Sinal do Vale

Sinal do Vale Sinal do Vale is a center for the regeneration of ecosystems, communities, and individuals. Check out our photo albums here: flickr.com/photos/sinaldovale

Our vision is to be a catalyst for a tangible social and environmental change for local and global communities. We bring together innovation leaders from different ages, cultures, and professional backgrounds in a space for dialogue and practical experiences of sustainability. O Sinal do Vale é um centro de regeneração para ecossistemas, comunidades e indivíduos. A nossa visão e ser um catalisador

para uma mudança social e ambiental tangível para as comunidades local e global. Nós juntamos líderes de inovação de diferentes idades, culturas e profissões num espaço para dialogo e experiencias práticas sobre sustentabilidade.

16/04/2026

Como construir cadeias de valor regenerativas (Aboca – Sinal do Vale - Terra Prometida)

Recebemos na Terra Prometida a visita da UEBT (Union for Ethical BioTrade), em um encontro que reforça a importância de construir cadeias de valor baseadas na ética, na biodiversidade e nas pessoas.

Foi também um momento importante para fortalecer a parceria com a Aboca, que atua como mercado para essa produção, conectando o território a cadeias regenerativas com critérios de qualidade e integridade.

Entre os cultivos acompanhados, destacam-se a acerola e a stevia, exemplos de como é possível aliar produção, geração de renda e regeneração de territórios.

Mais do que uma visita técnica, foi uma troca com os agricultores que estão na linha de frente da regeneração, cultivando saberes, restaurando paisagens e abrindo caminhos para uma bioeconomia que promova a vida.

🌍🌱Seguimos construindo pontes entre territórios e redes globais, mostrando que é possível gerar valor sem abrir mão da regeneração.

Avançando na construção de políticas públicas para a bioeconomia regenerativaRealizamos no Instituto Estadual do Ambient...
30/03/2026

Avançando na construção de políticas públicas para a bioeconomia regenerativa

Realizamos no Instituto Estadual do Ambiente (INEA) um encontro estratégico que reafirma o potencial do Recôncavo da Guanabara como território-chave para integrar floresta, alimento e políticas públicas.

O diálogo reuniu representantes de instituições fundamentais para avançar no posicionamento da jaca nas compras públicas entre eles Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério do Desenvolvimento Social, mandatos parlamentares e o próprio INEA evidenciando um alinhamento interinstitucional cada vez mais necessário para transformar desafios em soluções concretas.

Na mesa, diferentes perspectivas ambiental,social, cultural, econômica e de políticas públicas,, mostraram que a jaca, ainda vista como espécie exótica invasora, pode se tornar um ativo estratégico para a segurança alimentar e a geração de renda no território.

Destaque especial para a contribuição de José Guilherme de Figueiredo, que trouxe a visão dos corredores de bioeconomia, uma agenda estruturante lançada na COP30 e que posiciona territórios como o Recôncavo da Guanabara como centrais para soluções integradas de regeneração e desenvolvimento.

Seguimos avançando com ciência, políticas públicas e saberes do território para que a jaca deixe de ser um paradoxo e passe a ocupar o lugar que merece: o de solução concreta para sistemas alimentares mais justos, resilientes e regenerativos.

O diálogo "Jaca: Segurança Alimentar, Manejo Ecológico e Políticas Públicas no Recôncavo da Guanabara" foi realizado pelo Sinal do Vale e Movimento Viva Água em parceria com o instituto Mão na Jaca , Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminense CONLESTE .

CorredoresDeBioeconomia

Entre ciência, restauração e trabalho territórialo mico-leão-dourado volta a aparecer.No Sinal do Vale, no território do...
25/03/2026

Entre ciência, restauração e trabalho territórial
o mico-leão-dourado volta a aparecer.

No Sinal do Vale, no território do Caminho do Recôncavo da Guanabara, temos a alegria de poder avistar com frequência famílias de mico-leão-dourado visitando a área. Esses encontros são sempre um presente da floresta.

