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A MINERAÇÃO E SUAS INSTITUIÇÕES: Entrevista com o Presidente da ABIROCHASO Presidente da ABIROCHAS, Reinaldo Dantas Samp...
07/04/2026

A MINERAÇÃO E SUAS INSTITUIÇÕES: Entrevista com o Presidente da ABIROCHAS
O Presidente da ABIROCHAS, Reinaldo Dantas Sampaio, participou de uma entrevista transmitida ao vivo no canal de Marina Ferreira em 03 de março de 2026. O encontro faz parte da série intitulada "A MINERAÇÃO E SUAS INSTITUIÇÕES", cujo objetivo é abordar temas relevantes do setor mineral, suas instituições e representantes.
A conversa buscou apresentar a ABIROCHAS, detalhando seu escopo de atuação, os trabalhos desenvolvidos pela instituição, bem como suas projeções e perspectivas para o futuro. Além disso, a entrevista visou esclarecer o segmento no setor de mineração e os principais players representados pela associação.
Marina Ferreira, responsável pela condução da entrevista, é advogada com especialização em Direito Minerário. Ela atua na Política Nacional de Segurança de Barragens, trazendo uma perspectiva técnica e jurídica para o debate sobre mineração e suas instituições.
Para acessar o conteúdo completo da entrevista, utilize o link abaixo:
(1745) ABIROCHAS - A MINERAÇÃO E SUAS INSTITUIÇÕES - YouTube

RAUL BELENS JUNGMANN PINTORecife, 3 de abril de 1952 — Brasília, 18 de janeiro de 2026A ABIROCHAS expressa profundo pesa...
19/01/2026

RAUL BELENS JUNGMANN PINTO

Recife, 3 de abril de 1952 — Brasília, 18 de janeiro de 2026

A ABIROCHAS expressa profundo pesar pelo falecimento de Raul Jungmann, reconhecendo sua dedicação ao serviço público e ao fortalecimento dos valores democráticos no Brasil. Jungmann foi um dos principais membros do Partido Popular Socialista (PPS) e teve participação ativa no movimento Diretas Já, deixando um legado notável no cenário político e institucional brasileiro.

Ao longo de mais de cinquenta anos de vida pública, Raul Jungmann ocupou funções de destaque nos poderes Executivo e Legislativo, além de atuar na iniciativa privada. Foi vereador em Recife, deputado federal por Pernambuco por três mandatos e exerceu papel de liderança em quatro ministérios durante os governos de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Também presidiu o INCRA, o IBAMA e, desde 2022, estava à frente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Manifestamos nossa solidariedade aos familiares e amigos de Raul Jungmann neste momento de profunda tristeza.

23/12/2025
A Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais - ABIROCHAS, a exemplo do posicionamento manifestado por outr...
22/12/2025

A Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais - ABIROCHAS, a exemplo do posicionamento manifestado por outras entidades setoriais da mineração e no melhor sentido cívico, vem conclamar as autoridades competentes a agirem em favor de uma solução urgente e definitiva para a normalização operacional da Agência Nacional de Mineração - ANM, cuja criação teve o apoio deliberado da indústria mineral brasileira e, em particular, desta Associação.
Desde o seu advento, em 2017, observa-se que o Governo Federal descumpre a determinação legal de transferência de 7% da arrecadação da CFEM para a ANM, gerando insuficiência orçamentária e técnica, provocando, em decorrência, a limitação no cumprimento das suas atribuições institucionais e operacionais. Os problemas que se acumulam e são de notório conhecimento, trazem o risco de afetar, adicionalmente, a unidade de comando e a disciplina interna da Agência, podendo criar um ambiente de insegurança jurídica, fazendo protelar a decisão de vultosos investimentos no setor.
A relevância da produção mineral no plano social e econômico requer a urgente superação dessa situação, que alcançou um estágio insustentável. Salienta-se que a mineração é a “indústria das indústrias” e, quando sujeita a grave perturbação operacional, tende a comprometer as cadeias de produção industrial, refletindo negativamente no nível de emprego e na taxa de investimento da economia, variáveis essenciais para a garantia do desenvolvimento nacional.
Reconhecemos os esforços recentes do Governo Federal ao criar o Conselho Nacional de Política Mineral - CNPM, idealizado para planejar políticas públicas orientadas para o desenvolvimento do setor mineral, inclusive estabelecendo a Política dos Minerais Críticos, indicando a vontade política de “redespertar” o fomento à mineração, o que acolhemos com entusiasmo e esperança.
Entretanto, políticas de fomento necessitam de um ambiente regulatório consolidado e da máxima eficiência operacional da Agência Nacional de Mineração, sob pena de não lograrmos os êxitos pretendidos em ampliar a produção nacional e a agregação de valor aos bens minerais. Trata-se de duas condições imperiosas para sustentar os desafios históricos impostos para atender às metas da transição energética, da descarbonização dos processos de produção e o desenvolvimento das forças produtivas orientado por complexas tecnologias, todas elas dependentes de crescente suprimento de substâncias minerais.
Confiamos em uma breve solução visando à normalização da Agência Nacional de Mineração e, nos permitimos nessa oportunidade, com a devida vênia, sugerir a reconfiguração da composição do Conselho Nacional de Política Mineral, ampliando a representação do setor produtivo de modo a refletir as peculiaridades e especificidades dos diversos segmentos da mineração, condições a serem observadas no âmbito da política nacional de fomento objetivada pelo Governo, pelo setor mineral e pela sociedade.

