REURB A REURB é uma OSCIP com sede em Curitiba-PR, Brasil. Tem por finalidade auxiliar os setores públicos e privados em projetos e processos de reurbanização. I. II.

A REUBANIZAR – ORGANIZAÇÃO SOCIAL CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (REURB), pessoa jurídica de direito privado, é uma ENTIDADE CIVIL SEM FINS LUCRATIVOS, com duração por tempo indeterminado, com sede e foro na Rua Buenos Aires, 1039, Água Verde, Curitiba, Paraná. A REURB, TEM POR FINALIDADES:
Auxiliar os setores públicos e privados em projetos e processos de reurbanização (reabilitação, recuperação, red

esenvolvimento, regeneração, renovação, revitalização), (re) qualificando (urbanística, econômica, social e ambientalmente) áreas urbanas degradadas ou em declínio e áreas industriais abandonadas. AS INTERVENÇÕES PROPOSTAS DEVERÃO ASSEGURAR:
a) promoção da assistência social;
b) promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;
c) promoção gratuita da educação, observando-se a forma complementar de participação das organizações;
d) defesa, preservação, conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável;
e) promoção do voluntariado;
f) experimentação sem fins lucrativos de novos modelos socioprodutivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito;
g) promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direitos e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar;
h) promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais;
i) estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades mencionadas acima. PROPOR SOLUÇÕES DE REURBANIZAÇÃO QUE TENHAM POR PRINCÍPIOS:
a) Ações de apoio à reurbanização (reabilitação, recuperação, redesenvolvimento, regeneração, renovação, requalificação e revitalização), promoção da qualidade ambiental, urbanística e paisagísticas;
b) Recuperação, expansão e valorização de sistemas e estruturas ecológicas urbanas e infraestruturas verdes;
c) Qualificação e modernização dos edifícios públicos, visando a dinamização de atividades econômicas em meios urbanos;
d) Reabilitação integral de edifícios de habitação ou para outros usos como equipamentos de uso público, comércio e/ou serviços (com prioridade para os edifícios com idade igual ou superior a 30 anos);
e) Reabilitação e reconversão de unidades industriais abandonadas, destinadas a habitação, equipamentos de uso público, comércio e/ou serviços;
f) Qualificação e modernização do espaço, equipamentos e ambiente urbano, incluindo espaços verdes e mobiliário urbano;
g) Demolição de edifícios visando a criação de espaços públicos, desde que integrada na reabilitação do conjunto edificado envolvente;
h) Desenvolvimento de projetos experimentais ou projetos piloto de reurbanização (reabilitação, recuperação, redesenvolvimento, regeneração, renovação, requalificação e revitalização);
i) Desenvolvimento de experiências inovadoras e de ações-piloto no âmbito do desenvolvimento urbano sustentável;
j) Elaboração de estudos e planos de qualidade do ar e de redução do ruído à
escala urbana;
k) Ações de regeneração física, econômica e social de territórios urbanos desfavorecidos;
l) Reurbanização e requalificação urbanística (incluindo habitação, arranjo do espaço público, eliminação de barreiras físicas condicionantes da mobilidade de população portadora de deficiência, programas de higiene e salubridade urbana);
m) Proporcionalidade de oferta de habitação de interesse social;
n) Ações de promoção da mobilidade urbana sustentável e da descarbonização;
o) Estruturação física dos modais de baixa velocidade através da construção de
ciclovias e vias para pedestres;

ESTRATÉGIA DE DESENHO URBANOO que é PAISAGISMO UTILITÁRIO?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASNa escala urbana o Paisagismo...
07/01/2020

ESTRATÉGIA DE DESENHO URBANO
O que é PAISAGISMO UTILITÁRIO?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Na escala urbana o Paisagismo corresponde ao conjunto de trabalhos de configuração do entorno, de toda a paisagem circundante (áreas públicas, vegetação de todos os portes, mobiliário urbano, equipamentos de urbanização e de serviços, comunicação visual, etc) integrados a cidade. Os projetos paisagísticos podem ter abordagens de natureza contemplativa e/ou utilitária.

Os contemplativos são aqueles em que os elementos da paisagem são utilizados com objetivos exclusivamente estéticos (de embelezamento). Essa modalidade sem dúvida é a mais conhecida, no entanto, cada vez mais, profissionais que atuam com projetos paisagísticos, têm recorrido à utilização de soluções que atendam simultaneamente estética e funcionalidade (utilitária).

Portanto, podemos utilizar o termo Paisagismo Utilitário para definir as soluções que tem por finalidade serem funcionais e que embelezem os locais de intervenção. Bons exemplos de Paisagismo Utilitário são:

i) telhado jardim ou telhado verde;

ii) jardim vertical;

iii) jardim de chuva.

