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*Quinto maior emissor: Brasil tem potencial estratégico para liderar redução global de metano*- O   é o quinto maior emi...
05/06/2026

*Quinto maior emissor: Brasil tem potencial estratégico para liderar redução global de metano*

- O é o quinto maior emissor de (CH4) do planeta, atrás de , , e , mas também entre os países com maior potencial para liderar sua redução. Responsável por cerca de 1/3 do aquecimento global desde a era industrial, esse superpoluente tem uma característica que o diferencia do carbono (CO)₂: seu tempo de permanência na atmosfera é muito menor, cerca de 12 anos, em média.
- ⁠*Urias Bueno Neto, do Instituto ARAYARA*, trouxe um dado perturbador: há casos documentados em que monitoramento independente impediu a aprovação de projetos de energia fóssil. A pergunta que f**a é se o Brasil está avançando ou recuando nessa capacidade, num momento em que tramita no Congresso proposta para limitar o uso de monitoramento remoto na fiscalização ambiental.
- ⁠

Especialistas reunidos na Rio Nature & Climate Week alertam que combater o gás — que é cerca de 80 vezes mais potente que o CO₂ no curto prazo — é a saída mais rápida para frear o aquecimento global.

05/06/2026

💰 Bancos que financiam a expansão do petróleo também financiam seus impactos.

Cada novo projeto fóssil apoiado por instituições financeiras signif**a mais emissões, mais riscos para o clima e mais pressão sobre oceanos, florestas e comunidades.

A crise climática não acontece por acaso. Ela também é sustentada por decisões de investimento.

É hora de cobrar responsabilidade de quem continua apostando em um modelo que ameaça o futuro.

Durante o III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado na Rio Nature & Climate Week, Alisson Capelli e Uria...
04/06/2026

Durante o III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado na Rio Nature & Climate Week, Alisson Capelli e Urias Neto representaram a ARAYARA na mesa “Combustível Sustentável para Aviação: posicionando o Brasil como líder global em SAF na transição energética”.

O debate reuniu especialistas para discutir o papel do Combustível Sustentável de Aviação (SAF) na descarbonização do setor aéreo e os desafios para consolidar uma cadeia produtiva alinhada aos compromissos climáticos.

Para a ARAYARA, o Brasil reúne condições únicas para se tornar referência global na produção de SAF. Mas essa liderança deve ser construída com critérios rigorosos de sustentabilidade, rastreabilidade e integridade climática.

Defendemos combustíveis sustentáveis para aviação que apresentem redução real e comprovada de emissões ao longo de todo o ciclo de vida, sem promover desmatamento, expansão de monoculturas ou mecanismos de greenwashing.

O futuro da aviação não depende apenas de novos combustíveis.

Depende de escolhas capazes de acelerar a transição energética sem comprometer a biodiversidade, os territórios e as comunidades.

Durante o III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado na Rio Nature & Climate Week, Alisson Capelli e Uria...
04/06/2026

Durante o III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado na Rio Nature & Climate Week, Alisson Capelli e Urias Neto representaram a ARAYARA na mesa “Combustível Sustentável para Aviação: posicionando o Brasil como líder global em SAF na transição energética”.

O debate reuniu especialistas para discutir o papel do Combustível Sustentável de Aviação (SAF) na descarbonização do setor aéreo e os desafios para consolidar uma cadeia produtiva alinhada aos compromissos climáticos.

Para a ARAYARA, o Brasil reúne condições únicas para se tornar referência global na produção de SAF. Mas essa liderança deve ser construída com critérios rigorosos de sustentabilidade, rastreabilidade e integridade climática.

Defendemos combustíveis sustentáveis para aviação que apresentem redução real e comprovada de emissões ao longo de todo o ciclo de vida, sem promover desmatamento, expansão de monoculturas ou mecanismos de greenwashing.

O futuro da aviação não depende apenas de novos combustíveis.

Depende de escolhas capazes de acelerar a transição energética sem comprometer a biodiversidade, os territórios e as comunidade.

O Instituto Internacional ARAYARA acompanha com preocupação a tramitação do PL 2564/2025 no Congresso Nacional.A propost...
03/06/2026

O Instituto Internacional ARAYARA acompanha com preocupação a tramitação do PL 2564/2025 no Congresso Nacional.

A proposta enfraquece os embargos ambientais realizados por sensoriamento remoto, tecnologia hoje fundamental para monitorar desmatamento, queimadas e infrações ambientais em larga escala.

Atualmente, grande parte da fiscalização ambiental no Brasil depende de sistemas de monitoramento por satélite, capazes de:

🔸 identif**ar desmatamento em tempo real

🔸 acelerar ações de fiscalização

🔸 ampliar cobertura territorial

🔸 reduzir custos operacionais

🔸 proteger áreas remotas e biomas estratégicos

Especialistas alertam que o projeto pode inviabilizar cerca de 70% dos embargos ambientais atualmente realizados em propriedades rurais.

Para a ARAYARA, enfraquecer instrumentos tecnológicos de fiscalização representa um grave retrocesso ambiental e institucional.

O debate sobre produção agropecuária não pode signif**ar desmonte da capacidade de monitoramento ambiental do país.

A ARAYARA participou, hoje, do primeiro dia do III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado durante a Rio N...
02/06/2026

A ARAYARA participou, hoje, do primeiro dia do III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza, realizado durante a Rio Nature & Climate Week, um dos principais espaços de diálogo sobre os desafios da transição climática e energética no Brasil.

