Conselho Indigenista Missionário - Cimi

Como chegar Site

Conselho Indigenista Missionário - Cimi O Cimi é um organismo vinculado à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) Há 50 anos em defesa dos povos indígenas
(386)

Entre os dias 14 e 17 de setembro, o Conselho Indigenista Missionário realizou seu Seminário Nacional de Formação, que a...
18/09/2026

Entre os dias 14 e 17 de setembro, o Conselho Indigenista Missionário realizou seu Seminário Nacional de Formação, que acontece a cada dois anos.

No documento lançado ao final do encontro, o Cimi analisa o cenário internacional e aponta que a disputa pela hegemonia global, marcada pelo declínio do império norte-americano diante do avanço da China, tem levado os EUA a avançar sobre nações soberanas consideradas estratégicas para os seus interesses.

Segundo a entidade, essa ofensiva se dá por meio de guerras, sanções econômicas, sobretaxas a produtos importados e interferência direta em processos eleitorais, em total desrespeito aos tratados internacionais.

🇧🇷 O documento destaca que, no caso brasileiro, os territórios dos povos indígenas estão no centro dessa disputa. O ataque sistemático aos seus direitos, como a tese do marco temporal, o pagamento da terra nua e a retenção de posse dos invasores, somado às inúmeras proposituras no Congresso Nacional que afrontam a autonomia dos povos originários, faz parte da estratégia de disponibilizar as riquezas naturais dessas terras para a apropriação privada e a acumulação do capital, especialmente diante do interesse crescente na exploração mineral, incluindo as terras raras.

🏹 Leia o documento na íntegra em cimi.org.br (link no perfil)

🔎 Como o Congresso Nacional tem atuado em relação aos direitos dos povos indígenas?Para ajudar a responder essa pergunta...
16/09/2026

🔎 Como o Congresso Nacional tem atuado em relação aos direitos dos povos indígenas?

Para ajudar a responder essa pergunta, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) criou a plataforma Congresso Anti-Indígena, uma ferramenta de educação política que busca contribuir para o acesso à informação e para o acompanhamento da atuação do Congresso Nacional em matérias que dizem respeito aos povos indígenas.

💻 cai.cimi.org.br (link no perfil)

A plataforma foi construída a partir de dados públicos e reúne informações sobre proposições legislativas, votações, parlamentares, partidos, comissões e frentes parlamentares.

📊 Com uma estrutura de navegação autônoma e a aplicação de filtros, o Congresso Anti-Indígena permite ao usuário estabelecer diferentes recortes analíticos durante a consulta à base de dados.

“Com o lançamento da plataforma Congresso Anti-Indígena, o Cimi reforça sua missão institucional da defesa e promoção dos direitos dos povos indígenas, reconhecendo que o Congresso Nacional se tornou um dos espaços mais hostis e mais ofensivos a garantia dos direitos ao longo das últimas décadas, muito particularmente nos últimos oito anos”, analisa o secretário executivo do Cimi, Luis Ventura Fernández.

🏹 Acesse cai.cimi.org.br e faça a sua consulta.

16/09/2026

Desde a última segunda-feira (13), mais de cem missionários e missionárias do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), junto a lideranças indígenas de diferentes regiões do país, estão reunidos para o Seminário de Formação do Cimi, que é realizado a cada dois anos.

🏹 Com o tema “Na teimosia e resistência tecemos o bem-viver e conviver”, o seminário deste ano promove debates sobre a conjuntura política nacional, a atuação dos três Poderes e os processos de desconstrução dos direitos dos povos indígenas.

Também estão em discussão as transformações na geopolítica internacional, seus impactos sobre a soberania dos países da América Latina e as consequências dessas mudanças para os territórios indígenas.

✊🏾 A partir do terceiro dia, o Seminário aprofunda o debate sobre as diferentes formas de violência que atravessam as relações interpessoais, buscando desconstruir práticas e narrativas que dificultam a construção de relações saudáveis e fortalecer, assim, a atuação institucional do Cimi.

🎬 Edição do vídeo: Andressa Algave | Assessoria de Comunicação do Cimi Regional Maranhão.

Seminário Nacional de Formação do CimiFotos: Andressa Algave/Cimi Regional Maranhão e Hellen Loures/CimiEntre os dias 13...
14/09/2026

Seminário Nacional de Formação do Cimi

Fotos: Andressa Algave/Cimi Regional Maranhão e Hellen Loures/Cimi

Entre os dias 13 e 17 de setembro de 2026, no CFVC, o Cimi realiza seu Seminário Nacional de Formação, com o tema “Na teimosia e resistência tecemos o bem viver/conviver”.

O encontro iniciou sua programação com uma reflexão sobre os desafios enfrentados pelos povos indígenas diante das transformações políticas e geopolíticas na América Latina, seus impactos sobre a soberania dos países e, sobretudo, sobre os corpos e territórios indígenas. Em continuidade foram debatidas a conjuntura política indigenista e a atuação dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na garantia — e na desconstrução — dos direitos indígenas.

A programação reúne momentos de análise, formação e partilha de experiências, fortalecendo a construção coletiva e a atuação do Cimi na defesa dos povos e de seus territórios.

Assassinatos, ameaças, ataques armados, invasões, violência policial e demora na demarcação marcam a realidade dos povos...
09/09/2026

Assassinatos, ameaças, ataques armados, invasões, violência policial e demora na demarcação marcam a realidade dos povos indígenas do Nordeste em 2025.

Levantamento do Cimi registrou 294 ocorrências de violência na região. Maranhão e Bahia concentram mais da metade dos casos. Na Bahia, foram registrados 19 assassinatos de indígenas; em Pernambuco, 10.

A violência está diretamente relacionada às disputas territoriais e à demora do Estado em reconhecer e proteger os territórios indígenas. Pataxó, Kapinawá, Pankararu Opará, Xukuru Kariri, Gueguê do Sangue, Akroá Gamela e outros povos enfrentam diferentes formas de pressão e violência.

🏹 Saiba mais acessando o link em nosso perfil.

O calendário marca seis anos desde que as águas dos rios Abacaxis e Mari-Mari foram tingidas pelo sangue de indígenas e ...
09/09/2026

O calendário marca seis anos desde que as águas dos rios Abacaxis e Mari-Mari foram tingidas pelo sangue de indígenas e ribeirinhos, em agosto de 2020, após o que o Estado do Amazonas chamou de “Operação Lei e Ordem”.

🚨 Entretanto, o que vem sendo descrito por sobreviventes e autoridades que atuaram no caso, ano após ano, tem o peso e o nome de um massacre anunciado, marcado por execuções pelas costas, tortura com gasolina, queima e destruição de comunidades e até uma criança trancada dentro de um freezer.

Reportagem publicada no site do Cimi mostra os obstáculos enfrentados pelas famílias vítimas do episódio que ficou conhecido como o Massacre do rio Abacaxis, as marcas que permanecem nas comunidades e a batalha por responsabilização, reparação e proteção territorial.

🏹 Leia a reportagem em cimi.org.br (link no perfil).

🗣️ “Conhecer nossos direitos também é uma forma de lutar. E, quando o conhecimento se transforma em organização, nossa v...
08/09/2026

🗣️ “Conhecer nossos direitos também é uma forma de lutar. E, quando o conhecimento se transforma em organização, nossa voz se torna ainda mais forte”.

Essa foi a constatação dos participantes da Oficina de Formação de Lideranças realizada na sede da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), em Atalaia do Norte, Amazonas, com organização do Cimi Regional Norte I.

Com o objetivo de conversar e trocar conhecimentos sobre direitos indígenas, legislação e políticas públicas indigenistas, além da situação dos indígenas que vivem tanto no território quanto em contexto urbano e na região de fronteira, a oficina reuniu 36 representantes das organizações indígenas de base dos povos Mayuruna, Kanamari, Matis, Kulina e Marubo, que formam a Univaja e sua diretoria.

✊🏾 Foi um espaço de encontro, aprendizado e fortalecimento para lideranças indígenas do Vale do Javari, com debates sobre direitos indígenas, políticas públicas e os desafios enfrentados pelos povos indígenas na cidade.

🏹 Leia mais em cimi.org.br (link no perfil)

✊🏽 O Cimi Regional Rondônia realizou a sua 41ª Assembleia deixando uma mensagem de denúncia sobre o avanço de violações ...
08/09/2026

✊🏽 O Cimi Regional Rondônia realizou a sua 41ª Assembleia deixando uma mensagem de denúncia sobre o avanço de violações de direitos indígenas e ambientais e de defesa da organização coletiva como instrumento de resistência.

Lideranças dos povos Kujubin, Karitiana, Oro Mon, Kassupá, Mamaindê e Amondawá participaram da assembleia, além de representantes de movimentos sociais, pastorais, organizações da sociedade civil, da Igreja Católica e do Cimi Nacional.

A mensagem final do encontro denuncia, entre outros pontos, a demora no reconhecimento e na proteção dos territórios indígenas, as ameaças de morte e a criminalização de lideranças e movimentos sociais, as invasões territoriais e a atuação do crime organizado.

🏹 Leia mais em cimi.org.br (link no perfil).

✊🏽 O Cimi Regional Rondônia realizou a sua 41ª Assembleia deixando uma mensagem de denúncia sobre o avanço de violações ...
08/09/2026

✊🏽 O Cimi Regional Rondônia realizou a sua 41ª Assembleia deixando uma mensagem de denúncia sobre o avanço de violações de direitos indígenas e ambientais e de defesa da organização coletiva como instrumento de resistência.

Lideranças dos povos Kujubin, Karitiana, Oro Mon, Kassupá, Mamaindê e Amondawá participaram da assembleia, além de representantes de movimentos sociais, pastorais, organizações da sociedade civil, da Igreja Católica e do Cimi Nacional.

A mensagem final do encontro denuncia, entre outros pontos, a demora no reconhecimento e na proteção dos territórios indígenas, as ameaças de morte e a criminalização de lideranças e movimentos sociais, as invasões territoriais e a atuação do crime organizado.

🏹 Leia mais em cimi.org.br (link no perfil).

As múltiplas faces da violência contra os povos originários são cruéis e parecem incessantes, porque se repetem ano após...
05/09/2026

As múltiplas faces da violência contra os povos originários são cruéis e parecem incessantes, porque se repetem ano após ano. Há períodos, contudo, em que elas se intensificam de forma ainda mais perversa, atingindo especialmente os povos e comunidades tornados mais vulneráveis pela omissão do Estado e pela interminável espera pela demarcação de seus territórios – direito que permanece, há décadas, negado.

📔 Essa realidade vêm sendo retratada através dos relatórios “Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil", elaborado anualmente há décadas pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Em 2025, por mais um ano, os direitos territoriais dos povos indígenas estiveram sob ataque. Medidas legislativas e decisões judiciais contrárias aos direitos constitucionais dos povos originários somaram-se à vigência da Lei 14.701/2023, conhecida como Lei do Marco Temporal e contestada desde sua promulgação.

🚨 No mesmo ano, o Cimi registrou um aumento nos conflitos por direitos territoriais envolvendo povos indígenas. Esse tipo de violência compõe o primeiro capítulo do relatório, que trata das violências contra o patrimônio.

🔗 Você pode acessar o relatório na íntegra no site do Cimi (link no perfil).

Endereço

Rua São Bernardo
Brasília, DF
72850-505

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Conselho Indigenista Missionário - Cimi publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar