NCST/Paraná

NCST/Paraná Uma central sindical plural e independente de governos e partidos, sempre tomando o lado justo na defesa dos direitos dos trabalhadores

Somos uma central que abrange sindicatos e federações de todos os tipos e setores da economia. Lutamos pela reversão da retirada de direitos aplicada pelo período neoliberal. No estado do Paraná uma de nossas principais lutas tem sido a implementação e manutenção da política de piso mínimo regional, sempre atuando junto ao poder público. Atuamos em diversos outros conselhos, como o Conselho da Cidades e o Conselho do Trabalho.

📌 Dia 10/08 👉🏾 Mobilização Nacional pelo Fim da Escala 6x1 e pela Redução da Jornada de Trabalho, sem redução salarial!📢...
06/08/2026

📌 Dia 10/08
👉🏾 Mobilização Nacional pelo Fim da Escala 6x1 e pela Redução da Jornada de Trabalho, sem redução salarial!

📢 Atenção trabalhadoras e trabalhadores de todo o Brasil!

O movimento sindical, com apoio dos movimentos populares, faz um chamamento a todas as pessoas trabalhadoras do país, para que no DIA 10/08 se somem às mobilizações - nas ruas e nas redes - para exigir que os senadores, eleitos graças aos nossos votos, VOTEM SIM e IMEDIATAMENTE ao projeto que põe Fim à Escala 6x1 e reduz a Jornada de Trabalho, sem reduzir salário, já aprovado pelos deputados e defendido por mais de 70% da população.

✨Vamos usar a tag VOTA, SENADO! Mandem mensagens diretas para os senadores do seu estado utilizando a plataforma napressao.org.br ou pelo site: https://www25.senado.leg.br/web/senadores/em-exercicio

🛜 Postem nas redes, marquem pessoas, curtam as postagens sobre o tema, comentem, compartilhem! Isso aumenta o alcance, reúne mais pessoas e intensifica a pressão ao Senado.

Vem com gente fazer parte dessa história!✊🏾

O diálogo social e o tripartismo são instrumentos essenciais para fortalecer a democracia, promover o trabalho decente e...
01/06/2026

O diálogo social e o tripartismo são instrumentos essenciais para fortalecer a democracia, promover o trabalho decente e construir sociedades mais justas e inclusivas.

No âmbito da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT 2026), realizada em Genebra, Suíça, acontece a Segunda Discussão Recorrente sobre Diálogo Social e Tripartismo, reunindo representantes de governos, empregadores e trabalhadores para debater os desafios contemporâneos das relações de trabalho e os caminhos para o fortalecimento da concertação social em nível global.

A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) está representada por Denilson Pestana da Costa, Diretor de Relações Internacionais da entidade, que participa ativamente dos debates e das discussões voltadas à construção de consensos, ao fortalecimento das instituições democráticas e à promoção de políticas que assegurem melhores condições de trabalho e desenvolvimento social.

A participação da NCST reafirma o compromisso do sindicalismo brasileiro com o diálogo social, a cooperação internacional e a defesa dos direitos dos trabalhadores, contribuindo para a construção de um futuro do trabalho mais equilibrado, inclusivo e sustentável.

📍 114ª Conferência Internacional do Trabalho – OIT
📅 1 a 13 de junho de 2026
📍 Genebra, Suíça

Continuando a agenda na região noroeste, já na cidade de Alto Paraná, Denilson Pestana da Costa visitou o Sintracouros -...
20/05/2026

Continuando a agenda na região noroeste, já na cidade de Alto Paraná, Denilson Pestana da Costa visitou o Sintracouros - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Artefatos de Couro e Assemelhados Curtimentos de Couros e Peles de Maringá, entidade presidida pela companheiro Gleice Colecio.

Nesta quarta-feira (20) o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, esteve na região noroeste do estado, onde re...
20/05/2026

Nesta quarta-feira (20) o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, esteve na região noroeste do estado, onde realizou uma visita ao Sindcost - Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Confecção, Bordados e Preparação e Acabamento de Roupas de Cianorte, entidade presidida pela companheira Elizabete Alves De Matos

1º de Maio – Dia Internacional do TrabalhadorUnidade, Consciência e Luta por um Brasil mais JustoO 1º de Maio é mais do ...
01/05/2026

1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador
Unidade, Consciência e Luta por um Brasil mais Justo

O 1º de Maio é mais do que uma data simbólica: é a expressão viva da história de luta, resistência e conquistas da classe trabalhadora. É o dia de reconhecer que tudo o que move o Brasil nasce da força de homens e mulheres que, com dignidade, constroem diariamente a riqueza do país.