Representando a instituição, Alisson Capelli e Urias Neto acompanharam debates que reuniram especialistas, representantes da sociedade civil, formuladores de políticas públicas e agentes do setor financeiro para discutir caminhos capazes de fortalecer a resiliência econômica e climática do país.

Entre os temas centrais esteve a necessidade de acelerar uma transição energética justa, ordenada e equitativa. As discussões evidenciaram que a dependência do petróleo e de outros combustíveis fósseis não protege economias de crises internacionais, conflitos geopolíticos ou oscilações de preços. Pelo contrário, aumenta a vulnerabilidade de países e consumidores diante de um cenário global cada vez mais instável.

Também ganhou destaque o papel das finanças climáticas na construção de soluções de longo prazo. Especialistas defenderam mecanismos capazes de direcionar investimentos para energias renováveis, adaptação climática, geração de empregos e desenvolvimento sustentável, garantindo que os benefícios da transição cheguem à população.

Para a ARAYARA, os debates reforçam a importância de reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e ampliar investimentos em soluções de baixo carbono, construindo uma economia mais resiliente, justa e alinhada aos desafios climáticos do século XXI.

A Semana Nacional do Meio Ambiente acontece em um momento decisivo para o Brasil e para o planeta.Crise climática, press...
01/06/2026

A Semana Nacional do Meio Ambiente acontece em um momento decisivo para o Brasil e para o planeta.

Crise climática, pressão sobre biomas, expansão fóssil, eventos extremos e disputas regulatórias mostram que a pauta ambiental está diretamente ligada à economia, à saúde pública, à energia, à água e aos direitos humanos.

Defender o meio ambiente hoje signif**a também:
• fortalecer a fiscalização ambiental
• enfrentar a emergência climática
• acelerar a transição energética
• proteger territórios e comunidades
• ampliar a participação da sociedade civil

A ARAYARA segue atuando para transformar esse debate em ação concreta.

🌎 Meio ambiente não é tema secundário.
É disputa sobre o futuro.

O Senado Federal realizará uma audiência pública para discutir a regulamentação do fraturamento hidráulico, o fracking, ...
29/05/2026

O Senado Federal realizará uma audiência pública para discutir a regulamentação do fraturamento hidráulico, o fracking, no Brasil.

O requerimento apresenta a técnica como oportunidade para ampliar a produção de gás natural, atrair investimentos e fortalecer a segurança energética.

Mas existe uma pergunta central que precisa ser feita:

como o fracking ainda pode ser tratado como solução energética em pleno contexto de emergência climática?

A técnica é internacionalmente associada a:

⚠️ contaminação de aquíferos
⚠️ uso intensivo de água
⚠️ emissões fugitivas de metano
⚠️ impactos territoriais e sociais
⚠️ expansão da dependência fóssil

Enquanto o mundo discute descarbonização, parte do debate energético brasileiro ainda tenta abrir espaço para combustíveis fósseis não convencionais.

A ARAYARA seguirá acompanhando e denunciando os riscos dessa agenda.

👀 Fique atento aos posicionamentos apresentados nessa audiência.

  | A ARAYARA foi destaque em importantes veículos da imprensa nacional ao denunciar as contradições da política energét...
28/05/2026

| A ARAYARA foi destaque em importantes veículos da imprensa nacional ao denunciar as contradições da política energética brasileira em relação ao carvão mineral.

A reportagem repercutiu o relatório internacional Boom and Bust 2026, que apontou o contraste entre o fim de novos projetos de usinas a carvão no Brasil e a manutenção de contratos e subsídios para manter termelétricas funcionando até 2040.

A atuação da ARAYARA apareceu como referência na litigância climática e ambiental envolvendo o setor carbonífero, incluindo a ação que levou à suspensão da renovação da licença de operação da UTE Candiota III.

Na matéria, Juliano Bueno alertou:

“O Brasil está construindo um Mapa do Caminho rumo ao abismo climático com a inclusão do carvão mineral até 2055.”

Seguimos fortalecendo o debate público, a incidência política e a defesa de uma transição energética justa, baseada em ciência, saúde pública e proteção dos territórios.

O Instituto Internacional ARAYARA acompanha com preocupação os avanços do PL 364/2019 no Congresso Nacional.A proposta, ...
27/05/2026

O Instituto Internacional ARAYARA acompanha com preocupação os avanços do PL 364/2019 no Congresso Nacional.

A proposta, relacionada aos campos de altitude, passou por alterações que ampliam signif**ativamente os riscos socioambientais do projeto.

O novo parecer permite o desmatamento inclusive em áreas florestadas de diferentes biomas brasileiros, com impactos potenciais sobre:
- Cerrado
- Pantanal
- Caatinga
- Mata Atlântica

Organizações da sociedade civil vêm alertando que a proposta pode enfraquecer mecanismos de proteção ambiental e ampliar a pressão sobre ecossistemas estratégicos para o equilíbrio climático e hídrico do país.

Nesta semana, ARAYARA, Observatório do Clima, Greenpeace, ISA e outras organizações dialogaram com lideranças partidárias para defender que o projeto não avance dentro da pauta do chamado “Dia do Agro”.

A posição da ARAYARA é clara:

o fortalecimento da produção agropecuária não pode ocorrer às custas do enfraquecimento da proteção dos biomas brasileiros.

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