O telhado jardim objetiva um melhor aproveitamento do ciclo da própria natureza, como sol e chuva. O telhado jardim não é uma novidade, já é realidade nos EUA, na China, nos Países Baixos e vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil.

Dentre seus benefícios destacam-se:

i) o conforto térmico – economia com energia elétrica dos sistemas de climatização artificial (ar condicionado);

ii) conforto acústico – a vegetação amortiza os efeitos sonoros causados pelos impactos das intempéries;

iii) economia com manutenção – substitui-se as pinturas das telhas pela renovação espontânea e natural de folhagens;

Iv) economia com as despesas de uso de água potável - pois auxilia na retenção e filtragem das águas pluviais que podem ser reutilizadas para diversas funções nas edif**ações;

v) reduz a poluição atmosférica de seu entorno imediato – com mais verde, temos menos poluição e o ar se torna mais limpo, ideal para respiração; e ainda

vi) promove a convivência com a natureza – torna-se uma espécie de área de lazer promovendo o contato com a natureza e tornando as paisagens mais bonitas e esverdeadas, além de inspirar o cotidiano meio cinza nos grandes centros urbanos.

Podemos associar todos estes benefícios ao recurso paisagístico do jardim vertical e acrescer neste, o impacto visual (estético) que tem como potencial transformador no quesito embelezamento.

O jardim de chuva é utilizado como uma tática de mitigação dos impactos das intempéries no ambiente urbano. Podemos descrevê-los como espelhos d’água, pequenas piscinas, ou ainda, grandes calhas, dotadas de espécies vegetais (com objetivos estéticos e funcionais), interligadas ao sistema de drenagem urbana (galerias de águas pluviais). Trata-se de um recurso a ser utilizado em áreas urbanas que sofrem com recorrentes enchentes provocadas por temporais.

Esse recurso também serve para aumentar a taxa de permeabilidade de áreas urbanas que se consolidaram anteriormente ao ano de 2003 quando ainda não existiam regras urbanísticas (Decreto 791/2003) específ**as para esta finalidade. Os bairros do Rebouças e Prado Velho se enquadram nestes dois cenários.

Imagens

Telhado Jardim
https://cambury.br/telhado-verde-e-foco-de-palestra/

Jardim Vertical
https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-o-maior-jardim-vertical-do-mundo/

Jardim de Chuva
https://gruposulnews.com.br/grajau-recebe-o-primeiro-jardim-de-chuva-das-periferias-de-sp/

ESTRATÉGIA DE DESENHO URBANOO que é QUADRA ABERTA?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASQuadra aberta não é a mesma coisa que...
07/01/2020

ESTRATÉGIA DE DESENHO URBANO
O que é QUADRA ABERTA?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Quadra aberta não é a mesma coisa que SUPER QUADRA!

Quadra Aberta é um termo associado ao arquiteto Christian de Portzamparc que defende em um de seus textos, ‘A terceira era das cidades’, ser a Quadra Aberta um fenômeno urbano recorrente como estratégia contemporânea para os grandes aglomerados urbanos. Segundo o arquiteto francês, seria uma conciliação entre as cidades da primeira e segunda eras, abrindo as portas para a terceira era da cidade. Uma conciliação entre as qualidades da rua-corredor da cidade tradicional e dos edifícios autônomos da cidade moderna.

Na prática, podemos utilizar o termo para definir um conjunto de estratégias de implantação de edif**ações com múltiplos usos em um determinado sítio urbano com o propósito de alcançar determinados objetivos como:

i) ampliar o perímetro de Fachada Ativa;

ii) aproveitar integralmente a Fruição Pública;

iii) ampliar a oferta de áreas públicas qualif**adas nos miolos de quadra (que tradicionalmente em nosso modelo de ocupação são subutilizados) seja por meio de Urbanismo Tático, seja por meio de soluções de Desenho Urbano;

iv) promover melhor aproveitamento de iluminação e ventilação naturais dos edifícios de um conjunto arquitetônico e de seu entorno imediato;

v) aumentar a permeabilidade física e visual dos usuários, em especial nas áreas tradicionalmente utilizadas como passeios (calçadas);

vi) criar espaços de convívio, de uso coletivo, livre de conflitos de tráfego com veículos de mobilidade passiva (motos, carros, ônibus, metrô) e ativa (pedestre, bicicletas, patinetes, patins, skates);

vii) qualif**ar a paisagem dos espaços públicos, etc.