Símbolo da biodiversidade da Mata Atlântica, o mico-leão-dourado esteve durante décadas ameaçado de extinção.

Hoje, graças ao trabalho de muitas organizações, pesquisadores e comunidades que se dedicam à proteção e restauração das florestas, sua população voltou a crescer.

Cada vez que vemos uma família de micos passando pelas árvores do Sinal do Vale, lembramos que a restauração ecológica vigora e que proteger a floresta significa proteger todas as formas de vida que dependem dela.

Durante uma das sessões do Curso de Restauração de Ecossistemas, Luis Felipe Carvalho, gestor da unidade de Xerém do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio conseguiu avistar várias famílias e nos deu esse presente!

Onde a floresta se regenera, a vida volta.




Sábado 21 de março, Dia Internacional da Poesia, o Sinal do Vale recebeu o Rocinha Creative Children.Entre descobertas e...
24/03/2026

Sábado 21 de março, Dia Internacional da Poesia, o Sinal do Vale recebeu o Rocinha Creative Children.

Entre descobertas e novos olhares, as crianças visitaram nosso viveiro, o espaço de compostagem e, como fazemos sempre, também tiveram um momento especial de criação artística, pintando chapéus de forma livre e criativa. 🎨

No viveiro, puderam observar de perto mais de 30 mil mudas nativas, compreendendo a potência de um trabalho paciente e contínuo de restauração da Mata Atlântica.

Também se familiarizarem com todo o nosso processo: coletamos sementes na própria floresta, produzimos as mudas e depois as levamos de volta à terra, fechando um ciclo vivo de cuidado e regeneração, com muita poesia. 🌳

Na compostagem, conheceram como os resíduos orgânicos se transformam em fertilidade mostrando que tudo pode voltar à vida quando existe intenção e conhecimento.

A arte e a natureza caminharam juntas neste dia.

Ao pintar seus chapéus, cada criança também expressou sua forma de ver o mundo e, nesse encontro com a floresta, pôde se reconhecer como parte dela.

Unir educação ambiental e expressão artística é também um caminho de pertencimento especialmente para as crianças da Rocinha, fortalecendo identidade, sensibilidade e conexão com a vida.

Porque é no encontro com a natureza e consigo mesmas que nasce o compromisso de cuidar. 💚

Cuidar também é protegerNo Sinal do Vale, seguimos aprendendo que regenerar a terra é também estar prontas para defendê-...
20/03/2026

Cuidar também é proteger
No Sinal do Vale, seguimos aprendendo que regenerar a terra é também estar prontas para defendê-la.

Recentemente, mulheres que trabalham no Sinal do Vale e também de nosso território participaram da formação da brigada de prevenção e combate a incêndios. Mulheres que já cuidam da horta, da cozinha, das águas, das mudas — e que agora ampliam esse cuidado, assumindo também a proteção da floresta que estamos restaurando com ajuda de todos e todas.

No Vale de Santo Antônio e em todo o Recôncavo da Guanabara, esse gesto ganha ainda mais força. Em tempos de clima em desequilíbrio, cuidar do território exige presença, conhecimento e ação coletiva.

Aqui no Sinal do Vale, acreditamos no poder do lugar — e no poder das mulheres que o sustentam todos os dias.

São elas que, com coragem, seguem tecendo esse caminho de regeneração.

Somos Guardiãs da Terra, na prática.
CuidadoQueProtege

🌿 Uma manhã, muitas mãos e uma Guardiã da Terra: assim nasce uma horta.Depois de muitos dias de chuva, o sol voltou a br...
16/03/2026

🌿 Uma manhã, muitas mãos e uma Guardiã da Terra: assim nasce uma horta.

Depois de muitos dias de chuva, o sol voltou a brilhar para uma manhã muito especial no Sítio Santa Bárbara, no território do Caminho do Recôncavo da Guanabara.

O que mais tocou a todos foi ver a presença da família de Dona Juju: suas três filhas, o genro, o neto e sua irmã. Todos ali, juntos, honrando essa mulher que é uma verdadeira Guardiã da Terra.

