Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana-IHAGGO

Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana-IHAGGO IHAGGO-Instituto Histórico,Arqueológico e Geográfico de Goiana foi fundado no ano de 1870.

A Instituição é a quarta mais antiga do Brasil.E entre os Municípios é a primeira. Suas atividades ressurgem em 2015, sob a Presidência de Harlan Gadelha.

28/02/2026

Escola Basílio Machado 🪓 São Lourenço Goyanna Pernambuco

Em ruínas

Projeto de restauração para ser um Centro Cultural Quilombola já se encontra na secretaria de Obras

Vamos executar

O presidente Harlan Gadêlha, do IHAGGO ,ao lado da Senadora Teresa Leitão, inauguraram hoje , o painel do projeto Parede...
24/01/2026

O presidente Harlan Gadêlha, do IHAGGO ,ao lado da Senadora Teresa Leitão, inauguraram hoje , o painel do projeto Paredes que contam a História, Viaduto Manoel Mattos ,em Goiana .
Cláudio Ferreira, representando a OAB/PE , o advogado Marcelo Santa Cruz, representando o prefeito do Recife , João Campos , Ex deputado federal Fernando Ferro, professor Salustiano Bira , representando o Instituto Histórico de Nazaré da Mata, representantes de diversas cidades da Mata Norte, alem das Confreiras e Confrades do IHAGGO e conterrâneos e conterrâneas de Goiana .
O IHAGGO viveu hoje mais um grande dia , podemos receber Manoela Mattos filha de Manoel Mattos, do vereador de Itambé Ronaldo Fernandes genro de Manoel Mattos e da professora Alcione viúva de Manoel elem do Representante do MinC Carlos Augusto.

21/01/2026
O IHAGGO , comemora solenemente as homenagens à Frei Caneca , o maior herói brasileiro no último dia 15/01/2026,  celebr...
17/01/2026

O IHAGGO , comemora solene
mente as homenagens à Frei Caneca , o maior herói brasileiro no último dia 15/01/2026, celebrando os 201 anos em sua memória.
O IHAGGO presta homenagem a Frei Caneca, pela sua luta em defesa da liberdade, da igualdade e da República .
O Instituto Histórico Arqueológico e Geográfico de GOIANA, celebrou as fortes ligações de Frei Caneca com Goiana e o Convento do Carmo.

O evento contou com missa celebrada na igreja Convento do Carmo, seguida de homenagem no Busto de Frei Caneca e Palestra em honra ao grande mártir republicano.

📜 III CONGRESSO PERNAMBUCANO DE INSTITUTOS HISTÓRICOS!Programação: Dia 29/08/2025 – Recepção 19h00;  Abertura 20h. (Pale...
03/07/2025

📜 III CONGRESSO PERNAMBUCANO DE INSTITUTOS HISTÓRICOS!

Programação:

Dia 29/08/2025 – Recepção 19h00; Abertura 20h. (Palestra Magna)
Local: SESC Ler Goiana, das 19h às 21h30.

Dia 30/08/2025 – Palestra, Debates e sugestões dos Institutos Históricos relativos ao tema
do III Congresso.
Local: FADIMAB – Goiana das 9h00 às 12h e das 14h às 16h30.

Dia 31/08/2025 – Leitura e aprovação das propostas para a ‘Carta de Goiana’.
Local: FADMAB – Goiana das 8h30 às 12h.

Contamos com a presença na Cerimônia de Abertura.
Cordial e Atenciosamente,

Henrique Fenelon de BarrosHerói da Força Expedicionária Brasileira (FEB)Natural de Goiana (PE), filho de Fenelon de Barr...
26/06/2025

Henrique Fenelon de Barros

Herói da Força Expedicionária Brasileira (FEB)

Natural de Goiana (PE), filho de Fenelon de Barros Franco e Filadélfia Marcelina de Souza, nasceu em 26/05/1923 e faleceu em 29/05/1997.

Henrique Fenelon de Barros participou da Segunda Guerra Mundial como integrante da Força Expedicionária Brasileira, de forma voluntária, lutando com bravura ao lado dos Aliados em solo europeu.



Embarque para a Itália
• Partida do Brasil: 23 de novembro de 1944
• Chegada a Nápoles: 7 de dezembro de 1944
• Navio: General Meigs
• Comandante: Cel. Mario Travassos
• Lotação: 4ª Companhia, 2º Batalhão, 1º Regimento de Infantaria



Campanhas Heróicas

-Batalha de Monte Castello (participante).
Henrique Fenelon de Barros integrou a ofensiva que resultou na conquista de Monte Castello, posição estratégica fortemente defendida pelos alemães. Após duras tentativas, a vitória foi alcançada em 21 de fevereiro de 1945, simbolizando a coragem e resiliência da FEB.

