Bienal de Curitiba

Bienal de Curitiba A Bienal de Curitiba é o maior evento de arte contemporânea da América do Sul e acontece desde 1993.

Cada edição contempla um tema específico e reúne centenas de artistas em mais de cem espaços pela cidade. Acompanhe a Bienal de Curitiba também em nossas redes sociais para ficar por dentro de novidades:
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18 de maio | Dia Internacional dos MuseusNeste Dia Internacional dos Museus, a Bienal de Curitiba celebra alguns dos mus...
18/05/2026

18 de maio | Dia Internacional dos Museus

Neste Dia Internacional dos Museus, a Bienal de Curitiba celebra alguns dos museus de Curitiba que receberão exposições e ativações da 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES.

A 16ª Bienal Internacional de Curitiba – LIMIARES tem abertura em junho de 2026. As exposições acontecem de 14 de junho a 15 de novembro, em museus, centros culturais e espaços urbanos de Curitiba e do Paraná, além de ativações internacionais.

Leia o statement curatorial completo e inscreva-se na newsletter pelo link na bio.


(Museu Municipal de Arte de Curitiba e Memorial de Curitiba)




www.16bienaldecuritiba.org

Faz frio em Curitiba!Daniel Castellano (  ) constrói um olhar singular sobre a cidade ao registrar o cotidiano urbano po...
15/05/2026

Faz frio em Curitiba!

Daniel Castellano ( ) constrói um olhar singular sobre a cidade ao registrar o cotidiano urbano por meio de composições geométricas, atmosferas silenciosas e paisagens marcadas pela neblina, pela arquitetura e pelas baixas temperaturas típicas da capital paranaense.

Com trajetória iniciada no fotojornalismo em 2001, no jornal Gazeta do Povo, Castellano desenvolveu uma produção que transita entre o documental e o poético, revelando uma Curitiba ao mesmo tempo monumental e intimista. Seu trabalho captura cenas efêmeras da cidade, ruas vazias, geadas, sombras e encontros entre luz e concreto, imagens de forte apelo visual e afetivo.

Daniel Castellano participou da 10ª edição da Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, na exposição “Iluminações: Encontrando a Beleza das Coisas Esquecidas”, sob curadoria de Royce W. Smith e Dannys Montes de Oca.

(Click on “see translation” for the full text)

Daniel Castellano - Série Atemporal.

14/05/2026

Spoiler de “LIMIARES” | 16ª Bienal Internacional de Curitiba

Produção inédita de Luiz Mauro (), que integra a Bienal sob curadoria de Tereza de Arruda ().

Luiz Mauro é artista e professor de desenho e pintura na Escola de Artes Visuais de Goiás. Autodidata, iniciou sua trajetória ainda jovem e desenvolve, há mais de três décadas, trabalhos em desenho, pintura e objetos ligados à memória afetiva e cultural, à história da arte e às relações entre o pictórico e o fotográfico.

Vídeo de

  | Vik Muniz (  )A obra de Vik Muniz articula fotografia, desenho e instalação em investigações sobre percepção, memóri...
13/05/2026

| Vik Muniz ( )

A obra de Vik Muniz articula fotografia, desenho e instalação em investigações sobre percepção, memória e representação. Utilizando materiais não convencionais como açúcar, chocolate, lixo, terra e sucata, o artista recria imagens icônicas da história da arte e da cultura visual contemporânea, tensionando os limites entre matéria, imagem e significado.

Ao transformar materiais cotidianos em composições sofisticadas, Muniz propõe um exercício de olhar que exige do espectador uma aproximação gradual: reconhecer a imagem, compreender sua construção e, então, refletir sobre os sentidos produzidos por ela. Sua prática combina refinamento conceitual e forte apelo popular, aproximando arte e experiência cotidiana.

Além de sua produção artística, Vik Muniz também desenvolve projetos sociais que utilizam a arte como ferramenta de transformação e visibilidade para comunidades marginalizadas. Entre eles, destaca-se o projeto realizado com catadores do aterro sanitário de Jardim Gramacho, registrado no documentário Lixo Extraordinário, indicado ao Oscar e premiado em festivais internacionais.

Vik Muniz participou da 14ª edição da Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, realizada em 2019 sob o tema “Fronteiras em Aberto”, com curadoria de Adolfo Montejo Navas e Tereza de Arruda ( ).

【ENGLISH】
“Art is a space for dialogue outside ourselves.”
— Vik Muniz (Interview for CNN, 2021)
(Click on “see translation” for the full text)

Vik Muniz - Hands (from the Pictures of Soil Series), 1997.