A REURB acredita que a Quadra Aberta contém um excelente conjunto de estratégias projetuais eficientes e benéf**as para aplicação em áreas urbanas que estão em processo de requalif**ação, reversão, reabilitação, Redesenvolvimento Urbano e etc. Caso dos bairros do Rebouças e Prado Velho.

Sua aplicação, desde que bem concebida (planejada, implementada e gerida), pode resultar em quadras e/ou fragmentos de quadras com personalidade única, conferindo aos seus edifícios a consequente valorização imobiliária conferida pela qualif**ação do espaço público local. Podemos fazer esta afirmação baseados no fato de que é de conhecimento popular e científico que a implantação ou requalif**ação de espaços públicos, tem o potencial de influenciar positivamente a dinâmica do mercado imobiliário de uma determinada região. Não é o único fator, mas é potencialmente importante, pois carrega consigo uma relevância simbólica.

Imagem:
Projeto de Quadra Aberta. Arq. Norman Foster
Shangai, China.

Fonte:

Foster + Partners has broke ground on the Hongqiao Vantone SunnyWorld Centre, new dynamic mixed-use community centered on a four-hectare public park...

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANOO que é URBANISMO TÁTICO?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASPara responder esta pergunta vamo...
07/01/2020

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANO
O que é URBANISMO TÁTICO?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Para responder esta pergunta vamos recorrer a Neil Brenner, um autor que trata desta temática com maestria. Segundo Brenner, o Urbanismo Tático surge no contexto de uma crise de governança mais ampla nas cidades contemporâneas. Não é um movimento ou um conjunto de técnicas unif**adas, mas uma rubrica geral através da qual se pode captar uma ampla gama de projetos urbanos emergentes, provisórios e experimentais. É mobilizado “de baixo para cima” por meio de intervenções organizacionais, culturais e ideologicamente diversas. Propõe modos de intervenção imediatos em relação a questões locais vistas como extremamente urgentes por seus proponentes. Seu horizonte de tempo é, portanto, relativamente curto, até mesmo “impulsivo” e “espontâneo”. Sua escala espacial limita-se ao parque, ao prédio, à rua ou ao bairro.

O Urbanismo Tático geralmente promove uma visão de base, participativa, prática e de “faça você mesmo” de reestruturação urbana, na qual aqueles que são mais diretamente afetados por uma questão mobilizam-se ativamente para enfrentá-la. Sua utilização, exige do setor público, responsável legalmente pela gestão territorial urbana municipal, a compreensão e a permissividade de sua prática. Os projetos podem partir de organizações da sociedade civil, da iniciativa privada ou da própria população, mas devem ser apoiadas pelo setor público. Independentemente de quem venha a coordenar a ação, faz-se necessário dialogar com a comunidade diretamente afetada pelas mudanças das intervenções propostas.

Pode ser um parklet, uma mini praça, uma pintura no chão, uma instalação provisória de uma cobertura, uma utilização temporária de uma pista de rolamento, a utilização de vasos com plantas, o fechamento ou mudança de desenho de uma rua, etc. Cidades em diversas partes do mundo – e, também, aqui no Brasil – estão partindo de intervenções temporárias para catalisar projetos de longo prazo que melhorem a segurança viária e ajudem a criar espaços públicos de qualidade. Ao conferir novos sentidos para os lugares a partir de mudanças rápidas, reversíveis e de baixo custo, o Urbanismo Tático cria cidades mais amigáveis aos moradores e, muitas vezes, motiva as pessoas a repensarem seus hábitos por meio dos diferentes encontros e trocas que esses espaços possibilitam. Os projetos em geral têm como objetivo a readequação do espaço viário e/ou a valorização dos espaços públicos, mas mudam conforme as necessidades de cada local. As Figuras 7, 8 e 9 são bons exemplos de Urbanismo Tático.

Por fim podemos afirmar que o Urbanismo Tático é uma excelente ferramenta para áreas urbanas que se encontram em processo de transformação pois, permite uma série de experiências espaciais que o urbanismo tradicional (exclusivo do setor público) não pode oferecer. A REURB auxiliará com suporte técnico e legal os proprietários e empresários de ruas dos bairros do Rebouças e Prado Velho que se interessem em promover mudanças efêmeras por meio de iniciativas de Urbanismo Tático, em especial àquelas localizadas na ZUMVP e ZUM-3.