Brasília, 22 de dezembro de 2025
Reinaldo Dantas Sampaio
Presidente Executivo da ABIROCHAS

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reafirma sua preocupação com a plena operacionalidade das agências reguladora...
25/10/2025

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reafirma sua preocupação com a plena operacionalidade das agências reguladoras, consideradas estratégicas para o país. Recentemente, a CNI concentrou seus esforços na Agência Nacional de Mineração (ANM), em consonância com o Conselho Temático de Mineração (COMIN), órgão consultivo da CNI, do qual participa a ABIROCHAS, em apoio formal ao teor do Ofício ANM 42406/2025. No Ofício encaminhado aos ministérios que compõem a Junta Executiva Orçamentária, a ANM alerta para a insuficiência de recursos que garantam as suas atividades a partir de outubro de 2025.
Por meio da Carta 812/2025-Pres, encaminhada ao Presidente da República, o Presidente da CNI, Antônio Alban, expressou profunda preocupação com a fragilização orçamentária imposta às agências reguladoras no Brasil. O documento destaca que os contingenciamentos orçamentários ameaçam a capacidade operacional dessas instituições, estratégicas para o desenvolvimento do país.
Criada em 2017, a ANM possui a terceira maior arrecadação e é responsável por controlar e fiscalizar as atividades de mineração em todo o território nacional. Além disso, deve promover o planejamento e a regulação à exploração e aproveitamento do potencial mineral brasileiro. Cabe ainda à ANM, a competência de governar as atividades de pesquisa e lavra de minérios nucleares no país.
O setor industrial já identificava há tempos os problemas decorrentes da falta de recursos para as agências reguladoras. A não resolução desse cenário adia o aproveitamento do potencial da mineração e a agregação de valor aos bens minerais, ambos fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico sustentável, a transição energética justa e a garantia da soberania nacional.
A CNI reafirma seu posicionamento em defesa da ANM e das demais agências reguladoras, destacando seu compromisso e disposição para colaborar com os Poderes da República. Seu objetivo é buscar soluções que fortaleçam o ambiente regulatório, garantindo que ele seja sólido, técnico e previsível, de modo a fomentar a segurança jurídica, elemento essencial para tornar o Brasil mais competitivo e desenvolvido.

No período de janeiro a setembro de 2025, as exportações brasileiras de rochas ornamentais alcançaram um valor total de ...
24/10/2025

