AMA-Gravatá

AMA-Gravatá A Associação dos Amigos do Meio Ambiente de Gravatá - a AMA-Gravatá - atua desde 1997 no município de Gravatá, PE.

O Brechó da AMA-Gravatá está aberto! Venha correndo - faltam dois dias até encerrar por esta vez!Preços INCRÍVEIS!!!Rua ...
09/04/2026

O Brechó da AMA-Gravatá está aberto!
Venha correndo - faltam dois dias até encerrar por esta vez!
Preços INCRÍVEIS!!!
Rua do Prado, 93, Gravatá, PE.

11/02/2026

Quarta e quinta-feira das 9 às 17h,
Rua do Prado, 93, Gravatá, PE.

Corra! Brechó de Carnaval esta semana: terça, quarta e quinta-feira!!! Preços INCRÍVEIS!!!!😄
10/02/2026

Corra! Brechó de Carnaval esta semana: terça, quarta e quinta-feira!!! Preços INCRÍVEIS!!!!😄

Lá vai de novo!A Feirinha da AMA-Gravatá!Os produtos podem variar de uma feirinha para outra, mas este sábado temos pana...
20/12/2025

Lá vai de novo!
A Feirinha da AMA-Gravatá!

Os produtos podem variar de uma feirinha para outra, mas este sábado temos panatone ecológico!
E mel e própolis da Limeira!
Abacaxi e banana desidratada!
Sapoti, limão, geleia...
Escalda-pés para dar de presente de natal para alguém.
E café de sombra gourmet, torrado hoje! Cheirosíssimo!

Sejam bem vindos!

14/12/2025
Sábado, 13/12, é o último dia para você adquirir sua roupa de festa por um preço incrível!!Para homens e mulheres, menin...
13/12/2025

Sábado, 13/12, é o último dia para você adquirir sua roupa de festa por um preço incrível!!
Para homens e mulheres, meninas e meninos!
Rua do Prado, 93, Gravatá. Das 9 às 17h.

Época de festa e o Brechó da AMA-Gravatá não dorme no ponto! Aberto apenas 3 dias, 11 a 13 de dezembro, das 9 às 17h, na...
11/12/2025

Época de festa e o Brechó da AMA-Gravatá não dorme no ponto!
Aberto apenas 3 dias, 11 a 13 de dezembro, das 9 às 17h, na Rua do Prado, 93, Gravatá.
Preços incríveis!!!
Sejam bem vindos!

25/11/2025

A 30ª Conferência das Partes da ONU (COP30), realizada em Belém em novembro de 2025, demonstrou que o debate climático global está cada vez mais vinculado à disputa pelo financiamento, tecnologia e controle de mercado. A retórica sobre “salvar o planeta” foi substituída por negociações voltadas à sobrevivência econômica em um cenário de aquecimento global.

Financiamento climático: centro de disputa
O principal resultado da COP30 foi a definição da Nova Meta Coletiva Quantificada (NCQG). O acordo estabelece duas metas financeiras:

US$ 300 bilhões anuais em financiamento público até 2035.

US$ 1,3 trilhão anuais a serem mobilizados por meio do setor privado e bancos multilaterais.

Na prática, os países desenvolvidos asseguraram um compromisso fiscal limitado. A maior parte da responsabilidade recai sobre investidores privados, o que aumenta o custo de capital e o risco financeiro para países do Sul Global. Delegações africanas e insulares criticaram o modelo. O financiamento baseado em empréstimos aprofunda a dependência de países pobres e limita sua capacidade de adaptação.

O acordo institucionaliza a lógica de mercado na gestão climática. Soluções de mitigação e adaptação precisam gerar retorno financeiro para, assim, atrair recursos. O discurso técnico substitui a cooperação solidária como base das negociações.

Combustíveis fósseis: interesse econômico impede consenso
A proposta de incluir no texto final da ONU a expressão “eliminação gradual dos combustíveis fósseis” foi novamente bloqueada. Arábia Saudita e Rússia lideraram a articulação. O objetivo foi dissociar o debate sobre emissões das fontes energéticas fósseis.

Esses países condicionaram o apoio ao pacote financeiro à retirada de qualquer menção ao phase-out de petróleo e gás. A estratégia teve sucesso. O resultado manteve a integridade dos modelos de exportação desses países e inviabilizou avanços regulatórios em nível multilateral.

Diante de paralisia institucional, alguns países optaram por iniciativas paralelas. Brasil e Colômbia lançaram um roteiro voluntário para a transição energética. A iniciativa não depende da aprovação da UNFCCC e indica a formação de blocos econômicos que avançam por fora do consenso internacional.

Amazônia como ativo: criação do fundo TFFF
O lançamento do mecanismo Tropical Forest Forever Facility (TFFF) marca a entrada definitiva das florestas tropicais no mercado financeiro global. O modelo remunera a conservação com base no desempenho.

Valor por hectare: US$ 4 anuais.

Recurso inicial: US$ 6,7 bilhões em garantias soberanas.

Emissão de títulos baseada em fluxos de conservação.

20% dos recursos destinados diretamente a organizações indígenas.

A monetização da conservação florestal altera a estrutura de poder nos territórios. O Estado deixa de ser o único intermediário dos fundos climáticos. Comunidades locais passam a disputar acesso direto ao capital climático.

Comércio internacional: conflito entre Sul Global e União Europeia
O grupo BASIC (Brasil, África do Sul, Índia e China) contestou a legitimidade da taxa de carbono na fronteira (CBAM), implementada pela União Europeia. A crítica aponta para o uso da agenda climática como ferramenta de protecionismo comercial.

O debate levou à inclusão, pela primeira vez, de uma menção formal a medidas comerciais unilaterais no documento final da conferência. A política climática passa a ser reconhecida como um instrumento estratégico de política industrial e de disputa de mercado.

Mercado de carbono: nova regulação global
A COP30 aprovou a regulamentação do Artigo 6.4, que estabelece um mercado global de créditos de carbono sob supervisão da ONU. O novo sistema cria mecanismos de verificação e compensação:

Regras claras para reversões de carbono.

Obrigatoriedade de seguros contra perdas climáticas.

Criação de “buffer pools” para reduzir o risco dos ativos.

O objetivo é garantir segurança jurídica para investidores e governos que utilizam compensações como parte de suas metas climáticas. A expectativa é de um aumento no fluxo de capital especulativo para projetos de captura, remoção e conservação.

Conclusão: a estrutura material do acordo
O resultado da COP30 confirma que a transição climática está condicionada à capacidade de mobilização de capital. O financiamento aprovado representa uma fração do necessário. A dependência de instrumentos de mercado expõe os países pobres a maiores riscos financeiros.

A indústria de combustíveis fósseis mantém sua força institucional e capacidade de veto. A transição energética ocorrerá de forma fragmentada e seletiva, onde houver viabilidade econômica.

A “Declaração de Belém sobre Industrialização Verde” indica que o Sul Global busca avançar além do papel de provedor de matéria-prima. A meta é desenvolver capacidade industrial local com base em minerais estratégicos e biomassa.

A COP30 representou menos um avanço moral e mais um ajuste nas estruturas econômicas de uma crise em curso.

Não perca a Feirinha mais exótica de Gravatá! Com produtos raros da nossa terra, e sem agrotóxicos.Cada terceiro sábado ...
14/11/2025

Não perca a Feirinha mais exótica de Gravatá!
Com produtos raros da nossa terra, e sem agrotóxicos.
Cada terceiro sábado do mês em frente ao Banco do Brasil.
😃😃😃

Endereço

Rua Do Prado, 93
Gravatá, PE

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