Ao longo das décadas, direitos fundamentais foram conquistados com organização e mobilização coletiva. No entanto, os desafios seguem — e, em muitos casos, se intensificam. A atual conjuntura política brasileira evidencia um Congresso Nacional que, em sua maioria, tem se posicionado ao lado dos interesses do capital, frequentemente aprovando medidas que fragilizam direitos, ampliam a precarização do trabalho e dificultam o acesso à proteção social.

Diante desse cenário, a classe trabalhadora brasileira, organizada em suas centrais sindicais e movimentos sociais, vem construindo uma agenda estratégica para o futuro. As diretrizes debatidas na Conferência da Classe Trabalhadora (2026–2030) reforçam a necessidade de um novo projeto nacional de desenvolvimento, que tenha como pilares a valorização do trabalho, a redução das desigualdades e o fortalecimento da democracia.

Entre os principais eixos dessa pauta, destacam-se:

• Valorização do trabalho e emprego digno, com políticas de geração de empregos de qualidade, combate à informalidade e garantia de direitos;

• Redução da Jornada de Trabalho, com o fim da escala 6x1;

• Reforma tributária justa, que alivie a carga sobre os trabalhadores e aumente a contribuição dos mais ricos;

• Fortalecimento da negociação coletiva e da organização sindical, como instrumentos essenciais de equilíbrio nas relações de trabalho;

• Ampliação da proteção social, garantindo previdência pública, saúde e assistência acessíveis e de qualidade;

• Investimento em educação, qualificação profissional e desenvolvimento sustentável, preparando o país para os desafios do futuro;

• Defesa da democracia e dos direitos sociais, assegurando a participação popular nas decisões que impactam a vida da maioria.

Essa agenda deixa claro: o Brasil que queremos não pode ser construído sem os trabalhadores — e muito menos contra eles.

Por isso, neste 1º de Maio, além da homenagem, fazemos um chamado à reflexão e à ação. É fundamental fortalecer a consciência de classe e compreender que as decisões políticas moldam diretamente a realidade do trabalho e da vida. O voto é uma ferramenta decisiva. Ele deve ser exercido com responsabilidade, escolhendo representantes comprometidos com os interesses do povo trabalhador, e não com aqueles que lucram à custa da exploração.

A NCST/PR – Nova Central Sindical de Trabalhadores reafirma seu compromisso histórico com a defesa dos direitos, da justiça social e da dignidade humana. Seguiremos firmes na luta, construindo unidade, fortalecendo a organização sindical e defendendo um Brasil mais justo, democrático e soberano.

Neste 1º de Maio, celebramos nossa história — e renovamos nosso compromisso com o futuro.

Viva a classe trabalhadora!
Viva a unidade e a luta por direitos!

Denílson Pestana da Costa
Presidente da NCST/PR

A delegação da NCST do Paraná marcou presença de forma expressiva na Conclat 2026, realizada nesta quarta-feira (15), em...
15/04/2026

A delegação da NCST do Paraná marcou presença de forma expressiva na Conclat 2026, realizada nesta quarta-feira (15), em Brasília. Com mais de 120 dirigentes sindicais, o grupo levou ao encontro a força da organização estadual e reforçou o compromisso com a construção de uma agenda unificada em defesa dos trabalhadores brasileiros.

Representando diversas categorias profissionais, os dirigentes da NCST/PR participaram ativamente dos debates que consolidaram a nova Pauta da Classe Trabalhadora para o período de 2026 a 2030. A conferência, que reuniu as principais centrais sindicais do país, teve como foco central a articulação de propostas que dialoguem com os desafios contemporâneos do mundo do trabalho e com o atual cenário político nacional.

A participação paranaense foi marcada pela defesa de temas estratégicos, como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o fim da escala 6×1 e a regulamentação do trabalho por plataformas digitais. Além disso, os dirigentes destacaram a importância do fortalecimento das entidades sindicais e do combate à precarização das relações de trabalho, especialmente diante do avanço da pejotização.

Para o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, a ampla presença da delegação evidencia o grau de mobilização do sindicalismo paranaense e sua disposição em influenciar os rumos das políticas públicas. “A unidade construída na Conclat é fundamental para garantir que os trabalhadores tenham voz ativa no próximo ciclo político”, destacaram lideranças presentes.