No período de janeiro a setembro de 2025, as exportações brasileiras de rochas ornamentais alcançaram um valor total de US$ 1.098,02 milhões, com volume exportado de 1,59 milhões de toneladas. Esse desempenho representa um crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2024, com variação positiva de 19,4% no faturamento e de 1,6% no volume exportado.
Além disso, o preço médio dos produtos exportados registrou uma valorização expressiva de 17,5%. Em 2024, o preço médio era de US$ 589,2 por tonelada, enquanto em 2025 subiu para US$ 692,0 por tonelada. Esse aumento evidencia uma melhora na valorização das rochas ornamentais brasileiras no mercado internacional.
As rochas processadas tiveram destaque nas exportações brasileiras, representando 75,9% do faturamento total do setor entre janeiro e setembro de 2025. Em comparação, as rochas silicáticas brutas corresponderam a 21,6% do faturamento, enquanto as rochas carbonáticas brutas responderam por 2,5%. Esses dados evidenciam a predominância das rochas processadas na pauta exportadora nacional, indicando maior valor agregado e competitividade internacional.
Dentro do universo das rochas ornamentais exportadas, a posição 6802.99.90 foi responsável por 45,3% do faturamento, totalizando US$ 497,6 milhões. Esse montante refere-se principalmente à comercialização de chapas de quartzitos maciços, que têm se destacado pela alta valorização no mercado externo.
As exportações de blocos de quartzitos maciços também apresentaram relevância, atingindo US$ 104,3 milhões, o que equivale a 9,5% do faturamento total do segmento de rochas ornamentais. A soma do faturamento entre chapas e blocos de quartzitos maciços revela que esse produto já corresponde a 55% do total das exportações brasileiras de rochas ornamentais.
O preço médio das chapas de quartzitos maciços exportadas alcançou US$ 2.387,7 por tonelada, demonstrando significativa valorização. Já os blocos desses quartzitos foram comercializados a um preço médio de US$ 597,1 por tonelada, evidenciando diferença relevante entre os produtos processados e brutos.

As exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 982,1 milhões e 1,40 Mt no período janeiro-agosto de 2025, ...
16/09/2025

As exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 982,1 milhões e 1,40 Mt no período janeiro-agosto de 2025, com variação positiva de respectivamente 22,4% e 0,7% frente a 2024. Não obstante, pela primeira vez em 2025 a exportação mensal ficou abaixo de US$ 100 milhões, tendo-se registrado US$ 96,5 milhões em agosto.
Essas exportações de agosto foram US$ 50,1 milhões inferiores às do último mês de julho, que somaram US$ 146,6 milhões. As exportações para os EUA recuaram US$ 49,4 milhões, passando de US$ 85,2 milhões em julho para US$ 35,8 milhões em agosto. O recuo dos EUA, responsável pela quase totalidade da retração brasileira em agosto, pode ser colocado na conta do tarifaço.
O correto entendimento das isenções proporcionadas pela NCM 6802.99.90, no mercado dos EUA, poderá ajustar o efeito do tarifaço. O maior problema em perspectiva para o Brasil, no curto e médio prazos, é realocar em outros mercados as exportações também importantes, mas não isentas da sobretarifação nos EUA, a exemplo das de ardósia, mármores, granitos geologicamente verdadeiros e rochas de processamento simples em geral.
É interessante observar que também as exportações brasileiras, pela NCM 6802.99.90, recuaram US$ 35,1 milhões de julho para agosto. Comprova-se que grande parte do incremento registrado no período janeiro-julho foi devido à antecipação de importações pelos EUA, no sentido de evitar os efeitos diretos e indiretos do tarifaço para o setor de rochas ornamentais.
Tanto como resultado da provável estocagem praticada pelos importadores norte-americanos no 1º semestre, quanto do tarifaço que deverá vigorar no 2º semestre, as exportações brasileiras de rochas ornamentais serão doravante deprimidas em 2025. Nunca foi tão importante diversificar países de destino e promover o atendimento direto de obras, com produtos acabados, no mercado externo.
Será estratégico mobilizar marmorarias e profissionais qualificados para atendimento desses objetivos e conquista da última fronteira de agregação de valor às exportações. Basta observar o exemplo que nos é oferecido pelos principais players mundiais do setor de rochas ornamentais, notadamente Itália e China.

rochas.com.br/noticiasAs exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 885,6 milhões e 1,23 Mt no período ja...
04/09/2025

rochas.com.br/noticiasAs exportações brasileiras de rochas ornamentais somaram US$ 885,6 milhões e 1,23 Mt no período janeiro-julho de 2025, com variação respectivamente positiva de 22,9% e negativa 2,6% frente a 2024. Não por acaso, o preço médio das exportações registrou incremento de 26,4% em 2025, evoluindo de US$ 568,3/t em 2024 para US$ 717,4/t no ano em curso.
No mesmo sentido, a participação de rochas processadas evoluiu de 75,7% para 78,5% no total do faturamento e de 44,4% para 48,1% do total do volume físico das exportações. Com incremento de 20,7% anotado para o preço médio dessas rochas processadas, seu faturamento registrou crescimento de 27,4% no período considerado.
O excepcional desempenho do período janeiro-julho continuou refletindo a antecipação das importações estadunidenses ao tarifaço imposto às exportações brasileiras e que teve vigência a partir do mês de agosto. As exportações para os EUA somaram US$ 511,2 milhões e representaram 57,7% do total do nosso faturamento.
Para mais informações acesse o Informe 07/2025 em https://abirochas.com.br/noticias/

