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WWF-Brasil O WWF-Brasil é uma ONG brasileira dedicada à conservação da vida: das pessoas e do planeta
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16/10/2026

Ouça a natureza.

Ela está nos dizendo algo difícil: o tamanho médio das populações de vida selvagem monitoradas caiu 73% desde 1970.

Mas também está nos dizendo outra verdade: o que cai pode se reerguer. Vemos isso nas manadas de elefantes no Sul da África, nos tigres, nas tartarugas-verdes, nos atuns-azuis dos oceanos Atlântico e Pacífico e nas onças-pintadas da Mata atlântica.

Isso não é por acaso. É o resultado de ação, ano após ano, década após década, pessoa por pessoa.

É assim que a esperança se parece quando as pessoas se recusam a desviar o olhar. Quando escolhem agir. Todos nós podemos viver mais em harmonia com a natureza, tomando decisões que ajudam - e não prejudicam - o nosso lar.

Compartilhe este conteúdo e vamos transformar a esperança em ação pelo nosso

Hoje, 16 de outubro, é o Dia Mundial da Alimentação. O tema escolhido pela ONU para 2026 é “Inovar hoje para nutrir o am...
16/10/2026

Hoje, 16 de outubro, é o Dia Mundial da Alimentação. O tema escolhido pela ONU para 2026 é “Inovar hoje para nutrir o amanhã”.

Enfrentar a insegurança alimentar está ao nosso alcance, ao alcance de todos. O mundo já produz alimentos suficientes para toda a população, mas uma em cada treze pessoas passou fome em 2025, e cerca de 2,69 bilhões não conseguem pagar por uma alimentação saudável (FAO, 2026). Parte dessa contradição se explica pelo que acontece com o alimento ao longo do caminho.

Estima-se que 13% da comida produzida no mundo se perca entre a colheita e o varejo (FAO, 2019). Outros 19%, o equivalente a 1,05 bilhão de toneladas, são desperdiçados no varejo, nos serviços de alimentação e nos domicílios, que respondem sozinhos por 60% desse desperdício (PNUMA, 2024). E o impacto não é apenas social. A perda e o desperdício de alimentos respondem por cerca de 10% das emissões globais de gases de efeito estufa (FAOSTAT, 2025) e ocupam 28% da área agrícola do planeta (FAO, 2013). O desperdício também representa mais de US$ 1 trilhão em alimentos jogados fora por ano (PNUMA, 2024).

Transformar essa realidade exige ação conjunta de governos, empresas, academia, sociedade civil e de cada um de nós. Inovar para reduzir perdas e desperdício é aproveitar melhor os alimentos, diminuir impactos ambientais e fazer com que mais comida chegue a quem precisa.

Leia a matéria completa em nosso site. O link está na bio.

A história da Alessandra Mathyas também é a história do WWF-Brasil. Sua atuação em Vila Limeira mostra como é possível l...
15/10/2026

A história da Alessandra Mathyas também é a história do WWF-Brasil.

Sua atuação em Vila Limeira mostra como é possível levar energia limpa a comunidades sem derrubar a floresta, transformando a vida no território e influenciando políticas públicas.

“Em 2021, inauguramos a primeira comunidade 100% solar do sul do Amazonas. Desde então, a Vila Limeira é abastecida exclusivamente por energia solar, que substituiu geradores a diesel. O impacto foi grande: as pessoas passaram a estudar remotamente, ganharam mais tempo para o trabalho e novas profissões surgiram. Os moradores gerenciam a usina e os horários de uso para garantir eficiência energética.

A Vila Limeira é uma comunidade extrativista onde só se chega de barco. Cerca de 90 pessoas vivem da pesca do pirarucu, do cultivo de mandioca, da marcenaria com madeira autorizada e de suas hortas. O local foi escolhido por estar na região do Arco do Desmatamento, sob intensa pressão de diferentes setores.

