Instituto Meyer Filho

Como chegar Site

Instituto Meyer Filho Associação cultural de direito privado sem fins econômicos.

Abertura da exposição adiada para 15 de setembro, terça-feira, das 14 h às 18 horas, no Memorial Meyer Filho, devido as ...
11/09/2026

Abertura da exposição adiada para 15 de setembro, terça-feira, das 14 h às 18 horas, no Memorial Meyer Filho, devido as fortes chuvas esperadas para hoje.

EXPOSIÇÃO CARTOGRAFIAS EM TRANSIÇÕESDe 11 de Setembro a 09 de Outubro, o Memorial Meyer Filho recebe a exposição CARTOGR...
09/09/2026

EXPOSIÇÃO CARTOGRAFIAS EM TRANSIÇÕES

De 11 de Setembro a 09 de Outubro, o Memorial Meyer Filho recebe a exposição CARTOGRAFIAS EM TRANSIÇÕES de Aline Mararú, babel babel, Jade Sapucahy, Léo Eslabão, Maitê Nolasco e Yuri Cosmonauta, com curadoria de Juliana Crispe.
A exposição Cartografias em Transições encontra na subjetividade um território comum de aproximação. Aqui, a subjetividade é uma cartografia em transição, um território em movimento, que não se fixa nem se encerra em fronteiras estáveis. Ela se constitui na experiência, na reminiscência, no corpo, nos deslocamentos, nos encontros, nas ancestralidades e nos conflitos que atravessam cada existência.
A mostra reúne artistas cujos percursos, linguagens e modos singulares de elaboração se aproximam de questões relacionadas às dissidências, às memórias e às disputas por existência e pertencimento. Não se trata, contudo, de reunir subjetividades semelhantes, mas de colocar em relação diferentes maneiras de perceber, lembrar, fabular e construir mundos. O que aproxima esses trabalhos não é a homogeneidade, mas a possibilidade da diferença, da fricção, do encontro e da contaminação.

A exposição integra as comemorações dos 10 anos do AYA — Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais da FAED/UDESC e faz parte do Circuito Poéticas da Relação. Conta com a participação de discentes e docente do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais do CEART/UDESC.

Local: Memorial Meyer Filho. Praça XV de Novembro, 180 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-400
Abertura: 11 de setembro, das 15h às 18h
Visitação: 11 de Setembro a 09 de Outubro de 2025
Realização: AYA Laboratório FAED/UDESC, Projeto de Pesquisa Arte Menor CEART/FAED/UDESC, PRAPEGs Licenciatura e Bacharelado em Artes Visuais, DAV, PPGAV, CEART/UDESC e Memorial Meyer Filho
Apoio: Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes – Prefeitura de Florianópolis

A exposição coletiva “Traçar um lugar fora der si”, com curadoria de Kamilla Nunes, encerrou esta semana. Mas ainda temo...
03/09/2026

A exposição coletiva “Traçar um lugar fora der si”, com curadoria de Kamilla Nunes, encerrou esta semana. Mas ainda temos trabalhos para mostrar por aqui. Em “Decomposição do Jardim”, Luiz Wachelke se debruça sobre a ideia de como paisagens são construídas e, ao mesmo tempo, fragmentadas. A partir da sobreposição da figura humana aos elementos botânicos, observamos 9 telas que em conjunto compõe e decompõe uma imagem. A obra questiona o eixo e a estrutura sobre a qual pautamos nosso olhar e busca evidenciar uma vontade precária de justapôr realidades. Cada tela individualmente também se propõe como paisagem, dando destaque a gestos, recortes e ao estranhamento que a proximidade do olhar pode gerar a cada cena.

“Futuro Jardim” é a primeira intervenção artística de Luiz Wachelke. Ela nasce da vontade de questionar os modelos de cidade tidos como ideais, onde as pessoas se distanciam da natureza e do selvagem. Em tempos de crise climática, as cidades são território de uma revolução em potencial, em que as plantas seriam nossas aliadas para reduzir o aquecimento global. Uma faixa colocada com os dizeres “Futuro Jardim” no Memorial ao Miramar, na praça Fernando Machado, centro de Florianópolis, sugere o que as nossas cidades - especialmente representadas por espaços ermos e minerais - poderiam se tornar, gerando diferentes paisagens para cada pessoa que vê a obra.

