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Nota oficial de solidariedade da SBB referente ao incêndio ocorrido na UFPE
08/10/2026

Nota oficial de solidariedade da SBB referente ao incêndio ocorrido na UFPE

Recentemente, no dia 17 de setembro, Jacob Coxon, ex-pesquisador na Anthropic e OpenAI, participou de uma entrevista no ...
25/09/2026

Recentemente, no dia 17 de setembro, Jacob Coxon, ex-pesquisador na Anthropic e OpenAI, participou de uma entrevista no canal PBS, onde discutiu abertamente sobre seus receios com o avanço da indústria de Inteligência Artificial. Segundo o especialista, estamos entrando em um momento focado em autoaperfeiçoamento recursivo (RSI), onde as próprias IAs estarão aptas e focadas em atualizar a si mesmo. No intervalo de 1 a 2 anos, ocorrerão, portanto, significativos avanços nessa área, que podem descambar para consequências mais sérias a nível social, ambiental e financeiro.
Essa rápida evolução pode escancarar erros, que potencialmente acontecem em sistemas complexos, e consequências imprevisíveis que estão acima da nossa capacidade de remediação e segurança. Para Jacob o avanço da IAs potencializados por si mesmas, deve ser acompanhada por medidas de segurança efetivas e freiadas para garantir uma maior reflexão sobre o que estamos construindo.
Jacob aponta ainda que há maior preocupação dos países serem vanguardistas nessa área, gerando uma “corrida tecnológica” do que numa coordenação internacional, que seria essencial para guiar e limitar esse avanço tecnológico. Visão de tal cenário o teria desestimulado e levado a abandonar o cargo.
A necessidade de estimular reflexões ético-morais, debatendo sobre consequências e formas de ação, frente a um rápido avanço tecnológico é uma das bases de criação da Bioética enquanto área do conhecimento, propondo originalmente uma “ponte” entre saberes, aproximando ciências humanas e sociais das tecnológicas e de saúde.
Para a noticia completa acesse: https://www.pbs.org/newshour/show/as-ai-behavior-raises-concerns-ex-researcher-jacob-coxon-warns-what-may-lie-ahead

No dia 28 de agosto o movimento Frente pela Vida organizou na Associação Brasileira da Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro...
17/09/2026

No dia 28 de agosto o movimento Frente pela Vida organizou na Associação Brasileira da Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, a 2ª Conferencia Nacional Livre Democrática e Popular de Saúde, como um evento preparatório para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, a ser realizada em 2027. Nesse evento foi aprovado um documento com propostas para uma política de saúde e conjuntamente foi formulado uma carta compromisso, entregue ao candidato à reeleição Luis Inácio Lula da Silva, contendo as diretrizes pensadas para a saúde dentro do próximo mandato (2027-2030), com enfoque no fortalecimento do SUS, associado à valorização da democracia e da soberania nacional.
Como parte da Frente pela Vida, a SBB reforça seu posicionamento, durante esse período eleitoral, de defesa do SUS e da saúde coletiva, e que espera essa garantia e compromisso de candidatos ao poder público. Os principais pontos da carta compromisso com as diretrizes para a política de saúde no Brasil estão nesse post.

Você sabe o que é, e o que se faz, em uma Conferência de Saúde?Muito se fala em democracia, participação social e direit...
29/08/2026

Você sabe o que é, e o que se faz, em uma Conferência de Saúde?

Muito se fala em democracia, participação social e direito à saúde. Mas, onde a população participa das decisões sobre os caminhos da saúde no Brasil? As Conferências de Saúde são um desses espaços.

São momentos de escuta, debate, construção coletiva e disputa de projetos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Nesses espaços tanto usuários, trabalhadores, gestores, quanto movimentos sociais e diferentes segmentos da sociedade se encontram para discutir os problemas vividos nos territórios, formular propostas e defender prioridades para as políticas de saúde. E quando falamos em participação popular, falamos também de bioética.

