17/09/2026
TBT de um daqueles encontros que continuam ecoando depois que terminam.
Neste trecho, a Valéria nos lembra de algo que não podemos normalizar: violência obstétrica não deve ser aceita, naturalizada ou silenciada.
Mas essa conversa não é responsabilidade apenas de quem vive a experiência do parto.
Existe um conjunto de leis, acordos, políticas e diretrizes que reconhecem direitos e orientam uma assistência respeitosa. E existem pessoas e instituições que fazem parte dessa história: gestantes, famílias, profissionais de saúde, gestores, serviços, universidades, organizações e toda a sociedade.
Cada um pode e deve fazer a sua parte.
Informar.
Escutar.
Respeitar.
Denunciar quando necessário.
Mudar práticas.
Cobrar políticas.
E, principalmente, não tratar a violência como algo “normal” do nascimento.
Porque humanizar o parto não é um detalhe. É respeitar pessoas, direitos e escolhas.
▶️ Assista ao trecho da fala da Verônica e conte para a gente: o que você acha que precisa mudar para que nenhuma pessoa precise passar por uma violência para ter seu filho?