A Resex Solar, como chamamos o projeto, tornou-se referência até para o governo federal. Diferentemente da extensão convencional da rede, que pode exigir a abertura de caminhos na floresta para levar energia a comunidades remotas, esse modelo combina acesso à energia limpa, conservação da vegetação e proteção dos direitos das populações tradicionais.

Com esta e outras ações, o WWF-Brasil integra a Rede Energia e Comunidades, que reúne organizações em defesa de energia limpa, sustentável e acessível a todos. Nosso trabalho contribuiu para a criação, pela Aneel, do Sandbox Regulatório Energias da Floresta, primeira parceria da agência com a sociedade civil. Em 2023, ideias da Rede foram incorporadas ao Luz para Todos, como agentes comunitários de energia, participação social nas decisões e uso produtivo da energia, que, nas comunidades extrativistas, se mistura ao doméstico.

Sou grata ao WWF-Brasil por me permitir liderar essa agenda, mesmo sendo professora e jornalista, e não engenheira eletricista. Trabalhar em uma organização com experiência em territórios e incidência política ajuda muito. Hoje, se sairmos da Rede Energia e Comunidades, o grupo anda sozinho.”

A forma como produzimos e descartamos alimentos também afeta a vida silvestre.O novo Relatório Planeta Vivo do WWF mostr...
15/10/2026

A forma como produzimos e descartamos alimentos também afeta a vida silvestre.

O novo Relatório Planeta Vivo do WWF mostra que as populações monitoradas caíram, em média, 73% entre 1970 e 2022. A perda de habitat é o que mais pesa nesse declínio, e o sistema alimentar é sua principal causa.

Só nos domicílios, o mundo joga fora mais de 1 bilhão de refeições por dia, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). São ecossistemas convertidos para produzir alimentos que nunca chegam à mesa.

Mas cerca de metade delas está estável ou em recuperação. Reduzir a perda e o desperdício de alimentos ajuda a proteger nossos biomas e nossa fauna.

Leia o relatório no link da bio.

Enfrentar a perda e desperdício de alimentos é um desafio que depende de toda a sociedade, incluindo governos, grandes e...
14/10/2026

Enfrentar a perda e desperdício de alimentos é um desafio que depende de toda a sociedade, incluindo governos, grandes empresas e organizações da sociedade civil. Você também pode fazer parte da mudança, a começar com hábitos simples dentro de casa. Planejar as compras, congelar o que sobrou, aproveitar cascas e talos, além de transformar restos em novas receitas são gestos pequenos que, somados, fazem diferença tanto no orçamento, quanto na mesa e no meio ambiente.

Essa é a proposta da campanha , do Brasil Sem Desperdício: mostrar que alimentos com pequenas imperfeições, ou aquela sobra que já estava destinada ao lixo, continuam tendo valor, sabor e potencial — dentro e fora de casa.

No site, você encontra mais dicas de planejamento de compras, conservação e receitas de aproveitamento integral dos alimentos:
brasilsemdesperdicio.org.br/fazaxepa

Fotos: Theo Grahl Trindade

Tem coisas que a gente aprende quando criança que valem a pena levar para a vida toda.Neste Dia das Crianças, que a curi...
12/10/2026

Tem coisas que a gente aprende quando criança que valem a pena levar para a vida toda.

Neste Dia das Crianças, que a curiosidade continue abrindo caminhos para o conhecimento, que o encantamento pela natureza nunca desapareça e que a vontade de construir um mundo melhor cresça junto delas. 💚

Embora não seja tão conhecida, a Cadeia Vitória-Trindade (CVT) é uma importante área para conservação de biodiversidade....
10/10/2026

Embora não seja tão conhecida, a Cadeia Vitória-Trindade (CVT) é uma importante área para conservação de biodiversidade.

Estruturas únicas conhecidas como Colinas Coralinas, fazem parte desta região e funcionam como um corredor ecológico que conecta diferentes ecossistemas marinhos, facilitando a chegada de muitas espécies em muitos pontos distantes da costa brasileira,como as ilhas de Trindade e Martin Vaz. Estudos apontam que entre a Cadeia Vitória-Trindade (ES) e a Região dos Abrolhos (BA) vivam dezenas de peixes recifais considerados endêmicos, ou seja, que não existem em outros lugares do mundo.

