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Nota de pesarÉ com profunda tristeza que a Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul - ARPINSUL, comunica o falecime...
16/08/2026

Nota de pesar

É com profunda tristeza que a Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul - ARPINSUL, comunica o falecimento de Tiago Karai, Laudiceia Benites Luna Benites, Tadeu Wera Mirim Benites, Cleonice Honorio, Ileo Benites e Genilson Karay Mirim.

A partida precoce e inesperada de vocês deixa uma dor profunda e um vazio que não podem ser contidos em palavras.

Tiago Karai foi uma importante liderança indígena, cuja trajetória esteve profundamente ligada ao movimento e às lutas dos povos indígenas pela defesa de seus territórios. Sua caminhada, assim como a de cada uma das pessoas que hoje nos deixam, permanece marcada na memória e na história de seu povo.

Neste momento de profunda tristeza e luto, a ARPINSUL se solidariza com o povo Guarani, seus familiares, comunidades e companheiros de luta, desejando força, acolhimento e conforto para atravessar este momento tão doloroso.

Que a memória, a força e a ancestralidade de vocês permaneçam vivas entre nós e continuem inspirando aqueles que seguem na caminhada.

Nossos sentimentos e nossa solidariedade ao povo Guarani.

07/08/2026

CHAMADO À MOBILIZAÇÃO

Parentes e aliados

Entre os dias 7 e 18 de agosto, o STF decidirá questões que podem marcar o futuro dos direitos territoriais dos povos indígenas.

Essa decisão não pode acontecer em silêncio.

Exigimos que esse julgamento seja presencial, transparente e com a participação efetiva dos povos indígenas.

Nada sobre nós, sem nós!

CHAMADO À MOBILIZAÇÃOParentes e aliados Entre os dias 7 e 18 de agosto, o STF decidirá questões que podem marcar o futur...
04/08/2026

CHAMADO À MOBILIZAÇÃO

Parentes e aliados

Entre os dias 7 e 18 de agosto, o STF decidirá questões que podem marcar o futuro dos direitos territoriais dos povos indígenas. Essa decisão não pode acontecer em silêncio.

Exigimos que esse julgamento seja presencial, transparente e com a participação efetiva dos povos indígenas.

Nossos direitos originários não podem ser definidos em um plenário virtual, sem debate público e sem que nossas vozes sejam ouvidas.

É hora de fortalecer a mobilização!

Pressione o STF nas redes sociais.

Compartilhe informações e denuncie os riscos desse julgamento.

Mobilize sua comunidade, sua organização e seus aliados.

Faça ecoar a nossa voz em todos os espaços.

Os territórios indígenas protegem vidas, florestas, águas e o nosso futuro

Defender nossos direitos é defender a Constituição e o direito dos povos originários de existir em seus territórios.

Não aceitaremos retrocessos. Não aceitaremos decisões tomadas sem a nossa participação.

Nada sobre nós, sem nós!

02/08/2026

Parentes da região Sul

Entre os dias 7 e 18 de agosto, o STF volta a julgar temas que podem impactar diretamente a demarcação dos territórios indígenas, as retomadas, o licenciamento ambiental, a mineração e outros direitos fundamentais.

A tese do Marco Temporal já caiu. Mas a luta continua.

Agora, o que está em disputa é como essa decisão será aplicada. E o julgamento está previsto para acontecer em plenário virtual, sem debate público e sem a participação direta dos povos indígenas.

O que está em jogo?
Mais obstáculos para as demarcações.
Criminalização das retomadas.
Permanência de invasores em terras indígenas.
Risco de flexibilização dos direitos territoriais.
Avanço de pautas que ameaçam os territórios e a vida.

Nossos direitos não podem ser decididos em silêncio.

Exigimos um julgamento presencial, transparente e com a participação dos povos indígenas.

Parentes, é hora de mobilizar os territórios, fortalecer nossas redes e pressionar o STF.

Nada sobre nós, sem nós.

TerritórioÉVida APIB MobilizaçãoIndígena ResistênciaIndígena NadaSobreNósSemNós

Parentes da região SulO mês de agosto é decisivo para os povos indígenasEntre os dias 7 e 18 de agosto, o Supremo Tribun...
31/07/2026

Parentes da região Sul
O mês de agosto é decisivo para os povos indígenas

Entre os dias 7 e 18 de agosto, o Supremo Tribunal Federal STF realizará, em plenário virtual, o julgamento dos recursos relacionados ao Marco Temporal, incluindo os embargos do caso Xokleng (Tema 1.031) e as ações sobre a Lei nº 14.701/2023 lei do genocídio indígena.

