Grupo Mulheres do Brasil - Núcleo Fortaleza

Grupo Mulheres do Brasil - Núcleo Fortaleza Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Grupo Mulheres do Brasil - Núcleo Fortaleza, Organização sem fins lucrativos, Avenida Chanceler Edson Queiroz, 100/Guararapes, Fortaleza.

O Núcleo Fortaleza compõe o Grupo Mulheres do Brasil, formado por mais de 92 mil mulheres, no Brasil e no exterior, com o propósito de construir um Brasil melhor por meio do protagonismo feminino.

O Estado finalmente enxergou o que a gente já grita e constrói há muito tempo. A sanção da Lei nº 15.419/2026 não é um p...
16/06/2026

O Estado finalmente enxergou o que a gente já grita e constrói há muito tempo. A sanção da Lei nº 15.419/2026 não é um presente. É uma vitória histórica da nossa insistência. Pela primeira vez, a legislação federal se dá ao trabalho de escrever ARTESÃ no feminino.

Pela primeira vez, o topo das prioridades para linhas de crédito, espaços em feiras e sedes próprias é de quem realmente sustenta essa cadeia: as mulheres. Aqui no Ceará, o Grupo Mulheres do Brasil Fortaleza e a Terrartesã nunca esperaram papel assinado para transformar realidades. Através do projeto Vozes da Liberdade, nós já provamos que a agulha, a linha e o barro quebram muros e constroem autonomia econômica real para mulheres dentro do sistema prisional. Para nós, o artesanato nunca foi só um passatempo manual.

Sempre foi ferramenta política de emancipação, dignidade e liberdade.Essa nova lei apenas valida o que já fazemos na prática: a economia criativa desse país passa pelas nossas mãos. A gente já sabia disso. Agora, o Brasil inteiro é obrigado a respeitar e garantir nossos direitos.Essa conquista é sua, artesã cearense!

É das nossas rendeiras, bordadeiras, ceramistas, crocheteiras, tecelãs e costureiras. A nossa luta é o que assina essa lei. ✊🏾✨

Arraste para o lado para entender o que muda e comente aqui: qual é o seu ofício e como você sente essa vitória? 🗣️👇

Nem sempre a violência chega através de um grito.Às vezes ela aparece disfarçada de preocupação excessiva. De mensagens ...
15/06/2026

Nem sempre a violência chega através de um grito.

Às vezes ela aparece disfarçada de preocupação excessiva. De mensagens cobrando localização. De ciúme tratado como prova de amor. De opiniões que, pouco a pouco, se transformam em proibições. De alguém que decide com quem você pode falar, o que pode vestir, para onde pode ir ou quais sonhos pode perseguir.

E o mais perigoso é que esse tipo de comportamento costuma ser normalizado.

Muitas mulheres cresceram ouvindo que o homem que cuida é aquele que não deixa você fazer nada sozinha. Que o ciúme demonstra amor. Que abrir mão da própria autonomia faz parte de um relacionamento. Que certas concessões são naturais para manter a harmonia.

Mas amor não diminui. Não controla. Não isola.

Relacionamentos saudáveis são construídos sobre confiança, respeito e liberdade. Porque ninguém deveria precisar perder partes de si para ser amado.

A violência contra mulheres quase nunca começa na agressão física. Ela costuma começar quando uma pessoa passa a acreditar que tem o direito de controlar a outra.

Por isso, reconhecer os sinais importa tanto.

A pergunta é simples, mas poderosa: você já presenciou ou viveu uma situação que muita gente chamou de cuidado, mas que na verdade era controle?

Toda criança merece tempo para ser criança.Brincar. Aprender. Descobrir o mundo. Errar, imaginar, crescer e sonhar sem c...
12/06/2026

Toda criança merece tempo para ser criança.

Brincar. Aprender. Descobrir o mundo. Errar, imaginar, crescer e sonhar sem carregar responsabilidades que pertencem aos adultos.

Mas essa ainda não é a realidade de milhões de crianças.

Segundo dados mais recentes, o Brasil ainda tem mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Meninos e meninas que trocam a escola pelo trabalho, o descanso pela sobrevivência e a infância por obrigações que não deveriam fazer parte dessa fase da vida.

Muitas vezes, o trabalho infantil não aparece da forma como imaginamos. Ele pode estar nas ruas, nos semáforos, no comércio informal, no trabalho doméstico invisível, no campo ou até dentro de casa, quando uma criança assume responsabilidades incompatíveis com sua idade.

E é importante dizer: trabalho infantil não ensina responsabilidade. O que ensina responsabilidade é educação, proteção, afeto e oportunidade.

Uma sociedade que aceita o trabalho infantil está dizendo, ainda que indiretamente, que algumas crianças podem esperar para sonhar.

Nós acreditamos no contrário.

