Amocam Associação de Moradores do Campeche

Amocam Associação de Moradores do Campeche Em defesa do Campeche!

Olá comunidade! Esperamos vocês para discutirmos melhorias para o nosso bairro.Junte-se a nós nessa luta!Data: 19/02/202...
14/02/2025

Olá comunidade!

Esperamos vocês para discutirmos melhorias para o nosso bairro.

Junte-se a nós nessa luta!

Data: 19/02/2024
Horário: 19 h às 21h
Endereço: Av. Pequeno Príncipe, 721 (Seove) sala de convivência.

DOSSIÊ CAMPECHE, novembro de 1997.Adensamento total previsto para área: 450.000 habitantesEsta concepção de vida futura ...
13/02/2025

DOSSIÊ CAMPECHE, novembro de 1997.

Adensamento total previsto para área: 450.000 habitantes

Esta concepção de vida futura na região foi rejeitada por pressão popular em 1995. Naquele momento, o mais lógico teria sido o órgão proponente consultar a população que o rejeitava, a fim de conhecer os desagrados, as possíveis falhas e viabilizar um plano legítimo e exequível em co-responsabilidade com a comunidade residente na região. Porém isto não ocorreu! Contrariamente, O PDC, que havia sido rejeitado como um todo em 1995, sofreu imperceptíveis modificações e em 1997, sem nenhum estudo das possibilidades ou limitações locais, desconsiderando inclusive o diagnóstico o plano diretor dos Balneários aprovado em 1985 (solo frágil, inconsolidado, não urbanizável), foi dividido em sub-regiões ou localidades a serem atingidas: Carianos, Aeroporto, Areias do Campeche, Campeche, Castanheiras, Tapera, Morro da Pedras, Rio Tavares, Fazenda do Rio Tavares, Porto da Lagoa e Alto Ribeirão. Cada uma destas localidades, através de suas representações comunitárias, foi convocada a conhecer sua área dentro do PDC, cabendo aos cidadãos presentes, a possibilidade de sugerir alterações ao plano já traçado. É importante citar que as apresentações do plano nem sempre ocorreram nas datas previamente marcadas pelo IPUF. Algumas foram transferidas na última hora, causando certo constrangimento às associações que haviam convocado a população, além de desmotivar o comparecimento para outras reuniões. A reunião da sub-região do Campeche (praia do Campeche) que ocorreu na data estabelecida (18/08/97) compareceram aproximadamente 200 moradores, dentre os quais técnicos das mais diversas áreas profissionais. Nesta reunião, que durou cerca de 4 horas, ficou claro que a população desejava participar da concepção de um novo plano, em acordo com as leis de planejamento urbano, Agenda 21 Local e o compromisso da atual administradora da cidade (na época Sra. Angela Amin). Entretanto, ficou claro, também, que se tratava do mesmo plano concebido em 89, finalizado em 92, rejeitado em 95 e dividido em 97, e que a intenção do IPUF era apenas homologá-lo, desta vez por partes, aceitando pequenas sugestões no traçado já elaborado. Atitude vantajosa para órgão planejador que, além de agir "democraticamente", procurando a comunidade, aprovaria por partes um plano que enfrentava dificuldades em se aprovar como um todo. Desvantagem para a população, que deveria, no prazo de 30 dias, concordar com pequenas alterações no PDC (que levou oito anos para ser elaborado) ou aceitá-lo como estava. Deram retono ao IPUF as comunidades do Morro das Pedras, Tapera e Jardim Castanheiras. Várias associações não apresentaram retorno ao IPUF por não concordarem em apresentar sugestões em algo que não querem: Rio Tavares, Fazenda Rio Tavares, Areias do Campeche, Campeche, Porto da Lagoa. A Comunidade do Campeche, organizada em torno da AMOCAM num Movimento pela Qualidade de Vida do Campeche questionou o recorte parcializado do Plano que impedia pensar-se o projeto globalmente, mas mesmo assim, decidiu pela análise do plano e pelo posicionamento com diretrizes e propostas. Foram solicitados pareceres técnicos de algumas áreas da Universidade ao mesmo tempo solicitando prazo para IPUF, além dos 30 dias para retorno. A esse respeito IPUF, em correspondência vinculou a não entrega do material do bairro a concordância com o Plano em questão. Diante dessa situação, a comunidade mobilizada continua o trabalho de análise com vistas ao delineamento de um plano diretor que representasse a opinião da população local e protocola oficio com exposição de motivos no dia marcado para entrega de proposta solicitando mais prazo. Diante do silêncio do IPUF e sentindo-se prejudicada, a comunidade decide encaminhar notificação judicial contra a prefeitura e o IPUF alertando para a necessidade de se prever os riscos ambientais no plano proposto que estimula uma alta densidade populacional, um sistema viário segregador da localidade e, entre outras coisas, o risco do uso indiscriminado dos recursos naturais do solo da região. Decide também, organizar Seminário Comunitário já programado com o objetivo de discutir questão do Planejamento local em parceria com os órgãos públicos, especialistas, pareceristas e moradores em geral da planície do Campeche. Alegando constrangimento devido a ação judicial, os órgãos públicos convidados estiveram ausentes.
A atitude viciosa de imposição de planos de cima para baixo é bem antiga e desconsidera inúmeras leis atuais, desperdiça dinheiro público, degrada recursos naturais e econômicos e não conta com a participação e responsabilidade da população. A primeira das leis desconsideradas pelo PDC é aquela que permitiria aos planejadores o conhecimento da área, suas disponibilidades, suas possibilidades e suas limitações para a execução de um plano. Esta lei, sob a forma de uma Resolução (001/86 CONAMA) estabelece em seu art. 29, inciso XV que projetos urbanísticos acima de 100 ha necessitam de um Estudo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Na realidade EIA/RIMA fornece um diagnóstico do solo, da água, dos recursos naturais utilizáveis (de uso limitado ou preserváveis) na área a ser urbanizada, em obediência às legislações Federais e Estaduais vigentes. Ora, o Plano Diretor, uma vez aprovado pela Câmara Municipal, não passa para a fase de projeto, transforma-se imediatamente, no instrumento diretor do ordenamento espacial. Ademais, é sabido que a simples possibilidade de aprovação do PDC, já viabilizou aterramentos de áreas de restingas, loteamentos e implantação de condomínios irregulares, sem tratamento de esgotos em áreas impróprias e ilegais, com a conivência da Câmara Municipal de Florianópolis.
E possível planejar sobre uma área tão abrangente, diversificada e frágil como é descrita a planície do Campeche, sem saber suas dificuldades, os custos e as disponibilidades para implantar equipamentos urbanos caros como são as vias parques? Quantos sabem que a água de beber de 40.000 moradores da Costa Leste Sul (Campeche, Lagoa da Conceição, Tapera, Morro das Pedras, Rio Tavares, Carianos, Aeroporto e outras localidades) vêm do subsolo da planície? Quantos sabem que a contaminação do lençol freático inviabilizará o abastecimento destas localidades? A quantidade e qualidade da água disponível não seria uma limitação para dispor uma população? Como saber isto sem estudos ambientais?