O encontro também serviu como espaço de avaliação do atual momento político sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diferentemente de 2022, quando o movimento sindical atuava em um cenário de enfrentamento, a Conclat 2026 ocorre em um contexto de disputa por avanços dentro de um governo considerado mais aberto ao diálogo com as centrais.

Outro ponto ressaltado pela delegação da NCST/PR foi a necessidade de ampliar políticas de geração de emprego, valorização do salário mínimo e fortalecimento da negociação coletiva. Os dirigentes também defenderam investimentos em desenvolvimento produtivo, inovação e infraestrutura como pilares para a criação de empregos de qualidade.

Com forte presença e atuação propositiva, a delegação paranaense contribuiu para consolidar uma pauta que busca não apenas responder às demandas imediatas da classe trabalhadora, mas também projetar um novo modelo de desenvolvimento com inclusão social, soberania e trabalho decente.

A Conclat 2026 reafirma, assim, o papel do movimento sindical como protagonista na construção de um projeto nacional voltado à melhoria das condições de vida da população trabalhadora — com a NCST/PR desempenhando um papel de destaque nesse processo.

Centrais sindicais defendem fim da escala 6x1 em audiência pública na Assembleia Legislativa do ParanáDebate reuniu parl...
10/03/2026

Centrais sindicais defendem fim da escala 6x1 em audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná

Debate reuniu parlamentares, dirigentes sindicais, especialistas e movimentos sociais para discutir a redução da jornada e mais qualidade de vida para a classe trabalhadora

Representantes das centrais sindicais, parlamentares, especialistas e movimentos sociais participaram nesta terça-feira (10) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), em Curitiba, para debater o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada semanal. O encontro foi promovido pela bancada de oposição da Casa e reuniu trabalhadores de diversas categorias no plenário do Legislativo estadual.

O objetivo da audiência foi ampliar o debate sobre os impactos da jornada atual na qualidade de vida da população trabalhadora e discutir alternativas que garantam mais tempo para descanso, convívio familiar, estudo e cuidados com a saúde física e mental.

O debate ocorre em um momento em que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho ganha força em todo o país, impulsionada por estudos e mobilizações sociais que apontam a necessidade de equilibrar produtividade econômica e qualidade de vida.

Movimento sindical defende mais tempo de vida para os trabalhadores

Durante a audiência, dirigentes das centrais sindicais reafirmaram que o fim da escala 6x1 representa um avanço civilizatório e uma resposta às condições de trabalho enfrentadas por milhões de brasileiros.

Representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná (NCST/PR), o presidente Denilson Pestana destacou que a atual escala impõe uma rotina exaustiva que retira dos trabalhadores o direito ao descanso, à convivência familiar e ao desenvolvimento pessoal.

Em sua intervenção, o dirigente afirmou que a luta pela redução da jornada faz parte da história das conquistas da classe trabalhadora e comparou a resistência atual às mudanças com argumentos utilizados no passado para justificar modelos de exploração do trabalho.

Segundo ele, assim como ocorreu em outros momentos históricos — quando setores da sociedade afirmavam que o fim da escravidão ou a redução das jornadas quebraria a economia —, hoje também surgem discursos alarmistas para impedir avanços nos direitos trabalhistas.

Para o presidente da NCST/PR, a escala 6x1 representa uma forma contemporânea de exploração que precisa ser superada.

“Não é aceitável que, em pleno século XXI, milhões de trabalhadores vivam apenas para trabalhar e sobreviver. A luta pelo fim da escala 6x1 é uma luta por dignidade e pelo direito ao tempo de viver”, afirmou.

Debate ganha força no Brasil

Parlamentares que participaram da audiência também destacaram que o modelo de seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso gera impactos significativos na saúde física e mental dos trabalhadores, além de dificultar o convívio familiar e o acesso à educação e ao lazer.

Segundo os organizadores, discutir novas formas de organização do trabalho é fundamental para acompanhar as transformações econômicas e sociais, além de garantir melhores condições de vida para quem vive do próprio trabalho.

A audiência contou com a presença de representantes de diversas entidades sindicais, especialistas em direito do trabalho, integrantes do Ministério Público do Trabalho e lideranças de movimentos sociais que atuam na defesa da redução da jornada e da melhoria das condições de trabalho.

Luta histórica da classe trabalhadora

Para as centrais sindicais, a redução da jornada sem redução salarial é uma bandeira histórica do movimento sindical e faz parte da construção de uma sociedade mais justa.

