Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes

Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes Entidade que representa os bancários de Campos, São João da Barra, São Fidélis, Italva, Itaocara, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e Aperibé (RJ).

Entidade que representa os bancários de Campos, São João da Barra, São Fidélis, Italva, Itaocara, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e Aperibé (RJ)

Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil começarão a receber, nos próximos dias, ligações telefônicas para partici...
11/06/2026

Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil começarão a receber, nos próximos dias, ligações telefônicas para participar de uma pesquisa nacional promovida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em parceria com o Instituto Simplex. O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

A pesquisa buscará identificar as percepções dos trabalhadores sobre temas como condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos funcionários do banco.

Segundo o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatingaa iniciativa permitirá que as entidades tenham um retrato mais preciso da realidade vivida pelos colegas em todo o país. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os funcionários vivenciam diariamente. A pesquisa será uma ferramenta importante para identificar prioridades e orientar a atuação das entidades sindicais na Campanha Nacional de 2026”, afirma.

De acordo com o dirigente, as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. “É fundamental que os colegas atendam à ligação e participem. Quanto maior for o número de respostas, mais representativo será o resultado e mais força teremos para defender as reivindicações dos funcionários nas mesas de negociação com o banco”, destaca.

A pesquisa também permitirá analisar diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país.

A orientação das entidades é que todos os funcionários que receberem a ligação reservem alguns minutos para responder ao questionário. As informações coletadas serão tratadas de forma confidencial e utilizadas exclusivamente para subsidiar a atuação sindical durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

As entidades que compõem a mesa de negociações sobre o custeio da Cassi se reuniram nesta terça-feira (9) com representa...
10/06/2026

As entidades que compõem a mesa de negociações sobre o custeio da Cassi se reuniram nesta terça-feira (9) com representantes do Banco do Brasil para dar continuidade à construção de alternativas que garantam a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados.

Um dos principais temas debatidos no encontro foi a necessidade de recomposição das reservas obrigatórias da Caixa de Assistência. A coordenadora da mesa de negociações, Fernanda Lopes, apresentou ao banco uma alternativa emergencial para evitar problemas financeiros no curto prazo.

A proposta consiste na elaboração de um memorando de entendimento que estabeleça uma contribuição transitória do Banco do Brasil e dos associados, com o objetivo de recompor as reservas da Cassi e assegurar maior estabilidade às contas da entidade.

“A recomposição das reservas da Cassi é uma medida necessária para garantir estabilidade financeira no curto prazo e evitar que a entidade enfrente dificuldades enquanto seguimos discutindo as questões estruturais do plano. A proposta de contribuição transitória cria as condições para que possamos avançar nas negociações com responsabilidade, preservando os direitos dos associados e a sustentabilidade da assistência à saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil”, destacou Fernanda Lopes, coordenadora da mesa de negociações.

Segundo as entidades, a medida permitiria que as negociações avançassem com mais segurança, criando as condições necessárias para aprofundar o debate sobre os temas estruturais que ainda não alcançaram consenso entre as partes e que deverão compor a proposta de reforma estatutária a ser submetida ao corpo social.

Entre os pontos que permanecem em discussão estão a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil a partir de 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores oriundos de bancos incorporados e os impactos das alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025 da ANS.

Os representantes do banco se comprometeram a analisar a proposta e a apresentar um posicionamento na próxima rodada de negociações, agendada para o dia 23 de junho.

A Contraf-CUT realizará uma pesquisa nacional com empregados da Caixa Econômica Federal para aprofundar o conhecimento s...
10/06/2026

A Contraf-CUT realizará uma pesquisa nacional com empregados da Caixa Econômica Federal para aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Segundo o secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, trata-se de uma ferramenta importante para aproximar ainda mais a atuação sindical da realidade vivida pelos trabalhadores.

“A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os empregados e empregadas vivenciam todos os dias. Esta pesquisa vai nos ajudar a compreender melhor quais são as prioridades do pessoal da Caixa neste momento e quais temas exigem maior atenção das entidades sindicais durante a Campanha de Nacional dos Bancários de 2026”, afirma.

De acordo com Tabatinga, os resultados servirão como subsídio para a construção das estratégias de negociação e para o aprimoramento das ações desenvolvidas pela Contraf-CUT, pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa e pelas demais entidades representativas.

“Quanto maior a participação dos colegas, mais preciso será o diagnóstico do que pensa o pessoal da Caixa. Isso fortalece nossa capacidade de negociação junto ao banco e contribui para que as reivindicações apresentadas estejam alinhadas às necessidades reais dos empregados”, destaca.