FOTO 1 – Times Square – Nova Iorque (EUA)
Foto: Sean Marshall (Flikr)

FOTO 2 - Rua Galvão Bueno, na Liberdade, em SP, a proposta transformou um trecho em calçadão, ampliando as calçadas e os espaços de convivência.
Foto: Gestão Urbana SP

FOTO 3 – San Diego, EUA. Intervenção temporária em terreno de propriedade privada beneficiando a comunidade.
Foto: Paul Krueger/Flickr

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANOO que é REPARCELAMENTO ou REDESENVOLVIMENTO URBANO?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASReparce...
07/01/2020

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANO
O que é REPARCELAMENTO ou REDESENVOLVIMENTO URBANO?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Reparcelamento ou Reparcelamento do Solo são nomes utilizados no Brasil para o instrumento jurídico-urbanístico internacionalmente conhecido como Land Readjustment.

O Plano Diretor de Curitiba incorporou esse instrumento com a denominação Redesenvolvimento Urbano nos Art. 169 ao 175.

Segundo o Art. 169 “O Redesenvolvimento Urbano é um instrumento de gestão do solo que permite a implantação de projetos urbanos de reconhecido interesse público, mediante reparcelamento, modif**ação ou aquisição de direitos, com a adesão dos proprietários, promovendo o melhor e maior uso da propriedade, pública ou privada, com a finalidade de criação, aumento ou requalif**ação de espaço público ou de uso público.

Trata-se de um instrumento que viabiliza juridicamente e urbanisticamente intervenções em áreas conformadas por um conjunto de terrenos de distintos proprietários, algo que nos dias de hoje é impossível realizar por meios legais.

A REURB apoiará com suportes técnicos urbanístico e jurídico, grupos de proprietários de lotes contíguos tanto na ZUMVP quanto na ZUM-3 que somem mais de 2.000,00 m² de área total que queiram submeter suas propriedades a um projeto urbanístico operacionalizado pelo Redesenvolvimento Urbano.

Segundo o Art. 170 o Redesenvolvimento Urbano poderá ser aplicado “em áreas delimitadas nos Planos de Desenvolvimento Regional, que, dentre outras características... possuam urbanização consolidada onde há possibilidade de ampliar o espaço público devido ao reparcelamento e a maior intensidade de uso e ocupação do solo”. Características estas encontradas nos bairros do Rebouças e Prado Velho.

O Art. 171 autoriza que os Projetos Urbanos de Redesenvolvimento Urbano sejam promovido por iniciativa pública ou privada e garante nos casos em que for desenvolvido pela iniciativa privada e/ou pela comunidade, que o projeto tenha participação dos proprietários nos termos de legislação específ**a (que ainda será desenvolvida, analisada e aprovada), sendo a que a aprovação deverá ocorrer pelo Poder Público. Além disso, permite que os custos dessas transformações sejam compartilhadas entre a comunidade e o setor público.

Os Art. 172 e 173 tratam respectivamente do conteúdo mínimo que devem ter os Projetos de Redesenvolvimento Urbano e quais as finalidades que se destinam sua aplicação, bem como a obrigatoriedade de unif**ação ou reparcelamento de lotes, glebas ou áreas públicas inseridas no perímetro que se deseja intervir. O reparcelamento consiste na unif**ação de lotes, glebas ou áreas públicas, para seu posterior reposicionamento, redimensionamento e redesenho, a fim de viabilizar a reorganização fundiária necessária à implantação do projeto de transformação urbana pretendido.

O Art. 174 estabelece que O Redesenvolvimento Urbano poderá ser realizado por meio de todos os instrumentos legais admissíveis, em especial: participação em fundos de investimento imobiliário, contratos administrativos, concessões e parcerias público-privadas.

Por fim, o Art. 175 estabelece que f**a o município f**a autorizado a constituir ou delegar instituição de fundo de investimento imobiliário para o fim de viabilizar eventuais desapropriações, realizar incorporações imobiliárias e implantar infraestrutura necessária para eventuais aplicações do Redesenvolvimento Urbano.

Imagem / Fonte
https://issuu.com/landreadjustment/docs/metodos_planejamento_urbano/101

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANOO que é FRUIÇÃO PÚBLICA?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASEntende-se como Fruição a ação de ...
07/01/2020

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANO
O que é FRUIÇÃO PÚBLICA?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Entende-se como Fruição a ação de fruir, ou seja, de aproveitar ou usufruir de alguma coisa, situação, oportunidade e etc. O verbo fruir está relacionado com o ato de desfrutar ou ter prazer com algo. Já o conceito de Fruição Pública é utilizado no sentido de qualif**ar e estimular um espaço físico para o uso do público em geral, ou seja, um local para que a população possa usufruir. Diversos municípios têm incluído em suas legislações conceitos de Fruição Pública. Na prática, trata-se de um conjunto de normas (leis, decretos) que visam tornar o espaço público melhor aproveitável por seus usuários, bem como estimular novos usuários à usufruí-lo. Em outras palavras, isso signif**a estruturar e melhorar a oferta de áreas públicas qualif**adas, privilegiando atividades de valor social, cultural e econômico, além de estimular que o pedestre seja visto como elemento prioritário do tráfego das vias públicas.

