25/05/2026
A data foi criada em memória de Etan Patz, menino de seis anos desaparecido em Nova York em 1979 e que nunca foi encontrado, tornando-se um símbolo mundial da luta por crianças desaparecidas. O símbolo internacional da causa é a flor miosótis — “não te esqueças de mim”.
No Brasil, o desaparecimento infantil continua sendo uma realidade alarmante. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (SINESP, 2026), o Brasil registrou uma média de 66 desaparecimentos diários de menores de 18 anos em 2025. Diante desses casos, cada minuto importa.
A campanha “Não Espere 24h”, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, reforça que o desaparecimento deve ser comunicado imediatamente às autoridades policiais.
A perícia criminal também exerce papel fundamental nesses casos, por meio da papiloscopia forense, antropologia e odontologia legal, genética forense, análise de vestígios e cruzamento de informações. Dependendo da ocorrência, familiares podem fornecer material genético para cadastro nos bancos de perfis genéticos, incluindo o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Em casos internacionais, o DNA também pode auxiliar por meio da Difusão Amarela-INTERPOL.
Em Santa Catarina, a Polícia Científica mantém o Programa Conecta, voltado ao apoio na identificação de pessoas desaparecidas. Após o registro do Boletim de Ocorrência, os familiares da pessoa desaparecida podem buscar mais informações na página eletrônica: https://www.policiacientifica.sc.gov.br/pci-conecta/