13/05/2026
O ERRO DE CENTAVOS QUE DESTRÓI UMA MÁQUINA DE DEZENAS DE MILHARES DE REAIS.
Dá o play nesse vídeo e veja a diferença de uma brasagem feita do jeito que a engenharia manda.
Muito instalador diz que sabe que precisa usar nitrogênio passante na hora da solda, mas na prática, a preguiça de carregar o cilindro fala mais alto. E o resultado disso é catastrófico para a instalação.
Quando você aquece a tubulação de cobre com o maçarico sem expulsar o oxigênio de lá de dentro, você cria uma reação química que gera o óxido cúprico, aquela crosta preta de fuligem. O problema é que o óleo do compressor do sistema VRF, o POE, tem um poder detergente absurdo.
Assim que a máquina entra em operação, esse óleo lava o tubo por dentro, arranca toda essa fuligem e leva o lixo direto para o coração do sistema. A consequência? Filtro entupido, válvula de expansão eletrônica travada e compressor morto por falta de lubrificação ou calço. E o pior: o técnico amador ainda tem a coragem de dizer para o cliente que a máquina veio com defeito de fábrica.
O mercado de alto padrão e os clientes de luxo não toleram achismo. Trabalhar com VRF exige método, ciência e responsabilidade.
Se você quer parar de cometer erros básicos, perder o medo da máquina e dominar a tecnologia inverter para assumir os grandes contratos da sua cidade, o seu lugar é com a gente.
Nos dias 29 e 30 de maio, a Turnê VRF desembarca em Campinas para dois dias de imersão presencial profunda e puro campo de batalha. A nossa sala tem limite rigoroso de alunos e as últimas vagas já estão rodando.
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