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"Na interseção da ciência e da natureza, a inovação do tratamento com cannabis floresce, oferecendo um novo horizonte de...
17/08/2023

"Na interseção da ciência e da natureza, a inovação do tratamento com cannabis floresce, oferecendo um novo horizonte de bem-estar."

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⚖️ Os Direitos das Pessoas Autistas no Contexto Brasileiro: Uma Análise das Políticas e DesafiosEste trabalho aborda os ...
12/08/2023

⚖️ Os Direitos das Pessoas Autistas no Contexto Brasileiro: Uma Análise das Políticas e Desafios

Este trabalho aborda os direitos das pessoas autistas no Brasil, examinando as políticas governamentais, os desafios enfrentados e as medidas necessárias para promover uma inclusão efetiva. Para isso, foram revisadas fontes primárias e secundárias, incluindo leis, regulamentações e estudos acadêmicos relevantes.

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A discussão sobre os direitos das pessoas autistas tornou-se cada vez mais relevante nas últimas décadas. No Brasil, a promulgação da Lei Berenice Piana (Lei nº 12.764/2012) foi um marco legal que reconheceu direitos e estabeleceu diretrizes para a inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

1. Marco Legal e Direitos Fundamentais:
A Lei Berenice Piana (Lei nº 12.764/2012) estabelece direitos fundamentais para pessoas autistas no Brasil. Para obter esses direitos, as famílias podem seguir os seguintes passos:

- Acesso à Educação Inclusiva: Os pais ou responsáveis devem buscar a matrícula do estudante autista em escolas regulares. Caso haja resistência por parte da instituição, é importante conhecer a legislação e exigir o cumprimento da lei. O diálogo com a escola e a elaboração de um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) são medidas que podem garantir a adaptação necessária.

- Atendimento Multiprofissional e Tratamentos: O Sistema Único de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento multiprofissional e terapias específicas para autistas. Para acessar esses serviços, é recomendado buscar unidades de saúde que ofereçam esse suporte e seguir as orientações do profissional de saúde.

2. Desafios Educacionais:
Para enfrentar os desafios educacionais e garantir a inclusão de pessoas autistas, é importante considerar:

- Formação de Professores: Pais e professores podem buscar capacitações específicas sobre autismo para compreender melhor as necessidades dos alunos e promover um ambiente inclusivo.

- Plano de Desenvolvimento Individual (PDI): O PDI é um instrumento legal que visa identificar as necessidades individuais do aluno autista e propor estratégias para a sua inclusão. Os pais podem solicitar a elaboração desse plano junto à escola.

3. Acesso a Serviços de Saúde:
Garantir o acesso a serviços de saúde é fundamental para o desenvolvimento de pessoas autistas. Algumas medidas práticas incluem:

- Busca de Atendimento Especializado: Familias podem procurar Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) ou unidades de saúde com profissionais especializados em saúde mental e autismo.

- Inscrição no CADSUS: O Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CADSUS) é essencial para garantir o acesso a consultas, exames e tratamentos pelo SUS.

4. Emprego e Inclusão Social:
Para promover a inclusão de pessoas autistas no mercado de trabalho, é possível seguir os seguintes passos:

- Reserva de Vagas: A Lei de Cotas (Lei nº 8.213/1991) determina a reserva de vagas para pessoas com deficiência, incluindo autistas, em empresas com mais de 100 funcionários. Candidatos devem procurar empresas que cumpram essa lei e se candidatar às vagas.

- Adequação do Ambiente de Trabalho: Empregadores podem adaptar o ambiente de trabalho de acordo com as necessidades do funcionário autista, proporcionando um espaço mais acolhedor e livre de estímulos excessivos.

A obtenção dos direitos das pessoas autistas no Brasil requer conhecimento das leis e regulamentações vigentes, além de uma postura proativa por parte das famílias e da sociedade em geral. A educação, o acesso aos serviços de saúde e a inclusão no mercado de trabalho são pilares essenciais para garantir uma vida plena e igualitária para todos.

Embora o Brasil tenha feito avanços significativos na promoção dos direitos das pessoas autistas, persistem desafios na implementação efetiva e garantia desses direitos. É necessário investir em capacitação, conscientização e recursos para assegurar uma inclusão verdadeira e igualitária.

