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Na Unisul de Tubarão
10/06/2026

Na Unisul de Tubarão

10/06/2026

O mundo inteiro atribui o carro elétrico ao Vale do Silício.

A história real começa no Brasil.

Em 1969, com quatro funcionários e dez mil dólares de capital, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel fundou a Gurgel Motores em São Paulo.

A empresa seria a única montadora brasileira a desenvolver chassi, carroceria e motor próprios.

Em 1973, o mundo parou com a crise do petróleo.

O boicote da Opep derrubou mercados e forçou países inteiros a buscar alternativas aos combustíveis fósseis.

Gurgel enxergou uma janela.

Em 1974, em pleno choque do petróleo, ele apresentou o Itaipu E150.

Era um minicarro urbano de dois lugares, totalmente elétrico, com baterias recarregáveis em qualquer tomada de luz.

O nome era uma homenagem à usina hidrelétrica de Itaipu, que ainda estava em construção na época.

O projeto era pioneiro demais para o tempo que vivia.

O alto custo de produção e a falta de incentivo público frearam o avanço da ideia.

A empresa produziria cerca de 40.000 veículos em 25 anos de operação, mas encerrou suas atividades nos anos 1990.

Gurgel deixou uma frase que resume tudo.

"Eu fiz o que era impossível. O Brasil é que não soube o que fazer com isso."

O carro elétrico que o mundo celebra hoje já existia aqui.

Cinquenta anos atrás.

Feito por um engenheiro brasileiro, com recursos brasileiros, numa época em que ninguém acreditava que era possível.

Fontes: Exame — Olhar Digital — Motor Show — TNH1

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09/06/2026

HISTÓRICO! 🚨João Saldanha, o Técnico da seleção brasileira que, durante os anos de chumbo, enfrentou o ditador mais cruel da Ditadura Militar! ✊🇧🇷

Conhecido como "João Sem Medo", Saldanha era técnico da seleção brasileira e classificou o Brasil para a Copa de 1970, foi afastado da equipe a poucos meses do início da competição.

Na época, João era cronista esportivo, jornalista e militante político. Considerado um dos homens mais inteligentes do meio esportivo nacional, se destacou como treinador do Botafogo. Com o grande talento, logo foi contratado para estar à frente da seleção brasileira de futebol, que se preparava para a Copa do Mundo de Futebol de 1970.

Ao ver que Médici, presidente do país na época, queria usar a seleção brasileira para propaganda política, Saldanha passou a expressar o descontentamento com o cargo e a possível instrumentalização do futebol para legitimar o governo autoritário.

A gota d'água em sua paciência ocorreu quando o presidente mandou os cartolas o avisarem de que ele deveria convocar o jogador Dário para a Copa de 1970. Eis que Saldanha, inconformado com a tentativa de intervenção respondeu:

“O Brasil tem 80 ou 90 milhões de torcedores, gente que gosta de futebol. É um direito que todos têm. Aliás, eu e o presidente, ou o presidente e eu, temos muita coisa em comum... somos gaúchos, somos gremistas e gostamos de futebol… e nem eu escalo ministério, nem o presidente escala time. Você está vendo que nos entendemos muito bem”.

O técnico foi afastado e não participou da Copa de 1970. Apesar de ter realizado todo o trabalho para levar a seleção à competição.

Após o ocorrido, João Sem Medo nunca mais se calou, chegou a levar ao México documentos que denunciavam torturas e irregularidades cometidas pelo Governo Federal Brasileiro. Muito conhecido internacionalmente e amado pela população, Saldanha foi um homem que os ditadores nunca conseguiram calar.

Leia a matéria completa:
https://shorturl.at/2laBd

04/06/2026

Endereço

Florianópolis, SC

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00

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