IBDSEX O IBDSEX é uma organização sem fins lucrativos com foco na pesquisa, formação e memória no tema da diversidade sexual e de gênero

O Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual busca promover, a partir de uma perspectiva de Direitos Humanos, a produção de conhecimento a respeito das questões relacionadas à diversidade sexual, gênero, sexualidade, educação sexual, direitos se***is, direitos reprodutivos e dignidade humana.

16/04/2026

A nossa agenda de visitações aos terreiros já esta aberta! Tanto para quem fez as capacitações conosco quanto para as casas que não conseguiram participar.
As visitas podem ser agendadas para acontecer entre 22 de abril a 19 de outubro, de acordo com a possibilidade e disponibilidade do seu terreiro.
Vamos falar de prevenção ao HIV/aids, ISTs, direitos dos povos de terreiros e outros temas importantes para o povo de axé.
Não perca tempo e nos mande uma mensagem pra marcar a visita na sua casa, pelo nosso whatsapp (41) 9553-4672.
Aguardamos o seu contato. Axé!

01/04/2026

Apesar da abrangência regional, o projeto Aye Wa Ni Àlàáfià tem alcançado repercussão e conquistado apoios também em nível estadual. No dia 17 de março fomos recebidos na ALEP pelo deputado estadual Goura Nataraj, do PDT.

A apresentação do nosso projeto despertou o interesse do parlamentar, que observou atentamente os nossos materiais gráficos e fez perguntas, buscando mais informações sobre as nossas iniciativas, e se propôs indicando terreiros para que possamos realizar nossas atividades!

27/03/2026

Além de reunir um grande número de lideranças religiosas, o projeto Aye Wa Ni Àlàáfià tem feito articulações com diversas autoridades e representantes do poder público, em Curitiba e região.

Uma delas é a vereadora Miss Preta (), que nos recebeu em seu gabinete, na Câmara Municipal de Pinhais.

O projeto Aye Wa Ni Àlàáfià já está em andamento, mas ainda temos vagas para as nossas capacitações e também para a segunda etapa, que terá início na segunda quinzena de abril.

Cuidar da saúde é preservar o seu axé!

27/02/2026

A vereadora Professora Angela (PSOL) nos recebeu em seu gabinete, na Câmara de Vereadores de Curitiba, para apresentarmos o projeto Aye Wa Ni Àlàáfià. O encontro foi realizado no dia 10 de fevereiro.
Além da grande cordialidade, a vereadora demonstrou interesse pelo nosso trabalho, por estar em sintonia com as pautas defendidas pelo seu mandato.
Agradecemos à Professora Angela e sua equipe, pela parceria e pelo apoio nas articulações e na divulgação do projeto Aye Wa Ni Àlàáfià. Reiteramos que a vereadora e sua equipe serão muito bem-vindos em nossos encontros de capacitação.

05/02/2026

No dia 30 de janeiro fomos recebidos pelo vereador Anderson Prego (PT) em seu gabinete, na Câmara Municipal de Colombo. Apresentamos o projeto Aye Wa Ni Àlàáfià e entregamos materiais de divulgação ao vereador e sua equipe.
Nosso projeto foi muito bem acolhido e despertou grande interesse. Uma parceria foi firmada com o parlamentar, no sentido de apoiar a divulgação do projeto na cidade e a articulação junto a conselhos municipais, como o da Mulher e Igualdade Racial.





/aids

29/01/2026

Celebramos, hoje e sempre, as vidas de todas as pessoas trans e tr****tis!
Historicamente as comunidades religiosas afro-brasileiras são espaços acolhedores para a diversidade. Muitos terreiros, inclusive, obedecem a uma estrutura matriarcal e têm como dirigentes pessoas trans e tr****tis. Essas lideranças são importantes para trazer conhecimentos e promover mudanças, que começam no espaço dos templos e avançam para a sociedade.
São novos saberes e formas de viver, incluindo cuidados com a vida espiritual e a preservação da saúde física. Nesse sentido, além das questões simbólicas e de representatividade, essas pessoas são importantes para compartilhar informações relativas à prevenção de HIV/Aids e outras ISTs.




****ti

21/01/2026

Pelo fim da violência contra os terreiros! Respeito à nossa religiosidade!
O Estado Brasileiro é laico e, portanto, mantém a neutralidade em relação a assuntos religiosos. O Brasil, portanto, não possui religião oficial. Além disso, o Artigo V da Constituição Brasileira determina a liberdade de culto e de consciência.
Somos livres para expressar a nossa fé e praticar os nossos rituais religiosos, transmitir as nossas tradições e compartilhar os nossos conhecimentos. Cultuar o nosso sagrado inclui cuidar das nossas cabeças e também de nossos corpos, prevenindo e combatendo doenças como o HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

09/01/2026

Conheça o projeto “Aye Wa Ni Àlàáfià: Saúde e prevenção em terreiros”. Realizado pelo IBDSEX, o projeto pretende levar informações sobre prevenção de HIV/Aids e outras ISTs, além de tratar de outros assuntos, como direitos dos povos de terreiros.
Tudo isso a partir da realização de oficinas para 50 representantes de casas de Asè de Curitiba e Região Metropolitana. As inscrições podem ser feitas pelo formulário que está na Bio do nosso Instagram.
Mas não perca a chance! As inscrições vão até o dia 06 de fevereiro.
Para mais informações, nos mande uma mensagem no whats 41 99553-4672, que nossa equipe irá lhe atender.
Venha participar desse projeto cheio de boas energias!


