Cpmmt Confraria dos Profissionais de Marketing de Mato Grosso

MISSÃO: Prover serviços de inteligência em Marketing, atuando em prol do desenvolvimento e formação de líderes no estado de MT. VISÃO: Ser uma organização reconhecida pela transformação e desenvolvimento de lideranças profissionais em Marketing em MT.

Fingir que o seu bot do WhatsApp é humano não torna o seu atendimento mais "quente". Só faz o seu cliente se sentir feit...
11/08/2026

Fingir que o seu bot do WhatsApp é humano não torna o seu atendimento mais "quente". Só faz o seu cliente se sentir feito de id**ta.

A inteligência artificial chegou para escalar processos e salvar a operação comercial, não para brincar de esconde-esconde. Quando você tenta camuflar um robô com mensagens padronizadas cheias de emojis tentando simular uma "humanização" forçada, a quebra de confiança acontece no primeiro erro de contexto.

E quer saber a verdade dos dados? O consumidor moderno não odeia ser atendido por IA. Ele odeia ser enganado.

A transparência vende muito mais do que a falsa empatia. Dizer claramente: "Olá, sou a inteligência artificial da marca X e estou aqui para agilizar o seu pedido" alinha expectativas na mesma hora. Mostra respeito pelo tempo da pessoa e maturidade do negócio. O cliente perdoa um robô que não entende uma gíria, mas pune severamente uma marca que finge interesse genuíno só para economizar na folha de pagamento do suporte.

A tecnologia existe para potencializar as vendas e a experiência, não para mentir. Se a sua empresa precisa enganar o cliente para que ele aceite a automação, o problema não está na ferramenta. Está na estratégia.

E você, como consumidor e estrategista: prefere as marcas que assumem a IA de cara ou ainda cai na armadilha da "simpatia artificial"?

Você passa a semana inteira orquestrando narrativas. Ajusta o tom de voz da marca para soar autêntica, analisa dados de ...
09/08/2026

Você passa a semana inteira orquestrando narrativas. Ajusta o tom de voz da marca para soar autêntica, analisa dados de comportamento e domina técnicas de persuasão para garantir que o cliente não fuja do funil. Você está no controle da mensagem.

Mas quando você abre a porta de casa no final do dia, toda essa genialidade estratégica cai por terra.

Criança não lê briefing. Criança não liga para a sua autoridade no mercado ou para o tamanho do orçamento que você gerencia. Eles são o público mais implacável do mundo porque não compram a sua "copy", não caem em gatilho mental e são detectores humanos de discursos montados. Eles só compram a sua presença real.

Ser um pai que trabalha com marketing é viver um choque de realidade diário. É descobrir que você pode liderar uma reunião tensa de diretoria, mas ainda vai suar frio tentando negociar a hora do banho com uma criança de três anos.

E é exatamente essa quebra de controle que te molda. A paternidade te obriga a descer do pedestal, tirar o crachá de "estrategista" e reaprender a escutar. O mercado pode até esquecer a sua melhor campanha, a sua marca mais brilhante e o seu recorde de vendas em questão de meses. A publicidade é efêmera. O impacto do seu tempo sentado no tapete da sala, não.

Hoje, desligue o dashboard.

Um Feliz Dia dos Pais para todos os papais do marketing, em especial aos papais da Confraria. Que neste domingo o seu único KPI seja a quantidade de abraços que você perdeu a conta.

Agora, compartilha com a gente, como a paternidade mudou a sua forma de ver o trabalho e a vida?

Tem profissional de marketing que vive para bater meta. E tem profissional que entende que meta sem trajetória vira só n...
08/08/2026

Tem profissional de marketing que vive para bater meta. E tem profissional que entende que meta sem trajetória vira só número solto no tempo.

Se você trabalha com marketing, sabe exatamente como isso acontece: um mês você está brigando por orçamento, no outro está justif**ando resultado, e quase nunca sobra espaço para pensar no que essa caminhada está construindo para VOCÊ.

Só que carreira não cresce por acidente.
Ela cresce quando você trata sua trajetória como estratégia.

Não basta pensar na marca da empresa. Precisa pensar na sua também.

Porque cada projeto, cada negociação, cada apresentação para diretoria, cada crise resolvida, cada relação construída com respeito, tudo isso vira capital profissional.

É isso que abre portas depois.
É isso que faz você deixar de ser “mais um” e virar referência no mercado.

No marketing estratégico, muita gente fala de posicionamento de marca. Mas pouco profissional olha com a mesma seriedade para o próprio posicionamento. E aí acontece o óbvio: entrega muito, aparece pouco, cresce devagar demais e, quando percebe, já passou tempo demais construindo resultado para os outros e pouco para si.

A verdade é simples: sua carreira também precisa de estratégia.

E isso não quer dizer que você precisa abandonar a empresa onde você está. Mas sim, entender que toda entrega deve fortalecer também a sua história. Seu repertório. Sua visão de mercado. Sua rede. Sua autoridade. Porque quando a empresa muda, você continua. E o que sobra de verdade é o que você construiu como profissional.

