Conselho Indigenista Missionário - Cimi

Conselho Indigenista Missionário - Cimi O Cimi é um organismo vinculado à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) Há 50 anos em defesa dos povos indígenas
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📙 Lançamento do Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025⬇️ Acesse o relatório na íntegra ...
14/08/2026

📙 Lançamento do Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025

⬇️ Acesse o relatório na íntegra em: cimi.org.br/relatorioviolencia2025

Em 13 de agosto de 2026, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lançou o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025, publicação que reúne 19 categorias de análise das violências e violações praticadas contra os povos originários no Brasil, sistematizadas a partir de informações levantadas pelas equipes regionais do Cimi junto a comunidades indígenas, órgãos públicos e veículos de comunicação.

A publicação vem sendo elaborada anualmente pelo Cimi há décadas. Em 1996, o relatório trazia na capa uma enorme cratera aberta por garimpeiros na terra dos Nambikwara. Três décadas depois, a Terra Indígena (TI) Sararé retorna à capa da publicação para retratar uma nova intensificação do garimpo ilegal, em um contexto ainda mais crítico.

Além disso, em 2025, foram registrados aumentos nos três tipos de violência sistematizados na publicação – contra a pessoa, contra o patrimônio e por omissão do poder público – com crescimento, entre outras categorias, dos conflitos relativos a direitos territoriais, assassinatos, suicídios e da mortalidade na infância.

📸 Confira as fotos: https://www.flickr.com/photos/conselhoindigenistamissionario/

✊🏾 É hoje!Nesta quinta-feira (13), a partir das 14h30, contamos com a sua presença no lançamento do relatório *Violência...
13/08/2026

✊🏾 É hoje!

Nesta quinta-feira (13), a partir das 14h30, contamos com a sua presença no lançamento do relatório *Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025*, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

📊 A publicação sistematiza informações levantadas pelas equipes regionais do Cimi e junto a órgãos públicos sobre casos de violência envolvendo povos e territórios indígenas.

O levantamento identificou, em 2025, um aumento nos três tipos de violência sistematizadas na publicação – contra a pessoa, contra o patrimônio e por omissão do poder público.

O evento de lançamento acontece na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), a partir das 14h30.

🔴 Você poderá acompanhar à distância a transmissão ao vivo pelo YouTube (link no perfil).

🏹 Te esperamos lá!

⚠️ Nesta semana de mobilizações em defesa dos direitos territoriais, indígenas seguem ocupando rodovias e mobilizando co...
13/08/2026

⚠️ Nesta semana de mobilizações em defesa dos direitos territoriais, indígenas seguem ocupando rodovias e mobilizando comunidades em todas as regiões do país.

Em Alagoas, os povos Katokinn, Karuazú, Kraunã, Jiripankó, Kalankó e Koiupanká protestaram na manhã desta quarta-feira (12) e trancaram um trecho da BR-423, no Alto Sertão alagoano, nas proximidades dos municípios de Água Branca, Inhapi e Delmiro Gouveia.

No Mato Grosso do Sul, os Guarani e Kaiowá da Terra Indígena Yvy Katu, na região do Remanso, no município de Japorã, também estão mobilizados em defesa dos direitos indígenas.

Também no município de Amambai (MS), indígenas se manifestam no Tekoha Guapo'y Mirim Tujuky.

O povo Mandihadeni, do Rio Cuniuá, no Amazonas, também diz não ao marco temporal e às tentativas do Congresso Nacional de travar as demarcações.

🇧🇷 As manifestações indígenas em Brasília e por todo o país mandam um recado para os três Poderes da República e para toda a sociedade brasileira, ao reivindicar que a Constituição Federal seja respeitada, que os direitos indígenas sejam garantidos e que o Brasil não retroceda, mas, sim, avance com as demarcações dos territórios indígenas.

As mobilizações acontecem sobretudo porque, neste mês, pautas importantes relativas aos processos de demarcação, ao licenciamento ambiental e à regulamentação da mineração em terras indígenas estão sendo e serão debatidas no Supremo Tribunal Federal.

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📙 O Cimi lança, na próxima quinta-feira (13), às 14h30, o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dado...
12/08/2026

📙 O Cimi lança, na próxima quinta-feira (13), às 14h30, o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025.

A publicação, elaborada pelo Cimi desde 1985, sistematiza dados obtidos a partir da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e de secretarias estaduais de saúde, além de registros feitos pelas equipes regionais do Cimi, levantadas junto a comunidades indígenas, órgãos públicos e veículos de comunicação.

💬 Para debater o cenário apresentado no relatório, estarão presentes no evento de lançamento:

➡️ Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da CNBB
➡️ Cardeal Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e presidente do Cimi
➡️ Roberto Liebgott, um dos organizadores do relatório
➡️ Esther Tello Ferrer, integrante do Setor de Documentação do Cimi (Sedoc)
➡️ Rubens Valente, jornalista e escritor, autor de um dos artigos do relatório
➡️ Milena Mura, do Amazonas, coordenadora da Organização das Mulheres Indígenas Mura (OMIM)
➡️ Urbano Escalante Guarani Kaiowá, liderança da Terra Indígena Apapegua, no Mato Grosso do Sul, e integrante da Aty Guasu - Grande Assembleia dos Povos Guarani e Kaiowá
➡️ Tipuici Manoki, de Mato Grosso, representante da Associação Watoholi

🔴 O lançamento ocorrerá na sede da CNBB, em Brasília, e será transmitido ao vivo pelo youtube do Cimi (link no perfil).

📌 Saiba mais em cimi.org.br

📣 É AMANHÃ!Nesta quinta-feira (13), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança o Relatório Violência Contra os Povo...
12/08/2026

📣 É AMANHÃ!

Nesta quinta-feira (13), o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – dados de 2025.

O lançamento ocorrerá na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), a partir das 14h30, com transmissão ao vivo através do canal do Cimi no Youtube (link no perfil).

O relatório está organizado em três seções principais — violência contra o patrimônio indígena, violência contra a pessoa e violência por omissão — e reúne 19 categorias de análise das violências e violações praticadas contra os povos originários no Brasil ao longo do último ano.

Em 2025, medidas legislativas e decisões judiciais contrárias aos direitos constitucionais dos povos originários somaram-se à vigência da Lei nº 14.701/2023, conhecida como Lei do Marco Temporal, que é alvo de contestação desde sua promulgação.

Esse cenário de forte ataque contra os direitos territoriais desses povos é retratado no relatório, e será debatido no evento de lançamento, onde estarão presentes lideranças indígenas, representantes da CNBB, do Cimi e de organizações parceiras da causa.

Você está convidado/a para acompanhar o evento na CNBB ou virtualmente.

🏹 Saiba mais em cimi.org.br

🗓️ 13 de agosto, às 14h30
📍 Auditório Dom Helder Câmara, na sede da CNBB, Setor de Embaixadas Sul, quadra 801, conjunto B, em Brasília.

Neste sábado (15), Marabá (PA) recebe o seminário “Da colonização ao Arco Norte: logística da destruição e resistência n...
12/08/2026

Neste sábado (15), Marabá (PA) recebe o seminário “Da colonização ao Arco Norte: logística da destruição e resistência na Amazônia”, um encontro para discutir como grandes obras de infraestrutura estão transformando os rios, os territórios e a vida de quem vive na Amazônia.

A programação reúne lideranças de diferentes territórios amazônicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil para falar sobre o avanço dos corredores de exportação, os impactos sobre o rio Tocantins e o Pedral do Lourenção, e, principalmente, sobre que infraestrutura as populações locais querem para a região e quem deve participar dessas decisões.

📍 Auditório da Unifesspa, em Marabá (PA)
🗓️ Sábado, 15 de agosto
⏰ Das 8h30 às 17h30
🟢 Aberto ao público

Chegue junto para ouvir quem vive esses territórios e participar dessa conversa sobre o presente e o futuro dos rios amazônicos.

✊🏾 “Soberania é território demarcado e direitos garantidos”Cerca de 150 lideranças indígenas de diversas regiões do Bras...
12/08/2026

✊🏾 “Soberania é território demarcado e direitos garantidos”

Cerca de 150 lideranças indígenas de diversas regiões do Brasil realizaram, nesta terça-feira (11), um ato em frente ao Congresso Nacional para denunciar a atuação de parlamentares ligados a setores da mineração, do agro e do hidronegócio que têm atuado para travar as demarcações e ampliar a exploração econômica dos territórios indígenas.

☠️ Durante a mobilização, os indígenas abriram uma bandeira com mais de 30 metros com a frase “Congresso inimigo dos povos”, para denunciar um conjunto de medidas legislativas chamado de “pacote do genocídio indígena”, em razão dos impactos que podem causar sobre os direitos desses povos.

Nesta semana, o STF julga a constitucionalidade de duas dessas medidas: a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental (Lei nº 15.190/2025) e a Lei do Marco Temporal (Lei nº 14.701/2023). Além disso, a Corte também deve debater a regulamentação da mineração em terras indígenas.

🕯️ Por isso, ao final do dia, os indígenas realizaram uma vigília em frente ao STF. Com cartazes, faixas, danças e cantos sagrados, reafirmaram sua confiança na atuação da Suprema Corte na defesa dos direitos indígenas assegurados pela Constituição Federal de 1988.

🏹 Para os povos indígenas, a luta é pela vida, pela proteção dos territórios e pela garantia dos direitos constitucionais. “Nosso direito é originário e não pode ser manipulado de acordo com interesses particulares.”

A mobilização foi convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e integra a campanha “Nosso Território, Nossa Vida”, que mobiliza povos indígenas em diferentes regiões do país e em Brasília ao longo do mês de agosto.

📸 Foto: Hellen Loures e Clara Comandolli | Cimi

12/08/2026

“Sem o nosso território, não somos ninguém”: povos indígenas mobilizam Brasília enquanto STF julga futuro das demarcações

A afirmação acima é de Ercileia Souza Terena, coordenadora do Conselho do Povo Terena, durante a mobilização indígena realizada nesta terça-feira (11), em Brasília (DF), em um momento decisivo para os direitos territoriais dos povos indígenas no Supremo Tribunal Federal (STF).

A mobilização ocorre enquanto três julgamentos no STF colocam no centro do debate o futuro dos territórios indígenas. Entre os dias 7 e 18 de agosto, a Corte analisa questões relacionadas à Lei 14.701/2023 e ao marco temporal, à Lei Geral do Licenciamento Ambiental e à regulamentação da mineração em Terras Indígenas.

Um dos julgamentos em curso envolve os embargos de declaração nas ações que questionam a constitucionalidade da Lei 14.701/2023 e o Recurso Extraordinário (RE) 1.017.365, caso de repercussão geral que tem origem em uma ação de reintegração de posse contra o povo Xokleng, em Santa Catarina, e que levou a tese do marco temporal ao centro do debate nacional sobre as demarcações.

É diante desse cenário que Ercileia alerta para as consequências da legislação aprovada pelo Congresso. Para a liderança Terena, a Lei 14.701 ameaça direitos constitucionais e pode abrir novos caminhos para a exploração econômica dos territórios. “Essa lei que eles estão impondo vem para acabar com o nosso direito e abrindo precedente para que, futuramente, as nossas aldeias estejam de portas abertas para exploração de minério.”

Em sua fala, Ercileia deposita no Supremo a expectativa de que os direitos assegurados pela Constituição sejam preservados. “Eu tenho muita fé que o STF não vai passar por cima da nossa Constituição, que garante o nosso direito. Nós confiamos em ti, STF.”

11/08/2026

“Sem demarcação não tem território, não tem educação e nem saúde”: Guarani e Kaiowá exigem direitos em Brasília

“Nós precisamos da demarcação de terra para o Guarani e Kaiowá. Porque sem a demarcação não tem território, não tem educação e nem saúde.” A afirmação é de Lucini Guarani e Kaiowá, do tekoha Laranjeira Nhanderu, na TI Brilhantepegua, durante a mobilização dos povos indígenas nesta terça-feira (11), em Brasília (DF).

Lucini está entre as lideranças que chegaram à capital federal para reivindicar a garantia dos direitos territoriais indígenas. O ato integra a mobilização permanente “Nosso Território, Nossa Vida”, convocada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), sob o lema “Soberania é território demarcado e direitos garantidos!”

Em sua fala, Lucini relaciona diretamente a demarcação à possibilidade de construir um futuro para as novas gerações. “Precisamos da demarcação das nossas terras para ter o nosso espaço para nossas crianças, para ter um grande futuro”, afirma.

A liderança também denuncia a situação enfrentada pelos Guarani e Kaiowá em Mato Grosso do Sul, marcada por conflitos territoriais, despejos e ataques. Segundo Lucini, as comunidades seguem lutando mesmo diante da violência: “Sofremos ataques de fazendeiros, de pistoleiros, e levamos despejo também na beira da estrada. A gente continua lutando.”

Nesse contexto, Lucini aponta o marco temporal como mais uma ameaça aos direitos dos povos indígenas e, especialmente, à luta dos Guarani e Kaiowá pela recuperação de seus territórios tradicionais.

Sua fala também carrega a memória daqueles que perderam a vida no contexto da luta pela terra. Lucini lembra de lideranças, anciões, crianças e mulheres e faz um apelo para que a violência contra os povos indígenas tenha fim.

“Isso para nós preocupa muito. Sangue indígena, nenhuma gota mais.”

Ao ocupar Brasília e levar suas reivindicações ao Congresso Nacional, ao Executivo e ao Supremo Tribunal Federal (STF), os povos reafirmam que demarcar os territórios é garantir vida, educação, saúde, segurança e futuro para as próx

11/08/2026

“Nosso direito não se negocia nem se vende”: Guarani Kaiowá levam luta pela terra ao centro do poder em Brasília

“O nosso direito não se negocia e nem se vende.” A afirmação é de Urbano Escalante, indígena Guarani Kaiowá da Terra Indígena Nhanderu Marangatu, durante a mobilização dos povos indígenas nesta terça-feira (11), em Brasília (DF).

Convocado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil Apib o ato integra a mobilização permanente “Nosso Território, Nossa Vida” e reúne povos de diferentes regiões do país em defesa das demarcações e contra retrocessos nos direitos constitucionais indígenas.

Em frente ao Congresso Nacional, Escalante chamou atenção para os impactos da Lei 14.701/2023, conhecida como Lei do Marco Temporal, especialmente sobre povos que foram historicamente expulsos de seus territórios tradicionais.

Para o indígena Guarani Kaiowá, não é possível estabelecer uma data como referência para o direito à terra de povos cujos antepassados já estavam nesses territórios e foram expulsos ao longo da história. “O direito ao território de onde foram expulsos nossos antepassados é de onde nós somos nativos. O nosso marco é nosso ancestral”, afirmou.

Escalante também criticou a tentativa de conciliação em torno dos direitos territoriais e reforçou que os Guarani Kaiowá não aceitarão medidas que representem retrocessos. “Não vamos permitir que aconteça esse retrocesso. A gente vai estar sempre se mobilizando. A gente não vai recuar e tem que demarcar nossa terra.”

A fala também recordou uma dimensão dramática da luta pela terra em Mato Grosso do Sul. Escalante lembrou as lideranças e os jovens Guarani Kaiowá que perderam a vida em meio à luta pela retomada e permanência em seus territórios.

Endereço

Rua São Bernardo
Brasília, DF
72850-505

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