Programa Janos - Setor Universitário, Goiânia

Programa Janos - Setor Universitário, Goiânia Curso de Filosofia Prática para adolescentes entre 14 e 17 anos, jovens que gostam de refletir sobre as ideias e desenvolvendo suas próprias conclusões.

O Programa Janos compreende não apenas as aulas de filosofia, mas atividades que propiciam a vivência do que aprendem, desenvolvendo a inteligência e a imaginação, a identidade, a vocação e todas as suas potencialidades. O ambiente que propomos é onde o jovem encontra-se consigo mesmo, busca se conhecer, reconhecendo suas limitações e também possibilidades, direcionando suas vontades e desejos par

a ideais mais nobres, de crescimento e humanismo. Assim, o jovem aprende a fazer de seu inconformismo uma chave para se transformar e atuar no mundo tornando-o melhor.

"Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos." essa é uma refle...
03/02/2023

"Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos." essa é uma reflexão bem oportuna feita pelo escritor Antoine de Saint-Exupéry no livro O Pequeno Príncipe, sobre o quanto uma amizade verdadeira tem valor e impacto. Mas em um momento com tantas ideias, divergências de opiniões e muitas coisas que nos atrapalham a nos concentrar no que é essencial, como ser um amigo verdadeiro? Como cultivar amizades duráveis e verdadeiras?
Venha participar com a gente!

23/01/2018
22/01/2018
O Programa Janos volta essa semana, venha conhecer nosso curso de filosofia aplicada para jovens entre 14 e 17 anos.
15/01/2018

O Programa Janos volta essa semana, venha conhecer nosso curso de filosofia aplicada para jovens entre 14 e 17 anos.

25/10/2017

DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA/2017
Tema: O trabalho como ferramenta de transformação do ser humano e da sociedade

O Dia Mundial da Filosofia, instituído pela UNESCO, é celebrado todos os anos na terceira quinta-feira do mês de novembro, para reforçar o valor necessário da filosofia para o desenvolvimento do pensamento em cada cultura e cada indivíduo, além de enfatizar, mais uma vez, a importância da formação humanista e éticana sociedade contemporânea. Neste ano a data foi celebrada por meio de uma parceria entre Nova Acrópole e UNESCO no Brasil.

A celebração do Dia Mundial da Filosofia iniciou em agosto com o sefundo concurso nacional de fotografias com o mesmo tema do evento. As 20 melhores fotos serão expostas em diversas capitais e os três premiados serão anunciados no eneto em Braília, no museu da República.
A participação em todo o evento foi gratuita e promovida pelos voluntários da Nova Acrópole.

PARTICIPE DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA DA NOVA ACRÓPOLE EM COMEMORAÇÃO AO DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA      II Concurso “O olha...
29/09/2017

PARTICIPE DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA DA NOVA ACRÓPOLE EM COMEMORAÇÃO AO DIA MUNDIAL DA FILOSOFIA

II Concurso “O olhar do pensador: fotografando ideias”

Tema: “O trabalho como ferramenta de transformação do ser humano e da sociedade”

O concurso “O olhar do pensador: fotografando ideias” é um convite a fotógrafos profissionais e amadores para capturar, por meio da arte fotográfica, imagens que possam traduzir pensamentos. O tema desta segunda edição do concurso é “O trabalho como ferramenta de transformação do ser humano e da sociedade”. O objetivo deste eixo temático é, em um primeiro momento, propor ao participante um exercício de reflexão e investigação sobre o valor do trabalho no processo de desenvolvimento das potencialidades humanas. Em um segundo momento, o convite para o participante é o de traduzir sua síntese de pensamento em uma imagem fotográfica. Uma questão pode nortear esta reflexão: como o trabalho pode contribuir para a transformação do ser humano e da sociedade?

INSCRIÇÕES: 1º a 30 de setembro de 2017. Período de exposição dos trabalhos: novembro a dezembro de 2017 (datas de abertura e encerramento serão divulgadas posteriormente).

OBJETIVO: Com o objetivo de estimular a reflexão sobre o valor do trabalho na transformação do ser humano e da sociedade, de incentivar a produção de material artístico de alto nível e de promover a arte da fotografia, a Nova Acrópole promoverá, entre os dias 1º a 30 de setembro a segunda edição nacional do concurso de fotografia “O olhar do pensador: fotografando ideias” no marco das celebrações do Dia Mundial da Filosofia em 2017.

PREMIAÇÃO
1 - Os três primeiros colocados receberão premiação em mochila para equipamento fotográfico Lowepro, modelo Fastpack 250.
A participação é gratuita. Basta enviar a ficha de inscrição e as fotos para no site http://www.diamundialdafilosofia.com.br. O resultado será divulgado em novembro pelo site do evento.

Mais informações: http://www.diamundialdafilosofia.com.br

Venham conhecer nosso Curso de Filosofia aplicada na vida.
27/09/2017

Venham conhecer nosso Curso de Filosofia aplicada na vida.

26/09/2017
Simples Assim...
20/09/2017

Simples Assim...