Em apenas três horas de mutirão fizemos o processo completo da horta: poda, capina, preparo da terra, construção dos canteiros separados por troncos de bananeira, mistura do solo com adubo e abertura dos berços para o plantio.

Ao final da manhã, uma linda horta de hortaliças estava pronta para começar seu ciclo de cultivo.

Mas o encontro foi também uma celebração do alimento que nasce da terra.

No café da manhã e no almoço preparados pelas cozinheiras do Colher de Pau, pudemos saborear o que o Sítio Santa Bárbara produz com tanto cuidado: batata-doce, mandioca, inhame, quiabo, ceviche de manga, arroz com ervas da horta, suco de cacau e chocolate.

Dona Juju aproveita tudo o que a terra oferece em seu terreno. Sua prática agroecológica simples e generosa inspira muitas pessoas na região e mostra que cultivar a terra é também cultivar saúde, cultura e comunidade.

No mês das mulheres, foi uma grande honra celebrar Dona Juju — uma verdadeira Guardiã da Terra e da agroecologia, cuja sabedoria alimenta pessoas e fortalece o território do Recôncavo da Guanabara.

🌱 Cuidar da terra é a nossa mensagem de paz.






MulheresDaTerra
ComidaDeVerdade

O biorregionalismo não é uma tendência conceitual.É uma mudança de lente.Ele nos obriga a perguntar: estamos planejando ...
06/03/2026

O biorregionalismo não é uma tendência conceitual.

É uma mudança de lente.

Ele nos obriga a perguntar: estamos planejando a partir da lógica da vida ou da lógica administrativa?

Quando entendemos a biorregião como unidade real de planejamento, decisões deixam de ser abstratas. Elas passam a considerar água, solo, cultura, vocações produtivas e interdependências ecológicas.

Biorregionalismo é estratégia de longo prazo.
É reconhecer que regeneração só acontece quando o território vira protagonista não apenas cenário.

O Território se fortalece na união de quem sustenta a vida.Na última semana, tivemos uma manhã de trabalho das Guardiãs ...
10/02/2026

O Território se fortalece na união de quem sustenta a vida.

Na última semana, tivemos uma manhã de trabalho das Guardiãs da Terra, na qual reunimos mulheres produtoras do Recôncavo da Guanabara para mapear necessidades reais, identificar sinergias e construir caminhos concretos de fortalecimento da produção familiar liderada por mulheres na região.

O encontro foi um espaço de trabalho, articulação e estratégia, conectando experiências de quem está diariamente na terra com uma visão de desenvolvimento a partir da identificação de desafios em comum e busca por soluções compartilhadas.

Também foi um espaço de cuidado e união.
Porque nenhuma transformação territorial se sustenta sem vínculo, confiança e rede.

Nossos encontros são movimentos de base:
organizar quem já faz, fortalecer quem já sustenta e alinhar forças para que o território fale por si.

Uma dos nossos fundamentos principais aqui no SINAL é enxergar o trabalho como fonte  Organizando a nossa biblioteca e r...
30/01/2026

Uma dos nossos fundamentos principais aqui no SINAL é enxergar o trabalho como fonte

Organizando a nossa biblioteca e reforçando os fundamentos.

Quanto a Terra Convoca e Ensina! Nos últimos dias, vivemos uma imersão profunda em Palguin Alto, no sul do Chile, no Ref...
27/01/2026

Quanto a Terra Convoca e Ensina!

Nos últimos dias, vivemos uma imersão profunda em Palguin Alto, no sul do Chile, no Refúgio de Palguin um território em regeneração sustentado por uma comunidade que pratica, no dia a dia, o cuidado com a vida e a escuta do lugar e a cultura da ancestralidade.
No contexto do programa de Lideranças Ecossistêmicas do Presencing Institute, pudemos experimentar na prática o que significa liderança ecossistêmica: aprender com o território, reconhecer interdependências e integrar natureza, cultura e comunidade como um sistema vivo.