A pesquisa também permitirá identificar diferenças de percepção entre segmentos específicos, considerando aspectos como tempo de banco, função exercida, local de lotação, jornada de trabalho, faixa etária e região do país.

Para a Contraf-CUT, ouvir diretamente os trabalhadores é fundamental em um momento em que temas como o fortalecimento do Saúde Caixa, a melhoria das condições de trabalho, o combate ao assédio, a valorização profissional e a sustentabilidade dos programas de remuneração variável estão entre os principais desafios enfrentados pelos empregados da instituição.

A orientação é que todos os empregados da Caixa participem da pesquisa. A participação poderá ser realizada até o dia 19 de junho.

Para participar da pesquisa, acesse o link que será enviado por e-mail e responda o questionário.

Sindicatos de todo o país realizaram nesta terça (9) o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas u...
09/06/2026

Sindicatos de todo o país realizaram nesta terça (9) o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades dos bancos, reuniões com os trabalhadores e manifestações nas portas das agências e unidades administrativas da Caixa.

A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa). O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados.

O Sindicato dos Bancários de Campos e Região realizou um ato na agência central localizada no Boulevard Francisco de Paula Carneiro e distribuiu material informativo em outras unidades.

O boletim distribuído explica de forma simples como o teto prejudica o Saúde Caixa. Entre os impactos apontados estão o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.

Além da defesa do plano de saúde, o material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.

A Caixa Econômica Federal apresentou, em live realizada no dia 2 de junho, alterações no regulamento do programa de remu...
08/06/2026

A Caixa Econômica Federal apresentou, em live realizada no dia 2 de junho, alterações no regulamento do programa de remuneração variável Super Caixa. As mudanças foram divulgadas faltando apenas 19 dias úteis para o fechamento do ciclo e, embora tragam alguns ajustes, mantêm critérios que vêm sendo duramente criticados pelos representantes dos empregados desde a implantação.

Entre os pontos que permanecem inalterados estão os indicadores de CSAT e NS, apontados pelos trabalhadores como fatores excludentes e desproporcionais para o acesso ao programa. A Caixa afirmou que não abrirá mão desses critérios.

Outro aspecto que chamou a atenção é a exigência de assinatura de diversos termos de ciência para que os empregados possam acessar o sistema. O trabalhador só tem acesso ao sistema Super Caixa, para consultar seus resultados, se concordar com todos os itens dos termos.

Os termos também estabelecem que os valores pagos possuem natureza de premiação, sem incorporação à remuneração, sem reflexos trabalhistas, previdenciários ou fundiários. Além disso, o empregado precisa declarar ciência de que as simulações não representam expectativa de pagamento e que os valores dependem de regras definidas pela empresa.
Segundo a apresentação, o modelo deixa de operar exclusivamente na lógica do “tudo ou nada” e passa a prever faixas intermediárias de “premiação”.

Pelas novas regras, a habilitação inicial passa a ser de 25% do valor da remuneração devida, desde que se atinja os marcos de liderança na dimensão Integridade do Alcance.Caixa e em pelo menos mais uma dimensão Core, além de CSAT e NS igual ou superior a 100.

Após a habilitação, o empregado passa a acumular percentuais de premiação conforme seu desempenho nas dimensões Core e nas demais dimensões do Alcance.Caixa.
Na prática, significa que um trabalhador poderá receber percentuais intermediários, mesmo sem atingir o nível máximo em todas as dimensões, o que não ocorria no formato anterior.
Apesar da mudança, as entidades observam que a estrutura continua baseada em uma série de condicionantes que tornam o programa complexo e de difícil compreensão para os empregados.

Leia a matéria completa no site do sindicato.

Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram no dia 3 de junho para mais uma rodada de negociações s...
08/06/2026

Representantes dos funcionários e do Banco do Brasil se reuniram no dia 3 de junho para mais uma rodada de negociações sobre o custeio da Cassi. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência e avançar na construção de um modelo de financiamento capaz de atender às demandas dos associados.

Durante a reunião, o Banco do Brasil propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo híbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.

Os representantes dos trabalhadores afirmaram ter recebido a posição com surpresa. Segundo as entidades, a expectativa era obter um retorno sobre as críticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à necessidade de buscar uma alternativa que não esteja vinculada exclusivamente à remuneração dos funcionários.

As entidades reiteraram que é necessário aprofundar os estudos e as simulações para avaliar os impactos de cada proposta e construir uma solução equilibrada para a Cassi.

A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, ressaltou que o debate precisa contemplar temas que seguem sem definição. “As entidades já manifestaram concordância com a busca de um modelo híbrido de custeio. O que precisamos agora é analisar com profundidade os cenários apresentados e seus impactos para os associados. Mas também é fundamental avançar em questões que seguem sem solução, como o custeio da assistência à saúde no período pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e o direito definitivo de filiação à Cassi para os colegas egressos de bancos incorporados”, afirmou.