No fim, as métricas passam, mas a história f**a.

E você, tem construído só resultados ou também uma carreira que faça sentido no longo prazo?

A maior mentira que contaram aos profissionais de marketing é que o volume de publicações garante a lembrança de marca.S...
06/08/2026

A maior mentira que contaram aos profissionais de marketing é que o volume de publicações garante a lembrança de marca.

Sabe o que acontece quando publica todos os dias apenas para "cumprir calendário"? A sua marca vira paisagem.

O mercado está inundado de conteúdos pasteurizados.
É o mesmo formato, as mesmas dicas óbvias, os mesmos textos genéricos feitos em massa. A inteligência artificial facilitou muito a produção, mas também criou um oceano de superficialidade. Hoje, produzir nunca foi tão fácil, mas ser lembrado nunca foi tão difícil.

O público faz scroll no feed, consome, até deixa um "like" automático, mas não cria vínculo nenhum. E marketing sem conexão não gera negócios, gera apenas métricas de vaidade.

O que realmente quebra o padrão no meio de tanto ruído não é um design complexo ou um texto impessoal que tenta agradar a todos. O que atrai a atenção é uma opinião forte. É um bastidor real do seu negócio, uma história específ**a ou uma visão de mercado que só a sua bagagem tem.

A tecnologia e os processos existem para escalar a sua essência, não para fabricar clones da concorrência. Se a comunicação não tiver identidade própria, ela é só mais uma informação inútil a atravessar a tela do cliente.

E você, como avalia este cenário de saturação no nosso mercado? Sente que as marcas com que interage estão a conseguir manter uma voz própria ou já se tornou tudo um grande mar de "mais do mesmo"? Deixe a sua opinião nos comentários, queremos debater esta visão consigo.

Muitos dos nossos confrades já compartilharam essa mesma dor: sentar em mesas de reunião onde o time de vendas jura de p...
04/08/2026

Muitos dos nossos confrades já compartilharam essa mesma dor: sentar em mesas de reunião onde o time de vendas jura de pés juntos que o marketing só entrega "lead desqualif**ado". Mas, ao investigar a fundo, o problema não era a campanha, não era a copy e muito menos o orçamento. O problema real é que o tempo médio de resposta do WhatsApp daquela empresa era de 4 horas.

No nosso mercado do Mato Grosso, onde a dinâmica é ágil e a relação de confiança dita as regras do negócio, deixar um cliente no vácuo não é apenas uma falha operacional. É rasgar dinheiro. A empresa gasta uma fortuna em mídia para convencer a pessoa a levantar a mão, e quando ela finalmente pede para comprar, a operação manda ela sentar e esperar.

Marketing e tráfego não fazem milagres se a ponta do atendimento estiver desconectada da urgência do consumidor. A conversão acontece no exato milissegundo em que a dor do cliente encontra a agilidade da sua solução. Se perdem o timing, perdem a venda.

E aí na sua realidade: como tem sido o alinhamento entre o volume que o marketing gera e a velocidade com que o time de vendas atende? Existe essa queda de braço ou a operação flui de forma integrada? Deixe a sua visão aqui nos comentários.

Você chega ao topo do departamento e descobre rápido: decisão estratégica se toma sozinho, mesmo rodeado de equipe. Você...
01/08/2026

Você chega ao topo do departamento e descobre rápido: decisão estratégica se toma sozinho, mesmo rodeado de equipe. Você justif**a budget para quem nunca leu um relatório de funil. Valida decisão sem ter par técnico no mesmo nível dentro da empresa. Absorve a pressão por resultado enquanto ainda está testando o que funciona no mercado hoje.

E tem aquela solidão que ninguém coloca no relatório de gestão. É o happy hour da diretoria que você não é chamado, porque "marketing não é área estratégica" pra quem decide os convites. É o prazo apertado que você mesmo define para a equipe, porque a pressão de cima não te deu escolha, e depois você passa a noite pensando nos dois lados: no resultado que a empresa cobra e no cansaço de quem trabalha com você.

Grupo de WhatsApp não resolve, mistura todo tipo de gente e não tem profundidade. Curso resolve parte, mas não substitui alguém que já viveu exatamente o dilema que você está vivendo agora.

O isolamento técnico é o problema mais comum e menos falado da profissão. Você pode estar cercado de gente boa, mas sem ninguém que entenda a complexidade real de decidir estratégia com dado, contexto e pressão de gestão ao mesmo tempo.

A Confraria existe pra você não precisar carregar isso sozinho. É um lugar seguro de verdade, onde você pode falar do erro, da dúvida, do peso da decisão sem medo de julgamento ou de parecer fraco na frente de quem compete com você. É onde você encontra gente que já resolveu o mesmo problema que está te tirando o sono agora, e resolve com você, junto, sem ego, sem competição. O alívio de não estar mais sozinho nessa é o primeiro passo. O segundo é sair de lá com o problema encaminhado.

Agora conta pra gente: qual foi a última vez que você tomou uma decisão importante de marketing sem ter ninguém no mesmo nível para validar com você?