Toda criança merece estudar. Merece brincar. Merece ser protegida. Merece ter a chance de construir um futuro sem que a infância seja interrompida pela necessidade de sobreviver.

Porque infância não é privilégio. É direito. E proteger esse direito é responsabilidade de todos nós.

No Brasil, o empreendedorismo feminino bateu recorde. Hoje, mais de 10 milhões de mulheres estão à frente dos próprios n...
12/06/2026

No Brasil, o empreendedorismo feminino bateu recorde. Hoje, mais de 10 milhões de mulheres estão à frente dos próprios negócios e, só em 2025, mais de 2 milhões de pequenos negócios liderados por mulheres foram abertos no país. Os números mostram força, crescimento e movimento.

Mas existe uma pergunta importante por trás desses dados: quantas dessas mulheres escolheram empreender e quantas precisaram criar o próprio caminho porque o mercado não abriu espaço?

Muitas mulheres começam um negócio depois de enfrentar dificuldade para conseguir emprego, conciliar maternidade e carreira, acessar cargos de liderança ou sobreviver a jornadas incompatíveis com a realidade do cuidado. Outras empreendem para garantir autonomia financeira, especialmente depois de relações abusivas ou instabilidades econômicas.

E ainda assim, continuam enfrentando barreiras. As mulheres empreendem mais, mas recebem menos crédito, pagam juros maiores e seguem acumulando dupla jornada dentro de casa. Mesmo sendo, em média, mais escolarizadas, muitas ainda precisam provar competência o tempo inteiro.

Quando uma mulher consegue gerar renda, ela transforma a própria vida, movimenta a economia, amplia oportunidades dentro da família e rompe ciclos de dependência.

Por isso, falar sobre empreendedorismo feminino não é apenas falar sobre negócios. É falar sobre acesso, oportunidade, dignidade e liberdade de escolha.

Porque nenhuma mulher deveria precisar empreender apenas para sobreviver a um sistema que ainda insiste em fechar portas. 💛

Essa semana o Grupo Mulheres do Brasil fez história. 🇧🇷O Plenário do Senado Federal amanheceu lotado para o lançamento d...
12/06/2026

Essa semana o Grupo Mulheres do Brasil fez história. 🇧🇷

O Plenário do Senado Federal amanheceu lotado para o lançamento da Agenda Legislativa do Grupo Mulheres do Brasil, apresentada oficialmente em Sessão Solene do Congresso Nacional nesta quarta-feira, 10 de junho de 2026.

Uma agenda construída para representar as demandas e necessidades de milhões de brasileiras.

A sessão foi requerida pela senadora Daniela Ribeiro e pela deputada federal Laura Carneiro, reunindo parlamentares, diplomatas, representantes do Judiciário, conselhos profissionais e organizações da sociedade civil. Cada cadeira ocupada representava a urgência dessa pauta.

Compuseram a mesa a deputada federal Jack Rocha, coordenadora-geral dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados, a deputada federal Tabata Amaral e Janete Vaz, presidente do Grupo Mulheres do Brasil Núcleo Distrito Federal. Também participaram a senadora Damares Alves, o senador Fabiano Contarato e a senadora Professora Dorinha Seabra.

Entre as autoridades presentes estavam representantes do corpo diplomático, do sistema de Justiça, do PNUD e de diversos conselhos federais e entidades da sociedade civil.

A Agenda Legislativa foi construída de forma colaborativa pelos comitês e núcleos do movimento no Brasil e no exterior, reunindo mais de 140 mil mulheres. O documento está organizado em sete eixos: enfrentamento à violência contra a mulher, participação política e representatividade, autonomia econômica e trabalho, saúde da mulher, orçamento sensível ao gênero, educação e formação, e violência digital, inteligência artificial e ambiente online.

Mais do que um documento, ela é uma ferramenta permanente de acompanhamento legislativo e diálogo entre a sociedade civil e os Poderes da República.

As mulheres são 51,5% da população brasileira, mas ocupam apenas 18% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 19% do Senado.

Nós estivemos lá.

E levamos a voz de cada mulher brasileira.

Hoje é dia de celebrar uma mulher que deixa marcas por onde passa.Dona Cleide é daquelas pessoas raras que unem competên...
11/06/2026

Hoje é dia de celebrar uma mulher que deixa marcas por onde passa.

Dona Cleide é daquelas pessoas raras que unem competência, sensibilidade e propósito. Uma mulher que acredita profundamente nas causas que abraça e que transforma esse compromisso em ação, cuidado e acolhimento.

Seu amor pelo Projeto Vozes pela Liberdade, pelas mulheres que fazem parte dele e pela possibilidade de construir novos caminhos através de oportunidades é algo que inspira todas nós. Quem convive com a Dona Cleide conhece seu senso de justiça, sua capacidade de enxergar as pessoas para além das circunstâncias e sua disposição constante para fazer o bem.