A Fruição Pública é abordada no Plano Diretor de Curitiba – no Art. 75 da Lei 14.771 de 17 de dezembro de 2015 – com o seguinte texto: “Deverá ser estimulada a Fruição Pública de lotes privados, ao tornar áreas particulares em áreas de uso público, com o propósito de promover a qualif**ação urbana e ambiental por meio da criação de áreas de sociabilidade, redução de deslocamentos, diversif**ação de usos e formas de implantação de edif**ações.”

E para estimular a prática da Fruição Pública o Art. 76 do Plano Diretor vigente de Curitiba (Lei 14.771/2015) prevê que “A área destinada à fruição pública será convertida, até o seu dobro, como área não computável a ser utilizada no próprio lote, até o limite estabelecido na legislação de zoneamento, uso e ocupação do solo.”

Para que isso seja possível deverão ser observados os seguintes critérios: i) a área destinada à Fruição Pública deverá ter, no mínimo, 50 m² (cinquenta metros quadrados) e estar localizada junto ao alinhamento da via, ao nível do passeio público, sem qualquer obstrução de acesso e não ocupada por construções e/ou estacionamento de veículos; ii) a área destinada à Fruição Pública deverá permanecer aberta, mobiliada e equipada com infraestrutura compatível para uso de pedestres tais como bancos, mesas, paraciclos, paisagismo, etc.; iii) a conservação e manutenção da parte cedida será de responsabilidade do proprietário; iv) o limite de área a ser cedida ao município destinada à Fruição Pública deverá ser limitado a 20% (vinte por cento) do lote.

O rascunho do projeto de lei que ainda será encaminhado para análise e votação da Câmara de Vereadores de Curitiba, que legislará sobre prêmios e incentivos arquitetônicos-urbanísticos, a Fruição Pública, é tratada como Fruição Pública de Lotes Privados nos Art. 11 e 12. Nesta lei, o IPPUC está procurando acrescentar: 1) que a área destinada à Fruição Pública deva permanecer aberta e descoberta; e 2) seja equipada com mobiliário urbano e equipamentos nos padrões estabelecidos pelo IPPUC.

Esta mesma lei deve autorizar a utilização da Fruição Pública nas seguintes tipologias de zoneamento, uso e ocupação do solo: i) Eixos de Adensamento; ii) Eixos Conectores; iii) Vias Coletoras e Setoriais; iv) Zonas de Uso Misto; e v) Zonas Comerciais de Umbará e Santa Felicidade. Aqui destaca-se que tanto a Zona de Uso Misto do Vale do Pinhão (ZUMVP) quanto a Zona de Uso Misto 3 (ZUM-3) estão enquadradas como áreas urbanas passíveis de utilização da Fruição Pública, beneficiando diretamente parte de lotes dos bairros do Rebouças e Prado Velho.

Na Figura 1
Exemplo de Fruição Pública – Rua Tverskaia, no centro de Moscou. Recentemente reformada a rua era lotada de carros estacionados que foram substituídos por calçadas mais largas dotadas de arborização, equipamentos de lazer , entretenimento e convívio comunitário.
Foto: Vedyashkin Sergey

Na Figura 2
[ a ] temos a representação gráf**a (em planta) de um lote convencional (de meio de quadra) com 500,00 m² de área total. Nesta configuração (original), se considerarmos o coeficiente de aproveitamento 1,0 (um) poderemos construir uma edif**ação com no máximo 500,00 m² de área computável.

Já na Figura 2
[ c ] temos a representação gráf**a (em planta) do mesmo lote aplicado a Fruição Pública máxima 20%. Nesta configuração, embora o lote resultante seja de 400,00 m², mas também com o coeficiente de aproveitamento 1,0 (um) se poderá construir uma edif**ação com 700,00 m² de área total. Sendo: 500,00 m² (como computável) do lote original acrescido de 2 (duas) vezes a área utilizada para a Fruição Pública (2 x 100,00 m² = 200,00 m²) como não computável.