Descubra o poder das rochas ornamentais na arquitetura e no design de interiores. Muito além da beleza, as pedras natura...
01/09/2025

Descubra o poder das rochas ornamentais na arquitetura e no design de interiores.
Muito além da beleza, as pedras naturais entregam durabilidade, originalidade e sustentabilidade aos espaços. Nesta palestra, você vai conhecer boas práticas de especificação e explorar soluções que vão do simples ao tecnológico — sempre unindo criatividade e alta performance para encantar seus clientes.

Em 2024, a NCM 6802.99.90 representou 40% (US$ 497 milhões) do total do faturamento das exportações brasileiras de rocha...
13/08/2025

Em 2024, a NCM 6802.99.90 representou 40% (US$ 497 milhões) do total do faturamento das exportações brasileiras de rochas e 58,2% (US$ 414,1 milhões) das exportações brasileiras de rochas para os EUA. O preço médio dos produtos exportados por essa NCM, que abrigou principalmente chapas de quartzitos maciços e de algumas rochas “exóticas”, foi de US$ 2.337/t para os EUA, portanto o mais elevado entre todos os produtos brasileiros exportados pelo setor de rochas.
O sobretarifação estabelecida pelos EUA excluiu as rochas e produtos enquadráveis na posição fiscal 6802.99.00 do HTS U.S. De acordo com a Nota Explicativa da TEC NESH, a NCM 6802.99.90 não pode abrigar qualquer produto vinculado ao Capítulo 25 da TEC NESH, envolvendo rochas brutas, bem como produtos de rochas carbonáticas, granitos s.s. (granito geológico) e ardósias, tanto de beneficiamento simples quanto especial, do Capítulo 68.
No caso das exportações brasileiras, a NCM 6802.99.90 permite abrigar rochas silicáticas como gabros, sienitos, gnaisses, migmatitos, serpentinitos, pedra-sabão etc. Também permite abrigar rochas silicosas do tipo quartzito, quartzo natural, xistos, metaconglomerados, cherts etc., sempre em chapas com acabamento de face e em produtos padronizados ou seriados prontos para o atendimento de obras.
Resta avaliar mais detidamente o que se poderia promover em favor dos exportadores de granitos verdadeiros (6802.93.90 e 6802.23.00), rochas carbonáticas em geral (6802.21.00, 6802.91.00 e 6802.92.00), ardósias (2514.00.00 e 6803.00.00) e rochas de processamento simples (6801.00.00). Os EUA são o primeiro e segundo principal destino das exportações brasileiras nessas NCMs, cujas atividades produtivas são principalmente desenvolvidas por pequenas empresas e em Arranjos Produtivos Locais (APLs) de grande alcance socioeconômico.
Recomenda-se efetuar um painel de discussão entre empresários, entidades setoriais, pesquisadores, agentes aduaneiros e órgãos governamentais ligados ao comércio exterior, visando ratificar e publicizar as proposições do presente artigo.
Leia o texto completo acessandohttps://abirochas.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Informe-06_2025-Tarifacao-EUA.pdf

Impacto da Taxação dos EUA no Mercado de Rochas OrnamentaisO presidente da ABIROCHAS, Reinaldo Sampaio, é entrevistado p...
07/08/2025

Impacto da Taxação dos EUA no Mercado de Rochas Ornamentais

O presidente da ABIROCHAS, Reinaldo Sampaio, é entrevistado por Jony Peterson no Podcast da Mineração, onde comenta a questão da sobretaxação imposta pelos EUA sobre as exportações brasileiras de rochas ornamentais.

Assista à entrevista em

Olá sejam bem vindo ao nosso quadro de entrevistas do Podcast da Mineração.Neste programa, entrevistamos Reinaldo Dantas Sampaio, Diretor Presidente da ABIRO...

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