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O IBDSEX é o responsável pela gestão do acervo do Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott – CEDOC. Somos hoje um dos ...
16/12/2025

O IBDSEX é o responsável pela gestão do acervo do Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott – CEDOC. Somos hoje um dos mais completos e mais importantes espaços de preservação da história e da memória LGBTI+ no Brasil.
O CEDOC está aberto a pessoas interessadas em pesquisar temas relativos à diversidade. Aqui você encontra materiais raros e de grande significado, como esta coleção de cartazes, doada em 2019 pelo Grupo Gay da Bahia – GGB.
Além dos cartazes apresentados nesta postagem, nosso acervo conta com diversos materiais informativos relacionados às religiões de matriz afro-brasileira e comunidades de terreiro, como jornais, boletins, entre outros. Destaque para as coleções de periódicos Quimbanda-Dudu e Centro Baiano Anti-Aids.

Apresentamos a equipe do projeto “Aye Wa Ni Àlàáfià: Saúde e Prevenção em Terreiros”:ALISSON GONÇALVESAlisson Gonçalves,...
10/12/2025

Apresentamos a equipe do projeto “Aye Wa Ni Àlàáfià: Saúde e Prevenção em Terreiros”:

ALISSON GONÇALVES
Alisson Gonçalves, homem cis gay, branco, pesquisador no CEDOC LGBTI+, doutorando em História, ativista em Direitos Humanos, Direitos LGBTI+ e Religiões de Matriz Afro-brasileira. Frequenta candomblé e umbanda há cerca de 15 anos, sendo iniciado no candomblé, e hoje em dia é Egbomi de Osun no Ilé Asè Ayra Kiniba, em Colombo-PR.

RAFAELLY WIEST
Rafaelly Wiest, mulher trans curitibana, atua há mais de 20 anos como ativista em Direitos Humanos e LGBTI+. Foi diretora nas principais redes LGBTI+ do Brasil e do mundo, como ABGLT, ANTRA, GALE e ILGA-LAC. Atualmente integra as direções da ABRAFH e da Aliança Nacional LGBTI+, além de estar em seu terceiro mandato (não consecutivo) na presidência do Grupo Dignidade. Atua também como supervisora de projetos e consultora em diversidade e inclusão junto a empresas.

CARLOS GONÇALVES
Carlos Gonçalves é educador social e cursa Pedagogia. Possui vasta experiência na área de prevenção, atuando como educador e linkador por mais de cinco anos. É candomblecista e umbandista desde 2014. Em 2018 foi iniciado no candomblé e hoje, com oito anos de iniciação, é babakekerê do Ilê Asé Igbà Babalamim Loyà.

ANDRÉ PINHEIRO
André Pinheiro é jornalista, escritor e professor. Atua há mais de 25 anos na área da comunicação, com vasta experiência em redação e assessoria de imprensa. É graduado em Jornalismo, mestre em História e pós-graduando em Psicologia Analítica. Tem dois livros publicados. Pesquisador e praticante da Umbanda desde 2002.

BERNARDO DANIEL
Bernardo Daniel é artista visual, quadrinista e ilustrador. Através dos desenhos conta histórias de um jeito simples e tocante.

BETO SCHMITZ II
Beto Schimtz II, homem cis, gay, graduado (Universidade Tuiuti) e mestre em História (UFPR), coordenador geral do projeto Paraná + Diversidade, do Grupo Dignidade. Presidente do Instituto Brasileiro de Diversidade Sexual - IBDSEX e diretor do Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott - CEDOC LGBTI+.


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Uma das marcas das religiões de tradição africana é o acolhimento. Além de serextremamente importante para tratamentos e...
05/12/2025

Uma das marcas das religiões de tradição africana é o acolhimento. Além de ser
extremamente importante para tratamentos espirituais, a postura acolhedora inclui também
questões de saúde.
Muitas casas de tradição afro-brasileira estão localizadas em regiões periféricas e são
frequentadas por populações vulneráveis. Por isso é importante levarmos informações e
conhecimentos sobre cuidados e prevenção a essas comunidades.



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Endereço

Avenina Marechal Floriano Peixoto, 366, CJ 47
Curitiba, PR
80.010-130.

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