Além disso, mais de 90 espécies de tubarões e arraias encontram abrigo na área submersa, e a ilha de Trindade concentra o maior sítio reprodutivo de tartarugas verdes do Brasil.

Junte-se ao WWF-Brasil para que a Cadeia Vitória-Trindade se torne uma unidade marinha de proteção integral!

A biodiversidade está perdendo espaço em terra, no mar, nos rios e lagos. E esse declínio não acontece de forma isolada:...
08/10/2026

A biodiversidade está perdendo espaço em terra, no mar, nos rios e lagos. E esse declínio não acontece de forma isolada: ele é resultado de pressões que se acumulam ao longo do tempo, como perda de habitats, exploração excessiva, mudanças climáticas e poluição.

Virar esse jogo exige mais do que proteger espécies individualmente. Também passa por transformar os sistemas que mais pressionam a natureza, mudando como produzimos e consumimos alimentos, geramos energia e direcionamos recursos.

Quem se informa, . Compartilhe e leia o Relatório Planeta Vivo para descobrir o que precisa mudar nas próximas jogadas.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA ( 2024), o desperdício de comida resulta no descarte d...
08/10/2026

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - PNUMA ( 2024), o desperdício de comida resulta no descarte de mais de US$ 1 trilhão em alimentos todos os anos.

Por isso, enfrentar a perda e o desperdício significa fortalecer a eficiência do setor agroalimentar, proteger o meio ambiente e contribuir com a segurança alimentar do país. Empresas, governos, organizações e consumidores podem fazer parte da solução.

Quer saber como?
brasilsemdesperdicio.org.br/fazaxepa

A história do Diego Viana também é a história do WWF-Brasil.Nascido e criado no Pantanal sul-mato-grossense, o veterinár...
07/10/2026

A história do Diego Viana também é a história do WWF-Brasil.

Nascido e criado no Pantanal sul-mato-grossense, o veterinário e pesquisador une ciência e saberes locais para fortalecer a preservação da biodiversidade no bioma.

“Cresci coexistindo com a onça-pintada. (...) Quase todos os anos, as onças-pintadas aparecem na cidade. Seja por uma cheia no rio Paraguai, seja por um incêndio, elas encontram no espaço urbano um refúgio para essas situações.

Na infância, passei muitas férias na fazenda de um tio em Miranda, onde eram constantes os ataques de onça ao gado. Por isso, desde criança, eu pensava em como trabalhar com esse predador. Na faculdade, tive contato com a literatura científica sobre coexistência e entendi que meu papel seria levar esse conhecimento para outros pantaneiros.

O WWF-Brasil acreditou em mim quando tive a oportunidade de participar da criação da Rede Pantaneira pela Coexistência Humano-Onça. Embora jovem, a organização percebeu que eu poderia ser um agente local para esse trabalho. Na Rede, organizo as informações científicas e traço planos para desenvolver trabalhos conjuntos entre as instituições participantes. Temos um campo amplo para explorar cientificamente a onça-pintada.

Atualmente, já temos informações sobre as áreas ocupadas e os ambientes mais propícios para a ocorrência da espécie. Nosso objetivo é refinar e ampliar esse conhecimento, assim como avançar na compreensão de outros aspectos de sua ecologia.

Ao compreender melhor como a espécie utiliza a paisagem e quais ambientes favorecem sua ocorrência, podemos compartilhar essas informações com as pessoas que vivem nesses territórios, contribuindo para orientar ações e fortalecer a coexistência entre pessoas e a fauna silvestre.

A transmissão do conhecimento pode ser feita em conversas, palestras, mas também por meio da música: sou DJ e sempre falo sobre coexistência entre os intervalos das canções.”

Endereço

CLS 114 Bloco D
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