Direitos dos Sedianos, Hipermóveis e Raros

Direitos dos Sedianos, Hipermóveis e Raros Página destinada à coleção de pesquisa e estudos sobre os direitos dos pacientes com Síndrome de Ehlers-Danlos e Síndrome de Hipermobilidade Articular.

20/02/2026

Hoje comemoro 7 anos no Facebook. Obrigado pelo apoio contínuo de vocês, que foi indispensável para mim. 🙏🤗🎉

19/11/2025

Bertolt Brecht 💭

́tica

̃o

16/11/2025
10/11/2025

Hoje, prestamos nossa homenagem a Anarcha Westcott, uma jovem escravizada de 17 anos, cuja coragem e resistência desafiaram as limitações da medicina da época. Anarcha foi forçada a suportar cerca de 30 cirurgias sem qualquer tipo de anestesia, todas realizadas para tratar uma fístula vesicova**nal, uma condição dolorosa em que a urina escapa pela va**na devido a uma conexão anormal entre a bexiga e a va**na.

Essas operações foram conduzidas por James Marion Sims, um homem que, apesar de ser frequentemente aclamado como o “pai da ginecologia”, realizava esses procedimentos de maneira desumana, sem o devido cuidado com a dor e o sofrimento de suas pacientes. Nós nos recusamos a chamá-lo de médico, pois sua prática foi marcada pelo abuso e exploração de mulheres negras.

Embora ele tenha se tornado famoso por essas experiências, é Anarcha Westcott quem merece o título de “mãe da ginecologia”. Sem a sua força, coragem e valentia, os procedimentos que ele realizou jamais teriam sido possíveis. A história da ginecologia moderna, como a conhecemos, está profundamente ligada ao sofrimento e resistência de Anarcha.

Devemos lembrar que a história dos negros é, em grande parte, a história dos Estados Unidos. É uma história que precisa ser contada, mesmo que, muitas vezes, seja dolorosa e cheia de injustiças. Hoje, ao reconhecermos o papel fundamental de Anarcha, damos a ela a honra e a memória que ela sempre mereceu.

20/10/2025

Em 1952, numa sala de parto em Nova Iorque, o silêncio tomou conta do ar. Um bebé havia nascido — azul, imóvel, sem um som. Por um instante, o desespero preencheu o ambiente. Os médicos hesitaram, sem saber se continuavam a tentar. Então, uma voz firme e tranquila ergueu-se acima do pânico:

“Vamos marcar o bebé.”

Era a voz da Dra. Virginia Apgar.
Aquela simples frase mudaria a medicina para sempre.

Virginia Apgar sonhara em ser cirurgiã, mas na década de 1940, as portas das salas de cirurgia raramente se abriam para mulheres. Disseram-lhe que nenhum hospital a aceitaria. Ela não desistiu — apenas redirecionou o seu caminho. Escolheu a anestesiologia, uma decisão que acabaria por salvar milhões de vidas.

Trabalhando na maternidade da Columbia-Presbyterian, Apgar observava, impotente, recém-nascidos morrerem poucos minutos após o parto. Não havia critério, não havia sistema — apenas suposições. Então, numa manhã de 1952, ela pegou numa caneta e num pedaço de papel e criou algo revolucionário: um teste simples de cinco pontos que avaliava o ritmo cardíaco, a respiração, o tônus muscular, os reflexos e a cor da pele.

Ela chamou-o “Apgar Score.”

A ideia espalhou-se como fogo em pólvora seca. Em menos de uma década, praticamente todos os hospitais dos Estados Unidos o utilizavam. As taxas de mortalidade infantil despencaram. Pela primeira vez, os médicos tinham uma linguagem universal para avaliar a vida — e inúmeros bebés, que antes seriam dados como perdidos, foram salvos.

Mas Virginia não parou aí. Obteve um diploma em Saúde Pública, juntou-se à March of Dimes e tornou-se uma voz global em defesa das mães e dos recém-nascidos.

Quando lhe perguntaram como havia vencido num mundo dominado por homens, ela sorriu e respondeu:
“As mulheres são como saquinhos de chá — só descobrem a própria força quando mergulham em água quente.”

A Dra. Virginia Apgar faleceu em 1974.
Mas o seu legado continua vivo.
A cada dois segundos, em algum lugar do mundo, um bebé dá o seu primeiro suspiro — e uma enfermeira, um médico, alguém, pronuncia um número em silêncio.
Um número que homenageia a mulher que se recusou a desistir — nem dos recém-nascidos, nem de si mesma.

07/10/2025

É que a vida tem dessas e mesmo que meu corpo diga não, quem define são as circunstâncias. Então, eu choro e repito tudo outra vez…

05/10/2025

🚨 O STJ trouxe uma interpretação que muda bastante a forma como muitos enxergam a partilha de bens no divórcio.

🏡 Imagine a situação: você comprou um imóvel antes do casamento, mas continuou pagando as prestações durante a união. Pois saiba que o ex-cônjuge pode ter direito a uma parte proporcional.

⚖️ Isso acontece porque, no regime de comunhão parcial de bens (o mais utilizado no Brasil), o critério não é apenas a data da compra do imóvel, mas sim como as parcelas foram quitadas. Se o pagamento ocorreu com rendimentos obtidos durante o casamento, considera-se que houve contribuição do casal.

🤱🏼 E se apenas um trabalhou fora?
O STJ entende que atividades como o cuidado com os filhos, o trabalho no lar ou até abrir mão da carreira para apoiar o parceiro configuram também participação indireta no esforço comum.

✅ Em resumo: mesmo que o contrato de compra seja anterior ao casamento, se o bem foi pago com recursos adquiridos ao longo da união, ele passa a ter natureza compartilhada.

👉🏼 E você, concorda com esse entendimento?

30/09/2025

EM SALA DE AULA | Um levantamento do Movimento Pessoas à Frente mostra que professores temporários trabalham, em sua maioria, sem garantia de licença-maternidade, estabilidade para gestantes, auxílio-alimentação nem licença para tratamento por acidente de trabalho ou por saúde. Em alguns casos, não recebem sequer 13º salário ou férias remuneradas. Categoria formada por profissionais que não são concursados, os temporários costumam ser usados em funções específicas. O número de temporários, contudo, aumentou 37,7% entre 2014 e 2024 nas redes estaduais. Isso se deu, segundo especialistas, pelo menor custo de contratação, justamente pela ausência de uma série de direitos trabalhistas.

💻📱Leia mais no site do . https://x.gd/mS9Ib
Foto: Divulgação/AEN

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