Rede Brasileira de Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis

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Rede Brasileira de Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis. Presidente da Rede Brasileira de Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis : André Gomyde

O que é a Rede? A Rede Brasileira de Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis foi criada em 2013, no âmbito da Frente Nacional de Prefeitos – que congrega as 350 maiores cidades brasileiras -, e reúne secretários e dirigentes municipais de ciência, tecnologia e inovação, bem como secretários municipais de desenvolvimento econômico. A fim de criar um conceito comum e com características brasileiras sobre o tema, reunimos também universidades e setores da iniciativa privada para escrever um documento intitulado: “Brasil 2030: Cidades Inteligentes e Humanas”, que tem norteado nossas ações em todo o País. A partir desse documento, as instituições parceiras do setor acadêmico e da iniciativa privada passaram a fazer parte da Rede. No ano de 2015, foi criada uma comissão Interministerial para tratar do assunto, coordenada pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e da qual a Rede participa. No ano de 2016, foi criada a Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas e estamos discutindo os avanços necessários em termos de legislação, para que se possa facilitar o desenvolvimento das cidades como Inteligentes e Humanas. O conceito de Cidades Inteligente e Humanas que a Rede trabalha é:

“As Cidades Inteligentes e Humanas são aquelas que se dotam de uma infraestrutura tecnológica interoperável, necessária para conectar todos os hardwares, softwares e aplicações existentes ou que venham a existir, de uma maneira que se transformem em uma plataforma que funcione como um nó que conecte todas as demais plataformas, permitindo à cidade que integre todos os dados e informações gerados, para ter um sistema de informações gerenciais aberto e transparente, de uma maneira que a tecnologia sirva de apoio à melhora da qualidade de vida das pessoas, sempre com sua participação em um processo co-criativo com o poder público”. Presidente – André Gomyde – Brasília

Diretor de Relações Institucionais – Marcos Alberto Martinelli – São Carlos, SP. Diretora Região Sul – Fernanda Bermudez – Porto Alegre, RS. Diretora Região Sudeste – Eronei Leite – Rio das Ostras, RJ. Diretor Região Centro-Oeste – Fabrizio Ribeiro – Anápolis, GO. Diretora Região Nordeste – Roseana Faneco – Recife, PE. Diretor Região Norte – Gerard Mulherin – Colinas do Tocantins, TO.

Tecnologia aproxima. Humanidade transforma.Uma cidade pode estar conectada e, ainda assim, estar distante.Pode ter senso...
28/09/2026

Tecnologia aproxima. Humanidade transforma.

Uma cidade pode estar conectada e, ainda assim, estar distante.

Pode ter sensores, aplicativos, dados em tempo real, sistemas integrados e inteligência artificial.

Mas uma pergunta permanece:

isso está tornando a cidade mais próxima de quem vive nela?

Porque existe uma diferença entre uma cidade que funciona por meio da tecnologia e uma cidade que consegue compreender as pessoas.

E talvez essa diferença seja mais importante do que parece.

Imagine duas cidades.

Na primeira, os dados circulam rapidamente. Os sistemas conversam entre si. Os serviços são cada vez mais digitais.

Na segunda, além de tudo isso, as decisões conseguem perceber aquilo que os números não revelam sozinhos:

A pessoa que não consegue acessar determinado serviço.

O idoso que se sente inseguro ao atravessar uma rua.

O trabalhador que perde horas todos os dias no deslocamento.

O pequeno comerciante que vê seu bairro se transformar sem conseguir participar dessa transformação.

O espaço público que existe no mapa, mas não faz parte da vida das pessoas.

Qual dessas realidades está sendo considerada quando uma cidade é planejada?

Talvez o grande desafio do futuro urbano não seja conectar cada vez mais coisas.

Talvez seja não perder de vista quem está no centro de todas essas conexões.

Porque tecnologia pode aproximar serviços.

Pode aproximar informações.

Pode aproximar pessoas de oportunidades.