Referências:
1. Brasil. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
2. Brasil. Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências.
3. Rios, Clarissa. (2019). Autismo no Brasil: Políticas públicas e desafios para uma educação inclusiva. Revista Brasileira de Educação Especial, 25(3), 513-526.
4. Almeida, Carla Aparecida Arena. (2020). A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Revista Direito e Liberdade, 22(2), 287-310.

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O autismo, uma condição complexa que afeta a neurodiversidade das pessoas, é frequentemente caracterizado por desafios n...
10/08/2023

O autismo, uma condição complexa que afeta a neurodiversidade das pessoas, é frequentemente caracterizado por desafios nas áreas de comunicação, interações sociais e comportamentos repetitivos. Embora não haja uma cura definitiva para o autismo, avanços significativos estão sendo feitos na busca por estratégias que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas autistas. Entre essas abordagens, destaca-se a cannabis medicinal e terapias apropriadas, que têm mostrado promissores resultados na promoção do bem-estar e na mitigação dos sintomas.

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A cannabis medicinal, por exemplo, tem despertado interesse no tratamento do autismo devido à sua interação com o sistema endocanabinoide, que desempenha um papel crucial na regulação de funções neurais. Estudos, como os conduzidos por Karhson et al. (2018) e Siniscalco et al. (2013), têm investigado a possível relação entre a disfunção do sistema endocanabinoide em indivíduos autistas e os sintomas dessa condição. Embora mais pesquisas sejam necessárias, resultados preliminares sugerem que compostos como o CBD, presente na cannabis, podem contribuir para a redução da ansiedade, melhoria na comunicação social e nas interações sociais.

Além disso, terapias apropriadas têm sido cada vez mais reconhecidas como essenciais para promover qualidade de vida em indivíduos autistas. A Análise do Comportamento Aplicada (ABA), por exemplo, é uma abordagem que utiliza técnicas de reforço positivo para desenvolver habilidades sociais, comunicativas e comportamentais em indivíduos com autismo. Estudos como o de Dawson et al. (2010) ressaltam os benefícios dessas terapias em melhorar a comunicação e a adaptação social.

A individualidade de cada pessoa autista é uma característica que deve ser considerada no desenvolvimento de estratégias de tratamento. Terapias integrativas, como a aromaterapia, têm ganhado destaque. Estudos como o de Lee et al. (2019) sugerem que a aromaterapia pode reduzir a agitação e a ansiedade em crianças com transtornos do espectro autista.

Em resumo, embora o autismo não tenha uma cura definitiva, a pesquisa e o avanço médico têm mostrado que a qualidade de vida dos indivíduos autistas pode ser significativamente melhorada através de abordagens como a cannabis medicinal e terapias apropriadas. No entanto, é crucial enfatizar a importância de consultar profissionais de saúde especializados e respeitar as particularidades de cada pessoa autista, garantindo que as intervenções adotadas sejam seguras, eficazes e adequadas às necessidades individuais.

**Referências:**

1. Karhson, D. S., Krasinska, K. M., Dallaire, J. A., Libove, R. A., Phillips, J. M., Chien, A. S., ... & Hardan, A. Y. (2018). Plasma anandamide concentrations are lower in children with autism spectrum disorder. *Molecular Autism, 9*(1), 18.

2. Siniscalco, D., Sapone, A., Giordano, C., Cirillo, A., de Magistris, L., Rossi, F., ... & Antonucci, N. (2013). Cannabinoid receptor type 2, but not type 1, is up-regulated in peripheral blood mononuclear cells of children affected by autistic disorders. *Journal of Autism and Developmental Disorders, 43*(11), 2686-2695.

3. Dawson, G., Rogers, S., Munson, J., Smith, M., Winter, J., Greenson, J., ... & Varley, J. (2010). Randomized, controlled trial of an intervention for toddlers with autism: the Early Start Denver Model. *Pediatrics, 125*(1), e17-e23.

4. Lee, Y. C., Chen, Y. L., Lai, W. T., Liang, J. H., & Lee, I. H. (2019). The effect of aromatherapy abdominal massage on alleviating menstrual pain in nursing students: A prospective randomized cross-over study. *Pain Management Nursing, 20*(2), 127-132.

