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04/09/2026

🌍 3 NOVIDADES DO 2º CONGRESSO INTERNACIONAL TRANSIÇÃO JUSTA! 🔥

Três razões para ficar de olho:

1. Prazos estendidos! Ainda dá tempo de enviar seu artigo completo ou resumo expandido. Não perca essa oportunidade de contribuir para o debate sobre Obsolescência do Carvão e Metano!

2. Programação oficial saiu! Confira a agenda completa e escolha os painéis que mais interessam:
→ transicaojusta.arayara.org

MARQUE NA AGENDA: 25 de novembro de 2026 | 9h
📍 Centro Cultural da UFRGS | Porto Alegre/RS
Endereço: Rua Eng. Luiz Englert, 333 - Farroupilha

Saúde, meio ambiente e justiça climática em um só lugar!

Quer saber mais? Acompanhe a gente aqui nas redes!

LEIA NO SITE | Um marco para a gestão da água no BrasilCONAMA e CNRH aprovaram a primeira resolução conjunta da história...
03/09/2026

LEIA NO SITE | Um marco para a gestão da água no Brasil

CONAMA e CNRH aprovaram a primeira resolução conjunta da história dos dois conselhos, criando parâmetros nacionais para o reúso direto e não potável de água proveniente de esgoto tratado.

A medida estabelece critérios para o reúso seguro e pode contribuir para enfrentar um dos desafios que se agravam com a crise climática: a pressão crescente sobre a disponibilidade de água.

A ARAYARA participou diretamente desse processo. Conselheiro do CONAMA e representante do Instituto, Urias de Moura Bueno Neto destacou que a resolução cria uma base nacional para ampliar o reúso seguro da água não potável, especialmente diante do cenário de emergência climática.

A aprovação também fortalece a integração entre as políticas de meio ambiente, saneamento e recursos hídricos e abre caminho para novas ações conjuntas entre os dois conselhos.

Leia a íntegra no site.

03/09/2026

O mapa do caminho para o fim dos fósseis ficou de fora de Belém, e agora?

A COP 30 aprovou o Mecanismo de Ação de Belém (BAM) para a transição justa, avanço real, celebrado por movimentos sociais, indígenas e comunidades tradicionais. Mas o "mapa do caminho" para o fim dos combustíveis fósseis, defendido pelo Brasil e mais de 80 países, não entrou nos textos oficiais, bloqueado por grandes produtores de petróleo e gás. Segue como processo paralelo da presidência brasileira sem data certa nem garantia de chegar à mesa oficial da COP31, em Antalya.

A América Latina chega à próxima rodada com avanços em transição justa, mas o phase out do carvão mineral e do metano ainda sem roteiro vinculante. A pesquisa e produção de evidências, acadêmica e comunitária, ganham peso onde a diplomacia caminha a passos mais hesitantes.

Para debater esse cenário, o Instituto ARAYARA promove a live "COP 31 em Foco: caminhos para a transição justa rumo à superação do carvão mineral e do metano na América Latina", em 03/09, às 19h, no YouTube do Instituto ARAYARA. Condução de John Wurdig, gerente de Transição Energética e Clima da ARAYARA, e Renata Sembay.

A live é também porta de entrada para as inscrições do 2º Congresso Internacional Transição Justa: Obsolescência do Carvão Mineral e Metano, abertas até 10/09, em transicaojusta.arayara.org. Evento gratuito e aberto a pesquisadores, comunidades atingidas, juristas, comunicadores, ativistas e gestores públicos.

Os trabalhos selecionados serão publicados nos Anais do Congresso Transição Justa (2ª edição). Os debates não substituem a negociação diplomática, mas apontam caminhos para uma transição mais justa e verdadeira para as comunidades, evidências que precisam ser consideradas na rota para longe dos combustíveis fósseis.

Se sua pesquisa dialoga com o phase out do carvão, a superação do metano ou uma transição justa e inclusiva, inscreva seu trabalho.

� Live: 03/09, 19h - YouTube ARAYARA
� Inscrições: até 10/09 - transicaojusta.arayara.org

03/09/2026

Olha o recado que o Professor PhD Paulo Antunes Horta, Professor titular na Universidade Federal de Santa Catarina em Florianópolis/SC traz sobre o 2º Congresso Internacional Transição Justa: Obsolescência do Carvão Mineral e Metano.

Horta possui Graduação em Ciências Biológicas - Universidade de São Paulo (1996), Doutorado em Ciências Biológicas - Universidade de São Paulo (2000) e Pós-Doutorado em Ecologia Marinha - Plymouth University, UK (2013), ele também atua em programas de graduação e pós-graduação em Biodiversidade (Botânica, Ecologia e Oceanografia) e coordena de projetos de pesquisa relacionados com sistemática, impactos ambientais relacionados às mudanças climáticas e poluição marinha.
Paulo Antunes Horta é um dos palestrantes confirmados na abertura do 2º Congresso Internacional Transição Justa: Obsolescência do Carvão Mineral e Metano na cidade de Porto Alegre/RS no dia 25 de novembro de 2026 a partir das 9h no Centro Cultura da UFRGS.

As inscrições de trabalhos para o 2º Congresso Internacional Transição Justa do Carvão e Metano estão abertas até 10 de setembro de 2026 com o tema: Saúde e Meio Ambiente em Territórios Fósseis.

03/09/2026

(Español abajo)
FRACKING NÃO É TRANSIÇÃO ENERGÉTICA. É RISCO.