Mas nenhuma ferramenta, sozinha, decide o que realmente importa para uma comunidade.

Essa continua sendo uma questão humana.

E isso muda a forma de olhar para o futuro.

Quando uma cidade adota uma nova tecnologia, talvez a pergunta mais interessante não seja:

“O que essa tecnologia consegue fazer?”

Mas:

“O que ela nos permite enxergar sobre a cidade que antes não conseguíamos perceber?”

E há uma pergunta ainda mais desconfortável para quem toma decisões públicas:

Estamos usando a tecnologia para compreender melhor as pessoas — ou esperando que as pessoas se adaptem à tecnologia?

O futuro das cidades talvez não seja uma disputa entre tecnologia e humanidade.

Talvez seja justamente a capacidade de perceber que uma não deveria substituir a outra.

💙 REFLEXÕES CHICS
Ideias que transformam cidades.

IBRACHICS — Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis.

🌿 Que a semana comece com mais verde, mais vida e mais inspiração.Uma árvore não transforma apenas a paisagem. Ela ofere...
27/09/2026

🌿 Que a semana comece com mais verde, mais vida e mais inspiração.

Uma árvore não transforma apenas a paisagem. Ela oferece sombra, abriga encontros, suaviza o caminho e devolve à cidade um pouco da natureza que precisamos para viver melhor. 🌳💚

No IBRACHICS, acreditamos que cuidar das cidades é, também, cuidar da qualidade de vida das pessoas.

Que seja uma excelente semana — e que nunca nos falte espaço para plantar boas ideias e cultivar um futuro melhor. ✨

💡 VOCÊ SABIA? | Curiosidades CHICSA criatividade não movimenta apenas ideias. Ela também pode movimentar a economia. 🚀Qu...
26/09/2026

💡 VOCÊ SABIA? | Curiosidades CHICS

A criatividade não movimenta apenas ideias. Ela também pode movimentar a economia. 🚀

Quando pessoas criativas encontram ambientes que estimulam a colaboração, a inovação e a troca de conhecimentos, novas ideias podem se transformar em produtos, serviços, negócios e soluções que geram valor para toda a sociedade.

🎨 Criatividade é transformar ideias em possibilidades.

E cidades que valorizam a criatividade criam espaços para pessoas inovarem, empreenderem, colaborarem e construírem novas oportunidades.

🌱 Uma cidade criativa é aquela que transforma talento, ideias e diversidade em desenvolvimento.

❓ Na sua opinião, o que uma cidade precisa oferecer para estimular ainda mais a criatividade das pessoas?

🚦 SEMÁFOROS INTELIGENTES E MOBILIDADE URBANA: COMO PEQUENOS AJUSTES TRANSFORMAM GRANDES CIDADESImagine um semáforo capaz...
25/09/2026

🚦 SEMÁFOROS INTELIGENTES E MOBILIDADE URBANA: COMO PEQUENOS AJUSTES TRANSFORMAM GRANDES CIDADES

Imagine um semáforo capaz de perceber o fluxo de veículos e ajustar seu funcionamento conforme a necessidade da via.

Isso já é realidade em cidades que utilizam semáforos inteligentes. 🚦

Diferentemente dos sistemas tradicionais, que seguem tempos programados, semáforos conectados podem utilizar sensores, câmeras e dados em tempo real para adaptar os ciclos à circulação.

O objetivo não é apenas fazer os carros andarem mais rápido.

É melhorar a mobilidade de toda a cidade.

🚗 Menos congestionamento

Ao identif**ar mudanças no fluxo, o sistema pode ajustar os tempos dos sinais e reduzir esperas desnecessárias.

Em situações de acidentes, eventos ou alterações repentinas no trânsito, dados em tempo real também podem ajudar os gestores a reorganizar a circulação.

Pequenos ajustes podem produzir grandes efeitos.

🚌 Mobilidade para todos

A inteligência dos semáforos pode beneficiar não apenas automóveis.