Os dirigentes destacaram que conquistas importantes — como a jornada de oito horas diárias e os limites legais da jornada semanal — foram resultado de décadas de mobilização da classe trabalhadora.

Nesse sentido, o fim da escala 6x1 é apontado como um passo importante para garantir mais saúde, dignidade e qualidade de vida aos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

Dia Internacional das MulheresO 8 de março não nasceu das flores ou das homenagens formais. Nasceu da luta, da resistênc...
08/03/2026

Dia Internacional das Mulheres

O 8 de março não nasceu das flores ou das homenagens formais. Nasceu da luta, da resistência e da coragem das mulheres trabalhadoras. Ele tem origem nas lutas sociais e trabalhistas travadas por mulheres ao longo da história, que enfrentaram séculos de exploração, violência e perseguição.

Durante muitos períodos da história, mulheres que questionavam a ordem estabelecida foram silenciadas e perseguidas. Na Europa medieval e moderna, milhares foram acusadas de bruxaria, torturadas e queimadas em fogueiras — uma forma brutal de controle social sobre mulheres que ousavam desafiar as estruturas de poder de seu tempo.

Já no mundo do trabalho, especialmente com o avanço da industrialização, mulheres passaram a enfrentar jornadas exaustivas, baixos salários e condições degradantes nas fábricas. Foi nesse contexto que surgiram grandes mobilizações femininas por direitos, igualdade e dignidade.

A proposta de criar um dia internacional de luta das mulheres foi apresentada em 1910 pela militante socialista alemã Clara Zetkin, durante a Conferência Internacional de Mulheres Trabalhadoras.

Durante esse período, um episódio trágico também marcou a história da luta das mulheres trabalhadoras. Em 1911, um incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist Factory, em Nova York, causou a morte de 146 trabalhadores, a maioria jovens mulheres imigrantes que trabalhavam na confecção de roupas em condições precárias. Muitas não conseguiram escapar porque as portas da fábrica estavam trancadas pelos proprietários, uma prática comum para impedir pausas ou organização sindical. A tragédia gerou forte comoção pública e impulsionou importantes mudanças na legislação trabalhista e nas normas de segurança no trabalho nos Estados Unidos, tornando-se um símbolo da necessidade de proteção aos trabalhadores e da luta por direitos no mundo do trabalho.

Alguns anos depois, em 8 de março de 1917, operárias têxteis de Petrogrado, na Rússia, saíram às ruas em greve contra a fome, a guerra e a exploração. O movimento ganhou força, mobilizou milhares de trabalhadores e acabou se tornando o estopim da Revolução Russa.

A coragem dessas mulheres marcou definitivamente a história do movimento operário e consolidou o 8 de março como símbolo internacional da luta das mulheres trabalhadoras.
Mais de um século depois, muitas conquistas foram alcançadas, mas ainda persistem desafios como a desigualdade salarial, a violência contra a mulher, o assédio e a sub-representação feminina nos espaços de poder.

No movimento sindical, as mulheres seguem avançando e ocupando espaços de liderança. Um exemplo importante é o fato de que hoje a presidência nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) é exercida pela companheira Sônia Zerino, operária têxtil e a primeira mulher a dirigir uma Central Sindical em nível nacional.

Neste 8 de março, a NCST/PR – Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná reafirma seu compromisso com a igualdade, a valorização do trabalho feminino e o fortalecimento da participação das mulheres no movimento sindical e na sociedade.

Mais do que homenagens, o 8 de março é um dia de memória, consciência e luta.
Porque a luta das mulheres não é apenas uma pauta feminina.
É uma luta de toda a classe trabalhadora.
E quando as mulheres avançam, avança a democracia, avança a justiça social e avança o Brasil.

Denílson Pestana da Costa
Presidente da NCST/PR

NCST/PR no Centro das Decisões: A Força do Paraná na II Conferência Nacional do TrabalhoSÃO PAULO – Entre os dias 3 e 5 ...
05/03/2026

NCST/PR no Centro das Decisões: A Força do Paraná na II Conferência Nacional do Trabalho

SÃO PAULO – Entre os dias 3 e 5 de março de 2026, a capital paulista transformou-se no epicentro dos debates sobre o futuro do emprego no Brasil. No Distrito Anhembi, a II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT) reuniu mais de 3 mil delegados para consolidar propostas que definirão as políticas públicas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para os próximos anos.

Representando com vigor os interesses da classe trabalhadora paranaense, a delegação da NCST/PR (Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná) marcou presença estratégica com a participação do presidente Denilson Pestana da Costa, acompanhado por Elizabete Alves de Matos (Sindcost) e Rogério Pereira da Silva (Sinttrol).