O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Estamos quase no fim da série “Traçar um lugar fora de si”, a exposição coletiva do Grupo Impossibilidade de Esgotamento...
03/09/2026

Estamos quase no fim da série “Traçar um lugar fora de si”, a exposição coletiva do Grupo Impossibilidade de Esgotamento liderado pela pesquisadora e professora da CAIS Escola, Kamila Nunes. Este post apresenta as obras da artista Mulika.

“Errância é o ato de andar sem destino certo, de perambular. Do latim errare — errar, vagar, cometer erro —, o termo carrega a ambiguidade entre movimento e desvio, entre perder-se e encontrar-se. Pode nomear tanto o caminhar sem rumo quanto uma condição existencial marcada pela incerteza e pela procura de sentido.

Daí o nome da intervenção urbana proposta pela artista Mulika para o centro da Praça XV de Novembro. “Errância” é composta por dois percursos com quatro placas dispostas em sequência, que embaralham as letras de uma sinalização viária, tensionando a linguagem e subvertendo sua função original. Ao deslocá-la do campo funcional para o poético, a obra convida à pausa e a outras formas de caminhar — à deriva, à interioridade e ao acaso. Errar a trajetória pode ser também uma forma de encontro, de descoberta ou um ponto de inflexão. Errância evoca, assim, a condição humana de se encontrar perdido.

Já em “O tempo”, a artista apresenta quatro obras têxteis em um suporte inusitado: forros de bolso de calça. Elaborar “paisagens de bolso” foi a proposta da artista Bruna Granucci em uma oficina com o material oriundo de uma confecção. Como uma forma de bordado às avessas, Mulika utilizou a tesoura para traçar paisagens internas, com percursos que não pretendiam acrescentar, mas revelar o vazio, os desejos e o tempo que se espiralam como casca de laranja.

O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Crédito das fotos: Kamilla Nunes e Bodhan

Ao ser provocada a pensar sobre o que levaria em um bolso, nas aulas da pesquisadora e professora Kamilla Nunes, Flavia ...
01/09/2026

Ao ser provocada a pensar sobre o que levaria em um bolso, nas aulas da pesquisadora e professora Kamilla Nunes, Flavia Redivo foi levada pela metáfora da caminhada da vida.

“Me veio a ideia de levar meus ninhos: espaços seguros que me acompanham a tanto tempo e que acabaram por serem grandes motivadores dos meus processos artísticos. Enquanto bordava os seis ninhos em tecidos de algodão cru, outra demanda chegava, a de pensar uma arte individual para compor o tema que já vinha se desenhando em conjunto, “Traçar um lugar fora de si, tema da exposição.

Poucas vezes eu tinha praticado bordado e por coincidência, uma delas foi há uns bons anos fazendo justamente um ninho em uma tela de arame usada para construção civil. Foi então que tive a ideia de dialogar com minhas paisagens de bolso e propor uma tela de 1,70 por 1,90 com um grande ninho em seu centro. E, como são comuns em meus espaços seguros, com uma portinha volumosa que permita a entrada e saída desse lugar mãe.

A obra se chama Ninho de Montezuma Oropendola. Descobri esses ninhos em um momento de sequenciais abandonos e me deparei com um texto que contava que as fêmeas constroem seus ninhos pendurados nas árvores (e não sobre os galhos) de forma coletiva, para que possam se ajudar. Uma vez que os machos, durante esse período, estão flertando com outras fêmeas. Desde então meus ninhos também são pendurados, como este criado para a exposição”.