Fracking é uma ameaça à água, ao território e ao clima. Para arrancar gás e petróleo do subsolo, a técnica injeta enormes volumes de água e produtos químicos sob alta pressão, podendo contaminar águas, liberar metano e causar impactos no solo e nas comunidades. E, no fim, ainda prolonga a dependência dos combustíveis fósseis.

No Brasil, essa disputa pode ganhar um novo capítulo: no dia 9 de setembro, o Superior Tribunal de Justiça decide se o fracking deverá ser abolido em todo o país.

A decisão pode definir o futuro de comunidades, águas e territórios ameaçados pela exploração não convencional de gás e petróleo.

Entre nessa mobilização. Acesse o naofrackingbrasil.org e assine a petição. Link nos stories.
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EL FRACKING NO ES TRANSICIÓN ENERGÉTICA. ES RIESGO.

El fracking es una amenaza para el agua, el territorio y el clima. Para extraer gas y petróleo del subsuelo, la técnica inyecta enormes volúmenes de agua y productos químicos a alta presión, pudiendo contaminar las aguas, liberar metano y causar impactos en el suelo y las comunidades. Y, al final, prolonga la dependencia de los combustibles fósiles.

En Brasil, esta disputa puede tener un nuevo capítulo: el 9 de septiembre, el Superior Tribunal de Justicia decidirá si el fracking deberá ser abolido en todo el país.

La decisión puede definir el futuro de comunidades, aguas y territorios amenazados por la explotación no convencional de gas y petróleo.

Súmate a esta movilización. Ingresa a naofrackingbrasil.org y firma la petición. Link en las stories.

03/09/2026

O Instituto Internacional ARAYARA participou da audiência pública sobre o Leilão de Baterias na sede da Agência Nacional de Energia a Elétrica (Aneel) neste terça e apresentou sugestões para tornar a matriz elétrica brasileira cada vez menos dependente dos combustíveis fósseis e da energia gerada por termelétricas. Outro ponto importante defendido pela ARAYARA é o respeito à modicidade tarifária, de modo que o consumidor não seja penalizado e, por fim, o incentivo às energias limpas e as formas de evitar o desperdício de energia com os cortes de geração das renováveis.

As mudanças climáticas já fazem parte da nossa rotina. Mas também precisam fazer parte das nossas escolhas políticas, co...
02/09/2026

As mudanças climáticas já fazem parte da nossa rotina. Mas também precisam fazer parte das nossas escolhas políticas, como o nosso voto!

O votepeloclima.org pode ajudar você a escolher em quem votar nas eleições deste ano, para que possamos eleger mais candidaturas comprometidas com uma agenda climática positiva.

A plataforma já passou de 125 candidaturas inscritas e validadas, e segue crescendo!

🔗Acesse o site no link da bio do Clima de Política e conheça a plataforma!

*O custo invisível dos leilões da ANP*: litígios, passivos e incoerência climáticaLeiloar blocos sem licenciamento ambie...
02/09/2026

*O custo invisível dos leilões da ANP*: litígios, passivos e incoerência climática
Leiloar blocos sem licenciamento ambiental garantido gera litígios, passivos e risco fiscal ao país.

Leiloar blocos sem licenciamento ambiental garantido gera litígios, passivos e risco fiscal ao país

02/09/2026

(English below)
Um bloco parece apenas um código no mapa, até olharmos para tudo o que existe naquele território.

O ES-M-789 é também corredor migratório de baleias-jubarte, Cadeia Vitória-Trindade e área estratégica para corais. O REC-T-163 é Mata Atlântica, espécies ameaçadas, o assentamento 3 de Abril e o aglomerado quilombola Fazenda Retiro.

Não são espaços vazios. São maretórios, florestas, biodiversidade, comunidades e modos de vida. Ao todo, 98% da área ofertada está sob alguma sobreposição socioambiental.

Isso não é exceção. É a lógica de um leilão que transforma territórios vivos em códigos e abre caminho para a expansão da exploração fóssil.

A ANP vê códigos. Nós vemos vida.

Bloco tem número. Território tem nome.
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A block may look like just a code on a map until we look at everything that exists within that territory.

ES-M-789 is also a humpback whale migratory corridor, the Vitória-Trindade Chain, and a strategic area for corals. REC-T-163 includes Atlantic Forest, threatened species, the 3 de Abril settlement, and the Fazenda Retiro quilombola community.

These are not empty spaces. They are marine territories, forests, biodiversity, communities, and ways of life. Overall, 98% of the area offered is subject to some form of socio-environmental overlap.

This is not an exception. It is the logic of an auction that turns living territories into codes and paves the way for the expansion of fossil fuel extraction.

ANP sees codes. We see life.

A block has a number. A territory has a name.

NA MÍDIA | Ibama aponta insuficiências em estudo sobre Candiota IIIDiversos veículos repercutem a análise do  que consid...
02/09/2026

NA MÍDIA | Ibama aponta insuficiências em estudo sobre Candiota III

Diversos veículos repercutem a análise do que considerou insuficiente o estudo apresentado pela Âmbar Energia para a renovação da licença de operação da UTE Candiota III.

O órgão ambiental solicitou estudos complementares antes de decidir sobre a continuidade da operação da termelétrica a carvão.

A ARAYARA, que atua judicialmente no caso, reforça que não basta contabilizar as emissões: é preciso avaliar medidas concretas de redução e a compatibilidade da usina com os compromissos climáticos assumidos pelo Brasil.

Em entrevista ao veículo, o diretor-presidente da ARAYARA, , destacou a necessidade de considerar os impactos socioambientais da operação e o contexto de emergência climática enfrentado pelo Rio Grande do Sul.

Leia as matérias completas no link dos stories.

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