Essa experiência aconteceu com a presença inspiradora dos Guardiães do Território, Coral Herencia e Felipe Navarrete , fundadores da Fundação Cuidemos Paraísos, junto ao seu conselho, membros da ecoaldeia de Palguin Alto que compõem essa comunidade.

Nesta mesma terra acontece também esta semana o Maputinkuy (Encontro com a Terra em Mapudunkun, língua mapuche, um grande encontro ancestral de escuta, reconexão e diálogo entre povos, territórios e saberes.

Em sua quarta edição, o Maputinkuy que chega a reunir cerca de 300 pessoas, consolida uma potente demonstração de liderança ecossistêmica em ação, ancorada no território e conduzida de forma coletiva pela Fundação Cuidemos Paraísos.

Não é coincidência que ambos os processos aconteçam aqui. Palguin é um lugar onde regeneração ecológica, liderança consciente e sabedoria ancestral se encontram e apontam caminhos para o futuro.

Saiba mais

19/01/2026

A Ohio State University (OSU), universidade de referência nos Estados Unidos, há 5 anos escolhe o SINAL como campo de visitação no âmbito do programa Campus B, uma iniciativa que oferece a seus estudantes experiências formativas socioambientais para além dos limites da sala de aula, conectando teoria e prática em contextos reais.

Nesse contexto, o SINAL integra esse percurso formativo internacional desde 2020, recebendo estudantes que vêm ao Brasil para conhecer seu contexto empresarial, social e cultural e aprofundar reflexões sobre negócios e liderança no país. A visita ao SINAL representa um momento-chave dessa jornada, no qual os estudantes têm contato direto com modelos de negócios regenerativos e com a bioeconomia, vivenciados na prática em nosso território, entendido como um verdadeiro laboratório vivo de aprendizagem. Ao longo desses anos, o SINAL vem se consolidando como um espaço de referência para a educação socioambiental aplicada.

Para o SINAL, acolher estudantes de diferentes contextos culturais e acadêmicos é especialmente significativo, pois reforça nosso compromisso com a formação de agentes de mudança, capazes de pensar e atuar de forma crítica, ética e integrada aos desafios contemporâneos.

Desde sua origem, o SINAL se reconhece como um espaço de aprendizagem contínua — uma grande escola, como destaca nossa diretora Thais Corral. Essa vocação se expressa de forma ainda mais potente ao receber estudantes engajados em conhecer, na prática, novas formas de produzir, empreender e existir em maior harmonia com o coletivo e com o planeta.

13/01/2026

A Ohio State University (OSU), universidade de referência nos Estados Unidos, há 5 anos escolhe o SINAL como campo de visitação no âmbito do programa Campus B, uma iniciativa que oferece a seus estudantes experiências formativas socioambientais para além dos limites da sala de aula, conectando teoria e prática em contextos reais.

Nesse contexto, o SINAL integra esse percurso formativo internacional desde 2020, recebendo estudantes que vêm ao Brasil para conhecer seu contexto empresarial, social e cultural e aprofundar reflexões sobre negócios e liderança no país.

A visita ao SINAL representa um momento-chave dessa jornada, no qual os estudantes têm contato direto com modelos de negócios regenerativos e com a bioeconomia, vivenciados na prática em nosso território, entendido como um verdadeiro laboratório vivo de aprendizagem.

Ao longo desses anos, o SINAL vem se consolidando como um espaço de referência para a educação socioambiental aplicada.

Para o SINAL, acolher estudantes de diferentes contextos culturais e acadêmicos é especialmente significativo, pois reforça nosso compromisso com a formação de agentes de mudança, capazes de pensar e atuar de forma crítica, ética e integrada aos desafios contemporâneos.

Desde sua origem, o SINAL se reconhece como um espaço de aprendizagem contínua — uma grande escola, como destaca nossa diretora Thais Corral. Essa vocação se expressa de forma ainda mais potente ao receber estudantes engajados em conhecer, na prática, novas formas de produzir, empreender e existir em maior harmonia com o coletivo e com o planeta.

Endereço

Rua Da Cachoeira, 345
Duque De Caxias, RJ
25270-650

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