ONCB - Organização Nacional de Cegos do Brasil

ONCB - Organização Nacional de Cegos do Brasil A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) foi fundada em 2008 por iniciativa de mais de 60 Entidades de e para pessoas cegas de todo o país.

A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) foi fundada em Julho de 2008 por iniciativa de mais de 60 Entidades de e para pessoas cegas e com baixa visão de todo o país. A ONCB atua no quadro da deficiência visual por todo o país, com campanhas que vão desde a prevenção contra a cegueira até programas que incentivem os brasileiros com deficiência visual a assumirem seu papel como protagonistas de suas vidas.

11/08/2026

Amanhã, quarta-feira, começa o Terceiro Encontro Nacional de Pessoas com Deficiência Visual promovido pela Sociedade Bíblica do Brasil, SBB.

De 12 a 15 de agosto, mais de 300 pessoas cegas e com baixa visão estarão reunidas em Capela do Alto, São Paulo, para participar do evento inclusivo que contará com palestras, rodas de conversa e atividades que estimulam o desenvolvimento pessoal.

Acompanhe aqui a entrevista de Marcus Aurélio de Carvalho com Emilene Araujo, diretora de projetos sociais da SBB.

Descrição das imagens: Marcus Aurélio é um homem branco de cabelos parcialmente grisalhos. Usa óculos. Veste uma camisa social cor cereja e uma jaqueta azul escuro. Ao fundo, a logomarca do programa De Olho na Inclusão. Emilene é uma mulher branca com cabelos loiros e lisos. Veste uma blusa verde. Ao fundo, uma parede branca.

31/07/2026

Por que a ONCB defende a permanência do atual Símbolo Internacional de Acesso? Esse é um dos principais destaques desta semana. Marcus Aurélio de Carvalho conversa com Cinthya Freitas, secretária de Saúde, Reabilitação e Prevenção da Cegueira da ONCB e representante no Conade. Ela explica por que a ONCB apoia o veto parcial à Lei 15.459, de 2026, que manteve em vigor o símbolo representado pela pessoa em cadeira de rodas.
Acompanhe também uma entrevista com o presidente Beto Pereira sobre os 18 anos da ONCB. Ele fala sobre as principais conquistas da entidade nessa trajetória e destaca os atuais desafios da organização.
Nas notícias: quase setenta por cento das unidades prisionais do país não têm acessibilidade para pessoas com deficiência. Relatório aponta dificuldades no acesso a tecnologias assistivas na África.
Tudo isso no Programa De Olho na Inclusão desta sexta-feira, já disponível no canal do YouTube ONCB na Rede!
Assista no link:

https://youtu.be/Q_BQVcmv1M4

ONCB celebra 18 anos fortalecendo a defesa dos direitos das pessoas cegas e com baixa visãoNeste 27 de julho, a Organiza...
27/07/2026

ONCB celebra 18 anos fortalecendo a defesa dos direitos das pessoas cegas e com baixa visão

Neste 27 de julho, a Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) celebra 18 anos de atuação consolidando-se como a única entidade legalmente constituída de representação nacional das pessoas cegas e com baixa visão. Presente nas cinco regiões do país, a organização reúne mais de 100 filiadas e atua na defesa dos direitos, de cerca de 7,9 milhões de brasileiros com deficiência visual (Censo Demográfico 2022 do IBGE).

A ONCB promove o monitoramento e o aperfeiçoamento de políticas públicas, como protagonista em importantes conquistas nacionais. Entre elas, a contribuição para o fortalecimento da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência no ordenamento jurídico brasileiro, a mobilização para o aprimoramento da Lei Brasileira de Inclusão, a atuação, no STF, em defesa da educação inclusiva e a participação decisiva na ratificação do Tratado de Marraquexe, ampliando o acesso de pessoas cegas e com baixa visão à leitura.

A representatividade da ONCB também se expressa por sua presença ativa nos principais espaços de participação e controle social do país, bem como por sua atuação nos organismos internacionais dedicados à promoção dos direitos humanos e da inclusão das pessoas com deficiência.