Ao final do encontro, ficou definida uma nova rodada de negociações para a próxima terça-feira (9).

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander cobrou, nesta quarta-feira (3), do banco a suspensão imediat...
08/06/2026

A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander cobrou, nesta quarta-feira (3), do banco a suspensão imediata de um processo de demissões em massa que estaria atingindo trabalhadores em diversas regiões do país. A representação dos empregados encaminhou manifestação formal à direção da instituição após receber relatos de desligamentos realizados nesta terça-feira (2), especialmente envolvendo trabalhadores do cargo de Especialista de Atendimento.

Segundo a COE, os desligamentos ocorreram sem qualquer comunicação prévia ou negociação com a representação dos trabalhadores, desrespeitando o compromisso de diálogo permanente estabelecido entre as partes por meio do Comitê de Relações Trabalhistas, previsto no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A preocupação da representação dos trabalhadores é ainda maior porque o tema foi levado à mesa de negociação na última reunião com o banco, realizada em 13 de maio. Na ocasião, a COE questionou rumores sobre a extinção do cargo de Especialista de Atendimento. De acordo com os representantes dos empregados, o negociador do Santander afirmou categoricamente que não havia qualquer processo de extinção do cargo e que eventuais movimentações seriam pontuais.

Para a coordenadora da COE Santander, Ana Marta Lima, “o banco precisa esclarecer imediatamente o que está acontecendo e interromper os desligamentos”. Ela destaca ainda que “a adoção de medidas dessa natureza sem diálogo prévio também contraria o entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a necessidade de participação das entidades representativas dos trabalhadores em processos de dispensa coletiva”.

A COE aguarda uma manifestação formal do Santander e reforça que continuará acompanhando o caso e adotando todas as medidas necessárias para defender os empregos, o respeito à negociação coletiva e os direitos dos trabalhadores do banco.

ATENÇÃO! Mudança de horário da piscina da Sede Campestre durante o outono/inverno.
01/06/2026

ATENÇÃO! Mudança de horário da piscina da Sede Campestre durante o outono/inverno.

Os representantes das entidades reuniram-se, em Brasília, no dia 27 de maio, para analisar a situação econômica e financ...
01/06/2026

Os representantes das entidades reuniram-se, em Brasília, no dia 27 de maio, para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado no período da tarde.

Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.

O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto-patrocinados.

A coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.

Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião dia 29 de maio e uma nova no dia 3 de junho.

Integrantes da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal participaram, no dia 27 de maio, da ce...
01/06/2026

Integrantes da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal participaram, no dia 27 de maio, da cerimônia em comemoração aos cinco anos do programa Acolhe, criado para prestar atendimento e acolhimento às empregadas em situação de violência doméstica e familiar, por meio de uma equipe multidisciplinar.

Durante a abertura, a superintendente Nacional de Estratégia de Pessoas e Relacionamento com o Empregado da Caixa, Ana Cláudia Costa Souza, destacou que o programa representa um compromisso institucional com a proteção das mulheres. Segundo ela, o Acolhe foi construído “a muitas mãos”, com participação de empregados e das entidades representativas dos trabalhadores.

Representando as mulheres da CEE/Caixa no evento, a presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará, Tatiana Oliveira, destacou que o programa nasceu de uma conquista da negociação coletiva. “É uma iniciativa inclusiva, de negociação coletiva, conquistada em março de 2020 e depois incluída na Convenção Coletiva de Trabalho em setembro do mesmo ano”.

Ela reforçou, no entanto, que ainda é preciso avançar para garantir uma política mais ampla de proteção às vítimas. Entre as principais reivindicações está a garantia de preservação da função e da remuneração das trabalhadoras que precisam ser transferidas de local de trabalho por razões de segurança. “A cláusula já garante transferência sem necessidade de ordem judicial ou medida protetiva. Basta a empregada informar que está em situação de violência e que permanecer naquele local representa risco à sua integridade física”.

Apesar disso, Tatiana relatou que as entidades receberam notícias de casos em que a mudança de unidade resultou em perda de função e redução salarial para as empregadas transferidas. “Ela já está vivendo uma situação de violência, muitas vezes mudando de cidade para proteger a própria vida. Se essa mudança ainda vier acompanhada de perda de renda, o impacto financeiro e emocional se torna ainda maior”, destacou.

A dirigente informou que o tema foi levado à mesa de negociação com a Caixa em março deste ano, mas ainda sem devolutiva concreta por parte do banco.

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