ANDI - Comunicação e Direitos

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As ações da ANDI estão fundamentadas na promoção e no fortalecimento de um diálogo profissional e ético entre as redações, associações da imprensa, faculdades de comunicação, poderes públicos, organismos internacionais, setor privado e sociedade civil, tendo como base os princípios da mídia para o desenvolvimento. Esse marco conceitual compreende a comunicação como elemento estratégico para a cons

olidação dos sistemas democráticos, para a garantia dos direitos humanos e para a promoção do desenvolvimento inclusivo e sustentável. Reconhecemos como condições fundamentais para a equidade social e o desenvolvimento humano:

• A promoção dos direitos da criança e da juventude como prioridade absoluta.
• A participação equânime dos distintos grupos e setores sociais no debate público e no acesso aos benefícios da plena inclusão social.
• A harmonia nas relações entre o ser humano e o meio ambiente. Porque reconhecemos tanto o papel da comunicação entre os seres humanos quanto o impacto dos meios de comunicação no processo civilizatório:

• Apoiamos os sistemas democráticos de comunicação que integrem, de forma articulada, iniciativas cidadãs, comunitárias, civis, empresariais, públicas ou estatais.
• Defendemos as liberdades de opinião, de expressão e de imprensa e o direito de acesso à informação de forma ampla.
• Defendemos o direito de cidadãos e instituições à réplica e a outros mecanismos democráticos de defesa de seus interesses, intimidade e dignidade.
• Advogamos pelo direito de todo indivíduo à comunicação e pela participação cidadã nos processos de elaboração, implementação e avaliação de políticas públicas de comunicação.
• Contribuímos para uma visão de equilíbrio entre as soluções de regulação estatal e auto-regulação nos aspectos éticos, técnicos e mercadológicos do exercício das várias formas de comunicação.

A Câmara dos Deputados quer votar amanhã a redução da maioridade penal no âmbito da PEC da Segurança Pública.Em vez de r...
04/03/2026

A Câmara dos Deputados quer votar amanhã a redução da maioridade penal no âmbito da PEC da Segurança Pública.

Em vez de reduzir a maioridade penal, o Congresso deveria investir em educação e em políticas públicas para proteger os jovens e diminuir a vulnerabilidade deles ao crime. O sistema prisional não ressocializa, potencializa o crime! Inserir adolescentes nesse ambiente tende a aumentar reincidência e fortalecer vínculos com organizações criminosas. Não à redução!

A Lei do Pai Presente (PL 5811/2025), que amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, será finalmente votada no Sena...
02/03/2026

A Lei do Pai Presente (PL 5811/2025), que amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, será finalmente votada no Senado no dia 4 de março.

Agora precisamos do compromisso dos senadores para garantir essa tão sonhada aprovação.

Reposte e marque aqui o senador do seu estado e cobre o voto positivo à ampliação da licença-paternidade!

As crianças precisam de seus pais presentes desde o início da vida.

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Caros Senadores .smarinho .hiran , conto com o seu voto favorável à ampliação da licença-paternidade (PL 5811/2025) que está na pauta desta semana. 📢👶

Esse avanço será um marco histórico para as famílias brasileiras.
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🎉🎭 Carnaval combina com fantasia, brilho e cuidado!  A campanha P**e, Brinque e Cuide já é tradição e lembra que protege...
30/01/2026

🎉🎭 Carnaval combina com fantasia, brilho e cuidado!

A campanha P**e, Brinque e Cuide já é tradição e lembra que proteger meninas e meninos é dever de toda a sociedade. Da rua ao digital, todo cuidado conta.

Diga NÃO à violência sexual, ao trabalho infantil, à venda de bebidas para menores e à exposição indevida das crianças e adolescentes na internet!

Para denunciar casos de trabalho infantil, acesse: www.mpt.mp.br, ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br ou Disque 100

“Paz, Equilíbrio e Saúde Mental” é o tema deste ano do Janeiro Branco, uma iniciativa que nos convida a olhar para a saú...
27/01/2026

“Paz, Equilíbrio e Saúde Mental” é o tema deste ano do Janeiro Branco, uma iniciativa que nos convida a olhar para a saúde mental também como parte essencial do cuidado e da garantia de direitos de crianças e adolescentes.

Quando falamos da população de 0 a 17 anos, esse cuidado deve começar ainda na primeira infância e seguir com atenção contínua e integrada. 

Prevenir o sofrimento psíquico na infância e na adolescência é uma responsabilidade coletiva.

A promoção da saúde mental passa por vínculos seguros, ambientes protetivos, rotinas saudáveis, acesso à escuta qualificada e a serviços públicos estruturados e acessíveis.

