Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa

Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa Página dedicada à divulgação das ações do Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa e ao r

Débora Deolindo, nutricionista conveniada ao Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa, alerta para o uso crescente e...
08/06/2026

Débora Deolindo, nutricionista conveniada ao Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa, alerta para o uso crescente e, muitas vezes, inconsequente das canetas emagrecedoras em Carlos Barbosa.

Segundo ela, apesar dos benefícios quando há indicação médica, o uso apenas por estética preocupa. Atendendo principalmente mulheres acima dos 40 anos, Débora destaca que o tratamento exige mudanças no estilo de vida para evitar efeitos colaterais, perda muscular e efeito rebote.

📌Jornal O metalúrgico: o uso de canetas emagrecedoras já é uma realidade em Carlos Barbosa?

Nutricionista Débora Deolindo: Sim, já é uma realidade. Vejo duas situações: pacientes que realmente precisam, com obesidade ou diabetes, e que se beneficiam muito com acompanhamento médico. E também pessoas buscando por estética, querendo perder poucos quilos rapidamente. Meu papel tem sido orientar: mostrar quando a caneta é um remédio e quando ela representa um risco.

📌Jornal O metalúrgico: qual é o perfil principal de quem usa?

Nutricionista: Meio a meio; por saúde e por estética. Tem o paciente que chega com indicação médica, exames alterados e risco à saúde. E tem quem busca por estética, para perder de 5 a 8 quilos. Esse segundo grupo me preocupa mais, porque, sem indicação, o risco de efeitos colaterais e de recuperar todo o peso é maior.

📌Jornal O metalúrgico: quais são os reais benefícios desse medicamento?

Nutricionista: quando o médico indica corretamente, a caneta ajuda na diminuição do apetite, no aumento da saciedade e também traz melhoras metabólicas, como redução dos níveis de glicose no sangue e da gordura no fígado. Quando associada a um bom acompanhamento multidisciplinar, mudanças nos hábitos alimentares e prática de exercícios físicos, pode resultar em uma perda signif**ativa de peso.

📌Jornal O metalúrgico: quais são os riscos para quem usa sem orientação?

Nutricionista: sem acompanhamento médico, o risco é alto: enjoo intenso, desidratação, pedra na vesícula e até pancreatite. Já atendi casos de pessoas que compraram por conta própria e passaram mal. Outro perigo é perder massa muscular e f**ar desnutrido por comer muito pouco. Caneta não é cosmético, é um medicamento tarja vermelha.

📌 Jornal O metalúrgico: O efeito rebote (engordar tudo de novo após parar) é um risco real? Como evitá-lo?

Nutricionista: sim, é um risco real. Se a pessoa não muda a alimentação e o estilo de vida, até dois terços do peso perdido podem voltar em um ano. Para evitar isso, o uso precisa vir acompanhado de reeducação alimentar, treino de força e, em alguns casos, apoio psicológico. A retirada da medicação também deve ser gradual, com redução da dose orientada pelo médico.

📌 O metalúrgico: quais são os cuidados alimentares indispensáveis que o paciente precisa ter durante o uso?

Nutricionista: como o remédio reduz muito a fome, a regra é “comer pouco, mas comer bem”. É importante incluir proteína em todas as refeições para evitar perda muscular, consumir bastante fibra e água para prevenir intestino preso e fazer de 4 a 6 pequenas refeições ao longo do dia. Frituras e alimentos muito gordurosos pioram bastante o enjoo.

📌 O metalúrgico: como a nutrição impede que o paciente perca massa muscular e sofra com a flacidez?

Nutricionista: garantindo proteína suficiente todos os dias e associando a alimentação à musculação. Calculo a quantidade ideal de forma personalizada para cada paciente. Sem proteína e sem treino, a pessoa emagrece, mas tende a f**ar mais flácida.

📌 O metalúrgico: quais estratégias nutricionais ajudam a aliviar efeitos colaterais comuns, como enjoo e intestino preso?

Nutricionista: para o enjoo: comer devagar, fracionar as refeições e reduzir as quantidades para evitar a sensação de estômago muito cheio. Também é importante evitar frituras, alimentos ultraprocessados e ricos em gordura, pois podem intensif**ar o mal-estar.

