua integridade. No fluxo da Rede de Atendimento à Mulher, o encaminhamento para este serviço é feito pelas Delegacias, a partir do registro de Boletim de Ocorrência.
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Em nome da vice-governadora ; das Secretárias de Estado da e da , .lucia Couto e ; da Delegada da Mulher do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil, Mariana Diniz; e da diretora de Direitos Humanos da SEIAS, Oliveira; a Coordenadoria Estadual de Políticas para as Mulheres agradece a cada uma das mulheres que se integraram à campanha.
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