30/12/2025
O SISMI vem a público manifestar seu veemente REPÚDIO ao grave ato de violência ocorrido no Pronto Atendimento de Urgência e Emergência 24h, onde uma servidora da saúde foi brutalmente agredida com uma cadeira por um familiar de paciente, enquanto exercia suas funções profissionais.
Tal agressão é inadmissível, criminosa e absolutamente inaceitável, representando não apenas um ataque à trabalhadora diretamente envolvida, mas a toda a categoria dos profissionais da saúde, que diariamente atuam sob intensa pressão, alta demanda e condições frequentemente precárias, com o compromisso de salvar vidas e prestar atendimento à população.
O SISMI destaca que episódios de violência como este não são isolados, mas recorrentes nas unidades de pronto atendimento do município, sendo agravados pela ausência de guarda ou vigilância fixa na portaria, o que expõe servidores e usuários a riscos constantes.
A falta de segurança institucional configura grave omissão do poder público, contribuindo diretamente para a escalada da violência dentro dos serviços de saúde.
É inaceitável que trabalhadores e trabalhadoras da saúde, já submetidos à sobrecarga física e emocional, à escassez de recursos humanos e estruturais, sejam também obrigados a conviver com agressões físicas e psicológicas, colocando em risco sua integridade, sua saúde mental e, muitas vezes, sua própria vida.
O SISMI se solidariza integralmente com a servidora agredida, reafirma seu compromisso com a defesa intransigente da categoria e não aceitará a naturalização da violência contra os servidores públicos da saúde.
O Sindicato está tomando as medidas cabíveis e já oficiou a Secretaria da Saúde, a Diretoria do Pronto Atendimento 24h, RT de Enfermagem e Secretaria de Segurança Pública do Município para implantação de segurança fixa nas unidades de urgência e emergência.