Nos últimos anos, a ONCB ampliou sua capacidade de mobilização ao coordenar o Programa Ágora Brasil de Empregabilidade, criar o Selo ONCB de Inclusão e Acessibilidade (SOINA), estruturar a maior plataforma de conteúdos em áudio da América Latina sobre inclusão por meio da Rádio ONCB e realizar, em São Paulo, o 11º Encontro Mundial da Deficiência Visual, maior evento promovido no mundo sobre a temática e o primeiro sediado na América Latina.

Os 18 anos da ONCB reafirmam um compromisso permanente com a construção de uma sociedade mais democrática e inclusiva. Trajetória marcada pela defesa intransigente dos direitos humanos, pelo fortalecimento do movimento social organizado e pela certeza de que nenhuma política pública voltada às pessoas com deficiência pode ser construída sem a participação efetiva de quem vive essa realidade.

Descrição da imagem: foto horizontal. Todos os diretores e diretoras da ONCB estão em pé, lado a lado. Ao fundo, o banner do 11º Encontro Mundial da Deficiência Visual.

25/07/2026

Nota da ONCB sobre os 35 anos da Lei de Cotas é lida no ar nos 90.9MHz FM de São Paulo

Na edição de hoje, 24 de julho, do programa Todas as Vozes, na Rádio MyNews VIP FM e no canal YouTube da emissora, o apresentador Marcus Aurélio de Carvalho fez a leitura da nota oficial da Organização Nacional de Cegos do Brasil sobre o aniversário da Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho (Lei nº 8.213/91).

Propositadamente, Marcus leu o texto usando óculos especiais de leitura e com o rosto muito próximo da tela do celular. Dessa forma, no quadro Atitude Inclusão, do programa Todas as Vozes, mostrou o uso de um dos recursos de acessibilidade para pessoas com baixa visão como ele.

Acompanhe, no vídeo, a leitura do texto na emissora que alcança a cidade de São Paulo e outros 51 municípios, inclusive com ótima recepção no litoral paulista, de Ilhabela a Cananéia.

O programa Todas as Vozes, com apresentação de Marcus Aurélio, é transmitido de segunda a sexta, das 15h às 17h, nos 90.9 e no Canal YouTube TODAS AS VOZES - MyNews VIP FM.

Descrição da imagem: Marcus segura o celular com as duas mãos bem próximas do microfone. Ele é um homem branco de cabelos parcialmente grisalhos. Veste uma camisa social rosa e um blazer cinza. Ao fundo, a parede com revestimento acústico do estúdio, em tons amadeirados, com detalhes em luz azul e a logomarca da emissora. No canto direito alto da imagem, está a logomarca do programa Todas as Vozes, predominantemente em tons de laranja. No canto direito baixo, a logomarca da ONCB, predominantemente azul celeste.

24/07/2026

Hoje, 24 de julho, a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência completa 35 anos. Marcus Aurélio de Carvalho conversa com Beto Pereira sobre os avanços conquistados desde a criação da legislação e os desafios para ampliar a inclusão no mercado de trabalho.
Confira também uma reportagem especial produzida por Marcus Aurélio, no Bar Brahma, em São Paulo, onde uma ação promovida pela Beplay levou recursos de acessibilidade à transmissão da final da Copa do Mundo FIFA 2026. Luis Mauch, sócio fundador e diretor da Beplay; Bruna, tradutora de libras na empresa; Lara Souto, consultora em acessibilidade; e Marco Antonio Pellegrini, ex-secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, contam como foi essa experiência.
Nas notícias: TSE registra número recorde de eleitores com deficiência aptos a votar. Projeto voltado a pessoas cegas e com baixa visão recebe investimento em Mato Grosso do Sul.
Tudo isso no Programa De Olho na Inclusão desta sexta-feira, já disponível no canal do YouTube ONCB na Rede!
Assista no link:

https://youtu.be/dnuI1YtWzLo

Lei de Cotas completa 35 anos: uma conquista que precisa seguir avançandoHá 35 anos, o Brasil avançou ao ampliar a parti...
24/07/2026

Lei de Cotas completa 35 anos: uma conquista que precisa seguir avançando

Há 35 anos, o Brasil avançou ao ampliar a participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A Lei de Cotas, criada em 24 de julho de 1991, estabeleceu que empresas com 100 ou mais empregados devem reservar de 2% a 5% de seus cargos para pessoas com deficiência e beneficiários reabilitados da Previdência Social.

