Rede Feminista de Saúde

Rede Feminista de Saúde Pela saúde integral, direitos sexuais e direitos reprodutivos. Em defesa do SUS público e de quali

A Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos é uma articulação política nacional do movimento de mulheres, feminista e antirracismo, fundada em 1991. Tem abrangência nacional, composta por 12 Regionais organizadas no Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal.

É integ

rada por organizações não-governamentais, grupos feministas, pesquisadoras e grupos acadêmicos de pesquisa, conselhos e fóruns de direitos das mulheres, além de ativistas do movimento de mulheres e feministas, profissionais da saúde e outras que atuam no campo da saúde das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos. Está presente em cerca de 30 instâncias nacionais, governamentais e não-governamentais, que incidem sobre as políticas públicas de saúde. Integra relatorias nacionais e internacionais de saúde e direitos humanos das mulheres.

Neste Dia das Mães, a pergunta não pode ser só “como homenagear quem materna?”.Maternidade desejada exige mais do que af...
10/05/2026

Neste Dia das Mães, a pergunta não pode ser só “como homenagear quem materna?”.

Maternidade desejada exige mais do que afeto. Exige autonomia, acesso à saúde, educação sexual, contracepção, ab**to legal, pré-natal digno, parto seguro, puerpério acompanhado, creche, renda, moradia, proteção contra violências e divisão real do cuidado.

Mãe não precisa só de flores.
Precisa de rede.
Precisa de política pública.
Precisa de tempo.
Precisa de escolha.



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Hoje, no Dia Mundial da Saúde, reforçamos que cuidar da saúde de meninas e mulheres também significa garantir direitos s...
07/04/2026

Hoje, no Dia Mundial da Saúde, reforçamos que cuidar da saúde de meninas e mulheres também significa garantir direitos se***is e direitos reprodutivos! 💜

Isso envolve acesso à informação de qualidade, educação em saúde, serviços acolhedores e o direito de decidir sobre o próprio corpo com autonomia, segurança e respeito. Significa também enfrentar desigualdades, violências e barreiras que ainda limitam o acesso a cuidados essenciais.

Promover saúde é assegurar que meninas e mulheres possam viver com dignidade, fazer escolhas livres e ter seus direitos respeitados em todas as fases da vida!

Saúde é direito, autonomia e cuidado!🌿

***is

“A dificuldade ou negativa de acesso à saúde integral, ao acompanhamento hormonal adequado e a serviços de afirmação de ...
29/01/2026

“A dificuldade ou negativa de acesso à saúde integral, ao acompanhamento hormonal adequado e a serviços de afirmação de gênero empurra essas pessoas para circuitos informais e clandestinos. A ausência do Estado, somada à transfobia institucional, cria um cenário em que a sobrevivência passa pela exposição cotidiana ao risco. Nesse sentido, essas mortes não podem ser tratadas como fatos isolados ou acidentais, mas como consequência direta de políticas públicas insuficientes ou inexistentes.”

Esse é um pequeno trecho do necessário Dossiê Assassinatos e Violências contra Travestis e Transe***is Brasileiras em 2025 lançado ontem pela ANTRA - Associação Nacional de Travestis e Transe***is, Rede de Organização Política de Pessoas Trans, que está disponível no site: antrabrasil.org/assassinatos

Infelizmente, a batalha pelo acesso à saúde integral é uma luta diária, mas estamos dispostas a ir pro embate.

29 de janeiro, Dia Nacional da Visibilidade Trans.



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Desejamos que o próximo ano seja marcado por cooperação e avanços concretos na luta pelos direitos de mulheres, meninas ...
05/01/2026

Desejamos que o próximo ano seja marcado por cooperação e avanços concretos na luta pelos direitos de mulheres, meninas e pessoas que podem gestar no Brasil.

Aqui tem um resumo com informações, destaques e agendas prioritárias da nossa atuação em 2025.

Seguimos na luta.
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16/12/2025

O Ocupa Mana agora tem site✊🏿✊🏾✊🏽

📲 Lá você pode:
• acessar materiais exclusivos
• conhecer projetos já contemplados
• acompanhar o edital anual
• entrar em contato

O Ocupa Mana é uma iniciativa feminista criada para fortalecer o protagonismo de adolescentes e jovens negras, sejam elas cis, trans, LBTs ou não binárias. Baseado na perspectiva da Justiça Reprodutiva, promovemos ações de empoderamento e equidade.
Acesse ocupamana.org.br e ajude a impulsionar essa rede de jovens protagonistas.



vídeo com fundo verde e mockup de celular. dentro tem um vídeo de navegação só site do ocupa mana ponto org ponto b r

Após um hiato de 10 anos, hoje começa a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (ConDH), um marco na reconstrução ...
10/12/2025

Após um hiato de 10 anos, hoje começa a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (ConDH), um marco na reconstrução do país. A Rede Feminista de Saúde estará lá para articular, debater e mobilizar discussões sobre os direitos se***is e reprodutivos.

No seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025, a UNAIDS prevê uma redução abrupta de 30% a 40% nos investim...
01/12/2025

No seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025, a UNAIDS prevê uma redução abrupta de 30% a 40% nos investimentos para assistência internacional ao HIV, aprofundando os déficits de financiamento existentes e causando interrupções imediatas e ainda mais graves nos serviços de saúde em países de baixa e média renda.

O Brasil aparece na lista de países que declararam que pretendem ampliar o orçamento público para HIV até 2026, ainda que com menos de 5% de aumento. Não estamos recuando, mesmo com cortes internacionais massivos, mas também não estamos aumentando o suficiente para compensar a crise global de financiamento.

O relatório afirma que programas de prevenção e serviços para populações-chave são os mais dependentes de doadores internacionais. No Brasil, esses são exatamente os segmentos mais vulneráveis, grupos que já enfrentam estigmas, violências e subfinanciamento.

Informações do relatório “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, da UNIAIDS.



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🚨 ATENÇÃO! NOVOS DADOS DO ESTUDO CRIANÇA NÃO É MÃE! A Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Se***is e Direitos Repr...
26/11/2025

🚨 ATENÇÃO! NOVOS DADOS DO ESTUDO CRIANÇA NÃO É MÃE!

A Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Se***is e Direitos Reprodutivos lança a atualização do estudo “Estupro de Vulnerável: Caracterização de Crianças Mães no Brasil” com análise dos dados de 2023.

Os novos dados mostram que o Brasil registrou 13.941 nascimentos em corpos infantis (10 a 14 anos), o equivalente a uma criança mãe a cada 38 minutos — cerca de 38 por dia sendo obrigadas a abandonar os estudos, parando de brincar e tendo seu direito à infância negado!

O número de gestações infantis permanece alto e expõe a incapacidade do Estado de prevenir violência sexual, identificar vítimas e garantir o ab**to legal, previsto em casos de estupro

A atualização revela ainda a face racializada dessa violência: 74,9% das crianças-mães em 2023 eram negras (pretas e pardas), e 6,6% eram indígenas, somando mais de 81% dos casos. As meninas brancas representam apenas 16% dos registros. O estudo aponta desigualdades regionais persistentes, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde a redução de casos foi menor e o acesso a políticas de proteção e saúde é mais frágil.

O estudo consolida um diagnóstico contundente: o Brasil segue falhando na proteção das meninas. A violência sexual contra crianças é um problema de saúde pública e de responsabilidade coletiva.

CRIANÇA NUNCA DEVE SER MÃE, CRIANÇA DEVE SER CRIANÇA! CRIANÇA NÃO É MÃE!

O estudo é uma realização da Rede Feminista de Saúde com apoio do Anis – Instituto de Bioética, Cladem, Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, Grupo Curumim, Sos Corpo – Instituto Feminista para a Democracia e Cunhã.



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25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher. Quer saber por que esses dias de ativism...
25/11/2025

25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher.

Quer saber por que esses dias de ativismo são importantes? Arrasta pro lado >>>



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No dia 24 de novembro de 2025, a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Se***is e Direitos Reprodutivos lança “Estup...
22/11/2025

No dia 24 de novembro de 2025, a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Se***is e Direitos Reprodutivos lança “Estupro de Vulnerável: Caracterização de Crianças Mães no Brasil em 2023”, uma atualização do mapeamento inédito referente ao decênio 2010-2019, divulgado pela primeira vez em 2021.

Esse estudo identifica e monitora periodicamente o panorama e perfil das crianças entre 10 e 14 anos que engravidaram no país e nas cinco grandes regiões.

Importa mencionar que as gestações de meninas são consideradas como estupro de vulnerável, nos termos do art. 217-A do Código Penal, sendo irrelevante eventual consentimento da vítima para a prática do ato, sua experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso com o agente (Súmula 593/STJ, 2017).

Nosso objetivo é apoiar a construção de políticas públicas para garantir a justiça reprodutiva às crianças.



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Endereço

Rua Dom Joaquim, 757 Sala 10
Florianópolis, SC
88015310

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