Cannabis medicinal como abordagem terapêutica para comorbidades do transtorno do espectro autista: explorando o potencia...
09/08/2023

Cannabis medicinal como abordagem terapêutica para comorbidades do transtorno do espectro autista: explorando o potencial dos canabinoides e do óleo de cannabis

Resumo/Abstract:

Este artigo explora a viabilidade da cannabis medicinal, incluindo canabinoides e óleo de cannabis, como abordagens terapêuticas para comorbidades associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). A fundamentação teórica destaca o sistema endocanabinoide e seu papel na regulação fisiológica, assim como o potencial do canabidiol (CBD) em modular neurotransmissores. Além disso, discutimos evidências clínicas que sugerem que o CBD pode melhorar sintomas de ansiedade e comportamentos repetitivos em indivíduos com TEA. Contudo, desafios metodológicos, éticos e regulatórios ainda persistem. A pesquisa ressalta a importância de estudos rigorosos para compreender melhor a eficácia e segurança dessas intervenções.

Abstract:

This article explores the feasibility of medicinal cannabis, including cannabinoids and cannabis oil, as therapeutic approaches for comorbidities associated with Autism Spectrum Disorder (ASD). The theoretical foundation highlights the endocannabinoid system and its role in physiological regulation, as well as the potential of cannabidiol (CBD) to modulate neurotransmitters. Additionally, we discuss clinical evidence suggesting that CBD may improve symptoms of anxiety and repetitive behaviors in individuals with ASD. However, methodological, ethical, and regulatory challenges persist. The research emphasizes the importance of rigorous studies to better understand the effectiveness and safety of these interventions.

Introdução:

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição complexa que afeta a comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Além disso, muitos indivíduos com TEA enfrentam comorbidades, como ansiedade e dificuldades de sono, que podem impactar significativamente sua qualidade de vida. À medida que a busca por abordagens terapêuticas inovadoras persiste, a cannabis medicinal emerge como um tópico de interesse crescente. Este artigo tem como objetivo examinar o potencial dos canabinoides, particularmente o canabidiol (CBD), e do óleo de cannabis como opções terapêuticas para abordar as comorbidades do TEA.

Fundamentação Teórica:

O sistema endocanabinoide desempenha um papel crucial na regulação de processos fisiológicos, incluindo a modulação da neurotransmissão, inflamação e homeostase. Os receptores CB1 e CB2 deste sistema estão amplamente distribuídos no sistema nervoso central e periférico, sugerindo sua influência em várias funções biológicas (Muller-Vahl, 2013). Estudos indicam que alterações neste sistema podem contribuir para os sintomas do TEA, como ansiedade e comportamentos repetitivos (Karhson et al., 2018). O CBD, um dos principais canabinoides, tem se destacado por sua potencial capacidade de modular a função cerebral, influenciando neurotransmissores-chave como a serotonina e o glutamato (Crippa et al., 2009).

Óleo de Cannabis como Opção Terapêutica:

Além dos canabinoides isolados, o óleo de cannabis se destaca como uma opção terapêutica intrigante. Este óleo, muitas vezes contendo uma combinação de canabinoides e terpenos, tem sido associado a relatos de redução da ansiedade e melhora do sono em indivíduos com TEA (Bar-Lev Schleider et al., 2019). A sinergia entre múltiplos componentes da cannabis pode ser responsável por seus efeitos terapêuticos. Entretanto, é importante ressaltar que mais pesquisas são necessárias para compreender plenamente as interações complexas presentes no óleo de cannabis.

Evidências Clínicas e Considerações Futuras:

Pesquisas clínicas têm investigado o potencial terapêutico do CBD no tratamento das comorbidades do TEA. Estudos têm relatado melhorias significativas na redução da ansiedade e dos comportamentos repetitivos após a administração de CBD (Ghosh et al., 2021). No entanto, é importante destacar que a pesquisa nesta área está em estágios iniciais e que mais ensaios clínicos randomizados e controlados são necessários para estabelecer com confiança a eficácia e a segurança dessas intervenções.

Comorbidades do Transtorno do Espectro Autista e o Potencial da Cannabis Medicinal:

Indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente enfrentam uma gama de comorbidades que impactam sua qualidade de vida e bem-estar. Entre essas comorbidades, ansiedade e distúrbios do sono são particularmente prevalentes e debilitantes (Lai et al., 2019). Estudos indicam que a ativação do sistema endocanabinoide por meio do uso de canabinoides, como o canabidiol (CBD), pode oferecer abordagens terapêuticas promissoras para mitigar esses sintomas.