Sistemas integrados podem considerar ônibus, pedestres e ciclistas, contribuindo para uma circulação urbana mais equilibrada.

Em corredores de transporte coletivo, por exemplo, a sincronização semafórica pode ajudar a reduzir atrasos e melhorar a regularidade dos ônibus.

🌱 Eficiência também é sustentabilidade

Menos tempo parado no trânsito signif**a menor desperdício de combustível e potencial redução de emissões.

Quando a tecnologia ajuda a cidade a movimentar pessoas e mercadorias de maneira mais eficiente, ela também contribui para um ambiente urbano mais sustentável.

💡 O olhar do IBRACHICS

Para o IBRACHICS, uma inovação urbana precisa responder a uma pergunta fundamental:

Qual problema ela resolve na vida das pessoas?

Os semáforos inteligentes podem tornar as cidades:

HUMANAS, ao melhorar a experiência de quem circula.

INTELIGENTES, ao utilizar dados para decisões mais eficientes.

CRIATIVAS, ao transformar uma infraestrutura tradicional.

SUSTENTÁVEIS, ao contribuir para uma mobilidade mais eficiente.

A cidade inteligente não é aquela que possui mais tecnologia.

É aquela que utiliza a tecnologia para fazer a cidade funcionar melhor para as pessoas.

💬 Na sua cidade, os semáforos acompanham o trânsito em tempo real ou ainda funcionam apenas com horários programados?

Governar uma cidade é também saber fazer escolhasGovernar uma cidade é lidar diariamente com necessidades, desafios e ex...
24/09/2026

Governar uma cidade é também saber fazer escolhas

Governar uma cidade é lidar diariamente com necessidades, desafios e expectativas que parecem não ter fim.

Mobilidade, saúde, educação, habitação, infraestrutura, meio ambiente, desenvolvimento econômico, tecnologia e qualidade dos espaços públicos disputam atenção e recursos.

Mas nenhum governo consegue fazer tudo ao mesmo tempo.

É justamente por isso que governar também é escolher. 🎯

Escolher prioridades.
Escolher onde investir.
Escolher o que precisa ser enfrentado primeiro.
Escolher quais decisões podem produzir resultados duradouros.

E boas escolhas não acontecem apenas pela percepção de quem governa.

Elas precisam considerar dados, território, pessoas, recursos disponíveis e visão de futuro.

Uma decisão sobre mobilidade, por exemplo, pode influenciar o acesso ao trabalho, à educação e aos serviços públicos.

Um investimento em determinado território pode estimular novos negócios, melhorar a qualidade urbana e criar oportunidades.

Uma escolha aparentemente pontual pode produzir consequências para toda a cidade.

Por isso, governança não é apenas administrar recursos.

É compreender as conexões entre as decisões e seus impactos. 🔗

Também é ter coragem para estabelecer prioridades e transparência para explicar por que determinadas escolhas foram feitas.

Uma cidade não precisa de decisões perfeitas.

Precisa de decisões responsáveis, fundamentadas e alinhadas a um projeto de futuro.

🌱 Porque cada escolha feita hoje ajuda a definir a cidade que será entregue amanhã.

E talvez a pergunta mais importante para quem participa da construção de uma cidade seja:

Estamos escolhendo apenas para resolver as urgências de hoje ou também para construir o futuro que queremos?

Essa é uma conversa que precisa fazer parte da governança das cidades.

COMO OS DADOS PODEM MELHORAR O TRANSPORTE PÚBLICO?Imagine esperar um ônibus sem saber se ele está a dois minutos ou a vi...
23/09/2026

COMO OS DADOS PODEM MELHORAR O TRANSPORTE PÚBLICO?

Imagine esperar um ônibus sem saber se ele está a dois minutos ou a vinte.

Agora imagine o contrário: seu celular informa o horário previsto de chegada, o sistema acompanha a localização do veículo e a gestão municipal consegue enxergar, em tempo real, onde estão os maiores problemas da operação.

A diferença está nos dados.

Em uma cidade inteligente, dados não servem apenas para produzir gráficos. Eles ajudam a entender como a cidade funciona e tomar decisões melhores.

🚌 O ônibus também pode “gerar informação”

Tecnologias como RFID podem permitir identif**ar a passagem dos veículos pelos pontos. Com isso, torna-se possível acompanhar horários, trajetos e regularidade da operação.

Essa informação pode chegar ao passageiro por meio de aplicativos ou painéis nos pontos de ônibus.

O benefício é simples: menos incerteza para quem espera e mais informação para quem administra.

🚦 E o trânsito entra nessa equação

Sensores instalados em semáforos podem identif**ar o fluxo de veículos e contribuir para uma sincronização mais eficiente dos sinais.

Quando essas informações são analisadas em conjunto, a gestão consegue identif**ar situações de congestionamento e agir de maneira mais rápida.

Não se trata de colocar tecnologia pela tecnologia.

Trata-se de usar informação para reduzir desperdícios de tempo, melhorar a circulação e tornar a mobilidade mais eficiente.

📱 E o cidadão também participa

Aplicativos podem informar horários, alterações de itinerários e condições do transporte.

Mais do que receber informação, o cidadão passa a ter uma relação mais direta com o sistema de mobilidade.

E existe uma transformação ainda maior quando diferentes fontes de informação são integradas.

Sensores, aplicativos, sistemas de transporte e bases de dados podem produzir uma visão mais ampla da dinâmica urbana. Isso permite que decisões deixem de ser tomadas apenas pela percepção e passem a ser apoiadas por evidências.

Mas há uma condição fundamental:

dados precisam gerar decisões.

Não adianta uma cidade coletar milhões de informações se elas não forem transformadas em planejamento, melhoria de serviços e respostas concretas aos problemas da população.

A verdadeira cidade inteligente não é aquela que tem mais dados.

É aquela que sabe transformar dados em melhores decisões — e melhores decisões em qualidade de vida.

E f**a a provocação:

Se a cidade já consegue saber onde estão seus congestionamentos, seus ônibus e seus gargalos, por que ainda toma tantas decisões de mobilidade sem utilizar plenamente essas informações?

🇳🇴 Oslo: a cidade que colocou o clima dentro do orçamentoHá cidades que investem em tecnologia para parecer inteligentes...
22/09/2026

🇳🇴 Oslo: a cidade que colocou o clima dentro do orçamento

Há cidades que investem em tecnologia para parecer inteligentes. Oslo decidiu fazer algo mais profundo: transformar sustentabilidade em uma forma de governar.

Em 2019, a capital da Noruega foi escolhida Capital Verde Europeia. Em 2026, ficou em 2º lugar no IMD Smart City Index, entre 148 cidades. Seu desempenho combina governança, infraestrutura, sustentabilidade e confiança dos cidadãos.

🌱 Mas há uma característica de Oslo que realmente impressiona.

Em 2016, a cidade criou o Climate Budget — Orçamento Climático. Em vez de tratar a redução de emissões como uma promessa ambiental separada do orçamento público, Oslo passou a estabelecer metas, responsabilidades, medidas e acompanhamento das emissões dentro do próprio planejamento.

É como administrar dinheiro: saber quanto se tem, onde investir e acompanhar os resultados. Só que, nesse caso, o indicador também é carbono.

🚗 Os resultados aparecem. Em 2024, 90% dos carros novos vendidos em Oslo eram elétricos. A cidade também ampliou transporte público, ciclovias e áreas com menos circulação de automóveis.

🚍 A transformação chegou aos ônibus, às embarcações e às obras públicas, com veículos e equipamentos de construção de emissão zero.

♻️ Oslo também aposta na economia circular e no aproveitamento energético de resíduos. E avança com a captura de carbono na usina de Klemetsrud, uma das maiores fontes de emissões da cidade.

Mas talvez o mais bonito seja perceber que Oslo não busca ser apenas uma cidade “verde”.