-Batalha de Montese (participante).
Em abril de 1945, combateu na histórica Batalha de Montese — considerada a mais intensa da FEB. A cidade foi tomada após 03 dias de combates, marcando uma virada decisiva na campanha dos Aliados na Itália.



Retorno ao Brasil
• Partida de Nápoles: 12 de agosto de 1945
• Chegada ao Rio de Janeiro: 22 de agosto de 1945
• Navio: Mariposa (americano)
• Comandante: Gen. Cordeiro de Farias



Durante o conflito, recebeu cartas de sua madrinha de guerra, Maria José de Barros, que mais tarde se tornaria sua esposa. Dessa união nasceram oito filhos:
Maria do Carmo de Barros Fontes,
Henrique Fenelon de Barros Filho,
Desjardins Fenelon de Barros,
Maria das Graças de Barros Gusmão,
Aguinaldo Fenelon de Barros,
Zenobio Fenelon de Barros,
Eduardo Fenelon de Barros e
Filadelfia Maria de Barros Rabelo.

Em 30 de setembro de 1945 foi calorosamente recebido em sua terra natal pela centenária Banda Curica, em uma justa e memorável homenagem à sua trajetória.



O legado de Henrique Fenelon de Barros permanece eternamente vivo na memória de Goiana e do Brasil, como símbolo de coragem, patriotismo e amor à Pátria.

Ontem, recebemos com muita alegria a visita do jornalista Alexandre Almeida e sua esposa, Raphaelly W. T. de Almeida, na...
06/05/2025

Ontem, recebemos com muita alegria a visita do jornalista Alexandre Almeida e sua esposa, Raphaelly W. T. de Almeida, na exposição do projeto “Viva Pernambuco: Patrimônio, Cultura e Memória” 📚✨
O casal elogiou bastante a iniciativa, destacando a organização, o cuidado com os detalhes e a forma como o o acervo foi apresentado.

CAPELA DE ATAPUZ E SÃO BENEDITODe acordo com um documento publicado pela Fundação de Informação para o Desenvolvimento d...
10/04/2025

CAPELA DE ATAPUZ E SÃO BENEDITO

De acordo com um documento publicado pela Fundação de Informação para o Desenvolvimento de Pernambuco (FIDEPE, 1981, p. 69), a Capela de São Benedito na comunidade litorânea de Atapuz é do século XIX e a considera com um estilo arquitetônico não definido. A capela é pequenina, de nave única, com porta principal, duas portas laterais, e três nichos com imagens: no principal, do altar, a imagem de São Benedito, e nos laterais, imagens marianas, me recordo que em um deles havia uma Nossa Senhora de Fátima. A Capela em 1950 passou por um processo de reforma financiado pelo senhor Faustino Heckel Machado, e dona Maria da Assunção da Silva.

Mário Melo, em Toponimia Pernambucana explica que “Atapuz – pontal entre a foz do Tejucupapo e o canal de Itamaracá. De atã-pu, ressoar, soar. É nome de uma buzina de jangadeiros” (Silva; Rodrigues, 1972, p. 369). A praia de Atapuz foi local de desembarque clandestino de escravizados, a exemplo, do Camilo, uma criança de 07 anos de idade, proveniente do Congo, que ali desembarcou em uma noite da década de 1840 com cerca de 90 africanos.

No processo de colonização, a Igreja Católica e os “proprietários” de escravizados apresentaram aos cativos, para sua identificação, santos e santas de pele escura, para melhor doutrinar e impor comportamentos. No livro “Lá Vem Meu Parente: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco – século XVIII” (2002), a pesquisadora Antônia Aparecida Quintão, retrata essa situação, onde os escravizados reconhecem os santos e santas negros/as enquanto parentes. Nesse contexto, em toda a América Portuguesa surgiram igrejas e capelas destinadas para os negros com devoções das irmandades/confrarias constituídas em louvor a Nossa Senhora do Rosário (que era pintada de preto com carvão), São Benedito, Santa Efigênia, Santo Antônio de Catageró, Santo Elesbão, e outros.

A devoção local (Atapuz) pode ter surgido a partir de escravizados oriundos do tráfico negreiro, pois, “as primeiras notícias da devoção a ele em Angola datam do final do século XVII” (Reginaldo, 2016, p. 94). A pesquisadora Luciene Reginaldo explica que

Texto continua nos comentários...