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANOO que é FACHADA ATIVA?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASConceitualmente, o termo Fachada Ati...
07/01/2020

ESTRATÉGIAS DE DESENHO URBANO
O que é FACHADA ATIVA?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Conceitualmente, o termo Fachada Ativa, utilizado em diversas legislações urbanísticas de cidades brasileiras (como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, etc.) identif**a-se simultaneamente como um instrumento urbanístico e uma estratégia de desenho urbano que objetiva: (1) Oxigenar a cidade; (2) Promover diferentes atividades nos níveis de acesso do pedestre aos edifícios; (3) Melhorar passeios públicos (calçadas); (4) Fortalecer a vida nos espaços urbanos e a interação social; (5) Estimular usos mistos; (6) Desenhar um novo fluxo na cidade com a dinâmica dos empreendimentos; (7) Criar corredores de passagem no nível do pedestre; (8) Gerar negócios e diversidade urbana; (9) Qualif**ar e dinamizar a vida urbana (segurança, emprego); e (10) Incentivar a fruição pública.

A Fachada Ativa é abordada no Plano Diretor de Curitiba – no Art. 29 da Lei 14.771 de 17 de dezembro de 2015 – como “uso não residencial com acesso direto e abertura independente para o logradouro, no nível da circulação de pedestres, de modo a estimular o uso misto nas edif**ações e reduzindo o deslocamento do uso de serviços”. Neste mesmo artigo, sua utilização está prevista como um benefício (incentivo) aplicável em empreendimentos que apresentem mais de 50% de sua fachada para o logradouro público, como área de uso comercial e/ou de serviços, desde que no nível da rua. Nesta situação, o empreendimento será beneficiado por esta prática pelo acréscimo de 01 (um) pavimento que não será considerado como área computável, inclusive em relação ao cálculo de coeficiente de aproveitamento bem como no número de pavimentos máximo especif**ado no zoneamento local. Ainda, segundo o mesmo artigo, o acréscimo de pavimento poderá ser cumulado à compra de potencial construtivo, além de outros benefícios previstos pelo zoneamento local.
Em breve, estará para votação na Câmara de Vereadores de Curitiba, o projeto de lei que tratará sobre prêmios e incentivos arquitetônicos-urbanísticos. Em um rascunho desta lei, liberado pelo IPPUC para consulta pública, a Fachada Ativa é tratada nos Art. 13, 14 e 15. E segundo este documento, pretende-se autorizar a aplicação da Fachada Ativa nas seguintes localizações:

1. Terrenos com frente para a Avenida Marechal Floriano Peixoto;

2. Terrenos com frente para a Avenida Comendador Franco, nos trechos onde houver via local implantada;

3. Terrenos da Zona de Uso Misto do Vale do Pinhão onde for permitido o padrão alinhamento;

4. Terrenos do Setor Especial de Habitação de Interesse Social – SEHIS onde for permitido o padrão alinhamento.

Os exemplos anexos representam muito bem a finalidade de utilização de usos mistos nas Fachadas Ativas. "Manter a vitalidade do espaço público nas diversas horas do dia e da noite."

Figura 1 - Exemplo de Fachada Ativa - Rua Marechal Deodoro em São Bernardo do Campo (SP).
Foto: Felipe Logli

Figura 2 - Exemplo de Fachada Ativa – Rua Aspicuelta, na Vila Madalena, São Paulo (SP).
Foto: Fernando Moraes

Quais serão os usos “NÃO HABITACIONAIS” que serão possíveis de serem utilizados na ZUMVP e ZUM-3?REURB responde JORNAL D...
07/01/2020

Quais serão os usos “NÃO HABITACIONAIS” que serão possíveis de serem utilizados na ZUMVP e ZUM-3?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Serão PERMITIDOS e PERMISSÍVEIS (à critério do Conselho Municipal de Urbanismo) os seguintes usos “NÃO HABITACIONAIS”.

• COMERCIO VICINAL - atividade comercial varejista de pequeno porte, disseminada no interior das zonas, de utilização imediata e cotidiana, entendida como um prolongamento do uso residencial (açougue, armarinhos, casa lotérica, drogaria, ervanário, farmácia, floricultura, flores ornamentais, mercearia, hortifrutigranjeiros, papelaria, revistaria, posto de venda de pães, bar, cafeteria, cantina, casa de chá, confeitaria, comércio de refeições embaladas, lanchonete, leiteria, livraria, panif**adora, pastelaria, posto de venda de gás liquefeito, relojoaria, sorveteria, etc.).

• SERVIÇO VICINAL - atividades profissionais e serviços pessoais de pequeno porte não incômodas ao uso residencial (profissionais autônomos, atelier de profissionais autônomos, serviços de datilografia, digitação, manicuro e montagem de bijuterias, agência de serviços postais, bilhar, snooker, pebolim, consultórios, escritório de comércio varejista, instituto de beleza, salão de beleza, jogos eletrônicos, etc.)