Ela busca ser uma cidade melhor para viver: mais caminhável, mais silenciosa, com ar mais limpo, natureza preservada e espaços urbanos pensados para as pessoas.

🌿 A meta é ambiciosa: reduzir em 95% as emissões diretas até 2030, em relação a 2009.

É por isso que Oslo merece estar no CHICS pelo Mundo.

Ela mostra que uma cidade sustentável não nasce de uma coleção de projetos verdes. Nasce quando a sustentabilidade entra nas decisões de governo, nos investimentos, na mobilidade, no planejamento urbano e na vida cotidiana.

💡 Talvez seja essa a grande surpresa de Oslo:

a inteligência da cidade não está apenas na tecnologia que utiliza. Está na maneira como escolhe o futuro que quer construir.

🌎 NÃO É COPIAR. É APRENDER.

🇧🇷 O que essa experiência pode ensinar às cidades brasileiras?

IBRACHICS — Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis.

Criatividade: o ativo invisível das cidades competitivasLinkedIn + FacebookO que faz uma cidade ser competitiva?Durante ...
21/09/2026

Criatividade: o ativo invisível das cidades competitivas
LinkedIn + Facebook

O que faz uma cidade ser competitiva?

Durante muito tempo, a resposta esteve associada a fatores bastante conhecidos: infraestrutura, investimentos, localização, mão de obra, capacidade produtiva e acesso a mercados.

Todos continuam importantes.

Mas existe um ativo que raramente aparece nos indicadores econômicos:

a criatividade.

Ela está nas pessoas que encontram novas maneiras de resolver problemas.

Nos empreendedores que transformam ideias em negócios.

Nos artistas que ressignif**am espaços.

Nas universidades que produzem conhecimento.

Nos profissionais que criam soluções onde antes existiam apenas limitações.

E nas cidades que conseguem transformar tudo isso em oportunidades.

Uma cidade pode possuir excelentes recursos e, ainda assim, ter dificuldade para criar novos caminhos.

Outra pode não ter todas as condições ideais, mas desenvolver uma capacidade extraordinária de imaginar, experimentar e reinventar-se.

É aí que a criatividade deixa de ser apenas uma expressão cultural e passa a ter valor estratégico.

Porque cidades competitivas não disputam apenas investimentos.

Disputam talentos, ideias, negócios, conhecimento e capacidade de inovação.

E talentos procuram lugares onde possam criar.

Por isso, talvez uma das perguntas mais importantes para uma cidade que deseja se destacar seja:

Estamos criando condições para que as pessoas criativas permaneçam, se encontrem e prosperem aqui?

A resposta pode determinar muito mais do que a oferta cultural de um território.

Pode influenciar sua economia, sua capacidade de inovação, sua atratividade e sua própria identidade.

A criatividade é invisível nos mapas.

Não ocupa espaço físico.

Não aparece necessariamente em grandes obras.

Mas pode transformar profundamente uma cidade.

Talvez o verdadeiro desafio das cidades competitivas não seja apenas atrair recursos.

Seja descobrir como liberar o potencial criativo que já existe dentro delas.

Porque uma cidade que consegue transformar criatividade em oportunidades não apenas acompanha as mudanças.

Ela passa a criar o próprio futuro.

💙 REFLEXÕES CHICS
Ideias que transformam cidades.

IBRACHICS — Cidades Humanas, Inteligentes, Criativas e Sustentáveis.

🌿 Que a semana comece com movimento, encontros e possibilidades.Porque uma cidade verdadeiramente inteligente não é aque...
20/09/2026

🌿 Que a semana comece com movimento, encontros e possibilidades.

Porque uma cidade verdadeiramente inteligente não é aquela que apenas conecta caminhos — é aquela que aproxima pessoas, desperta encontros e faz a vida acontecer. 💙

Que tenhamos uma excelente semana, construindo cidades onde a inovação caminhe sempre ao lado da humanidade. ✨

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Brasília, DF

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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