Ao longo dessas mais de três décadas, a legislação mudou a realidade de centenas de milhares de brasileiros. Ela demonstrou que inclusão não é assistencialismo, mas o reconhecimento de um direito fundamental: o direito ao trabalho em igualdade de oportunidades.

Os avanços são inegáveis, mas ainda insuficientes. Hoje, aproximadamente seiscentas mil pessoas com deficiência estão inseridas no mercado formal de trabalho. Esse número poderia ultrapassar 1,2 milhão de trabalhadores, caso a Lei de Cotas fosse integralmente cumprida. Isso significa que centenas de milhares de brasileiros continuam privados da oportunidade de construir autonomia, desenvolver talentos e contribuir plenamente para a sociedade.

Entre aqueles que ainda encontram as maiores dificuldades para conquistar uma vaga estão as pessoas cegas e com baixa visão. Em muitos processos seletivos, a deficiência continua sendo percebida antes da qualificação, da experiência profissional, da capacidade técnica e do potencial de cada candidato. Além da contratação, ainda é necessário garantir acessibilidade, oportunidades de crescimento, capacitação e ambientes verdadeiramente inclusivos.

Outro desafio que precisa ser enfrentado é o reduzido número de auditores fiscais do trabalho responsáveis por acompanhar e fiscalizar o cumprimento da legislação. O fortalecimento da fiscalização é essencial para assegurar que a Lei de Cotas seja efetivamente respeitada em todo o país e cumpra sua função social.

A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) desenvolve o Programa Ágora Brasil de Empregabilidade. A iniciativa capacita, orienta e conecta pessoas cegas e com baixa visão, empresas, organizações e instituições. O programa promove qualificação profissional, aproxima candidatos das oportunidades disponíveis e oferece suporte para que empregadores avancem na construção de ambientes de trabalho mais inclusivos, acessíveis e diversos.

Celebrar os 35 anos da Lei de Cotas é reconhecer uma das mais importantes conquistas da inclusão no Brasil. Mas é também reafirmar que ainda há um longo caminho pela frente. O verdadeiro sucesso dessa política pública será alcançado quando nenhuma pessoa com deficiência for impedida de trabalhar por causa do preconceito, da falta de acessibilidade ou do descumprimento da lei.

NOTA PÚBLICA DA ONCB SOBRE O SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSOA Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), instituiçã...
23/07/2026

NOTA PÚBLICA DA ONCB SOBRE O SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSO

A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), instituição de representação nacional que atua na defesa dos direitos e na promoção da cidadania de 6,5 milhões de brasileiros cegos e com baixa visão, vem a público manifestar seu posicionamento favorável ao veto presidencial parcial aplicado ao Projeto de Lei número 2.199/2022, recentemente convertido na Lei número 15.459/2026.

A decisão barrou especificamente o Artigo 4º, que previa a substituição do anexo contendo o desenho do novo símbolo; o Artigo 5º, que determinava a substituição das placas; e o próprio Anexo. Com isso, o atual Símbolo Internacional de Acesso, representado pela pessoa em cadeira de rodas, continua oficialmente em vigor no país.

A ONCB apoia integralmente esse veto parcial, amparada por critérios técnicos, normativos e, sobretudo, pelo respeito inegociável à legitimidade da participação democrática. Um dos principais fundamentos para a rejeição da mudança automática do símbolo reside na estrita observância do Artigo 4.3 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Esse tratado, com equivalência constitucional, determina o dever do Estado de realizar consultas estreitas e garantir a participação ativa das pessoas com deficiência, por meio de suas organizações representativas, na elaboração e na implementação de legislações e políticas públicas que lhes digam respeito.