Porque decidir sobre saúde é decidir sobre vidas, necessidades, direitos, recursos, prioridades e sobre quais vozes são e serão ouvidas ( e quais permanecem invisibilizadas) .

Uma bioética comprometida com a democracia e com a realidade brasileira não pode se limitar aos espaços acadêmicos ou às relações entre profissionais e pacientes. Ela também precisa estar presente onde coletivamente se decide que saúde queremos construir e para quem.

Hoje, participamos da 2º Conferência livre, democrática e popular de saúde. Você pode conferir alguns registros desse encontro que reafirmarmos, como sociedade, a importância da participação social na construção do SUS.

Sigamos juntas, juntos e juntes!
SBB

28/08/2026

Sigamos juntas, juntos e juntes!
SBB

A pesquisa Datafolha sobre morte assistida revela duas coisas: a primeira é que agora temos dados, parâmetros para norte...
22/08/2026

A pesquisa Datafolha sobre morte assistida revela duas coisas: a primeira é que agora temos dados, parâmetros para nortear, e segunda é uma sociedade que não responde da mesma maneira quando diferentes situações de fim de vida são apresentadas.

A maioria dos brasileiros se declara contrária à eutanásia e ao suicídio assistido, mas o país se divide quando a questão envolve a interrupção de tratamentos que apenas prolongam artificialmente a vida.

Talvez, antes de perguntar apenas “a favor ou contra?”, seja necessário perguntar: quanto compreendemos sobre as diferentes práticas, os direitos dos pacientes e os conflitos éticos envolvidos nas decisões de fim de vida?

E assim, a educação em bioética ocupa um lugar fundamental.

Educar criticamente em bioética não significa ensinar às pessoas o que pensar ou conduzi-las a uma determinada posição. Significa ampliar a capacidade de informar, escutar, argumentar, reconhecer diferentes valores e deliberar diante de situações complexas.

Educação em bioética não produz respostas prontas. Ela propõe melhores condições para que possamos construir respostas eticamente responsáveis.

Sigamos juntas, juntos e juntes .
SBB

A velocidade da inovação pode justificar a flexibilização da proteção ética?O desenvolvimento científico transformou a h...
11/08/2026

A velocidade da inovação pode justificar a flexibilização da proteção ética?

O desenvolvimento científico transformou a história da medicina. Vacinas, transplantes, terapias celulares e, mais recentemente, a edição genética ampliaram possibilidades antes inimagináveis.

Mas toda inovação científica carrega uma responsabilidade ética proporcional ao seu potencial.

A morte de uma criança após um tratamento experimental de edição genética reacende uma discussão que ultrapassa os limites da tecnologia: como garantir que a busca pelo avanço científico nunca reduza a proteção das pessoas que participam de pesquisas?

Na bioética, não basta perguntar se uma tecnologia pode ser desenvolvida. É preciso perguntar em quais condições ela deve ser desenvolvida, quais riscos são aceitáveis, como proteger participantes em situação de vulnerabilidade e qual é o papel de sistemas independentes de revisão ética.

No Brasil, esse debate ganha contornos ainda mais relevantes diante das discussões sobre a Lei nº 14.874/2024, que aponta possíveis retrocessos na proteção dos participantes de pesquisa e no modelo de governança ética construído pelo Sistema CEP/Conep.

A confiança da sociedade na ciência depende não apenas da qualidade das descobertas, mas também da qualidade ética do caminho percorrido para alcançá-las.

Sigamos juntas, juntos e juntes neste debate!
SBB

Você pode conferir a matéria base completa em :

https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2026/07/24/menina-de-6-anos-morre-apos-tratamento-experimental-de-edicao-genetica-na-china-e-abre-discussao-etica.ghtml

A testosterona é um hormônio com indicações terapêuticas bem estabelecidas quando utilizada em situações clínicas especí...
25/07/2026

A testosterona é um hormônio com indicações terapêuticas bem estabelecidas quando utilizada em situações clínicas específicas.

Entretanto, seu emprego em contextos voltados ao aumento de desempenho físico, à estética ou à otimização da performance profissional amplia significativamente o debate bioético.

Discussões recentes envolvendo propostas relacionadas ao monitoramento e à eventual reposição de testosterona em militares das Forças Armadas dos Estados Unidos evidenciam que o centro da questão não está apenas no medicamento, mas nas condições em que decisões sobre o próprio corpo são tomadas.

Em instituições fortemente hierarquizadas, é legítimo perguntar:

o consentimento pode ser considerado plenamente livre quando uma decisão pode repercutir sobre a carreira, a permanência em determinadas funções ou oportunidades de ascensão profissional?

Sob a perspectiva bioética, a autonomia não significa apenas a possibilidade formal de aceitar ou recusar uma intervenção. Ela exige ausência de coerção, informação adequada, capacidade de deliberar e condições para exercer escolhas sem medo de prejuízos decorrentes da decisão.

Esse debate também dialoga com outro princípio fundamental: a justiça. Quando determinadas características biológicas passam a ser valorizadas como requisito para desempenho ou liderança, surgem questões sobre igualdade de oportunidades, critérios de seleção e possíveis impactos sobre grupos historicamente sub-representados, como as mulheres em determinadas carreiras.

Mais do que discutir a testosterona, a Bioética convida a refletir sobre os limites éticos das intervenções biomédicas voltadas ao aprimoramento humano e sobre a necessidade de proteger a dignidade, a autonomia e os direitos das pessoas, inclusive em ambientes de forte disciplina institucional.

Como você entende esse equilíbrio entre autonomia individual, responsabilidade institucional e evidências científicas?

Convidamos você a participar desse debate nos comentários.

Sigamos juntas, juntos e juntes.
SBB

A decisão sobre a via de parto envolve muito mais do que aspectos clínicos, mas também científicos, éticos e jurídicos.U...
24/07/2026

A decisão sobre a via de parto envolve muito mais do que aspectos clínicos, mas também científicos, éticos e jurídicos.

Um estudo recente divulgado pelo UNICEF em julho de 2026, aponta que muitas mulheres manifestam preferência pelo parto vaginal durante a gestação, mas acabam sendo submetidas à cesariana em circunstâncias que nem sempre refletem uma decisão plenamente livre e informada.

Sob a perspectiva da Bioética, a autonomia não corresponde apenas ao direito de escolher. Ela pressupõe acesso a informações acessíveis, compreensíveis, atualizadas e fundamentadas nas melhores evidências científicas, permitindo que a paciente participe efetivamente das decisões relacionadas ao seu cuidado.

Esse entendimento ganhou novo respaldo jurídico com a Lei nº 15.378/2026, que instituiu o Estatuto dos Direitos do Paciente. Entre seus princípios, destacam-se a autodeterminação, definida como a capacidade da paciente decidir segundo sua vontade, livre de coerções, e o consentimento informado, que exige informação precisa, acessível e suficiente para a tomada de decisão. O Estatuto também assegura para a paciente participação ativa nas decisões sobre seus cuidados em saúde.

No contexto da assistência obstétrica, esses direitos reforçam que a escolha da via de parto deve ser resultado de um processo de decisão compartilhada, respeitando as indicações clínicas, as evidências científicas e valores da gestante. Bem como etapas que antecedem essa escolha, ainda no pré natal.

Mais do que discutir qual via de parto seria “melhor”, a Bioética convida à reflexão sobre como fortalecer uma assistência que promova autonomia, direitos da paciente e cuidado centrado na pessoa.

Precisamos transformar o direito ao consentimento informado em uma prática efetiva durante toda a assistência ao parto.

Você encontra essa pesquisa na íntegra em nosso link na bio.

Sigamos juntas, juntos e juntes nessa transformação.

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Brasília, DF
70719-900

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