Confira no carrossel ações práticas para fortalecer essa rede de proteção e saiba onde buscar apoio.

17/12/2025

“Crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e não são menores em nada, nem em valor, nem em dignidade.”

🎥 A conselheira tutelar Mona Lisa se soma à campanha e faz um alerta essencial:
“Menor não é sinônimo de criança e adolescente.”

O uso do termo “menor” não é neutro.
Ele carrega estigmas, apaga identidades e enfraquece a proteção integral.

📣 Jornalistas, comunicadores e instituições: escolham as palavras certas.
Porque palavras constroem, ou ferem direitos.

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✅ É criança. É adolescente.

👉 Compartilhe este vídeo, adote a linguagem correta e junte-se à campanha.

A coragem de ser quem se é começa no direito de viver a própria fé sem medo. ✊🏾📚O racismo religioso afeta diretamente cr...
15/12/2025

A coragem de ser quem se é começa no direito de viver a própria fé sem medo. ✊🏾📚

O racismo religioso afeta diretamente crianças de religiões de matriz africana, violando direitos fundamentais como a liberdade de crença, o respeito e a dignidade. Para enfrentar esse cenário, a literatura infantojuvenil é uma aliada potente na construção de diálogo, consciência e empatia desde cedo.

O livro “Rita e a coragem de ser quem se é”, de Maria Carolina Cristianini — Jornalista Amiga da Criança pela ANDI e sacerdotisa de umbanda — aborda o racismo religioso a partir da vivência de uma menina de 13 anos que enfrenta o preconceito na escola e encontra apoio na família, nos amigos, nos professores e na força dos orixás.

Ao falar com e para as crianças, de forma sensível e acessível, sobre preconceito, direitos e diversidade religiosa, a obra reforça que nenhuma fé pode ser motivo de discriminação — e que direitos humanos começam na infância.

📖 Deslize para conhecer mais sobre o tema. Para adquirir o livro, acesse o link na bio. 😉

Manifestamos nossa profunda preocupação com a série de projetos de lei, emendas e destaques em tramitação na Câmara dos ...
11/12/2025

Manifestamos nossa profunda preocupação com a série de projetos de lei, emendas e destaques em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que dispõem sobre a possibilidade de oferta do ensino domiciliar na Educação Básica, também conhecido como homeschooling.

O tema do ensino domiciliar é extremamente polêmico, carece de consenso e traz grande impacto para a proteção integral de bebês, crianças e adolescentes. O avanço dessa matéria pode ampliar desigualdades educacionais, dificultar a identificação de situações de abuso, negligência e violação de direitos, além de reduzir o espaço de fiscalização do poder público na garantia da prioridade absoluta de bebês, crianças e dos jovens.

A escola exerce papel essencial na educação e na proteção, convivência e detecção de riscos. Neste último, a escola é o ambiente mais efetivo do Sistema de Garantia de Direitos, identificando de forma sistemática violências e violações. Dados do Ministério da Saúde (Atlas da Violência 2025) indicam que a violência doméstica representa 67,8% dos casos entre crianças de 0 a 4 anos, 65,9% entre 5 e 14 anos e 48,4% entre 14 e 19 anos, sendo os familiares os principais agressores.

O homeschooling vai na contramão dos avanços da educação brasileira, como a expansão da educação em tempo integral e o combate à evasão escolar. Representa grande impacto para os entes subnacionais por conta da criação de obrigações hoje inexistentes na organização da educação pública, inclusive no Sistema Nacional de Educação recém aprovado e nos mecanismos de financiamento da educação do Brasil.

Expressamos nossa firme oposição diante da possibilidade de aprovação do homeschooling confiantes de que os parlamentares defenderão os direitos das crianças e adolescentes com prioridade absoluta. Contamos com a atuação decidida de seus mandatos rejeitar integralmente a aprovação do homeschooling em nosso País em quaisquer iniciativas legislativas.

Parlamentar, diga NÃO ao homeschooling! 📣

Leia o posicionamento completo assinado por 91 organizações da sociedade civil (link na bio)

Nas últimas semanas, mais uma vez, os noticiários foram tomados por casos brutais de violência contra mulheres e meninas...
10/12/2025

Nas últimas semanas, mais uma vez, os noticiários foram tomados por casos brutais de violência contra mulheres e meninas. Cada manchete não é um fato isolado, mas retrato de uma violência estrutural que destrói vidas todos os dias no Brasil.

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, não há o que celebrar, mas há muito o que denunciar e exigir mudanças!

Os números escancaram a emergência:
▫️ 74,2% das vítimas de estupro no país são meninas de até 13 anos. A violência sexual tem rosto infantil e feminino.
▫️ A cada 6 horas, uma mulher é vítima de feminicídio, sendo que na maioria dos casos, o assassino era seu parceiro ou ex-parceiro.