A tentativa de substituição do símbolo flertou com a inconstitucionalidade por ter sido proposta sem a devida e ampla participação social. O Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), órgão colegiado máximo de representação do segmento, do qual a ONCB é parte, rejeitou o projeto por meio de uma Nota Técnica detalhada, elaborada em conjunto com o Sistema CONFEA/CREA (Conselho Federal e Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia).

A ONCB ressalta que o posicionamento do CONADE e das organizações representativas das pessoas com deficiência deve ser considerado prioritário. Decisões de tamanho impacto não podem ser tomadas de forma verticalizada, uma vez que a sinalização de acessibilidade não constitui mera escolha gráfica ou elemento estético secundário. Possui natureza eminentemente funcional. Sua finalidade é servir como instrumento de comunicação pública e universal, identificando, de forma simples, padronizada e imediata, recursos, serviços e rotas acessíveis.

A efetividade dessa sinalização depende, de maneira crucial, da universalidade, da uniformidade e da previsibilidade para os usuários. Cabe, ainda, elucidar que a proposta de substituição intempestiva do ícone atual por uma nova representação visual não foi precedida de estudos técnicos robustos nem de evidências empíricas no contexto brasileiro, tampouco considerou a conjuntura internacional sobre o tema em epígrafe.

Sob a ótica da ergonomia cognitiva e do desenho universal, alterar, sem estudos aprofundados, um símbolo globalmente consolidado e reconhecido há mais de 50 anos, traria um grave risco de exclusão. Em vez de ampliar a inclusão, a mudança abrupta poderia gerar severa descontinuidade informacional, confundir a população em geral e criar novas barreiras de orientação e segurança para as próprias pessoas com deficiência, bem como para idosos, crianças e cidadãos de diferentes contextos socioculturais.

A alteração da simbologia demandaria uma profunda e complexa reestruturação do arcabouço normativo vigente, colidindo com referências consagradas, como a norma técnica ABNT NBR 9050. Adicionalmente, a ausência de uma adequada avaliação de impacto regulatório e de despesas geraria custos logísticos e financeiros potencialmente bilionários para a substituição obrigatória de placas em edificações públicas e privadas, frotas de transporte coletivo e vias urbanas. Em termos práticos, tal dispêndio ocorreria sem qualquer garantia técnica de ampliação real dos níveis de acessibilidade no cotidiano da população.

No que concerne à justificativa de que a Organização das Nações Unidas (ONU) propõe tais mudanças, trata-se de argumento impreciso e frágil, uma vez que o documento publicado pela Organização em 19 de agosto de 2016 informa apenas que um grupo, com a participação de organizações de pessoas com deficiência, colaborou na escolha de um novo símbolo de acessibilidade para uso no Centro de Acessibilidade da sede da ONU, sem, contudo, determinar sua adoção obrigatória ou a substituição dos símbolos existentes.

É imperioso destacar que a manutenção do desenho oficial da pessoa em cadeira de rodas não esvazia a relevância da Lei número 15.459/2026. Por isso, a ONCB celebra as reais conquistas consolidadas no texto sancionado, que aperfeiçoou a legislação nacional ao atualizar nomenclaturas e modernizar requisitos técnicos essenciais voltados à acessibilidade universal, incluindo exigências detalhadas sobre pisos táteis e mapas táteis, além de determinar a obrigatoriedade de o poder público promover campanhas institucionais de divulgação sobre a acessibilidade.

Dessa forma, o aprimoramento das políticas públicas de inclusão permanece assegurado no texto legal, preservando-se a segurança jurídica e evitando prejuízos operacionais.

