10/08/2026
💜 Agosto Lilás e as professoras: por que essa pauta também é nossa?
A violência contra a mulher não f**a restrita ao ambiente doméstico. Ela pode afetar a saúde, a segurança, a autonomia financeira e também a vida profissional das professoras.
A violência pode ser física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Ameaças, humilhações, perseguição, controle e isolamento também são formas de violência.
A Lei Maria da Penha garante proteção e permite solicitar medidas protetivas. Quando necessário e mediante decisão judicial, também prevê a manutenção do vínculo trabalhista durante o afastamento do local de trabalho por até seis meses.
⚠️ Não existe abono automático para todas as faltas relacionadas à violência. Cada situação deve ser analisada conforme a decisão judicial, a documentação, o contrato de trabalho e a Convenção Coletiva.
Canais de ajuda:
🚨 190 — Polícia Militar - Para situações de risco imediato.
💜 180 — Central de Atendimento à Mulher - Atendimento gratuito, 24 horas por dia.
📱 WhatsApp do Ligue 180: (61) 9610-0180
✉️ E-mail: [email protected]
🚔 181 — Polícia Civil de Santa Catarina - Para denúncias anônimas.
📱 WhatsApp da Polícia Civil de SC: (48) 98844-0083
Também é possível procurar:
DPCAMI ou Delegacia da Mulher;
Delegacia de Polícia mais próxima;
Delegacia Virtual de Santa Catarina;
Defensoria Pública;
Ministério Público;
CRAS ou CREAS;
Unidades de saúde e hospitais;
SAMU 192, em emergência médica;
SINPROESTE, para orientação sindical e trabalhista.
Se uma professora confiar em você, escute sem julgar, preserve sua privacidade e ajude-a a encontrar proteção.
💜 Você não está sozinha. A culpa nunca é da vítima.
📍 SINPROESTE — Sindicato dos Professores do Oeste de Santa Catarina
🤝 Sindicato também é rede de apoio.