InterOjaf Sul

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InterOjaf Sul Associação Interestadual dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais da Região Sul do Brasil, atua nos Estados do Paraná e Santa Catarina (TRF4)

Associação classista

02/10/2026

O Supremo Tribunal Federal concluiu, nesta quarta-feira (30), o julgamento do Recurso Extraordinário 1.050.597, correspondente ao Tema 1.071 da repercussão geral, e definiu o alcance da expressão “ingressado no serviço público”, prevista no art. 40, § 16, da Constituição Federal. Por unanimidade, o Plenário reconheceu que o servidor que assumiu cargo público após a instituição do regime de previdência complementar, mas que já ocupava cargo efetivo em outro ente da Federação sem interrupção do vínculo, não pode ser submetido compulsoriamente ao novo regime.

Com isso, a adesão ao regime complementar, nessas hipóteses, passa a depender de manifestação expressa do servidor, e a trajetória funcional construída em estados, municípios ou no Distrito Federal deve ser considerada para fins de enquadramento previdenciário.

O entendimento acolhe a linha sustentada pelo Cassel Ruzzarin Advogados, responsável pela assessoria jurídica da Fenassojaf, que atuou no processo representando entidades de servidores admitidas como amici curiae, entre elas, a Associação Nacional dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais. Na manifestação apresentada ao STF, o escritório defendeu que a Constituição não distingue o ingresso no serviço público federal, estadual, distrital ou municipal, de modo que a mudança de ente federativo, sem quebra de continuidade, não caracteriza novo ingresso. A sustentação oral perante o Plenário foi realizada pelo advogado Robson Barbosa, em nome das entidades representadas.

Confira mais informações no site da Fenassojaf.

*ALERTA AOS SERVIDORES: SINJUSPAR COBRA SOLUÇÃO PARA CRISE ORÇAMENTÁRIA E REJEITA QUALQUER ADIAMENTO OU PARCELAMENTO DE ...
30/09/2026

*ALERTA AOS SERVIDORES: SINJUSPAR COBRA SOLUÇÃO PARA CRISE ORÇAMENTÁRIA E REJEITA QUALQUER ADIAMENTO OU PARCELAMENTO DE SALÁRIOS DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA FEDERAL*

Leia mais em: https://sinjuspar.org.br/alerta-aos-servidores-sinjuspar-cobra-solucao-para-crise-orcamentaria-e-rejeita-qualquer-adiamento-ou-parcelamento-de-salarios-dos-servidores-da-justica-federal/
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30/09/2026

TRF4 confirma rombo no orçamento e possibilidade de atrasar pagamentos a servidores; Sintrajufe/RS convoca assembleia geral para 8/10

A Justiça Federal enfrenta dificuldades orçamentárias para cobrir despesas obrigatórias com pessoal e benefícios até o fim de 2026, e o Conselho da Justiça Federal (CJF) determinou que os tribunais regionais façam cortes para compensar um rombo que pode chegar a R$ 320 milhões. A informação foi confirmada pela administração do TRF4 em reunião com o Sintrajufe/RS no final da tarde dessa terça-feira, 29. Diante da possibilidade de atrasos em pagamentos provocados pela onda de autoconcessões de vantagens à magistratura sem previsão orçamentária, o Sintrajufe/RS realizará assembleia geral no dia 8 de outubro para definir a mobilização da categoria.

Leia a notícia completa em
https://sintrajufe.org.br/trf4-confirma-rombo-no-orcamento-e-possibilidade-de-atrasar-pagamentos-a-servidores-sintrajufe-rs-convoca-assembleia-geral-para-8-10/

23/09/2026

Faltam poucos dias para a realização da 1ª Jornada do Fórum Latino-Americano de Oficiais de Justiça, que reunirá, em Buenos Aires, Oficiais de Justiça de diferentes países para três dias de integração, troca de experiências e debates sobre os desafios atuais e o futuro da execução judicial. As inscrições seguem abertas para os interessados em participar do encontro internacional.

Promovida pela União Internacional dos Oficiais de Justiça (UIHJ), em parceria com a Direção-Geral de Mandamentos da Suprema Corte da Argentina e com apoio da Fenassojaf, a Jornada acontece entre os dias 7 e 9 de outubro, com o tema “O fator humano na execução: o Oficial de Justiça nos tempos da Inteligência Artificial”. O evento marca o primeiro encontro presencial do Fórum Latino-Americano e já conta com a participação de Oficiais de diversas nacionalidades.

As inscrições seguem abertas e os brasileiros pagam R$ 1.130,00 (US$ 220) para estarem na Jornada. A Fenassojaf reforça o chamado para que os Oficiais de Justiça que ainda não garantiram presença aproveitem os últimos dias para confirmar a participação.

A programação terá início na quarta-feira (07), às 18 horas, com o credenciamento dos participantes, seguido de recepção às 19h15, na Libertad, 731, térreo, em Buenos Aires. Nos dias 8 e 9, os debates acontecem na Jean Jaurès, 545, sede da Direção-Geral de Mandamentos.

A abertura oficial está marcada para as 9 horas da quinta-feira e contará com a participação do diretor do Centro de Assistência Judicial Federal, Pablo Lamounan; do presidente da Suprema Corte argentina, Horacio Rosatti; e do presidente da UIHJ, Marc Schmitz.

Ao longo do dia, a programação será dividida em seis painéis. Entre os temas estão a ampliação das atribuições dos Oficiais de Justiça, o papel da empatia entre a teoria da Justiça e a teoria do Direito, a vulnerabilidade e o acesso à Justiça, além da saúde mental dos Oficiais de Justiça, burnout, violência no exercício da função e estratégias de cuidado.

Confira todas as informações e faça a sua inscrição! Ainda dá tempo que você participar deste importante evento internacional dos Oficiais de Justiça latino-americanos.

23/09/2026

A Fenassojaf requereu ao Conselho da Justiça Federal, Conselho Superior da Justiça do Trabalho, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e ao Superior Tribunal Militar o reajuste da indenização de transporte a partir de 2027. O pleito visa à recomposição histórica do valor da indenização de transporte, diante da signif**ativa defasagem da verba desde o início de seu pagamento.

Os pedidos traçam um retrospecto em cada um desses órgãos, demonstrando haver uma enorme corrosão desde a unif**ação do valor em 2005, quando passou a valer R$ 1.344,97 no âmbito do Poder Judiciário da União. A Associação demonstrou que os reajustes concedidos até então nunca acompanharam integralmente a inflação acumulada.

Atualmente, os R$ 2.391,30 estipulados pelo CJF, CSJT e TJDFT representam apenas 55,60% do que seria devido caso a indenização tivesse acompanhado o IPCA desde 2005, quando o valor correto giraria em torno de R$ 4.300,33, considerada a inflação apenas até junho de 2026. Na Justiça Militar da União o cenário é ainda pior, já que o STM, no último aumento concedido, estabeleceu a indenização em R$ 2.168,45, consubstanciando apenas 50,42% do valor que seria devido pela reposição inflacionária desde 2005, além de estar abaixo do praticado pelos demais órgãos do PJU.

Nos pedidos direcionados ao CJF, CSJT e ao STM, a Fenassojaf requereu, ainda, a instituição de reajuste automático anual pelo IPCA, tal como passou a ser adotado recentemente pelo TJDFT.

“Quando o valor da IT f**a defasado, sequer repondo gastos com combustível, seguro veicular e despesas com manutenção, é o Oficial de Justiça quem financia, do próprio bolso, uma atividade que é do Estado”, destaca o presidente, Fábio da Maia.

O Diretor de Assuntos Jurídicos da Fenassojaf, Márcio Soares, explica que “nosso objetivo principal é a recomposição inflacionária histórica, para conferir maior justiça nesse assunto, mas também postulamos que, se o pedido não puder ser atendido, os órgãos ao menos assegurem, a partir de 2027, a atualização pelo IPCA desde janeiro de 2026”.

Confira a notícia completa no site.