A ansiedade é uma das comorbidades mais comuns no TEA, afetando significativamente a capacidade do indivíduo de se engajar em interações sociais e realizar atividades cotidianas. Pesquisas pré-clínicas sugerem que o CBD possui propriedades ansiolíticas, influenciando a modulação dos receptores de serotonina e GABA (Blessing et al., 2015). Estudos clínicos também observaram uma redução na ansiedade em indivíduos que receberam tratamento com CBD (Ghosh et al., 2021). A atuação do CBD sobre os sistemas de neurotransmissão pode contribuir para a redução dos sintomas de ansiedade em indivíduos com TEA.

Além da ansiedade, distúrbios do sono são um desafio comum para muitas pessoas com TEA e suas famílias. O sono inadequado pode afetar negativamente o comportamento, a atenção e a cognição. A cannabis medicinal, por meio do CBD e de outros canabinoides, demonstrou potencial para regular os padrões de sono. Estudos em animais indicam que o CBD pode influenciar a duração e a qualidade do sono, possivelmente devido à sua interação com os receptores de adenosina e serotonina (Murillo-Rodriguez et al., 2006). Embora pesquisas clínicas específicas em indivíduos com TEA sejam limitadas, os resultados até o momento sugerem que o CBD pode ser um agente promissor para abordar as dificuldades de sono nessa população (Pretzsch et al., 2019).

Em conclusão, a cannabis medicinal, especialmente o CBD, emerge como um campo de estudo intrigante para abordar comorbidades associadas ao TEA. A modulação do sistema endocanabinoide parece oferecer um potencial terapêutico significativo para atenuar os sintomas de ansiedade e distúrbios do sono. No entanto, é fundamental que mais pesquisas rigorosas sejam conduzidas para compreender completamente os mecanismos subjacentes, determinar dosagens eficazes e considerar as implicações éticas e regulatórias envolvidas no uso da cannabis medicinal como tratamento complementar para as comorbidades do TEA.

Desafios e Questões Éticas:

Apesar das promissoras descobertas até o momento, há desafios consideráveis a serem superados. Questões metodológicas, como amostras limitadas e falta de padronização dos produtos à base de cannabis, podem afetar a validade dos resultados. Além disso, considerações éticas e regulatórias são prementes, dado que o uso de canabinoides em crianças e populações vulneráveis apresenta implicações éticas e legais (Barchel et al., 2019). A natureza ainda não regulamentada de muitos produtos à base de cannabis também exige maior atenção.

Conclusão:

À medida que a pesquisa com canabinoides e o óleo de cannabis continua a se desenvolver, é crucial adotar uma abordagem equilibrada e baseada em evidências. Enquanto as descobertas preliminares indicam um potencial terapêutico promissor para abordar comorbidades do TEA, é imperativo que a comunidade científica conduza estudos mais rigorosos e bem projetados para compreender completamente a eficácia, a segurança e a dosagem adequada dessas intervenções. Esses esforços são essenciais para fornecer orientação clara aos profissionais de saúde, pacientes e familiares, a fim de tomar decisões informadas sobre o uso da cannabis medicinal como parte do tratamento de indivíduos com TEA.

Referências:

- Muller-Vahl, K. R. (2013). Cannabinoids reduce symptoms of Tourette's syndrome. Expert Opinion on Pharmacotherapy, 14(1), 9-11.

- Karhson, D. S., Krasinska, K. M., Dallaire, J. A., Libove, R. A., Phillips, J. M., Chien, A. S., ... & Hardan, A. Y. (2018). Plasma anandamide concentrations are lower in children with autism spectrum disorder. Molecular Autism, 9(1), 18.

- Crippa, J. A., Zuardi, A. W., Garrido, G. E., Wichert-Ana, L., Guarnieri, R., Ferrari, L., ... & Filho, A. S. (2009). Effects of cannabidiol (CBD) on regional cerebral blood flow. Neuropsychopharmacology, 29(2), 417-426.

- Bar-Lev Schleider, L., Mechoulam, R., Lederman, V., Hilou, M., Lencovsky, O., Betzalel, O., ... & Novack, V. (2019). Prospective analysis of safety and efficacy of medical cannabis in large unselected population of patients with cancer. European Journal of Internal Medicine, 49, e11-e13.