A exposição “Traçar um lugar fora de si” com curadoria da professora da CAIS Editora, Kamilla Nunes, f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Os gaviões a-garra-m ecossistemaA artista Silvia Da Ros exibe as garras mortas de aves em cerâmica, como quem pretende n...
31/08/2026

Os gaviões a-garra-m ecossistema

A artista Silvia Da Ros exibe as garras mortas de aves em cerâmica, como quem pretende não só expressar sentimentos de luto frente o esfacelamento da vida advindo das catástrofes climáticas e dos ecossistemas na contemporaneidade, mas como forma de denúncia à naturalização de questões que fundamentam tal realidade.

No coletivo da exposição “Traçar um lugar fora de si”, que reúne o trabalho de 35 participantes dos Grupos de Estudos “Impossibilidade de Esgotamento” com curadoria da pesquisadora e professora da CAIS Editora Kamilla Nunes, no Memorial Meyer Filho, Silvia Da Ros escancara a emergência dos nossos tempos frágeis e perversos.

“O colapso climático e as demais desordens dos ecossistemas assolados pelo capitalismo predatório - o que lhe é estrutural - constituem uma forte ameaça à saúde do planeta terra. Por isso a escolha das aves que expressam essa realidade expostas aos agravos resultantes das catástrofes próprias da contemporaneidade. Dessa forma, ao invés de partilharem equilíbrio, semearem vida e conectarem paisagens, sucumbem morrendo ou modif**ando seus hábitos. O resultado se mostra, então, como fragilidade à vida em seu todo, comprometendo, assim, a indissociabilidade de pares (dualidades tão caras à modernidade) como social/natural, humano/animal, por exemplo. As garras mortas que se fizeram obra de arte em cerâmica, apartadas da ave, falam do desmonte das redes com as quais o viver se nutre parindo novos viveres. Fala, também, da ciência que compartimentalizou os seres em geral: dividiu para categorizar, medir, esfacelar totalidades físicas ou conceituais em prol de uma ânsia desmedida que quer provar seu domínio sobre a natureza, colocando no pódio um ser humano todo poderoso que esconde com isso seu lado, igualmente, predador. Tais garras, gritam denúncia e sentimento de luto, simultaneamente.”

A exposição “Traçar um lugar fora de si” f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

“A Entregadora de Sonhos” foi uma intervenção poética realizada pela artista Juliana Mayer - Studio de Arte na Praça XV,...
28/08/2026

“A Entregadora de Sonhos” foi uma intervenção poética realizada pela artista Juliana Mayer - Studio de Arte na Praça XV, em Florianópolis. Também parte da coletiva “Traçar um Lugar fora de si”, a abordagem colocou Juliana em contato com o público em trânsito numa condição de coletora de sonhos.

“Para que ela acontecesse, precisei da colaboração de pessoas que, em algum momento, cruzaram o meu caminho, pedindo a elas que escrevessem um sonho seu em uma folha de papel, podendo real ou apenas sonhado. E que, durante a performance, pudesse ser entregue, de forma anônima, a uma pessoa desconhecida. Sem nomes, apenas o sonho seguindo adiante, encontrando outro olhar, outro coração e uma nova história.
A escrita, desta forma, passa a compor um gesto coletivo, no qual sonhos deixam de pertencer a uma única pessoa para continuarem existindo na experiência de outra”.

Juliana Mayer vive e trabalha em Florianópolis (SC). Sua produção transita entre desenho, pintura, bordado, objeto, instalação e performance. Por meio de diferentes materialidades, investiga modos de dar corpo ao imaterial e as relações entre interioridade, natureza, transformação e impermanência.

A exposição “Traçar um lugar fora de si” com curadoria da professora da CAIS Editora, Kamilla Nunes, f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Fotos Kamilla Nunes

Friccionar as fronteiras entre a paisagem interna e externa. Andreia Passos, artista que integra a exposição “Traçar um ...
28/08/2026

Friccionar as fronteiras entre a paisagem interna e externa. Andreia Passos, artista que integra a exposição “Traçar um lugar fora de si”, tem como ponto de vista da investigação a paisagem que se revela através da janela na obra “Remoto Delírio”.