22/09/2026

Oficiais de Justiça se reúnem, a partir desta quinta-feira (24), no auditório do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, para o Encontro de Integração Interinstitucional dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais. O evento reunirá Oficiais das Justiças Federal, do Trabalho e Militar em dois dias de debates, capacitação e troca de experiências.

As atividades começam já nesta quarta-feira (23), com uma reunião da COJAF da Justiça Federal, onde a Assojaf-RS tem assento permanente, marcando o início da mobilização em torno do Encontro e promovendo um espaço de diálogo entre Oficiais de Justiça.

Participam do evento 80 Oficiais da JFRS, 15 do TRT-4, dois da JFPR e um representante da Justiça Militar da União.

A presença dos colegas das Justiças do Trabalho e da Militar da União é um dos destaques desta edição e amplia o caráter interinstitucional do evento. A Assojaf-RS participou ativamente da construção do Encontro, colaborando com a organização e com a definição dos temas que serão debatidos, além de atuar para ampliar a presença dos diferentes ramos do Judiciário.

A programação discutirá assuntos diretamente relacionados aos desafios e às transformações na atuação dos Oficiais de Justiça, como Inteligência Artificial Generativa, atuação como Agente de Inteligência Processual, autocomposição, comunicação ef**az e humanizada, técnicas de abordagem e acesso à Justiça.

Para o presidente da Assojaf-RS, Paulo Gustavo Barroso Júnior, a expectativa é de que o Encontro fortaleça a aproximação entre os Oficiais e abra caminho para novas iniciativas conjuntas de capacitação e integração.

“A expectativa é muito positiva, principalmente porque teremos a oportunidade de reunir colegas de diferentes Justiças em um mesmo espaço para compartilhar experiências, conhecimentos e desafios que fazem parte da nossa atividade. A Assojaf-RS trabalhou e colaborou para a realização deste Encontro justamente por entender que essa integração fortalece os Oficiais de Justiça. Esperamos que seja o início de uma aproximação cada vez maior entre os colegas e que iniciativas como essa possam ser ampliadas nos próximos anos”, afirma.

Notícia completa no site.

22/09/2026

A Fenassojaf manifesta repúdio à utilização de expressão inadequada e incompatível com a formalidade de um mandado expedido por uma unidade judiciária do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em processo de natureza criminal.

O documento indica o cumprimento da diligência com a observação “POR ENDEREÇO E POR TELEFONE WHATSAPP – SÓ NÃO VALE TELEPATIA, OK?”

Para a Fenassojaf, a expressão utilizada não condiz com a seriedade de uma decisão oficial do Poder Judiciário, tampouco com a responsabilidade envolvida no cumprimento de uma ordem judicial.

A necessidade de tratamento respeitoso aos servidores da Justiça encontra respaldo expresso na legislação e nas normas que orientam a conduta da magistratura.

O artigo 35, inciso IV, da LOMAN estabelece, entre os deveres do magistrado, o de “tratar com urbanidade […] os funcionários e auxiliares da Justiça”.

Da mesma forma, o Código de Ética da Magistratura Nacional, instituído pela Resolução CNJ nº 60/2008, determina que “o magistrado tem o dever de cortesia para com […] os servidores […] e todos quantos se relacionem com a administração da Justiça”.

O dispositivo reforça, ainda, a forma como essa relação deve se manifestar na comunicação, impondo ao magistrado a utilização de linguagem escorreita, polida, respeitosa e compreensível.

As normas evidenciam que a urbanidade e a cortesia não devem ser compreendidas apenas como uma expectativa nas relações institucionais, mas como deveres expressamente previstos nas normas que disciplinam a atuação dos magistrados.

Nesse contexto, o emprego de expressão de caráter jocoso em um mandado judicial mostra-se incompatível com a formalidade esperada de um ato dessa natureza e pode representar desconsideração com o servidor encarregado de dar efetividade à ordem expedida.

A Fenassojaf reforça que a valorização dos Oficiais de Justiça passa, necessariamente, pelo reconhecimento da complexidade, da responsabilidade e da importância do trabalho desempenhado diariamente em todo o país.

Íntegra da nota no site.