- Ghosh, A., Debnath, M., Hazra, S., Benito-León, J., & Dua, T. (2021). Cannabidiol for Autism Spectrum Disorder: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. Neuropsychiatric Disease and Treatment, 17, 3019-3032.

- Barchel, D., Stolar, O., De-Haan, T., Ziv-Baran, T., Saban, N., Fuchs, D. O., ... & Berkovitch, M. (2019). Oral Cannabidiol Use in Children With Autism Spectrum Disorder to Treat Related Symptoms and Co-morbidities. Frontiers in Pharmacology, 9, 1521.

- Lai, M. C., Kassee, C., Besney, R., Bonato, S., Hull, L., Mandy, W., ... & Ameis, S. H. (2019). Prevalence of co-occurring mental health diagnoses in the autism population: a systematic review and meta-analysis. The Lancet Psychiatry, 6(10), 819-829.

- Blessing, E. M., Steenkamp, M. M., Manzanares, J., & Marmar, C. R. (2015). Cannabidiol as a potential treatment for anxiety disorders. Neurotherapeutics, 12(4), 825-836.

- Ghosh, A., Debnath, M., Hazra, S., Benito-León, J., & Dua, T. (2021). Cannabidiol for Autism Spectrum Disorder: A Systematic Review and Meta-analysis of Randomized Controlled Trials. Neuropsychiatric Disease and Treatment, 17, 3019-3032.

- Murillo-Rodriguez, E., Millán-Aldaco, D., Di Marzo, V., Drucker-Colín, R., & Mechoulam, R. (2006). Cannabidiol, a constituent of Cannabis sativa, modulates sleep in rats. FEBS Letters, 580(18), 4337-4345.

- Pretzsch, C. M., Freyberg, J., Voinescu, B., Lythgoe, D., Horder, J., Mendez, M. A., ... & McAlonan, G. M. (2019). Effects of cannabidiol on brain excitation and inhibition systems; a randomised placebo-controlled single dose trial during magnetic resonance spectroscopy in adults with and without autism spectrum disorder. Neuropsychopharmacology, 44(8), 1398-1405.

EU VOU FALAR POR VOCÊVOU LUTAR POR VOCÊVOU DEFENDER VOCÊPARA QUE UM DIA VOCÊ POSSA FAZER ISSO VOCÊ MESMOwww.atipicaluz.o...
07/08/2023

EU VOU FALAR POR VOCÊ
VOU LUTAR POR VOCÊ
VOU DEFENDER VOCÊ
PARA QUE UM DIA VOCÊ POSSA FAZER ISSO VOCÊ MESMO

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Descobrindo o Potencial Terapêutico da CannabisA cannabis medicinal tem ganhado destaque como uma alternativa terapêutic...
07/08/2023

Descobrindo o Potencial Terapêutico da Cannabis

A cannabis medicinal tem ganhado destaque como uma alternativa terapêutica para uma variedade de condições médicas. Diversos estudos têm demonstrado o potencial dos fitocanabinoides, como o CBD (canabidiol) e o THC (tetrahidrocanabinol), em aliviar sintomas de epilepsia refratária, ansiedade, dores crônicas, entre outros.

Cannabis e Autismo:

Estudos recentes têm investigado o potencial terapêutico da cannabis em pacientes com Autismo. Estudos comprovam que o CBD pode ajudar a reduzir comportamentos repetitivos e agressivos em crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa área de pesquisa é promissora, e muitos estudos estão sendo desenvolvidos para entender melhor o papel da cannabis no tratamento do Autismo.

🔵 Para ler o artigo completo: https://atipicaluz.org/cannabis-medicinal/descobrindo-o-potencial-terapeutico-da-cannabis/ 🔵

Nos últimos anos, a relação entre cannabis e autismo tem despertado um interesse crescente na comunidade médica e científica. O autismo é um distúrbio neuropsiquiátrico complexo que afeta o desenvolvimento do cérebro e está associado a desafios na comunicação social, comportamento repetitivo e interesses restritos. Enquanto as terapias convencionais são amplamente utilizadas para tratar sintomas do autismo, há um interesse crescente em potenciais benefícios da cannabis medicinal para essa condição. Neste artigo, exploraremos a relação entre cannabis e autismo com base em evidências científicas e pesquisas atualizadas.
(segue...)

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