Para o intestino preso: aumentar o consumo de água é fundamental, mas sempre em pequenos goles para não provocar enjoo. A água ajuda a hidratar o bolo f***l e facilita a evacuação. Além disso, aumentar gradualmente o consumo de fibras, como aveia, chia, ameixa e mamão, costuma ajudar bastante.

📌 O metalúrgico: qual é o principal alerta ou conselho que você deixa para quem está pensando em iniciar esse tratamento?

Nutricionista: caneta emagrecedora não é solução mágica e não é indicada para todo mundo. É um medicamento sério, utilizado no tratamento de doenças. Antes de pensar em usar, consulte um endocrinologista e um nutricionista. Se houver indicação, podemos ajudar você a ter resultados com segurança. Se não houver, existem caminhos mais adequados e seguros para alcançar seus objetivos.

Há múltiplas publicações nas redes sociais ensinando o cidadão a lidar com suas próprias finanças. Deve-se prestar atenç...
04/06/2026

Há múltiplas publicações nas redes sociais ensinando o cidadão a lidar com suas próprias finanças. Deve-se prestar atenção à procedência. Quando um obra tem uma instituição financeira como origem ou como patrocinadora, ocorre o que se denomina conflito de interesse. O interesse em induzir o consumidor a comprar em prestações gera ganhos de juros à empresa financeira.

Há casos em que empresas não financeiras, como redes de comércio, faturam mais com os juros das prestações do que com o lucro comercial (este seria a diferença entre o custo da mercadoria e o preço de venda).

Às vezes, ONGs e institutos recebem recursos de empresas que têm no juro relevante fonte de receitas. Recomenda-se verif**ar no site delas os “apoios”.
Sublinhe-se que “Quando você compra algo, não compra com dinheiro, mas com o tempo de vida que precisou gastar para ganhar esse dinheiro”, dizia Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai.

Há agentes econômicos interessados em amealhar o seu tempo de trabalho. O juro é a pior forma de gastá-lo, não lhe traz benefício algum a não ser a aquisição antecipada de algo.

Suponha que você queira adquirir mercadoria por R$ 480,00. Uma forma seria pagar 10 prestações de R$ 55,00, que somado daria R$ 550,00, R$ 70,00 a mais com o juro. Outra forma, seria adiar até juntar R$ 120,00 por mês em 4 meses (ou R$ 48,00 por 10 meses), sem pagar juros. Além disso, poderia obter rendimento aplicando as parcelas poupadas e também tentar um desconto na compra à vista.
O problema é que redes comerciais alegam que em certo número de prestações não haveria juros e, por isso, não dão desconto na compra à vista.

Especialistas insistem que os juros, mesmo sem aparecerem, estariam inflando o valor à vista da loja. A “ilusão se aprofunda quando o parcelamento é associado à ausência de juros. A expressão “sem juros” dá ao consumidor uma falsa sensação de vantagem, como se estivesse economizando”, segundo o especialista Ronaldo Sousa.

Com Temer, a Lei 13.455 de 2017 prejudica o consumidor, dá brecha às “prestações pelo preço à vista”, mesmo que haja juro embutido no à vista.
Nos próximos artigos, trataremos de mais aspectos, como pagar por cartão ou pix.

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho finalmente começou a avançar no Congresso Nacional...
03/06/2026

O debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho finalmente começou a avançar no Congresso Nacional. E isso não aconteceu por acaso.

É resultado da pressão popular, da mobilização dos trabalhadores, do movimento sindical e do compromisso do governo federal em modernizar as relações de trabalho no Brasil.

A proposta em discussão prevê redução gradual da jornada semanal, sem redução de salário, começando pela diminuição imediata de duas horas após a aprovação da medida e nova redução após um ano, além do encaminhamento do fim da desgastante escala 6x1.

O mundo mudou. A tecnologia avançou, as máquinas evoluíram, a produtividade aumentou e a informação circula em segundos. Produz-se mais, com menos tempo e menos esforço físico em muitos setores.

Ainda assim, milhões de trabalhadores continuam presos a jornadas exaustivas, pouco tempo de descanso e uma rotina que muitas vezes impede até a convivência com a própria família.

A pergunta que precisa ser feita é simples: se o mundo evoluiu, por que as relações de trabalho não podem evoluir também?

Reduzir a jornada não signif**a produzir menos. Signif**a produzir melhor, com mais equilíbrio e mais humanidade.

Um trabalhador com mais tempo para viver adoece menos e convive mais com a família, além de encontrar espaço para praticar esportes e buscar qualif**ação profissional.