18/09/2026

O Portal e-Cidadania do Senado Federal realiza consulta pública sobre o Projeto de Lei nº 3554/2023, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para garantir livre parada e estacionamento aos veículos utilizados por Oficiais de Justiça durante o cumprimento dos mandados.

A proposta prevê que os veículos dos Oficiais de Justiça, quando em diligência, possam parar e estacionar no local da prestação do serviço, desde que estejam devidamente sinalizados e identif**ados de acordo com as regras a serem estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Para a Fenassojaf, a matéria trata de uma questão diretamente relacionada às condições de trabalho dos Oficiais de Justiça de todo o país. No exercício diário da função, esses servidores precisam se deslocar para diferentes localidades para dar cumprimento às determinações do Poder Judiciário, muitas vezes enfrentando dificuldades para encontrar locais adequados de parada e estacionamento próximos aos endereços das diligências.

Entre os possíveis efeitos da proposta estão a redução de dificuldades logísticas e de atrasos e a maior eficiência no cumprimento das diligências judiciais.

O PL 3554/2023 é de autoria do deputado Coronel Meira (PL/PE) e já foi aprovado pela Câmara dos Deputados. A proposição chegou ao Senado em março deste ano e, desde março, aguarda despacho da Secretaria Legislativa.

VOTE SIM PARA A MATÉRIA!

A Fenassojaf conclama todos os Oficiais de Justiça do Brasil a acessarem a consulta pública e votarem SIM para o apoio à proposição.

Acesse o site da Fenassojaf para participar da consulta do e-Cidadania.

A Associação Nacional, em conjunto com as demais entidades nacionais e estaduais representativas, trabalha pela aprovação do PL 3554/2023 e a garantia de melhores condições de trabalho no cumprimento dos mandados, além da segurança e valorização dos Oficiais de Justiça.

17/09/2026

A Assojaf-RS e a Interojaf-Sul realizaram, na manhã desta quinta-feira (17), uma reunião de alinhamento para definir os próximos passos para a realização de uma pesquisa que irá avaliar as condições de trabalho, a saúde psíquica e o bem-estar dos Oficiais de Justiça-Avaliadores Federais da Região Sul do país.

Participaram do encontro o presidente da Assojaf-RS, Paulo Gustavo Barroso Júnior; a assessora de saúde mental e integrante da equipe de pesquisa, Carine Peixoto; a presidente da Interojaf-Sul, Marília Machado; e a associada Fabiana Silveira.

O projeto, intitulado “Ser Oficial de Justiça Avaliador Federal da região sul do país: trabalho e saúde”, tem como objetivo analisar a percepção dos Oficiais sobre condições laborais, saúde psíquica e bem-estar no trabalho. O estudo leva em consideração características próprias da atividade, como o trabalho predominantemente externo e solitário, além das transformações provocadas pelas novas formas de gestão, pelo aumento das demandas e pela implantação de sistemas eletrônicos.

Durante a reunião, ficou definida a realização de uma live, na quinta-feira, 15 de outubro, às 19 horas, ao vivo pelo canal da Assojaf no Youtube, que marcará o lançamento oficial da pesquisa. A transmissão terá como foco os Oficiais de Justiça Avaliadores Federais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, tanto da Justiça Federal quanto da Justiça do Trabalho.

Na transmissão, serão apresentados os objetivos e a metodologia do estudo, além de esclarecidas as dúvidas dos participantes. A live também marcará o início da etapa quantitativa, com a disponibilização do formulário da pesquisa aos Oficiais de Justiça.

A pesquisa será desenvolvida em duas etapas. A primeira terá abordagem quantitativa, com instrumentos e questionários autoaplicáveis. Posteriormente, uma parcela dos participantes será convidada para a fase qualitativa, composta por grupos focais realizados de forma remota.

Segundo a psicóloga Carine Peixoto, a primeira etapa permitirá mensurar coletivamente aspectos relacionados ao contexto de trabalho vivenciado pelos Oficiais de Justiça, considerando um cenário profissional.

Íntegra no site.

Endereço

Curitiba, PR

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