O que está em discussão pode definir os rumos das demarcações, das retomadas indígenas e da proteção dos territórios tradicionais. Por isso, é inadmissível que um julgamento de tamanha importância aconteça sem o devido espaço para o debate público e para a participação direta dos povos indígenas.

Por isso, chamamos todas as comunidades, lideranças, organizações e apoiadores a se mobilizarem em seus territórios e nas redes sociais para exigir que o STF realize esse julgamento em sessão presencial.

Os povos indígenas precisam ser ouvidos.
Não é possível decidir sobre nossos territórios, nossos direitos e nosso futuro sem a presença daqueles que serão diretamente impactados pela decisão.

É hora de fortalecer a mobilização, pressionar as instituições e defender o direito à participação efetiva dos povos indígenas em um julgamento que poderá marcar a história da luta pela demarcação dos territórios tradicionais.

Nossos direitos não podem ser julgados à distância.

Queremos julgamento presencial, transparência e participação dos povos indígenas.

Mobilize seu território.
Compartilhe esta mensagem.
Nossa presença é um direito.

Sigam Arpinsul e fortaleçam a luta dos povos indígenas da região Sul




Nota Oficial do Conselho de Caciques do Oeste de Santa CatarinaNós, do Conselho de Caciques das comunidades indígenas do...
10/07/2026

Nota Oficial do Conselho de Caciques do Oeste de Santa Catarina

Nós, do Conselho de Caciques das comunidades indígenas do Oeste de Santa Catarina, representantes dos povos Kaingang e Guarani, viemos a público manifestar nosso total repúdio à postura do Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), contra as mulheres indígenas Xokleng.

Durante sua passagem pela Terra Indígena Laklãnõ Xokleng, na tarde da última quarta-feira, dia 8 de julho, o chefe do Executivo estadual proferiu falas de cunho ra***ta, machista e misógino. Conforme registrado em imagens amplamente divulgadas, o governador ingressou no território tradicional para gravar um vídeo institucional sobre a barragem de contenção de cheias referente a um suposto plano de contingência. No entanto, fez isso de forma autoritária: sem diálogo, sem ouvir a comunidade e sem o consentimento das lideranças locais, recusando-se categoricamente a conversar com os presentes.

Ao ser legitimamente questionado pelas mulheres Xokleng, o governador respondeu com extrema grosseria e agressividade, chegando a mandar que elas fossem “à merda”. Uma atitude completamente incompatível com a alta função pública que exerce e profundamente ofensiva à dignidade e à história das mulheres indígenas.

Sabemos que esse episódio não é um fato isolado. O partido político do governador é o mesmo de deputados e senadores que vêm, constantemente, pautando e articulando projetos de lei anti-indígenas no Congresso Nacional, visando à retirada de nossos direitos constitucionais.

Nós, povos indígenas de Santa Catarina, seguiremos firmes na luta por nossos territórios, defendendo nossas memórias, nossas culturas e nossos direitos.

Nossos parentes Xokleng seguirão protegendo não apenas o seu território; mesmo com suas terras e casas alagadas, e permanecendo isolados, eles continuarão protegendo milhares de vidas em todo o Vale do Itajaí. Senhor Governador e população desta região: NÃO ESQUEÇAM DISSO.

Seguimos firmes e unidos.

Albari dos Santos, Terra Indígena Toldo Imbu
Presidente do Conselho de Caciques

Idalino Fernandes, Terra Indígena Toldo Chimbangue
Vice-Presidente do Conselho de Caciques

A Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (ARPINSUL) manifesta seu mais profundo repúdio à conduta do governador d...
09/07/2026

A Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (ARPINSUL) manifesta seu mais profundo repúdio à conduta do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello do PL, que, nesta terça-feira (08), entrou no Território Indígena Laklãnõ/Xokleng, na região da Barragem Norte, em José Boiteux, sem qualquer comunicação prévia ou autorização das lideranças do território. Essa atitude representa uma grave violação ao respeito devido ao território indígena, à autonomia do povo Laklãnõ/Xokleng e aos princípios constitucionais que garantem os direitos dos povos indígenas.

A postura adotada pelo governador Jorginho Mello, não atinge apenas pessoas específicas, mas ofende todo o povo Laklãnõ/Xokleng, principalmente as lideranças mulheres. Além da invasão e das agressões verbais, o governador utilizou o território indígena como cenário para divulgar informações distorcidas em suas redes sociais sobre as obras da Barragem Norte, ignorando os impactos que a estrutura provoca há décadas sobre as comunidades indígenas. O sofrimento causado pelas recorrentes inundações, pelo isolamento das aldeias e pela ausência de políticas públicas efetivas não pode ser apagado por narrativas políticas que desconsideram a realidade vivida pelo povo Laklãnõ/Xokleng.

