DEdo Verde

DEdo Verde Antes DEdo Verde, hoje, TEIA Verde!

Um Projeto que veio para inspirar projetos em educação ambiental e proporcionar vivências aos nossos estudantes e educadores, respeitando os diversos níveis e potencialidades de cada comunidade escolar!

15/04/2026

Você Sabia? Um corredor ecológico é uma faixa de vegetação que liga áreas naturais que estão separadas, como pedaços de floresta, permitindo que os animais se desloquem de um lugar para outro, encontrem alimento e se reproduzam. Ele funciona como um “caminho” na paisagem, ajudando a manter a vida nesses ambientes, já que evita o isolamento das espécies causado por atividades humanas, como desmatamento e agricultura. Dessa forma, os corredores ecológicos são importantes para conservar a biodiversidade e garantir o equilíbrio dos ecossistemas.

03/04/2026

Quando uma planta cria uma nova muda, ela usa uma dessas sete estruturas — e entender como cada uma funciona muda completamente a forma de multiplicar e manejar o jardim. 🌿

Rizoma: caule subterrâneo horizontal com raízes adventícias em cada nó — base do gengibre, da cúrcuma e das gramíneas ornamentais

Tubérculo: caule armazenador com gemas (olhos) que originam novas plantas — batata, taro, inhame

Gavinha de caule: estrutura de fixação que envolve suportes — trepadeiras como maracujá e pepino

Estolão: haste rasteira que forma novas plantas ao tocar o solo — morangueiro, grama-esmeralda, samambaia

Bulbo: caule curto envolvido por folhas carnosas que armazenam reservas — cebola, alho, amarílis

Cladódio: caule achatado que funciona como folha, com gemas axilares — cactos e aspargos

Cormo: estrutura sólida de base, diferente do bulbo que é formado por camadas — gladíolo, inhame-de-são-tomé

Cada estrutura tem uma janela de propagação diferente — conhecer qual é qual evita erros na hora de dividir, plantar ou replantar. ✂️

03/04/2026

Montar um minhocário em casa é mais simples do que parece — e o retorno é húmus de alta qualidade e chorume líquido que substituem adubos comprados. 🪱

Quatro passos para começar:

Passo 1 — Prepare 3 caixas plásticas: duas com furos de 6 mm (drenagem e aeração), uma sem furos (coletora de chorume). Tamanho ideal: 45×30×25 cm cada.

Passo 2 — Prepare a cama na caixa 1: jornal rasgado em tiras ou papelão, fibra de coco opcional, camada de 15-20 cm. Umidade de esponja molhada — não encharcado. A cama é o lar e a fonte de carbono das minhocas.

Passo 3 — Monte e adicione as minhocas: empilhe caixa 1 (com furos) dentro da caixa 2 (com furos), ambas dentro da caixa 3 (sem furos, coletora). Adicione 450 g de minhoca-vermelha-da-califórnia (Eisenia fetida). Na primeira alimentação, enterre 1 xícara de restos em um canto e espere 24 horas antes de adicionar mais.

Passo 4 — Alimente semanalmente e colha: adicione ~900 g de restos por semana, enterrando em cantos diferentes em rodízio. Em 3-4 meses o primeiro húmus está pronto. Drene o chorume mensalmente, dilua 1:10 em água e use como adubo foliar. 🌱

03/04/2026

Observar uma semente germinar é uma das experiências mais reveladoras da botânica — e cada grupo de plantas faz isso de uma forma diferente. 🌱

As três estratégias de germinação:

Milho (monocotiledônea): o coleóptilo — uma bainha protetora em forma de tubo — emerge primeiro e protege a primeira folha durante a saída do solo. As raízes seminais aparecem ao mesmo tempo. O endosperma f**a dentro do grão e alimenta o embrião durante todo o processo.

Feijão (dicotiledônea): os dois cotilédones são empurrados para cima pelo hipocótilo e saem do solo carregando reservas nutritivas. As primeiras folhas verdadeiras surgem entre eles. A radícula desce rapidamente formando a raiz pivotante principal.

Pinheiro (conífera): múltiplos cotilédones em coroa formam um tufo característico logo após a emergência. O hipocótilo ereto sustenta esse conjunto acima do solo antes das primeiras folhas verdadeiras aparecerem.

Conhecer essa sequência ajuda a entender quando e como manejar as mudas logo após a germinação — o momento mais delicado do ciclo. ✂️

03/04/2026

A água não sobe por gravidade — ela é puxada para cima por um processo físico fascinante que combina três forças ao mesmo tempo. 🌿

As três etapas do caminho:

Absorção: pelos radiculares microscópicos absorvem moléculas de água do solo entre as partículas de terra. Sem eles, nem raízes grossas e saudáveis conseguem absorver eficientemente — é por isso que solo compactado prejudica mesmo plantas bem regadas.

Coesão: as moléculas de água se ligam umas às outras dentro dos tubos do xilema formando uma coluna contínua. Essa cadeia de moléculas é tão forte que a tensão gerada na folha puxa toda a coluna de água de baixo para cima — como um canudo de vários metros.

Transpiração: as folhas liberam v***r d'água pelos estômatos. Esse é o motor de todo o sistema — sem transpiração, não há força para puxar a água das raízes até o topo da copa.

Na prática: em dias de calor intenso, a transpiração supera a absorção e a planta murcha temporariamente mesmo com solo úmido. Regar no início da manhã reduz esse estresse. 💧

Uma larva de 3,9 mm encontrada na Amazônia acende alerta de invasão | G1
30/03/2026

Uma larva de 3,9 mm encontrada na Amazônia acende alerta de invasão | G1

O achado de uma larva com apenas 9 dias de vida indica que o predador já venceu a antiga barreira natural da foz do Amazonas.

29/03/2026

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Cândido Mota, 186
Campinas, SP
13031-385

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Segunda-feira 07:00 - 16:00
Terça-feira 07:00 - 16:00
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