• COMÉRCIO E SERVIÇO DE BAIRRO - atividades comerciais varejistas e de prestação de serviços de médio porte destinadas a atendimento de determinado bairro ou zona (academias, agência bancária, banco, borracharia, choparia, churrascaria, petiscaria, pizzaria, comércio de material de construção, comércio de veículos e acessórios, escritórios administrativos, estabelecimentos de ensino de cursos livres, estacionamento comercial, joalheria, laboratórios de análises clínicas, radiológicos e fotográficos, lavanderia, oficina mecânica de veículos, restaurante, rotisseria, etc.).

• COMÉRCIO E SERVIÇO SETORIAL – atividades comerciais varejistas e de prestação de serviços, destinadas a um atendimento de maior abrangência (buffet com salão de festas, centros comerciais, clínicas, edifícios de escritórios, entidades financeiras, escritório de comércio atacadista, imobiliárias, lojas de departamentos, sede de empresas, serv-car, serviços de lavagem de veículos, serviços públicos, super e hipermercados, etc.).

• COMUNITÁRIO 1 - atividades de atendimento direto, funcional ou especial ao uso residencial (ambulatório, assistência social, berçário, creche, hotel para bebês, biblioteca, ensino maternal, pré-escolar, jardim de infância, escola especial).

• COMUNITÁRIO 2 – atividades que impliquem em concentração de pessoas ou veículos, níveis altos de ruídos e padrões viários especiais (auditório, boliche, casa de espetáculos artísticos, cancha de bocha, cancha de futebol, centro de recreação, centro de convenções, centro de exposições, cinema, colônias de férias, museu, piscina pública, ringue de patinação, sede cultural, esportiva e recreativa, sociedade cultural, teatro, estabelecimentos de Ensino de 1º e 2º Graus, hospital, maternidade, pronto socorro, sanatório, casa de culto, templo religioso, etc.)

• COMUNITÁRIO 3, atividades de grande porte, que impliquem em concentração de pessoas ou veículos, não adequadas ao uso residencial sujeitas a controle específico. Se enquadram nesta categoria: autódromo, kartódromo, centro de equitação, hipódromo, circo, parque de diversões, estádio, pista de treinamento, rodeio, campus universitário, estabelecimento de ensino de 3º grau (instituições de ensino superior: faculdades, centros universitários, universidades).

• ESTACIONAMENTO COMERCIAL - espaços destinados a estacionamento ou garagens de veículos coletivos, destinados à exploração comercial.

• EDIFÍCIO GARAGEM - edif**ações destinadas a estacionamento ou garagens de veículos coletivos, destinados à exploração comercial.

• INDÚSTRIA TIPO 1 - Atividades industriais compatíveis com o uso residencial, não incômodas ao entorno; e atividades admitidas atividades produtivas vinculadas à economia criativa, conforme regulamentação específ**a (confecção de cortinas, fabricação e restauração de vitrais, malharia, fabricação de absorventes, acessório do vestuário, acessórios para animais, adesivos, aeromodelismo, artigos de artesanato, artigos de bijuteria, artigos de colchoaria, artigos de cortiça, artigos de couro, artigos de decoração, artigos de joalheria, artigos de pele, artigos para brindes, artigos para cama, mesa e banho, bengalas, bolsas, bordados, calçados, capas para veículos, clichês, etiquetas, fraldas, gelo, guarda-chuva, guarda-sol, material didático, material ótico, mochilas, painéis cerâmicos e mosaicos artísticos, pastas escolares, perucas e cabeleiras, produtos alimentícios, produtos desidratados, produtos naturais, relógio, rendas, roupas, sacolas, semijóias, sombrinhas, suprimentos para informática, etc.) Este uso será permitido somente em edif**ação existente.

Quais as diferenças entre Habitações: Unifamiliar; Institucional, Coletiva e Transitória?REURB responde JORNAL DO REBOUÇ...
07/01/2020

Quais as diferenças entre Habitações: Unifamiliar; Institucional, Coletiva e Transitória?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Tratam-se de distintas categorias de USO HABITACIONAL previstas em nossa legislação.

• Habitação Unifamiliar - edif**ação isolada destinada a servir de moradia à uma só família.

• Habitação Institucional - edif**ação destinada à assistência social, onde se abrigam estudantes, crianças, idosos e necessitados, tais como: albergue, alojamento estudantil, casa do estudante, asilo, convento, seminário, internato e orfanato.

• Habitação Coletiva - edif**ação que comporta mais de 02 (duas) unidades residenciais autônomas, agrupadas verticalmente com áreas de circulação interna comuns à edif**ação e acesso ao logradouro público.

• Habitação Transitória - edif**ação com unidades habitacionais destinadas ao uso transitório, onde se recebem hóspedes mediante remuneração como: hotéis, holstels, apart-hotéis e pensão.

