Sindicato dos Professores do Estado de Goiás

Sindicato dos Professores do Estado de Goiás � Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Representa docentes do setor privado de ensino.

21/08/2026

A faculdade ostenta a nota do MEC. O professor ostenta anos sem reajuste.

Aqui na ESUP a defasagem salarial atinge o conjunto dos professores. Por isso estamos na porta, denunciando a situação e chamando o patronato para negociar de forma séria.

O apoio tem vindo dos alunos e dos próprios professores(as) que encontramos por aqui. Isso significa muito.

É professor(a)? Entre em contato com o sindicato, siga nosso Instagram e venha lutar conosco por dias melhores.

20/08/2026

A precarização pode produzir um efeito político que vai além das relações de trabalho: fazer professoras e professores repensarem como seus direitos são protegidos e quem os representa.

Direitos trabalhistas dependem de organização coletiva, mas também das escolhas feitas nas urnas. Quem legisla sobre trabalho e educação interfere diretamente nas condições em que a categoria exercerá sua profissão.

A experiência da classe trabalhadora também precisa se transformar em participação política.

20/08/2026

Oito anos sem reajuste e sem intervalo entre as aulas. O desrespeito aos professores e professoras está cada dia mais visível na rotina acadêmica.

Em novembro de 2025, na ADPF 1058, o STF decidiu que recreio e intervalo entre aulas integram a jornada do professor e devem ser pagos.

A manobra que muitas instituições encontraram foi acabar com o intervalo. Grade colada, aula emendada, professor sem cinco minutos entre uma turma e outra.
Alunos também são prejudicados por essa prática abusiva.

O SINPRO Goiás está cobrando reajuste salarial, cumprimento da decisão e valorização da categoria.

Filie-se, acompanhe nossas redes e participe das próximas manifestações.

12/08/2026

Professoras e professores da FACUNICAMPS estão há mais de 8 anos com os salários congelados.

Enquanto as mensalidades aumentam todos os anos, os docentes sofrem com a defasagem.

O SINPRO esteve na FACUNICAMPS para denunciar essa situação e dialogar com estudantes e professores sobre a importância dessa mobilização.

Mudar esse cenário demandará organização da categoria e apoio dos alunos e alunas.

Professoras e professores da FACUNICAMPS, filiem-se ao SINPRO Goiás. Fortaleçam a mobilização por reajuste salarial e valorização de suas carreiras.

Essa luta é de todos nós.

10/08/2026

A pejotização costuma ser apresentada como modernização das relações de trabalho. Mas na verdade, ela altera quem assume os riscos da atividade.

Esse modelo pode atingir toda a categoria se avançar sem resistência.

Discutir pejotização é impedir que ela se torne regra.

Há vinte anos, uma violência historicamente empurrada para dentro de casa ganhou uma resposta específica do Estado brasi...
07/08/2026

Há vinte anos, uma violência historicamente empurrada para dentro de casa ganhou uma resposta específica do Estado brasileiro.

A Lei Maria da Penha mudou instrumentos de proteção e ajudou a mudar a própria compreensão social sobre a violência contra as mulheres. Duas décadas depois, sua existência continua necessária diante de um problema que o país ainda não conseguiu superar.

A educação tem responsabilidade sobre o que as próximas gerações considerarão aceitável.

07/08/2026

Leis mudam a realidade quando deixam de ser apenas texto e passam a orientar escolhas, práticas e responsabilidades.

A Lei Maria da Penha alterou a forma como o Brasil enfrenta a violência contra as mulheres. A escola participa desse processo ao formar pessoas capazes de reconhecer, questionar e romper ciclos de violência.

Esse compromisso não tem data para terminar.

06/08/2026

Uma universidade pode ampliar sua estrutura física, mas sua qualidade continua dependendo de quem ensina, pesquisa e forma profissionais todos os dias.

No dia 25 de agosto, a categoria volta a se reunir para definir os próximos passos da luta. A participação de cada professora e professor será decisiva para fortalecer essa mobilização.

05/08/2026

Há mais de cinco anos sem reajuste, professoras e professores da UniGoiás enfrentam salários defasados e condições de trabalho cada vez mais precárias.

Depois da decisão do STF sobre o pagamento do intervalo, a instituição retirou esse período da jornada. Com isso, docentes podem permanecer até três horas seguidas em sala, sem uma pausa adequada.

O SINPRO Goiás está presente na mobilização por reajuste salarial, dignidade e melhores condições de trabalho.

A mudança depende da participação da categoria. Procure o Sindicato e fortaleça essa luta.

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