O propósito inicial da TROPA DE PALHAÇO foi simplesmente “contribuir para a felicidade do próximo” através da arte do palhaço. O propósito inicial do grupo, então denominado Cia Kerubins foi simplesmente “contribuir para a felicidade do próximo” através da arte do palhaço. “O palhaço é lírico, inocente, ingênuo, angelical e frágil. O palhaço não interpreta, ele simplesmente é. Ele não é um persona
gem, ele é o próprio ator expondo seu ridículo, mostrando sua ingenuidade”. A tinta que cobria a face dos integrantes acompanhada do nariz vermelho foi desde sempre o combustível do encorajamento para o trabalho social. As visitas aconteciam em creches, orfanatos, asilos e até festas em infantis particulares. “Às vezes a ideia mais simples faz a maior diferença”. (Filme: A corrente do bem)
“É difícil, não dá para planejar, você precisa observar as pessoas, ficar de olho nelas e protegê-las. Nem sempre a gente sabe o que precisa. É a grande chance de consertar uma coisa que não seja a sua bicicleta. Dá para consertar uma pessoa”. (Filme: A corrente do bem). Com muitas pessoas, com poucas... O trabalho nunca parou e em junho de 2013 com uma nova formação e com a antiga também, com os mesmos objetivos eis que surge um novo nome, que remeteu ao velho e inovou pelo seu significado. Tropa pode ser um exército, um pelotão, uma companhia, um esquadrão... Foi decidido então Tropa de Palhaços. A nossa Tropa acredita que a fé que nos acompanha é a de que “o amor é contagioso”, que a alegria pode ser despertada a qualquer momento e que o mundo pode ser melhor pelas nossas ações. Nossos encontros são quinzenais, mas as nossas ações são diárias. As nossas visitas foram acrescidas não só de lugares, foram adicionadas a elas mais histórias, mais amor, gratidão, envolvimento, uma busca maior por conhecimento e a certeza de que precisamos não só olhar o nosso público, mas enxergá-lo, usar da nossa escuta e compartilhar os nossos sentimentos com ele.