Essa maior disponibilidade também permite que ele participe ativamente da vida social, o que consequentemente movimenta o comércio e estimula o consumo, resultando em uma rotina com muito mais dignidade.

Isso interessa aos trabalhadores, às empresas e ao próprio Estado, que reduz custos com afastamentos, adoecimento mental e problemas de saúde relacionados ao excesso de trabalho.

O Brasil precisa compreender que desenvolvimento econômico não pode existir às custas da saúde física e mental da população.

Modernizar as relações de trabalho é reconhecer que crescimento e dignidade precisam caminhar juntos.

A redução da jornada e o fim da escala 6x1 representam um avanço necessário, moderno e compatível com o Brasil do presente e do futuro.

Entrou em vigor em 26 de maio:  empresas passarão a ser fiscalizadas pelas novas exigências da NR-1, norma que estabelec...
02/06/2026

Entrou em vigor em 26 de maio: empresas passarão a ser fiscalizadas pelas novas exigências da NR-1, norma que estabelece diretrizes de saúde e segurança no trabalho.

Entre as principais mudanças está a inclusão obrigatória dos riscos psicossociais, como estresse, assédio, burnout e violência no ambiente laboral, nos programas de gerenciamento de riscos das empresas.

Com a atualização, empregadores deverão identif**ar, avaliar e adotar medidas preventivas relacionadas à saúde mental dos trabalhadores, incorporando essas ações ao GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e ao PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).

A norma também determina que o foco das ações preventivas esteja na organização do trabalho, incluindo análise de jornadas, metas, sobrecarga, conflitos interpessoais e condições ergonômicas.

Além disso, a nova redação prevê planos de ação com prazos e responsáveis definidos, maior participação dos trabalhadores na gestão de riscos, integração entre empresas que compartilham o mesmo ambiente de trabalho e protocolos mínimos para situações de emergência.

O primeiro ano de vigência terá caráter educativo e orientativo, permitindo adaptação gradual das empresas às novas exigências.

Sabia que o Sindicato também realiza clareamento?Horários:🔸Terça e quinta-feira: das 15h20 às 18h40🔸Sexta-feira: das 9h3...
27/05/2026

Sabia que o Sindicato também realiza clareamento?

Horários:

🔸Terça e quinta-feira: das 15h20 às 18h40
🔸Sexta-feira: das 9h30 às 10h50

Agende SUA AVALIAÇÃO pelo fone/Whats: 54 3461-4760.

Que tal deixar seu sorriso lindo?Aproveite a novidade do Sindicato: também realizamos clareamento!Horários:🔸Terça e quin...
21/05/2026

Que tal deixar seu sorriso lindo?

Aproveite a novidade do Sindicato: também realizamos clareamento!

Horários:

🔸Terça e quinta-feira: das 15h20 às 18h40
🔸Sexta-feira: das 9h30 às 10h50

AGENDE SUA AVALIAÇÃO pelo fone/Whats: 54 3461-4760.

Você sabia que os os associados ao Sindicato e dependentes de até 18 anos incompletos têm direito a consulta com dentist...
19/05/2026

Você sabia que os os associados ao Sindicato e dependentes de até 18 anos incompletos têm direito a consulta com dentista?

Serviços:
🔸Profilaxia
🔸Aplicação de flúor
🔸Raspagem supragengival
🔸Tratamentos endodônticos
🔸Restaurações funcionais e estéticas
🔸Exodontias simples
🔸Exames radiográficos

Horários:
🔸Terça e quinta-feira: das 15h20 às 18h40
🔸Sexta-feira: das 9h30 às 10h50

Agende pelo fone/Whats: 54 3461-4760.

A principal lição ao Brasil, frente às guerras e turbulências do mercado de petróleo, é a de que o país precisa atingir ...
14/05/2026

A principal lição ao Brasil, frente às guerras e turbulências do mercado de petróleo, é a de que o país precisa atingir autossuficiência energética. E ela está mais perto do que parece.

O Brasil é o quinto produtor mundial, refina 100% da gasolina e 70% do diesel, importando o resto. A adição de etanol e biodiesel é vantagem invejada por outras nações.

Por isso, o Brasil esteve na faixa dos países medianamente atingidos, com altas abaixo de 30%.

