02/05/2024
Crise climática no RS.
Como nos prepararmos para o terrível futuro que chegará?
Na reconstrução das cidades, estradas e estabelecimentos urbanos precisamos repensar nos modelos, para que sejam, pelo menos, estruturas públicas múltiplas.
Que os novos ginásios sejam construídos de forma a proporcionar um local de múltiplo uso, para o caso de necessidade de uso como refúgio/abrigo à população. Tomadas elétricas acessíveis, banheiros numerosos e acessíveis,, encanamento para instalacao de cozinhas comunitárias emergenciais dentro desses espaços, etc. Um novo padrão de ginásios. E que sejam renovados, para esse propósito, também, os ginásios já existentes.
Quanto às pontes, por favor, que sejam altas, em arcos ou com sustentação aérea (pênsil, estaiada, etc.. Que os pilares sejam em cunha para diminuir a pressão da água.
Para estradas, soluções caras, mas definitivas e seguras: túneis e viadutos. Alças aéreas que contornam locais de reiterados deslizamentos. Caras, sim, mas salvarão muitas vidas e proporcionarão a chegada do socorro quando necessário.
Carecemos, muito, de treinamento coletivo para essas situações. Alarmes, locais seguros, o que fazer no momento da catástrofe, para onde ir. O povo precisa ser treinado.
Nos organizem!!
Inúmeras soluções de simples implantação são necessárias, já, pelos Poderes Públicos. Isso é imediato!
Não temos terremotos, pelo condição geológica da nossa região, não temos maremotos (tsunamis), também pela condição geológica no nosso oceano. Mas agora temos enchentes imensas, maiores a cada momento (e as secas também serão assim). O repensar público é mais do que necessário para a canalização consciente e eficaz dos recursos, no menor tempo possível.
Ao mesmo tempo, repensar o papel da ocupação dos solos e sobre as atividades que encolhem a Natureza. Isso é fundamental para a segurança geológica das nossas regiões. Através da implantação de novas áreas de proteção, corredores de ligação para fluxos dos seres vivos, que mantêm as florestas vivas e de pé. São esses seres, que não falam a nossa língua, que podem nos salvar de catástrofes no futuro. Mas temos que lhes dar condições de vida! Essa obrigação é nossa.
Por enquanto, sorte aos atingidos. Que tudo passe logo e tenhamos possibilidade de vida saudável, feliz, novamente, em cidades lindas e seguras.
Precisamos nos preparar para o futuro, hoje!