A ARPINSUL considera inaceitável que um chefe do Poder Executivo estadual trate um território indígena como espaço de propaganda política e desrespeite as autoridades tradicionais do território.

Diante da gravidade dos fatos, a ARPINSUL informa que já está adotando as medidas políticas e jurídicas cabíveis junto às instituições competentes, buscando a responsabilização do governador pelos atos praticados. Também exige uma retratação pública imediata pelos ataques dirigidos às lideranças e ao povo Laklãnõ/Xokleng.

A ARPINSUL reafirma sua solidariedade ao povo Laklãnõ/Xokleng e seguirá firme na defesa dos direitos originários, da dignidade de suas lideranças e da inviolabilidade de seus territórios.

Durante os dias 24 a 26 de junho, em São Paulo, a professora Suelen Kaingang do Território Indígena de Iraí RS, esteve e...
08/07/2026

Durante os dias 24 a 26 de junho, em São Paulo, a professora Suelen Kaingang do Território Indígena de Iraí RS, esteve e representou a Articulação dos Povos Indígenas da região Sul - ARPINSUL no Círculo de Organizações Negras, Indígenas e Quilombolas, um importante encontro promovido pela Iniciativa Equidade para Aprender, organização liderada por Giovani Rocha e Ariane Brito.

O encontro teve como objetivo fortalecer a articulação entre organizações e lideranças comprometidas com a construção de estratégias voltadas à equidade na aprendizagem de estudantes da educação básica. A partir da escuta, do diálogo e da colaboração, foram compartilhadas experiências e propostas para transformar a educação brasileira de forma mais justa, inclusiva e representativa.

A participação da ARPINSUL reafirma o compromisso com a defesa dos direitos dos povos indígenas e com a construção de políticas educacionais que respeitem a diversidade, valorizem os saberes tradicionais e fortaleçam o protagonismo dos povos originários.

Este encontro marcou um passo importante na construção de uma coalizão entre organizações negras, indígenas e quilombolas, unidas pelo compromisso de transformar a educação básica brasileira por meio da equidade, da justiça social e do reconhecimento das diferentes identidades e territórios.

Seguimos fortalecendo alianças, ampliando vozes e construindo, de forma coletiva, uma educação que contemple todos os povos.

Coalizão JustiçaSocial PovosOriginários Quilombolas MovimentoNegro

A ARPINSUL manifesta sua preocupação e discordância em relação à Portaria SESAI/MS nº 425/2026, que limita a atuação dos...
03/06/2026

A ARPINSUL manifesta sua preocupação e discordância em relação à Portaria SESAI/MS nº 425/2026, que limita a atuação dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) nas articulações relacionadas ao abastecimento de água e ao esgotamento sanitário nas comunidades indígenas.

Restringir a atuação dos DSEIs significa enfraquecer a resposta do Estado diante de demandas que impactam diretamente a saúde, a qualidade de vida e a dignidade dos povos indígenas. Em um contexto onde muitas comunidades ainda enfrentam a falta de acesso regular à água potável e ao saneamento básico, qualquer retrocesso coloca vidas em risco.

Defendemos a imediata revogação da Portaria, a suspensão de seus efeitos até a realização de amplo diálogo com os povos indígenas e o fortalecimento das políticas públicas construídas com participação, respeito e consulta livre, prévia e informada.

Nenhuma decisão sobre nossos direitos sem a nossa participação.

ARPINSUL PovosIndígenas SESAI DemarcaçãoJá ConsultaPrévia

Na última segunda-feira (01) na Terra Indígena Rio das Cobras, maior terra indígena do Paraná, a 4ª Jornada da Natureza ...
02/06/2026

Na última segunda-feira (01) na Terra Indígena Rio das Cobras, maior terra indígena do Paraná, a 4ª Jornada da Natureza reuniu povos Kaingang e Guarani, movimentos populares, estudantes e apoiadores em torno de um compromisso comum: defender a vida em todas as suas formas.

Em um tempo marcado pela crise climática, iniciativas como essa mostram que a proteção das florestas, das águas e da biodiversidade passa pelo fortalecimento dos territórios indígenas e dos modos de vida que historicamente cuidam da natureza.

Entre cantos, plantios, trocas de saberes e articulações políticas, a jornada reforçou que os povos indígenas não estão apenas resistindo. Estão apontando caminhos concretos para enfrentar os desafios climáticos e construir um futuro mais justo para todos.

A defesa dos territórios é a defesa do clima. E não haverá solução para a crise ambiental sem ouvir e respeitar aqueles que há gerações mantêm viva a relação de equilíbrio com a terra.

Fotos: | APIB

TerritórioÉVida

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Curitiba, PR

Telefone

+554388092592

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