Quem se interessar pelo auxílio da REURB como deve proceder?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASNeste exato momento estamos...
07/01/2020

Quem se interessar pelo auxílio da REURB como deve proceder?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Neste exato momento estamos construindo nossa plataforma digital que será utilizada para a comunicação, o registro e monitoramento das ações da REURB.

Essa plataforma deverá estar disponível a partir de março de 2020. Até lá o contato com e REURB poderá ser feito por meio do e-mail.

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Como a REURB idealiza auxiliar os moradores do Rebouças e Prado Velho neste iminente processo de transformação?REURB res...
07/01/2020

Como a REURB idealiza auxiliar os moradores do Rebouças e Prado Velho neste iminente processo de transformação?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Pensamos em 5 ações estratégicas para o ano de 2020.

1. Produzir o conteúdo dos 4 cadernos para o Jornal do Rebouças com o intuito de nivelar entre os usuários do bairro - moradores (proprietários ou locatários), empresários, consumidores, possíveis incorporadores, agentes imobiliários, potenciais investidores - as ferramentas que estarão disponíveis para conduzir as ações de transformação tanto de natureza individual quanto coletiva.

2. Prestar consultoria técnica e jurídica gratuita, com horário agendado, para grupos de proprietários e locatários - organizados dentro de suas quadras ou ruas - que tenham interesse em implementar ações convergentes com os propósitos da REURB.

3. Montar maquetes físicas e eletrônicas didáticas que ilustrem distintos cenários de ocupação. As maquetes tem por objetivo auxiliar a comparação duas formas distintas de transformação: uma tradicional (como ocorre em nossa cidade pelo mercado imobiliário (desenvolvimento lote a lote, uni/proprietário), e uma mais inclusiva, equitativa e participativa (operacionalizada por instrumentos urbanísticos aprovados em nosso Plano Diretor e multi/proprietários).

4. Produzir um manual de boas práticas de desenho urbano que possa ser utilizado para conduzir estudos de viabilidade (urbanística, arquitetônica, paisagística) no bairro.

5. Organizar encontros de negócios entre proprietários, locatários, incorporadores imobiliários, empresas interessadas em se instalar no bairro, agencias de financiamento, fundos imobiliários, e demais atores convergentes com os propósitos dos encontros.

O que a REURB já fez pelo bairro do Rebouças?REURB responde JORNAL DO REBOUÇASNossa primeira ação com o objetivo de auxi...
07/01/2020

O que a REURB já fez pelo bairro do Rebouças?

REURB responde JORNAL DO REBOUÇAS

Nossa primeira ação com o objetivo de auxiliar o bairro ocorreu nos dias 26, 27, 28 e 29 de outubro de 2017.

A REURB em parceria com a Gazeta do Povo realizou nestas datas, no Engenho da Inovação do Vale do Pinhão, sede da Agência Curitiba, a edição inaugural do Movimento “REAÇÃO URBANA”, evento que teve como propósito marcar o início dos processos de Reabilitação Urbana Participativa em Curitiba. O evento foi denominado de Laboratório de Reabilitação Urbana do Vale do Pinhão.

Este evento teve como objetivo mobilizar atores de diferentes áreas de atuação pública e privada para debater metodologias e estratégias educativas, transparentes, atraentes, participativas e orientadas à equidade e diversidade, capazes de serem implementadas por meio de ações inovadoras e políticas públicas eficientes. Tivemos uma participação de cerca de 50 pessoas neste evento entre moradores, comerciantes, estudantes, professores, servidores municipais, agentes sociais, imprensa, etc.

Vale ressaltar que nesta data, ainda não se tinha noção do seria a legislação urbanística que foi atualmente sancionada, portanto, o evento teve uma abordagem mais generalista e especulativa. Foram propostos e debatidos fundamentos, conceitos, boas práticas e estratégias a serem utilizadas para a formulação das etapas de Metodologia, Diagnóstico, Participação Social e Proposta de Ações para a concepção do Plano “Preliminar” de Reabilitação Urbana do Vale do Pinhão.

Uma segunda ação foi apresentar o resultado do Laboratório de Reabilitação Urbana do Vale do Pinhão na primeira edição do Smart Citi Expo Curitiba em fevereiro de 2018 que teve como objetivo, identif**ar soluções específ**as para atender os desafios que as cidades enfrentam atualmente e teve a presença de 5577 participantes (profissionais, estudantes, professores, agentes públicos, empresários, imprensa nacional e internacional) de 25 países e 50 cidades brasileiras.

Endereço

Rua Buenos Aires, 1039
Curitiba, PR
80250070

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