Esses números se sustentam na cultura do machismo, na impunidade e na falta de políticas públicas sérias de proteção. A sociedade brasileira precisa se mobilizar para dar um basta.

A Agenda 227, que reúne mais de 500 organizações em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, entende que não há possível enquanto meninas e mulheres forem tratadas como alvo. Protegê-las não é um tema secundário – é a base para construirmos um país verdadeiramente justo e humano.

A mudança exige ação em várias frentes:

✅ Políticas Públicas Fortalecidas: com orçamento, rede de acolhimento e justiça acessível.
✅ Educação para a Igualdade: desconstruindo a violência desde a infância.
✅ Responsabilização e Acolhimento: para romper o ciclo da agressão.

Proteger meninas e mulheres é um compromisso inegociável com os direitos humanos.

➡️ Conheça e apoie as propostas do Plano País da Agenda 227 por um Brasil que proteja suas crianças e adolescentes. O link está na bio.

09/12/2025

Quando chamamos alguém de “menor”, resgatamos uma ideia antiga: a de que crianças e adolescentes valem menos, importam menos, podem ser menos ouvidos.

Mas elas e eles são pessoas em desenvolvimento, com direitos garantidos. E nossa linguagem precisa refletir isso!

Liberta se junta à campanha , da ANDI, e convidamos todos a rever palavras, atitudes e olhares. Por uma comunicação que reconhece, respeita e protege.

Ninguém transforma o mundo sozinho — mas toda transformação começa com uma escolha. 🩷Escolha aprender, prevenir e agir c...
08/12/2025

Ninguém transforma o mundo sozinho — mas toda transformação começa com uma escolha. 🩷
Escolha aprender, prevenir e agir contra o assédio e a violência de gênero.

Participe do curso “Como prevenir o assédio e a violência contra a mulher” e fortaleça essa rede de cuidado, respeito e equidade. ✨
Toda mulher merece viver sem medo — e toda sociedade tem responsabilidade nisso. ✊🏽💜

📚 Conteúdo do curso:

🔸️Gênero, poder e desigualdade
🔸️O ciclo da violência
🔸️Tipos de violência contra a mulher
🔸️Assédio: como identificar e agir
🔸️Marcas visíveis e invisíveis da violência
🔸️Caminhos para prevenir e enfrentar a violência
🔸️Aprender, refletir e mudar
🔸️Dicas culturais

👉🏽 Inscreva-se no link da bio e faça parte dessa mudança urgente!
Um passo essencial para promover ambientes mais seguros, respeitosos e alinhados aos direitos humanos.

Os dados preliminares do Censo 2022 revelam uma violação grave de direitos: mais de 34 mil crianças e adolescentes de 10...
05/12/2025

Os dados preliminares do Censo 2022 revelam uma violação grave de direitos: mais de 34 mil crianças e adolescentes de 10 a 14 anos declararam viver em união conjugal no Brasil.

A maioria são meninas, um reflexo das desigualdades de gênero que atravessam a infância e as tornam especialmente mais vulneráveis.

Embora a legislação brasileira proíba qualquer casamento antes dos 16 anos, sem exceções, o levantamento mostra que uniões informais, religiosas ou arranjos de convivência seguem acontecendo fora do radar do sistema de proteção.

Durante a coleta do Censo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) não solicita documentos que comprovem as declarações. Mesmo com essa limitação, ele é fundamental. Ao ser realizado em todo o país, o Censo ajuda a identificar onde esse tipo de violação ocorre e qual a dimensão do problema, trazendo à tona uma realidade que muitas vezes se mantém invisível.

03/12/2025

🎥 Quando a linguagem muda, a proteção começa!

Nossa diretora, Miriam Pragita, reforça no vídeo:
❌ Não é “menor”.
✅ É criança. É adolescente.

Crianças e adolescentes têm voz. Têm história. Têm projetos de vida. São sujeitos de direitos — e merecem ser reconhecidos e tratados com dignidade.

A campanha está mobilizando jornalistas, organizações, educadores e toda a sociedade para abandonar de vez um termo que estigmatiza e desumaniza.

✨ E você também faz parte dessa mudança!
Compartilhe este vídeo, divulgue os materiais da campanha , converse com sua equipe, leve o debate para sua instituição, revise a linguagem na sua rotina e envie seu próprio depoimento.

📣 Vem com a gente transformar a comunicação! Cada voz faz diferença.

Endereço

SDS Ed. Miguel Badya, Bloco L, Sala 318
Brasília, DF
70394-901

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