CATUAMA - 08.03.25 – 22h03O termo Catuama, provém do tupi, Caatuã, que significa "folhas, talos, palmitos", “lugar muito...
22/03/2025

CATUAMA - 08.03.25 – 22h03

O termo Catuama, provém do tupi, Caatuã, que significa "folhas, talos, palmitos", “lugar muito bom ou lugar de muita chuva"

Catuama, litoral norte de Pernambuco, citada por diferentes documentos antigos, antes da divisão do território em Capitanias área cujos habitantes refletem a colonização do Brasil: indígenas, os primeiros, africanos escravizados e europeus colonizadores que buscaram efetivar um violento projeto de poder mercantilista.

A praia localizada na Ponta do Funil, no século XVI pertenceu a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição dos Homens Brancos de Itamaracá quando suas terras foram doadas "à Confraria dos Três Oiteiros da Catuama".  Barra de Catuama era o acesso norte para se chegar aos redutos militares, fontes de água da Ilha e núcleos urbanos da capitania de Itamaracá

No século XVII, após a expulsão dos holandeses, os portugueses construíram um fortim com três canhões, em 2004 registrado como sítio arqueológico no CNSA do IPHAN  . Em 1859, Dom Pedro II, em seu diário, registrou que a fortificação estava em ruínas. Em 1971, uma equipe de arqueólogos veio a Goiana para iniciar os trabalhos de escavações naquele local. Só encontramos ruínas e um forno de cal abandonado.

Catuama é uma povoação antiga que pela lei provincial n° 86 de 5-5-1840 ficou incorporada ao termo de Goiana.

Em sua capela, dedicada a Santo Antônio, foi sepultado o Capitão Otaviano Augusto de Magalhães, além de outros náufragos não identificados cujos corpos foram dilacerados pelos peixes e chegaram na praia após o afundamento do V***r Bahia em 24 de março de 1887, ano em que foi edificada.

Em finais dos anos 50, o senador (PTB) Antônio de Barros Carvalho comprou a praia de Catuama, cujo acesso era pela beira-mar, propriedade com mais de 18000 pés de cocos e uns 30 mil pés de cajus, pés de guagiru. Ele morreu em 1966 e à distância os filhos e esposa não puderam acompanhar o processo de herança sendo por isso as terras invadidas, a justiça decretou intervenção, e a propriedade passou a ser administrada pelo Interventor Federal que resolveu a situação através de irrisórios acordos.

BARRA DE CATUAMA - 08.03.25 – 22h03A Barra de Catuama localiza-se na desembocadura norte da Ilha de Itamaracá e divide a...
22/03/2025

BARRA DE CATUAMA - 08.03.25 – 22h03
A Barra de Catuama localiza-se na desembocadura norte da Ilha de Itamaracá e divide a Ilha do município de Goiana. Dela vislumbra-se a extremidade norte da Ilha de Itamaracá, a entrada do Canal de Sta. Cruz, Atapuz, a ponta do Celeiro da Ilha de Itapessoca. 

Esta região e seu entorno estiveram inseridos nos interesses políticos e econômicos das potências europeias quinhentistas pelos produtos da terra, pela facilidade de defesa e pelas características de bom porto.

Foi um importante centro de poder durante o período colonial, estando articulada tanto a destinos no interior do território (rotas fluviais e terrestres) quanto aos circuitos comerciais internacionais (rotas marítimas) deste o início do século XVI.

Organizando-se dentro de um sistema de defesa local viabilizava assentamentos urbanos (vilas, cidades, comunidades ribeirinhas). Daqui foram levadas grande parte da pedra e da cal que iram ser utilizadas nas construções de Olinda.

 Condições favoráveis à aportagem a área nas proximidades da Ilha de Itamaracá foi registrada na cartografia portuguesa desde cedo. O navegador Sebastião Caboto por aqui esteve em 1526. As embarcações menores adentravam por essa barra para chegar na Feitoria de Pernambuco e outros portos, circundando parte da Ilha de Itamaracá.

No século XIX, o local serviu de desembarque clandestino de africanos escravizados. "Quando havia tráfico de africanos, o navio negreiro apresentava em alto mar, certo sinal. Vendo uma bandeira branca no morro do Balão, seguia em direção a Barra de Catuama, onde aguardava os compradores de escravos e, em troca, recebia açúcar, aguardente, mel, etc"

No período holandês a Barra Norte de Catuama era utilizada para carregar as embarcações de açúcar.

A Capela de Nossa Senhora da Penha, situada nas abas de um outeiro e é considerada a mais antiga de Catuama.  
Atualmente Catuama e Barra de Catuama fazem parte da Área de Proteção Ambiental de Santa Cruz, no litoral norte de Pernambuco. O local é legalmente constituído como Unidade de Conservação desde o ano de 2008.

 Continua nos comentários...

Endereço

Rua Poço Do Rei
Goiana, PE

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