Mas existe algo ainda mais bonito: a forma como ela cuida. Cuida dos projetos, das causas, das mulheres e das pessoas que caminham ao seu lado. Sua presença torna o Grupo Mulheres do Brasil mais humano, mais acolhedor e mais forte.

Somos muito privilegiadas por compartilhar a caminhada com uma mulher tão íntegra, sincera, generosa e apaixonada pela transformação social.

Dona Cleide, seu trabalho nos inspira. Sua amizade nos fortalece. Seu amor pelas pessoas nos ensina. Obrigada por tudo isso e feliz aniversário, viu?

Que a vida lhe devolva, em forma de afeto, saúde, alegrias e realizações, um pouco de tudo o que você entrega ao mundo todos os dias.

Obrigada por ser um presente na vida de tantas mulheres e na nossa também. 💛

11/06/2026

Eu acredito que quando as mulheres ocupam espaços de decisão, o mundo muda.

O nasce como um movimento de visibilidade, conexão e protagonismo feminino em todas as áreas. Um encontro para ampliar vozes, fortalecer trajetórias e acelerar a presença das mulheres nos espaços de decisão.
Assista ao manifesto e venha com a gente!

Inscrição no link da Bio
📅 04 e 05 de agosto de 2026
📍 Expo Center Norte | São Paulo


Diferentes jornadas. Um mesmo movimento.O Summit Mulheres nas Profissões reúne mulheres e homens de diferentes áreas par...
11/06/2026

Diferentes jornadas. Um mesmo movimento.

O Summit Mulheres nas Profissões reúne mulheres e homens de diferentes áreas para trocar experiências, criar conexões e ampliar oportunidades.

Empreendedorismo, liderança, tecnologia, saúde, impacto social, comunicação, educação e muito mais.

Expo Center Norte - São Paulo
4 e 5 de agosto de 2026
Saiba mais em


“As mulheres matam mais que os homens.”Não. Não matam. E quando uma figura pública usa sua visibilidade para espalhar um...
11/06/2026

“As mulheres matam mais que os homens.”

Não. Não matam. E quando uma figura pública usa sua visibilidade para espalhar uma afirmação dessa gravidade sem compromisso com os fatos, o resultado não é debate. É desinformação.

Enquanto frases como essa viralizam nas redes, o Brasil registra recordes sucessivos de feminicídio. Em 2025, foram 1.568 mulheres assassinadas por razões de gênero, o maior número desde que o crime foi tipificado no país. A média continua brutal: cerca de quatro mulheres mortas por dia simplesmente por serem mulheres.

Mulheres seguem sendo perseguidas, ameaçadas, violentadas e assassinadas por parceiros, ex-parceiros e homens que acreditam ter poder sobre suas vidas.

O problema de falas como essa não é apenas a imprecisão. É a inversão da realidade. É transformar uma epidemia de violência contra mulheres em disputa de narrativas. É fazer parecer que existe uma equivalência entre fenômenos que os dados não sustentam.

Toda vez que alguém relativiza a violência contra mulheres, minimiza feminicídios ou tenta transformar agressores em vítimas, o foco sai de quem está morrendo e vai para quem se incomoda com a conversa.

E os números não permitem esse desvio.

Enquanto discutimos frases de efeito, mulheres continuam sendo assassinadas. Enquanto alguns transformam violência em opinião, famílias continuam enterrando filhas, mães, irmãs e amigas.

A violência contra mulheres não precisa de mais achismos. Precisa de responsabilidade. Porque quando os fatos são substituídos por discursos que distorcem a realidade, quem ganha espaço não é a verdade.

Quem ganha é o agressor.

Na teoria, quase todo mundo concorda que homens e mulheres deveriam receber o mesmo por trabalhos equivalentes.Mas, na p...
10/06/2026

Na teoria, quase todo mundo concorda que homens e mulheres deveriam receber o mesmo por trabalhos equivalentes.

Mas, na prática, o debate continua existindo.

Continua existindo quando uma mulher precisa provar mais para ser considerada preparada. Quando a maternidade pesa mais no currículo dela do que a paternidade pesa no dele. Quando liderança é vista como competência em um homem e, muitas vezes, questionada em uma mulher.

O mais curioso é que a discussão raramente acontece porque alguém defende abertamente a desigualdade. Ela continua porque muitas pessoas ainda acreditam que ela já não existe.

Por isso queremos ouvir você.

Você já viveu, presenciou ou percebeu alguma situação em que uma mulher precisou entregar mais para receber o mesmo reconhecimento, a mesma oportunidade ou a mesma remuneração?

Conta nos comentários. Sua experiência pode ajudar outras pessoas a enxergarem uma realidade que, para muita gente, ainda permanece invisível.

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