O aperfeiçoamento das condições de vida das pessoas com deficiência deve ocorrer por meio do fortalecimento das estruturas de acessibilidade digital, atitudinal e comunicacional já conquistadas e não pela desestabilização de um sistema de sinalização visual amplamente consolidado e plenamente funcional. Contudo, o veto parcial não representa um fechamento de portas para possíveis atualizações, mas, sim, a garantia de que as transformações sociais devem considerar o contexto histórico, os critérios de segurança jurídica e a ampla participação cidadã.

Diante do exposto, a Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) manifesta seu apoio integral ao veto parcial aplicado à Lei número 15.459/2026 e conclama os membros do Congresso Nacional a manterem o veto presidencial.

Resguardar a decisão do Poder Executivo e do CONADE significa reconhecer o protagonismo legítimo do movimento social e assegurar que nenhuma alteração de direitos ocorra sem a efetiva participação daqueles que os vivenciam.

Por fim, a ONCB entende que toda e qualquer atualização de símbolos e simbologias pode ser importante, desde que conte com a participação direta dos segmentos interessados na matéria, apresente evidências de que tais mudanças representem efetivos avanços e seja acompanhada de um estudo completo sobre sua metodologia de adoção, transição e implantação.

São Paulo, 23 de julho de 2026

21/07/2026

No domingo, 19 de julho, com cobertura jornalística da ONCB, a empresa Beplay, com apoio da Claro TV, realizou, no Bar Brahma, uma ação de acessibilidade para mais de 30 pessoas com deficiência.

Na famosa esquina da Avenida Ipiranga com Avenida São João, no centro da capital paulista, a transmissão da decisão da Copa do Mundo FIFA 2026 contou com recursos de acessibilidade para pessoas cegas, com baixa visão, surdas e com outras deficiências

Nesta rápida entrevista para Marcus Aurélio de Carvalho, Luis Mauch, que é sócio fundador e diretor da empresa Beplay, explica um pouco de como foi desenvolvida a chamada ação de hospitalidade acessível e que recursos foram usados. Marcus e Luis fazem um convite para a reportagem completa sobre o evento, que será transmitida no programa De Olho na Inclusão da próxima sexta-feira, no Canal YouTube ONCB na rede.

Câmera: Luciana Gabardo.

Descrição da imagem: começa com foco no telão do Bar Brahma, com jogadores da seleção espanhola dando entrevistas após a conquista da Copa do Mundo FIFA 2026. Após os primeiros 10 segundos, a câmera focaliza Marcus e Luis. Marcus usa óculos e veste uma camisa social laranja claro e uma jaqueta azul escuro. Segura um pequeno microfone de lapela. Luis veste uma camisa polo preta com a logo da Beplay.

19/07/2026
Nos dias 16 e 17, em Brasília, aconteceu a primeira reunião ampliada da comissão organizadora, comitê executivo e comiss...
18/07/2026

Nos dias 16 e 17, em Brasília, aconteceu a primeira reunião ampliada da comissão organizadora, comitê executivo e comissões temáticas preparatórias para a 18ª Conferência Nacional de Saúde. A Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB) esteve representada por nossa diretora de Relações Institucionais, Pérola de Souza.

Na oportunidade, a diretora, dentre suas participações, enfatizou o papel que a ONCB vem tendo nas diversas conferências de saúde sobre o protagonismo das pessoas com deficiência visual – cegas e com baixa visão – e a importância de ocuparem as diversas comissões e contribuírem, cada vez mais, para que eventos como esses sejam mais equânimes, acessíveis, em busca de uma saúde pública e um SUS mais humanizado, que alcance e abrace cada vez mais todas as pessoas.

Descrições das imagens: na primeira foto, Pérola está sentada em meio ao plenário lotado, que reuniu todas as comissões preparatórias da Conferência. Na foto 2, Pérola e outros cinco integrantes da comissão que a ONCB está ajudando a construir estão sentados ao redor de uma mesa redonda. Na foto 3, Pérola e 11 integrantes da comissão estão em pé, posando para a fotografia.

Endereço

Rua Do Orfanato
Brasília, DF

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