Foto: Divulgação / Marco Anelli

09/05/2026

Está chegando | Curitiba Art Week

Durante uma semana, Curitiba se transforma em um grande circuito de arte, conectando galerias, museus, instituições culturais, artistas, colecionadores e o público em uma programação especial pela cidade.

Siga .
Programação completa em breve.

  | Brent Wadden (  )A obra de Brent Wadden articula pintura, têxtil e design. Por meio de tecidos produzidos manualment...
07/05/2026

| Brent Wadden ( )

A obra de Brent Wadden articula pintura, têxtil e design. Por meio de tecidos produzidos manualmente e posteriormente montados sobre tela, o artista desloca técnicas tradicionais de tecelagem para o campo da pintura, questionando hierarquias históricas entre diferentes disciplinas.

Seu trabalho se constrói a partir da repetição e do acúmulo, padrões geométricos e campos cromáticos revelam variações, falhas e desvios sutis. Ao enfatizar os “erros” e irregularidades do processo manual, Wadden evidencia o tempo, o gesto e a materialidade como elementos centrais de sua linguagem, criando composições que oscilam entre precisão formal e espontaneidade.

Brent Wadden participou da 12ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, “Antípodas. Diverso e Reverso”, na exposição “Song for My Hands”, sob curadoria de Marta Mestre ( ).

【ENGLISH】
“I’m interested in the ways that weavings are viewed as craft objects rather than fine art. In my practice, I want to unite traditions of painting, design, craft, and folk art to collapse those kinds of hierarchies among mediums or disciplines.”
— Brent Wadden (Interview for Pace Gallery, 2023)

(Click on “see translation” for the full text)

Brent Wadden - Untitled.
Fotos: Annik Wetter, courtesy Pace Gallery

05/05/2026

Envie cartas para a artista Chiharu Shiota e participe de uma instalação no Museu Oscar Niemeyer, na 16ª Bienal Internacional de Curitiba.

Crie um autorretrato em forma de carta. Pode ser um desenho, texto, colagem ou qualquer outra expressão criativa. Seu trabalho deve refletir algo do seu mundo interior: pensamentos, emoções, memórias ou qualquer outra experiência subjetiva. O único requisito é que seja feito à mão. Fotografias isoladas não serão aceitas.

Envie seu trabalho até 20 de maio
Formato: A4 - papel branco

Chiharu Shiota
R. Mal. Hermes, 999 - Centro Cívico, Curitiba - PR, 80530-230
Ou digitalizado por e-mail para: [email protected]

“Chiharu Shiota: O Espaço Entre Nós”, com curadoria de Tereza de Arruda, é parte da programação da 16ª Bienal de Curitiba – LIMIARES, de 14 de junho a 15 de novembro de 2026.



Images | Imagens:
Home Less Home, 2025 - ICA Watershed, Boston (Photo: Timothy Schenck)
Collecting Feelings, 2024 - Musée du Pavillon de Vendôme; Musée des Tapisseries and Chapelle de la Visitation, Aix-en-Provence (Photo: Philippe Biolatto, Ville d’Aix-en-Provence)
Letters of Love, 2022 - MOCA Jacksonville, Florida (Photo: Doug Eng)
©️ AUTVIS, Sao Paulo, 2026 and Chiharu Shiota

  | Janete Anderman (  )A obra de Janete Anderman articula pintura, instalação e processos experimentais em uma investig...
04/05/2026

| Janete Anderman ( )

A obra de Janete Anderman articula pintura, instalação e processos experimentais em uma investigação que atravessa paisagem, memória e estados internos. Sua prática é marcada por uma escuta sensível do mundo, construída a partir de deslocamentos e imersões em diferentes territórios, como a Amazônia acreana e a Ilha de Superagui.

Com uma pesquisa que dialoga com a fenomenologia e a psicologia, Anderman busca cartografar relações entre o corpo, a psique e o ambiente, criando trabalhos que refletem transformações contínuas entre o interno e o externo. Sua produção se desenvolve como um campo de experimentação, com processos abertos e intuitivos.

Janete Anderman participou da 12ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba, por meio do 3º Circuito Universitário da Bienal ( .bienal ), na exposição “Pendências”, sob curadoria de Nicole Lima ( ).

【ENGLISH】
“In painting, you spend hours in front of a blank canvas. Even if you have an idea of what you intend to do, you don’t know what the final process will be like. I place myself very much in this space of experimenting with materials and the ideas that come to me from them.”
— Janete Anderman (in an interview for Mulheres Arquivadas — , 2025)

(Click on “see translation” for the full text)

Janete Anderman - Psicomagia, 2015.
Janete Anderman - Botos, 2025.
Janete Anderman - A dama do abismo, 2024.
Janete Anderman - Ar**ha, 2020.

Calendário de Festas Laborais (2016), de Juan Luis Moraza.“Trata-se de uma obra sobre um tema candente, mas que passa ma...
01/05/2026

Calendário de Festas Laborais (2016), de Juan Luis Moraza.

“Trata-se de uma obra sobre um tema candente, mas que passa mais despercebido do que parece: o mundo do trabalho como paradigma abissal de nossa época. Nele se depositam muitas coisas; ficam atreladas numerosas associações e conotações. Ainda mais a noção de ‘trabalho absoluto’, explorada por Juan Luis Moraza como invasão de qualquer aspecto de nossa existência.” — escreve o curador Adolfo Montejo Navas.

A obra aborda o mundo do trabalho como eixo estruturante da contemporaneidade, destacando a noção de “trabalho absoluto” como um processo que atravessa e incorpora todas as dimensões da vida.

Foi exibida na 14ª Bienal Internacional de Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer, em 2019.

  | Mónica Millán ()A obra de Mónica Millán articula arte, espiritualidade e natureza por meio de uma prática que integr...
30/04/2026

| Mónica Millán ()

A obra de Mónica Millán articula arte, espiritualidade e natureza por meio de uma prática que integra pintura, desenho, têxtil, som e instalação. Monja budista zen, a artista incorpora meditação, respiração, caminhada e rituais cotidianos como parte essencial de seu processo criativo, transformando sua produção em um campo de experiência sensível e contemplativa.

Seus trabalhos partem de uma escuta atenta do mundo natural e de uma relação profunda com o tempo lento, evidenciada na coleta de materiais orgânicos e na colaboração com comunidades de artesãs, como as tecelãs de Ao Po’i, no Paraguai. Ao combinar tecidos, bordados, desenhos e registros sonoros, Millán cria microcosmos que evocam paisagens e memórias em que o gesto artístico se aproxima de um exercício de atenção e presença.

Mónica Millán participou da 6ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba (2011), “Além da Crise”, sob curadoria de Alfons Hug e Ticio Escobar.

【ENGLISH】

“– Even when I include birds, they are always abstract. My mind thinks in an abstract way […] That’s why, when I move into textiles, this geometry takes on a certain grace — everything begins to move.”
— Mónica Millán (Interview with Clarín, 2024)

(Click on “see translation” for the full text)

Mónica Millán - Picnic a orillas del río Paraná, 2007–2015.
Mónica Millán - Mónica Millán - El viaje por el Río, 1996–1997.
Mónica Millán - ¿Oíste los pájaros que cantaban por el corazón de la lluvia?, 2023.
Mónica Millán - Picnic a orillas en UMBRALES. Foto: Guido Limardo

  | Gonzalo Lebrija ()A obra de Gonzalo Lebrija investiga o tempo como matéria e experiência, buscando capturar instante...
29/04/2026

| Gonzalo Lebrija ()

A obra de Gonzalo Lebrija investiga o tempo como matéria e experiência, buscando capturar instantes de suspensão que interrompem o fluxo do cotidiano. Por meio de fotografia, vídeo, escultura e instalação, o artista transforma ações efêmeras em imagens contemplativas.

Seus trabalhos frequentemente exploram momentos de pausa, gestos interrompidos ou trajetórias suspensas, propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo e sua dimensão subjetiva, tecendo narrativas que evocam destino, acaso e a impossibilidade de fixar o instante, ainda que seja justamente isso que sua obra tenta realizar.

Gonzalo Lebrija participou da 5ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba (2009), sob curadoria de Ticio Escobar e Leonor Amarante.

【ENGLISH】
“It repeats itself in my works—matter, videos, photographs, interventions, sculptures—all speak of time when it comes to a halt.” ― Gonzalo Lebrija (Interview for Gentleman, 2024)

(Click on “see translation” for the full text)

Gonzalo Lebrija - Entre la vida y la muerte.
Gonzalo Lebrija - Piales (La suerte de detener el tiempo) II, 2019.
Gonzalo Lebrija - Mariachi Wagner Performance, 2018.

Endereço

Curitiba, PR

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