“Para compreender a paisagem é preciso atravessar à janela e ir ao encontro do que se enxerga por outros ângulos e perspectivas. É necessário um processo de imersão na mata para a coleta de folhas, folhagens, palmeiras e outras espécies que irão recompor a cena por meio da técnica de frotagem com giz pastel sobre o tecido.As folhas são reagrupadas em novas composições e signif**ados para então serem friccionadas na superfície têxtil. Até, enfim, a suspensão de uma paisagem f(r)ictícia em outras janelas.”
A exposição “Traçar um lugar fora de si” com curadoria da professora da CAIS Editora, Kamilla Nunes, f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

O “Monumento de Baixa Densidade”, instalação estruturada em espuma e ferro com dimensões variáveis erguido pela artista ...
26/08/2026

O “Monumento de Baixa Densidade”, instalação estruturada em espuma e ferro com dimensões variáveis erguido pela artista Bruna Granucci, chamou a atenção dos transeuntes durante a intervenção da exposição coletiva “Traçar um Lugar fora de si”. Exatamente às 10h36 da manhã, na Praça Fernando Machado, em Florianópolis, a escultura tombou demonstrando que a imponência escondia também sua vulnerabilidade.

“Um monumento erguido com espumas macias, pouco denso, pouco sólido, pouco sério para um marco histórico que se respeite. Ele deveria ser uma escultura imponente e não balançar com o primeiro vento que bate na praça. Ele deveria impor algum respeito e não ser abraçado pelo guri pequeno que cruza o seu caminho. O monumento de baixa densidade não guarda a memória de ninguém importante, nem deseja eternizar um fato histórico, o que ele pretende mesmo é o contrário. Nos lembrar que a história é um terreno frágil, meio oco e facilmente manipulável. E por isso pode tombar com uma brisa leve de verão.

A exposição “Traçar um lugar fora de si” com curadoria da professora da CAIS Editora, Kamilla Nunes, f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.
Fotos do Valdir Grillo

Em “Sessões de análise”, a artista Katila Kormann estrutura o trabalho em quinze folhas brancas preenchidas por linhas p...
25/08/2026

Em “Sessões de análise”, a artista Katila Kormann estrutura o trabalho em quinze folhas brancas preenchidas por linhas pretas. A disposição dos traços sugere o registro de uma fala contínua, um fluxo que se repete e insiste sobre o papel. Em exposição na coletiva “Traçar um olhar fora de si”, Katila pede atenção ao ritmo regular do desenho, ora interrompido quando a linha oscila e vacila. Segundo a artista, são pequenas falhas na superfície que quebram a linearidade da transcrição.

“Essas interrupções não aparecem como acidentes isolados. São pequenas falhas que interrompem a aparência de continuidade da escrita. O que importa não está necessariamente no que faz unidade e se repete, mas no ponto em que a linha perde sua regularidade, hesita ou se desvia”, comenta.

Já a obra “Olhe nos meus olhos e responda honestamente” faz referência a um cartaz russo de convocação para a Revolução.

“Aqui, hastes que terminam em formas vermelhas e arredondadas têm, no centro, um olho. Espalhadas pela galeria, essas hastes podem ser vistas como seres imaginários que nos espreitam ou como câmeras de vigilância que nos observam. Estar diante desses olhos é também estar diante da possibilidade de ser olhado. Não é preciso saber se existe, de fato, alguém olhando. Basta a possibilidade desse olhar, de um outro que não conseguimos localizar e diante do qual podemos nos sentir expostos. Como se houvesse sempre alguma coisa a esconder, algum segredo que pudesse ser descoberto. A paranoia nasce dessa incerteza: não sabemos quem olha, nem exatamente o que está sendo procurado, mas a possibilidade de sermos vistos permanece.”

A exposição “Traçar um lugar fora de si” com curadoria da professora da CAIS Editora, Kamilla Nunes, f**a em cartaz até o dia 04 de setembro. O Memorial Meyer Filho conta com o apoio da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e da Prefeitura Municipal de Florianópolis.

Endereço

Praça XV De Novembro/180/Centro/Florianópolis/
Florianópolis, SC
88010-400

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Instituto Meyer Filho publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar