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Condsef Entidade representativa da maioria dos servidores federais

Os servidores públicos aposentados desempenham um papel vital na sustentabilidade socioeconômica e no desenvolvimento do...
09/10/2026

Os servidores públicos aposentados desempenham um papel vital na sustentabilidade socioeconômica e no desenvolvimento do Brasil. Longe de serem um peso para o Estado, como acreditam os políticos de extrema direita, os milhões de segurados funcionam como verdadeiros motores da economia interna.

O Coletivo das Três Esferas, articulação que reúne entidades sindicais dos servidores federais, estaduais e municipais, acredita que o futuro dos aposentados e pensionistas brasileiros está diretamente ligado às eleições presidenciais deste ano. O voto consciente em candidatos comprometidos com os servidores públicos e com a seguridade social é fundamental para proteger conquistas históricas.

O plano defendido pela candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) propõe desvincular o reajuste das aposentadorias, pensões e do BPC do índice de correção do salário mínimo (atualmente fixado em R$ 1.620). Além disso, a agenda do Bolsonaro filho inclui propostas de reforma previdenciária para elevar a idade mínima de aposentadoria para 67 anos para homens e mulheres, alterando as regras atuais de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Leia matéria completa no site da Condsef/Fenadsef. Link na Bio

ATENÇÃO, servidor(a) e concurseiro(a)! Flávio Bolsonaro declarou que dará continuidade às políticas de Paulo Guedes e qu...
08/10/2026

ATENÇÃO, servidor(a) e concurseiro(a)! Flávio Bolsonaro declarou que dará continuidade às políticas de Paulo Guedes e que defenderá uma Reforma Administrativa. Se eleito, ele poderá ressuscitar a PEC 32, projeto que destrói os serviços públicos!

SERVIDOR(A) E CONCURSEIRO(A), NÃO VOTE EM QUEM VAI DESTRUIR OS SERVIÇOS PÚBLICOS!

Os programas de governo oficiais dos candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bols...
08/10/2026

Os programas de governo oficiais dos candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), para as Eleições de 2026, apresentam uma disparidade enorme em diversos pontos! São duas formas completamente diferentes de governar que terão influência direta na vida de cada um dos brasileiros e brasileiras.

Ambos os programas foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e qualquer pessoa pode acessá-los. A Condsef/Fenadsef deu uma olhada em pontos importantes que dizem respeito aos servidores públicos federais. E vejam o que encontramos!

O documento oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é denominado formalmente como "Diretrizes para o Programa de Governo".

Esse programa prevê a valorização e qualif**ação dos servidores, recomposição via concursos públicos, continuidade da Mesa Nacional de Negociação Permanente, a regulamentação do direito de negociação coletiva no setor público e o compromisso com a modernização e melhoria do acesso à Previdência Social, entre outros pontos.

Já o programa de Flávio Bolsonaro, intitulado "Plano para o Brasil Vencer o Atraso", prega a aprovação da reforma administrativa herdada do governo Bolsonaro o corte de, no mínimo, 10 Ministérios, a retomada de privatizações, acordos diretos entre patrões e trabalhadores e um ataque direto aos sindicatos representativos das diversas categorias.

Ao analisarmos apenas esses pontos, f**a claro que o programa de governo de Flávio Bolsonaro, ao contrário do que promete o seu título, irá levar o Brasil a um passado de atraso!

Leia mais no site da Condsef/Fenadsef. Link na Bio.

Representantes da Condsef/Fenadsef participaram, nessa quarta-feira (07), da Mesa Setorial de Negociação Permanente do M...
08/10/2026

Representantes da Condsef/Fenadsef participaram, nessa quarta-feira (07), da Mesa Setorial de Negociação Permanente do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Na ocasião, o governo deu respostas a duas propostas encaminhadas pela bancada sindical: a primeira referente a abertura de um Grupo de Trabalho (GT) para tratar das condições de trabalho das pessoas com deficiência (PCDs), dos responsáveis por pessoas com deficiência e trabalhadores que exercem cuidados familiares. A segunda resposta foi referente a uma proposta de Termo de Acordo para a implantação de um regime de trabalho domiciliar para esse mesmo grupo de pessoas.

Sobre o primeiro item da pauta, os representantes do governo informaram que houve um diálogo com a Secretaria de Relações do Trabalho do MGI (SRT/MGI) e ficou encaminhado que a Secretaria se dedicará, junto a profissionais de outros ministérios e entidades, a absorver o tema dos direitos das pessoas com deficiência. Foi encaminhado um ofício à SRT demandando a criação do Grupo de Trabalho.

No que se refere ao segundo tema, na avaliação da bancada governamental, ele também ultrapassa o escopo de atuação da Mesa de Negociação. Diante desse contexto, a bancada governamental sugeriu o encaminhamento de um ofício à ministra Esther Dweck para buscar a alteração da IN SEGES 24/2023 (que trata das regras do PGD). A ideia é a de que, no âmbito da nova regulamentação, se possa contemplar, nas regras de priorização do PGD, as propostas do Termo de Acordo inicialmente apresentado.

Leia mais no site da Condsef/Fenadsef. Link na Bio

A relação dos governos federais com os servidores públicos no Brasil passou por mudanças signif**ativas de diretrizes e ...
07/10/2026

A relação dos governos federais com os servidores públicos no Brasil passou por mudanças signif**ativas de diretrizes e formatos de diálogo ao longo das últimas gestões. Os servidores, seus representantes sindicais e analistas de políticas públicas apontam discrepâncias enormes na forma como as administrações de Luiz Inácio Lula da Silva, Michel Temer e Jair Bolsonaro trataram o funcionalismo público federal.

O desmonte dos governos anteriores

As gestões de Temer e Bolsonaro foram pautadas por uma agenda econômica neoliberal e de forte austeridade fiscal, focada na redução do tamanho do Estado e no corte drástico dos investimentos nas políticas públicas e no funcionalismo.

Durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, os servidores federais enfrentaram um longo cenário de congelamento salarial. O governo Temer foi obrigado a conceder reajuste dos percentuais que já tinham sido negociados e aprovados durante o último governo Dilma Rousseff. Já o governo Bolsonaro encerrou o mandato sem conceder reajustes gerais ao funcionalismo executivo ou corrigir benefícios como o auxílio-alimentação (mantido em R$ 458 desde o governo passado).

A reviravolta com Lula: reajuste salarial e de benefícios

O retorno de Lula à presidência representou uma mudança de postura em direção à valorização do funcionalismo, com a retomada das negociações formais e o fortalecimento das estruturas públicas.

A maioria dos servidores teve um ganho real, acima de inflação, de no mínimo 4%. Enquanto isso, o período Temer e Bolsonaro acumulou uma perda salarial para o funcionalismo de 35,58%.

Leia mais no site da Condsef/Fenadsef. Link na Bio.

COMPARTILHE! Temos a tarefa de defender o Brasil de um projeto autoritário, familiar, criminoso, corrupto e entreguista!...
07/10/2026

COMPARTILHE!

Temos a tarefa de defender o Brasil de um projeto autoritário, familiar, criminoso, corrupto e entreguista!

Repost Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais

🚨 Direitos da classe trabalhadora estão na mira de Flávio BolsonaroO programa de governo registrado por Flávio Bolsonaro...
07/10/2026

🚨 Direitos da classe trabalhadora estão na mira de Flávio Bolsonaro

O programa de governo registrado por Flávio Bolsonaro no TSE propõe reduzir o chamado “custo do trabalho”, com flexibilização de jornadas e contratos e defesa da prevalência do “negociado sobre o legislado”. O documento também dedica um capítulo aos sindicatos e afirma que o país precisa se posicionar contra o que chama de “República Sindical”.

A PEC 12/2026, de autoria do senador Rogério Marinho e que também tem Flávio Bolsonaro entre seus signatários, propõe alterar a Constituição para permitir ao trabalhador optar por um regime flexível baseado em horas trabalhadas.

No serviço público, vale lembrar, o PL 1893/2026, enviado pelo governo Lula ao Congresso, regulamenta a negociação coletiva que ainda não é um direito da categoria. A proposta atende a uma reivindicação histórica de servidores federais, estaduais e municipais e sua aprovação vai depender da nova correlação de forças no Legislativo e muito da mobilização dos trabalhadores.

Para a Condsef/Fenadsef, quando um candidato à Presidência propõe mudanças que atingem a organização sindical, é necessário discutir seus impactos. No caso do setor público, ao mesmo tempo em que ataca a organização dos trabalhadores, o programa de Flávio Bolsonaro aponta para a aprovação de uma reforma administrativa, privatizações e também para a redução de ministérios e despesas administrativas.

📌 Onde a organização coletiva é enfraquecida, aumenta o espaço para que cada trabalhador enfrente sozinho problemas que são de todos.

A Condsef/Fenadsef defende sindicatos livres, autônomos e organizados nas bases como parte da democracia, além da liberdade dos trabalhadores para construir suas formas de organização e unir lutas.

No funcionalismo público, isso signif**a conectar a defesa das carreiras e das condições de trabalho à defesa do Estado, dos serviços públicos e dos direitos sociais.

📢 Há 36 anos, a Condsef/Fenadsef defende a organização sindical e a luta coletiva como instrumentos de enfrentamento e proteção de direitos. Por esse compromisso, seguiremos atentos a toda e qualquer tentativa de ataque aos nossos direitos.

06/10/2026

O diretor da Condsef/Fenadsef, Edison Cardoni, rebate declarações da coordenadora do plano de governo e porta-voz econômica da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, Daniella Marques.

Em vídeo que circula nas redes, ela chama de fake news fatos que constam do próprio programa de governo do seu candidato, registrado no TSE.

As entidades sindicais que a representante critica estão apenas lançando luz sobre esses fatos e denunciando os efeitos desse desmonte.

Assista e compartilhe.

🚨 Corte de gastos, recessão e desemprego: os riscos do plano econômico de Flávio BolsonaroEm entrevista à CUT, a economi...
05/10/2026

🚨 Corte de gastos, recessão e desemprego: os riscos do plano econômico de Flávio Bolsonaro

Em entrevista à CUT, a economista Denise Gentil, professora e colaboradora do Instituto de Economia da UFRJ, alerta para os impactos do programa econômico apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

A proposta de um forte ajuste fiscal, com corte de até R$ 300 bilhões em gastos públicos e congelamento real das despesas caso a dívida ultrapasse determinado patamar, pode produzir justamente o efeito contrário ao prometido: queda da atividade econômica, redução da arrecadação e aumento da relação dívida/PIB.

Segundo Denise, retirar R$ 300 bilhões da economia pode signif**ar uma perda de R$ 450 bilhões a R$ 500 bilhões em demanda, devido ao efeito multiplicador dos gastos públicos. Com menos renda circulando, famílias consomem menos, empresas investem menos e o desemprego tende a aumentar.

📉 Para a economista, a austeridade pode signif**ar salários e aposentadorias pressionados, redução de investimentos e serviços públicos, aumento do desemprego e precarização das condições de vida dos trabalhadores.

Outro alerta é para o risco de uma “argentinização” da economia brasileira, com falência de empresas, enfraquecimento da indústria, aumento da informalidade, desemprego, pobreza e indigência.

Denise também questiona quem seria beneficiado pela combinação de redução de impostos e austeridade fiscal: enquanto a desoneração tende a favorecer empresários e setores rentistas, os custos dos cortes recaem sobre a população, especialmente os trabalhadores.

👉 O debate sobre o futuro da economia precisa considerar não apenas as contas públicas, mas também emprego, renda, serviços públicos e desenvolvimento.

📲 Leia a matéria completa da CUT em nosso site e conheça a análise da economista Denise Gentil: https://www.condsef.org.br/noticias/economista-ufrj-alerta-plano-flavio-bolsonaro-levara-brasil-recessao

🚨 O resultado do 1º turno das eleições de 2026 acendeu um sinal de alerta para a classe trabalhadora.A nova composição d...
05/10/2026

🚨 O resultado do 1º turno das eleições de 2026 acendeu um sinal de alerta para a classe trabalhadora.

A nova composição do Congresso ampliou o peso político da direita e das forças conservadoras e fortaleceu setores que defendem a redução do papel do Estado, a austeridade fiscal, a precarização do trabalho e a ampliação da participação privada nas políticas públicas.

O PL, partido inimigo das pautas da classe trabalhadora, será a maior bancada nas duas Casas do Congresso a partir de 2027. Também ganharam força grupos ligados a interesses econômicos e políticos específicos, como o agronegócio, o setor financeiro e a indústria armamentista.

📌 Para a classe trabalhadora, o perigo está na combinação entre austeridade fiscal, redução do Estado e precarização do trabalho.

A Condsef rejeita frontalmente essa concepção. As políticas públicas são o salário indireto da classe trabalhadora: garantem acesso à saúde, educação, previdência, assistência, fiscalização, ciência, cultura, proteção ambiental e tantos outros direitos. Valorizar servidores e empregados públicos é essencial para garantir esses serviços. Atacar o serviço público é atacar as condições de vida da população.

⚠️ Seguem como ameaça contrarreformas como a PEC 32/2020, pronta para votação na Câmara, e a PEC TrêsOitão. Elas signif**am a demolição dos serviços públicos e dos direitos dos servidores.

👉 Por isso, o 2º turno presidencial é decisivo.

O resultado poderá produzir diferentes relações entre Executivo e Congresso a partir de 2027. Mas a história demonstra que direitos foram conquistados pela organização, mobilização e unidade da classe trabalhadora.

✊ A Condsef defenderá com ainda mais firmeza o concurso público, RJU, estabilidade, negociação coletiva, valorização salarial, progressão e carreiras, além de combater terceirizações e privatizações.

O que está em disputa é o caráter do Estado brasileiro e sua capacidade de garantir direitos à maioria da população.

🔥 O momento exige ainda mais organização e unidade para defender nossos direitos e conquistas!

📲 Leia + no site: https://www.condsef.org.br/noticias/o-resultado-das-eleicoes-luta-defesa-dos-servicos-publicos

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