Salve Seus Dados PR

Salve Seus Dados PR Em defesa da soberania e dos dados do cidadão

24/08/2026

A luta contra a privatização da Celepar também esteve presente no 1º Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Processamento de Dados, realizado nos dias 22 e 23 de agosto, em Fortaleza (CE).

Representando o Comitê de Trabalhadores contra a Privatização da Celepar, o dirigente sindical Jonsue Trapp Martins apresentou a experiência dos trabalhadores paranaenses e relatou os impactos de um processo que vem sendo enfrentado desde 2024.

Em sua fala, Jonsue chamou atenção para o avanço da terceirização dentro da Celepar, a retirada de direitos e mudanças nas condições de trabalho, além da pressão provocada pela ameaça permanente de privatização.

Também destacou uma preocupação que ultrapassa as relações trabalhistas: o futuro dos sistemas e dados da Segurança Pública do Paraná. Jonsue defendeu uma auditoria capaz de identificar com precisão quais sistemas estão sendo ou poderão ser transferidos e em quais condições.

A experiência da Celepar foi levada ao encontro também como um alerta nacional: o que acontece no Paraná pode servir de precedente para outras empresas públicas de tecnologia do país.

A defesa da Celepar é também a defesa do conhecimento técnico acumulado, dos trabalhadores, dos serviços públicos e da soberania sobre os dados do Estado.

▶️ Confira no vídeo a participação de Jonsue Trapp Martins no encontro.

A privatização da Celepar ganhou destaque no Estadão nesta sexta-feira (21).A Coluna do Estadão noticia que o Ministério...
21/08/2026

A privatização da Celepar ganhou destaque no Estadão nesta sexta-feira (21).

A Coluna do Estadão noticia que o Ministério Público do Paraná abriu inquérito para apurar o processo de privatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar).

A investigação acrescenta mais um capítulo aos questionamentos que cercam a desestatização da empresa pública de tecnologia do Paraná, responsável por sistemas e pelo processamento de informações utilizadas pela administração estadual.

A abertura do inquérito pelo Ministério Público ocorre enquanto o processo de privatização também é objeto de análises e questionamentos em outras instâncias de controle e no Judiciário.

Acompanhe a matéria completa no Estadão:

https://www.estadao.com.br/politica/coluna-do-estadao/ministerio-publico-abre-inquerito-sobre-privatizacao-no-parana/

Nos dias 22 e 23 de agosto, acontece em Fortaleza (CE) o 1º Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Proce...
21/08/2026

Nos dias 22 e 23 de agosto, acontece em Fortaleza (CE) o 1º Encontro Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Processamento de Dados, promovido pela FENADADOS. O encontro reúne trabalhadores de diferentes regiões do país para discutir os desafios do setor, trocar experiências e fortalecer a organização nacional da categoria.

Representando a Comissão de Trabalhadores contra a Privatização da Celepar, Jonsué Trapp Martins estará presente no encontro, levando para o debate nacional a experiência da luta em defesa da Celepar pública, da soberania digital e da proteção dos dados dos paranaenses.

É a luta dos trabalhadores da Celepar ganhando espaço e fortalecendo alianças em todo o Brasil. Participar também é lutar. Juntos somos mais fortes!

18/08/2026

Sandro Alex afirmou que, mesmo com a privatização da Celepar, considera necessário manter “um data center soberano dentro do território” para garantir a proteção dos dados.

Pois temos uma revelação para o candidato: essa estrutura já existe. E está na Celepar. 🎉🥳

O Data Center Corporativo do Governo do Paraná possui certificação internacional Tier III do Uptime Institute, tanto de projeto quanto da instalação construída. A estrutura conta com sala-cofre, alta disponibilidade, redundância e ambiente preparado para o processamento e armazenamento de informações do Estado.

Ou seja: quando Sandro Alex defende soberania sobre a infraestrutura e os dados públicos, ele está descrevendo justamente uma capacidade estratégica que o Paraná já construiu dentro da Celepar.

O Paraná não precisa abrir mão da Celepar para buscar soberania tecnológica. Precisa reconhecer, preservar e fortalecer a infraestrutura pública e o conhecimento técnico que já possui.

F**a o convite ao candidato: antes de defender a privatização, venha conhecer a Celepar e o patrimônio tecnológico que o Paraná já possui.

18/08/2026

“A privatização não podia continuar da forma que estava.”

Em entrevista à CBN Curitiba, o presidente do TCE-PR, Ivens Linhares, falou sobre a paralisação do processo de privatização da Celepar e explicou que a operação precisou ser interrompida diante das fragilidades identificadas pelo Tribunal.

A decisão reforça algo que denunciamos desde o início: uma empresa estratégica, responsável por dados sensíveis e milhares de serviços públicos, não pode ser privatizada sem planejamento, segurança e garantias concretas para a proteção das informações dos paranaenses.

Enquanto o governo tenta acelerar a venda, o controle externo exige respostas. A Celepar não pode ser entregue às pressas e de qualquer maneira.

14/08/2026

Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior escolhem caminhos opostos quando o assunto é tecnologia pública.

São Paulo mantém a empresa de TI do Estado, a Prodesp, pública. No Paraná, Ratinho Junior quer privatizar a Celepar.

A diferença chama atenção porque o governo Tarcísio tem uma ampla agenda de privatizações. Mesmo assim, decidiu preservar sua empresa pública de tecnologia.

O motivo é explicado pelo próprio presidente da Prodesp, Gileno Barreto. Liberal e defensor do Estado mínimo, ele alerta que sistemas públicos construídos e integrados durante décadas podem gerar dependência tecnológica (lock-in) quando transferidos para ecossistemas privados — e até criar “monopólios privados”.

E vai além: diante do avanço da Inteligência Artificial, considera que a Prodesp deverá se tornar cada vez mais relevante para o Estado.

Enquanto São Paulo preserva sua capacidade tecnológica pública, o governo do Paraná quer seguir na direção contrária.

Se até um governo amplamente favorável às privatizações considera estratégico manter pública sua empresa de tecnologia, por que Ratinho Junior quer vender a Celepar?

Ratinho Junior diz que é preciso privatizar a Celepar porque até para comprar um microfone a estatal precisa fazer licit...
13/08/2026

Ratinho Junior diz que é preciso privatizar a Celepar porque até para comprar um microfone a estatal precisa fazer licitação.

Mas há uma contradição que precisa ser explicada.
O governo usou a própria Celepar para intermediar uma parceria com o Google estruturada sem licitação, sob a justificativa de “oportunidade de negócio”, com projeção de R$ 670 milhões em três anos. O modelo passou a ser alvo de questionamentos e fiscalização dos órgãos de controle.

De um lado, o governador apresenta a licitação para a compra de um simples microfone como exemplo da burocracia que justificaria vender a Celepar. Do outro, temos um negócio de centenas de milhões de reais estruturado sem licitação.

É esse o modelo que o governador pretende para a Celepar? Menos licitação, menos controle e mais liberdade para realizar grandes contratações sem concorrência?

Licitação não existe para atrapalhar empresa pública. Existe para proteger o dinheiro público, garantir concorrência, transparência e fiscalização.

Se esses mecanismos são apresentados como um problema para justificar a privatização da Celepar, vale perguntar quem realmente ganha quando os controles deixam de existir.

No dia 7 de agosto, durante o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, a jornalista Manuela Niclevicz afirmou que a privatiza...
11/08/2026

No dia 7 de agosto, durante o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, a jornalista Manuela Niclevicz afirmou que a privatização da Celepar “já foi bastante discutida”. Mas basta olhar para a história do processo para perceber que o Governo do Paraná nunca fez questão de promovê-la.

A proposta de privatização da Celepar avançou em regime de urgência e, enquanto o Governo tratava a privatização como caminho praticamente definido, foram os trabalhadores, sindicatos, parlamentares e setores da sociedade que se mobilizaram para questionar a venda da empresa e ampliar o debate.

A própria imprensa local demorou a dar ao tema a atenção proporcional à importância da decisão. Alguns veículos independentes fizeram essa cobertura, mas a privatização da empresa responsável por parte da infraestrutura tecnológica do Estado esteve longe de ocupar o espaço que poderia se esperar na mídia local.

Depois, vieram os questionamentos do Tribunal de Contas, Ministério Público e Supremo Tribunal Federal.

Por isso, dizer simplesmente que o tema foi “bastante discutido” deixa de fora uma parte fundamental da história: quem lutou para que ele fosse discutido.

A privatização da Celepar não chegou até aqui porque o Governo quis debater. Chegou porque houve resistência e APESAR do Governo.

10/08/2026

No debate entre os candidatos ao Governo do Paraná, Sandro Alex falou sobre investimentos em supercomputadores para as universidades públicas.

Ao responder, Requião Filho apontou uma contradição: enquanto o governo anuncia investimentos em tecnologia pública, também defende a privatização da Celepar.
E fez um questionamento direto: Eles vão querer entregar pro Google também as universidades públicas do Paraná?

10/08/2026

No primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Paraná neste domingo (09), Requião Filho citou uma série de processos licitatórios que levantaram suspeitas de direcionamento, mencionando casos como Lotopar, Olho Vivo, Copel e Celepar — e lembrou que não por acaso, processos desse tipo acabam sendo questionados ou interrompidos no Tribunal de Contas.

A pergunta de Requião Filho é também uma pergunta que todo paranaense quer ver respondida: o que está levando tantos processos licitatórios do atual governo a serem questionados ou interrompidos pelos órgãos de controle?

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