É O VERÃO!Para o verão 2024/2025, Florianópolis espera pela maior temporada dos últimos quatro anos. A previsão é de que...
13/02/2025

É O VERÃO!
Para o verão 2024/2025, Florianópolis espera pela maior temporada dos últimos quatro anos. A previsão é de que o turista estrangeiro represente 20% do movimento e o resultado deve impactar diretamente na busca por serviços e trazer reflexos positivos à economia da Capital. Mas como reflexos negativos poderiam interferir no plano econômico? “Se não quer passar as férias com piriri, já sabe: nada de queijinho e outros alimentos perigosos para sua saúde”, advertiu preocupado o prefeito Topázio TikTok em quanto fazia uma trilha, diante do surto de 499 casos de gastroenterite na primeira semana de 2025, que vem no caminho dos anos anteriores, 2024 com 1007 casos, 2023 foram 962 casos. Os 20 % de estrangeiros a mais, a população em geral desavisada e os Centros de Saúde sem médico substituto, técnico de enfermagem, dentista...e a UPA/SUL com esperas de até 5 horas (que em vista do que era antes, não mudou nada o atendimento), é o verão!.
Junta ao prefeito e seu coalho, o Instituto de Meio Ambiente (IMA) de Santa Catarina não irá mais colocar adesivos de "própria" ou "imprópria" para banho nas placas de balneabilidade, agora tem que consultar na plataforma acessando por QRcode. Em quando isso, a Lagoa do Peri que recebe milhares de visitantes por dia, testou imprópria para banho na última segunda-feira pela segunda semana consecutiva. Retiraram a placa de imprópria e da Bandeira Azul, que corre risco de perder caso não normalize a balneabilidade em 10 dias.
Além disso, o Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) determinou, após avaliar a gestão, o controle e a fiscalização da Bacia Hídrica do Monumento Natural da Lagoa do Peri, determinando a criação de grupo de trabalho e elaboração de plano de expansão de médio e longo prazos, priorizando a interligação com outros sistemas de abastecimento à perfuração de poços subterrâneos no Aquífero do Campeche. Esse último precisando urgentemente de estudos ambientais, diante da quantidade de empreendimentos que estão surgindo, aumentando a expansão imobiliária, quem garante a quantidade e qualidade?

Endereço

Campeche, SC

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