A faixa de países fortemente atingidos corresponde aos não produtores.
Na faixa dos não atingidos chama a atenção a Índia, grande importadora, ao lado de potências energéticas como Arábia Saudita e Rússia.É que o Estado indiano exerce controle sobre a oferta e os preços, empregou estoques, diversificou fornecedores e reduziu impostos.

No Brasil, ações do governo reduziram bastante o efeito sobre o diesel. Primeiro, a correção da Petrobras, 14/03, foi 18,1% abaixo do Preço Internacional (PPI), gerou elevação de R$ 1,20. Segundo, deste valor foram deduzidos 0,64: 0,32 ao zerar o P*S e COFINS e 0,32 com subsídios.

Como o Brasil é exportador, a alta dos preços internacionais aumentaria a receita da Petrobras, mas ela, como só uma estatal é capaz de fazer, opta, não para aumentar lucros, mas para usar preços menores, diminuindo o impacto à sociedade.

Num país dominado por transporte rodoviário, altas no diesel afetam o transporte de insumos e de produtos, são custos a empresas e consumidores.

A privatização de parte da cadeia de produção deteriorou o controle sobre a oferta e os preços. Estas privatizações foram na contramão das grandes petroleiras, que verticalizam suas atividades, atuando “do poço ao posto”.

Governos passados privatizaram 3 refinarias. Resultado, a da Bahia reajustou o diesel 5 vezes desde a guerra e no acumulado 78%; a do Rio Grande do Norte reduziu o refino e a de Manaus fechou, causando ondas de aumentos com importações. Surfando na anterior Paridade de Preços de Importação.

A privatização da BR Distribuidora manietou a capacidade da Petrobras de controlar os preços nos postos. Com isso, os reajustes da Petrobras são repassados de imediato, mas as reduções ou não chegam ao consumidor ou vêm defasadas ou parcialmente.

Precisamos criar consciência cívica em que os combustíveis passem a ser um dos motores do desenvolvimento e alcançar autossuficiência energética.

Adensar a presença estatal na cadeia produtiva, retomar a distribuição e aumentar a capacidade de refino são passos rumo à soberania nacional no setor. Os custos de extração da Petrobras estão entre os mais baixos do mundo, o que deve se refletir em preços baixos ao consumidor.

Soberania energética eleva a competitividade das empresas nacionais e faz bem aos cidadãos.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa deseja um feliz Dia das Mães!
10/05/2026

O Sindicato dos Metalúrgicos de Carlos Barbosa deseja um feliz Dia das Mães!

A gente não acorda, pega o celular e decide conscientemente se comparar. Mas, em poucos minutos rolando o feed, já está ...
08/05/2026

A gente não acorda, pega o celular e decide conscientemente se comparar. Mas, em poucos minutos rolando o feed, já está medindo a própria vida pela vida dos outros. Sem perceber, a régua muda.

Um ponto importante que a ciência já discute, como mostra uma revisão publicada na revista Temas em Psicologia (2015), é que as redes sociais não são só espaços de interação. Elas também são lugares onde a gente constrói quem mostra ser.

Ali, cada pessoa escolhe o que mostrar, o que esconder, o que destacar. Não é exatamente mentira, mas é só um recorte da vida inteira. Isso faz com que a gente mostre versões mais organizadas, mais interessantes e, muitas vezes, mais felizes de quem somos. E é justamente esse recorte que o outro vê, e compara.

O problema não é mostrar o melhor de si. Isso sempre existiu. A diferença hoje é a intensidade e a frequência. Nós somos expostos o tempo todo a várias vidas “editadas”. E isso mexe com a gente: pode gerar inspiração e sensação de pertencimento, mas também insuficiência, inveja e dúvida.

Porque enquanto o outro aparece em uma versão filtrada, a gente se vê por inteiro, com dúvidas, falhas, dias difíceis e dias comuns. As redes também têm seu lado positivo: aproximam pessoas, criam conexões e dão espaço para expressão. O problema não são elas, mas o que elas intensif**am: algo muito humano, que é a necessidade de reconhecimento. De validação. De visibilidade.

E é aí que a comparação f**a silenciosa e perigosa. Quando a gente começa a avaliar a própria vida com base em recortes dos outros. Quando a régua deixa de medir a realidade e passa a medir versões editadas dela.

No fim, não é sobre parar de se comparar. É sobre perceber quando essa comparação deixou de ser justa.

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