Tudo começa bem. Produto forte, relacionamento genuíno com cliente, indicação boca a boca girando sem esforço. A empresa...
30/07/2026

Tudo começa bem. Produto forte, relacionamento genuíno com cliente, indicação boca a boca girando sem esforço. A empresa cresce, contrata, expande região, e ninguém questiona nada, porque está funcionando. Só que esse "funcionando" tem prazo de validade, e quase nunca vem com aviso.

O problema aparece quando o crescimento orgânico desacelera. O relacionamento que sustentava vendas não escala na mesma velocidade que a operação, o mercado f**a mais concorrido, e de repente a empresa que nunca precisou de estratégia percebe que não tem posicionamento, não tem dado histórico, não tem funil, não tem nada documentado, só tem urgência.

É nesse momento que você, profissional de marketing, é chamado para "resolver rápido" algo que devia ter sido construído desde o início. E a cobrança chega como se marketing fosse botão de emergência, não estrutura que se constrói com tempo, consistência e dado real.

Crescimento sem marketing estratégico não é sustentável. É sorte com prazo de validade. E quando o prazo vence, quem entende de estratégia é chamado para apagar incêndio que poderia ter sido evitado com planejamento desde o primeiro ano.

Você já entrou numa empresa exatamente nesse ponto de virada? O que mais pesou: falta de dado, falta de posicionamento, ou falta de tempo para construir com calma?

As pessoas adoram comprar. O grande plot twist é que elas odeiam que vendam para elas. Na nossa cultura, vender por muit...
28/07/2026

As pessoas adoram comprar. O grande plot twist é que elas odeiam que vendam para elas. Na nossa cultura, vender por muito tempo carregou o peso de "enganar", uma desconfiança que nunca desapareceu de verdade, só ficou em segundo plano.

Com a internet e as redes sociais, a publicidade se tornou massiva, intensa e apelativa, presente em todo canto, sem pausa, sem seleção. O resultado foi previsível: cansaço, resistência, bloqueio.

Agora vivemos a era das pessoas que pagam para nunca mais ver anúncio. No Reino Unido, a Meta já cobra por uma versão sem anúncios do Instagram e do Facebook, e a empresa lançou globalmente o Instagram Plus e Facebook Plus, sinalizando que quer diversif**ar receita além da publicidade tradicional. Na União Europeia, o movimento começou ainda em 2023, com assinaturas específ**as para escapar da publicidade personalizada.

Isso muda o jogo para quem faz marketing. Se o público está disposto a pagar para não ver anúncio, a mensagem é clara: publicidade interruptiva, sem relevância, sem estratégia, está perdendo espaço. O que sobra é a marca que constrói presença de forma que as pessoas queiram ver, não que precisem ser forçadas a ver.

Você já está pensando sua estratégia para um mundo onde o público escolhe quem quer ouvir, ou ainda está confiando no alcance pago como se ele fosse eterno?

Todo mercado é feito de pessoas antes de ser feito de números. Quem entende comportamento humano, o que muda, o que inco...
25/07/2026

Todo mercado é feito de pessoas antes de ser feito de números.

Quem entende comportamento humano, o que muda, o que incomoda, o que motiva, enxerga a virada antes de ela aparecer em qualquer relatório.

Marketing de verdade não nasce do produto pra fora, nasce de gente pra dentro.

Profissional que se atualiza só em ferramenta e planilha corre risco de acertar a tática e perder o rumo. Antes de vender solução, entenda quem é essa pessoa hoje, porque ela não é a mesma de cinco anos atrás.

O mercado quer resultado. Quer ver a campanha vender, a marca crescer, o nome ganhar força e o investimento se pagar. Ma...
22/07/2026

O mercado quer resultado. Quer ver a campanha vender, a marca crescer, o nome ganhar força e o investimento se pagar. Mas, quando chega a hora do processo, muita empresa recua.

Porque marketing sério começa antes da peça, antes do anúncio, antes do comercial. Começa no briefing bem feito, na pesquisa, no entendimento da marca, do público, do mercado e da concorrência. Sem isso, tudo vira tentativa. E tentativa sem direção custa caro.

Profissional de marketing sabe disso. Sabe que não existe campanha forte sem análise. Não existe posicionamento consistente sem estudo. Não existe resultado duradouro sem teste, ajuste e acompanhamento. O problema é que o mercado até quer o acerto, mas nem sempre está disposto a bancar o caminho até ele.

Querem o aumento nas vendas, a lembrança da marca, a reputação construída e o cliente chegando com confiança. Mas não querem o tempo que isso exige. Não querem revisar rota. Não querem ouvir que a estratégia precisa amadurecer. Não querem aceitar que marketing não é peça pronta, é construção.

E construção dá trabalho. Exige conversa com vendas, com direção, com operação, com agência, com fornecedor. Exige leitura de cenário, disciplina, consistência e coragem para testar o que funciona e abandonar o que não entrega.

Agora conta pra gente, pra você, qual é a parte mais difícil do seu trabalho hoje: entregar resultado ou fazer o mercado entender o que você faz?

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Cuiabá, MT
78040-170

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