Unidade e Protagonismo Paranaense

A presença da NCST/PR em São Paulo é o resultado de um longo processo de mobilização iniciado nas etapas estaduais em 2025. O presidente Denilson Pestana tem sido uma voz firme na defesa da transição justa e da gestão paritária dos recursos do Sistema S, pautas fundamentais para que o investimento em qualificação profissional chegue diretamente aos trabalhadores.

"A Conferência é um espaço estratégico de construção coletiva. É aqui que transformamos as demandas do chão de fábrica em diretrizes reais para o governo", destacou Denilson durante as atividades em São Paulo.

A participação de lideranças como Elizabete Alves de Matos e Rogério Pereira da Silva reforça a diversidade da base paranaense, levando para a mesa de negociações as realidades específicas do comércio e do setor de transportes do estado.

Temas Centrais e o Papel do Diálogo Tripartite

O evento, que contou com a abertura oficial do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, focou em eixos cruciais para o novo mercado de trabalho:

- Transformação Digital e Tecnológica: Como proteger o trabalhador diante da inteligência artificial e das plataformas digitais.

- Redução da Jornada e Fim da Escala 6x1: Debate intenso sobre a melhoria da qualidade de vida e a saúde mental da categoria.

- Trabalho Decente e Transição Ecológica: A criação de "empregos verdes" e a requalificação para uma economia de baixo carbono.

A metodologia tripartite — que coloca na mesma mesa representantes do Governo, Empregadores e Trabalhadores — foi o grande trunfo do evento. Das quase 400 propostas analisadas, dezenas foram aprovadas por consenso, servindo de base para novas legislações e acordos coletivos.

Por que a participação do trabalhador é vital?

A II CNT não é apenas um fórum de debates; é onde se decide o destino da segurança jurídica, dos salários e da proteção social. Quando líderes da NCST/PR ocupam esses espaços, eles garantem que:

1. A voz do Paraná seja ouvida: As particularidades econômicas do nosso estado precisam de políticas sob medida.

2. Direitos não sejam flexibilizados: A vigilância constante contra a precarização do trabalho.

3. Haja Democracia Sindical: O fortalecimento da negociação coletiva como ferramenta superior a decisões judiciais isoladas.

O encerramento da conferência nesta quinta-feira (5) deixa um legado de esperança e uma agenda clara: o desenvolvimento do Brasil só será pleno se caminhar de mãos dadas com a valorização de quem produz a riqueza do país.

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) reafirmou seu papel protagonista na defesa dos di...
27/02/2026

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) reafirmou seu papel protagonista na defesa dos direitos da classe trabalhadora ao participar, nesta quinta-feira (26/02), da 291ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho (CMERT). A entidade foi representada pelo companheiro Ermínio Ferreira Sant’ana, que levou a voz da Central para o debate de pautas decisivas para o cenário laboral de Curitiba.

O encontro, realizado de forma presencial na sede do Departamento de Empregabilidade e Trabalho da SMDEI, concentrou-se em temas estruturantes para a gestão das políticas de emprego na capital.

Pautas em Destaque

Durante a reunião, os conselheiros deliberaram sobre pontos fundamentais para a organização do setor, incluindo:

Consolidação Normativa: Aprovação da ata anterior e a apreciação do Regimento Interno Finalizado, passo essencial para dar segurança jurídica e fluidez aos trabalhos do conselho.

Gestão de Recursos: Alinhamento de ações para a regulamentação das Emendas Parlamentares vinculadas ao Fundo Municipal do Trabalho (FMT).

Fortalecimento Institucional: Discussão sobre os instrumentos de inscrição das Organizações da Sociedade Civil (OSC) no CMERT, garantindo que a participação social seja organizada e efetiva.

A Voz do Trabalhador

Para a NCST/PR, a presença de Ermínio Ferreira Sant’ana no conselho é estratégica. “Nossa participação garante que os recursos do Fundo Municipal do Trabalho sejam aplicados de forma transparente e que as políticas de empregabilidade realmente alcancem quem mais precisa, respeitando os direitos e a dignidade do trabalhador”, destacou a assessoria da entidade.

A atuação no CMERT permite que a Nova Central monitore de perto as ações da administração pública, propondo melhorias e assegurando que as relações de trabalho no município evoluam em sintonia com os interesses da categoria.

Endereço

Rua Francisco Torres, 427/Centro
Curitiba, PR
80060130

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