Um príncipe, um dia, sacou de sua espada e declarou que os filhos desta terra (nós!) somos amantes da independência...LÚ...
07/09/2017

Um príncipe, um dia, sacou de sua espada e declarou que os filhos desta terra (nós!) somos amantes da independência...
LÚCIA HELENA GALVÃO·TERÇA-FEIRA, 6 DE SETEMBRO DE 2016
Esses dias, encontrei, por acaso, o conhecido quadro “Independência ou Morte”, do pintor Pedro Américo, e, com essa mania que os filósofos têm de querer refletir sobre tudo, comecei a pensar sobre a cena. Todos sabem que havia um jogo de interesses por trás, que a cena já havia sido “encomendada” por D. João VI antes de partir, e que aquele príncipe não era lá o que se poderia chamar de um primor de moral. Mas, diante desta bela obra, todas estas coisas se desvalorizam, e nasce o mito: um príncipe, um dia, sacou de sua espada e declarou, em alto e bom tom, que os filhos desta terra (nós!) somos amantes da independência, ou seja, da autonomia, da capacidade de nos impormos sobre as circunstâncias adversas, e que só tememos a morte indigna. Se ele não era digno de dizê-lo, problema dele; nós somos dignos de vivê-lo, e o tornamos real, através de nossas lutas diárias, às margens de tantos “ipirangas”, e sua espada corajosa e desafiadora é símbolo de nossa disposição ante as dificuldades... e necessitamos deste símbolo.
Tantas vezes, Platão fala da necessidade do mito; tantos povos o souberam e viveram, mas nós permanecemos indiferentes ante esta realidade, como crianças que se acham muito maduras porque já não creem em Papai Noel. Agora, creem nos shoppings e no dinheiro de seus pais.. que tipo de realidade estamos criando? Sim, porque, como sempre, a realidade é criada pela imaginação dos homens, seja ela mítica ou não, e é ela que vai concretizando os fatos.
Quando Jane Austen (já que é momento de confissões, quero deixar registrado que amo Jane Austen!) mostra o seu famoso Sr. Darcy “impactado” por ter tocado a mão de Elizabeth Bennet para ajudá-la a subir na carruagem, sentindo o leve perfume que restou da mão dela em sua mão, sua intenção não era de mostrar um id**ta que faz culto a uma jovem nem tão nobre assim, cuja mão, dali a pouco, poderia estra cheirando a cebola. Trata-se da mito da princesa, daquela cuja passagem perfuma o ar pela beleza e nobreza de suas ações e sentimentos. Isso não pode ser real? alguém não pode buscar viver esse mito? Pode... e deve! E como embeleza a vida!
Também neste dias, eu lia um texto de alguém que dizia que, assim como o corpo físico é parente da terra, a energia de nosso corpo é parente da água, e os sentimentos, da mesma família do ar. Isso significa que, estimulados em sua natureza, os sentimentos tendem a se elevar, a buscar as camadas mais rarefeitas da atmosfera. Não é certo tingi-los de terra; isso os profana e descaracteriza. O homem é sempre uma mistura “de um e do outro”, como diria Platão; é uma escolha nossa o que vamos, não ignorar, mas, por pudor e amor a nós mesmos e ao outro, ocultar e trabalhar secretamente, e o que vamos expor ( e o que vamos realçar, em nós e no outro) para ajudar a construir o mito, por exemplo, de um relacionamento. Se expusermos que queremos exalar doces perfumes, ou um hálito de dignidade e nobreza, ou um rastro de sobriedade e coerência, seremos príncipes e princesas, porque o sangue que corre em nossas veias será, por definição, azul como o céu dos sentimentos que ele busca. E será... porque o queremos, e nada mais sólido e real do que a vontade humana, capaz de moldar a matéria do mundo na forma que se empenhe em fazer, como tantas vezes nos demonstra a história.
E assim, os cavalheiros (já não mais simples homens!) vencerão a inércia e abrirão caminhos, e sua bravura não será predadora, pois os caminhos que abrirem serão cultivados por suas damas (e não apenas mulheres!) com beleza e com vida. E matarão dragões, sobretudo o dragão do egoísmo, pois o amor de suas damas não lhes permitirá que seu impulso atente contra nada que é nobre e bom. E protegerão suas damas... sobretudo de si próprias, para que sua imensa capacidade de amar não seja toda canalizada para coisas pequenas, limitadas ou até fúteis, “sufocando” aqueles que a cercam de carência e sentimentos de posse e deixando estéreis os caminhos do mundo. Que sociedade construiríamos, assim? Quem não gostaria de viver nela?
Cervantes, no seu Dom Quixote, fala de um homem que acreditava nisso. E, para os que pensavam que seu livro fosse uma simples sátira de costumes, deixa uma simbólica frase, na portada de sua obra: “Após as trevas, espero a luz”. Sempre quis dizer a ele: estamos tentando, querido Cervantes; estamos tentando ser luz, e distribui-la por onde passamos, como quixotes em pleno século XXI. Amanhece, e saio para o trabalho. Não sou uma simples mulher, nem meu companheiro, um simples homem: somos uma dama e um cavalheiro que saem para sua gesta heroica; à noite, nos reuniremos em torno de nossa pequena “Távola Redonda”, e compartilharemos nossos feitos, e saborearemos, mais que apenas alimentos físicos, a glória, ou essa pequena parte dela a que fizemos jus. E imaginaremos formas de resgatar a grande princesa, a humanidade, da fortaleza obscura onde não se permite sonhar, onde se encontra prisioneira do dragão do materialismo. E assim será... porque o queremos, e nada, nada há mais real, neste mundo, que a imaginação e a vontade humana, ferramentas com que se constroem realidades em todos os planos, e em todos os tempos.

Endereço

11 Avenida Quadra 41 Lote 10 Setor Leste Universitário
Goiânia, GO
74605-180

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