Centro de Trabalho Indigenista

Centro de Trabalho Indigenista O CTI atua em Terras Indígenas inseridas nos Biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
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O CTI tem como marca de sua identidade a atuação direta em Terras Indígenas por meio de projetos elaborados a partir de demandas locais, visando contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios. O CTI tem como marca de sua identidade a atuação direta em Terras Indígenas de modo a contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territór

ios, esclarecendo-lhes sobre o papel do Estado na proteção e garantia de seus direitos constitucionais.

A Repórter Brasil publicou uma matéria que aborda a proposta de empréstimo de US$ 20 milhões da International Finance Co...
12/06/2026

A Repórter Brasil publicou uma matéria que aborda a proposta de empréstimo de US$ 20 milhões da International Finance Corporation (IFC), braço de investimentos do Banco Mundial, para a empresa Agronorte.

O texto destaca uma carta assinada por organizações da sociedade civil, pesquisadores e ativistas que pedem a reavaliação do financiamento. O documento cita denúncias e ações judiciais relacionadas a impactos socioambientais em áreas próximas à Terra Indígena Apinajé, no Tocantins.

Segundo a publicação, os signatários argumentam que o investimento pode ampliar as pressões sobre territórios indígenas e ecossistemas do Cerrado e da Amazônia afetados pela expansão do agronegócio. Lideranças Apinajé também relatam impactos do desmatamento e da expansão agropecuária sobre seus territórios e modos de vida.

Leia a íntegra da matéria da Repórter Brasil aqui: https://bit.ly/3QoHVie


Caminhar é também aprender!  Na Tekoa Porã, jovens da Terra Indígena Tenondé Porã iniciaram um ciclo de caminhadas para ...
10/06/2026

Caminhar é também aprender!

Na Tekoa Porã, jovens da Terra Indígena Tenondé Porã iniciaram um ciclo de caminhadas para fortalecer o nhandereko (modo de vida Guarani) e a medicina tradicional.

Guiados pela anciã Yva, os participantes conheceram remédios do mato que cuidam do corpo e do espírito e mergulharam nos saberes ancestrais que conectam comunidade, território e natureza.

Esse é só o começo de uma série de encontros apoiados pelo Programa Aldeias, que aproximam juventude e tradição, fortalecendo o cuidado coletivo.

Entre os dias 27 e 30 de maio, a Aldeia Prata, na Terra Indígena Apinajé, recebeu uma oficina dedicada aos conhecimentos...
09/06/2026

Entre os dias 27 e 30 de maio, a Aldeia Prata, na Terra Indígena Apinajé, recebeu uma oficina dedicada aos conhecimentos da medicina tradicional Timbira. A atividade reuniu crianças e jovens da Escola Indígena Estadual Katàm Kaàk e conhecedores Apinajé em um importante momento de troca de saberes entre gerações.

Durante a oficina, os participantes percorreram áreas onde ocorrem plantas medicinais para identificar espécies utilizadas na prevenção de doenças e nos processos de cura. Ao longo das caminhadas, também compartilharam conhecimentos sobre o preparo dos remédios tradicionais e os ambientes onde essas plantas se desenvolvem.

Além das atividades em campo, crianças e jovens registraram os conhecimentos compartilhados por meio de desenhos e apresentações, fortalecendo os processos de aprendizagem e valorização da medicina tradicional.

Os registros produzidos durante a atividade irão contribuir para a elaboração da segunda edição do Livro dos Remédios Timbira, ajudando a manter vivos e acessíveis esses conhecimentos para as novas gerações.

Entre os dias 29 de abril a 9 de maio, o escritório do CTI recebeu a primeira oficina de edição audiovisual voltada à no...
08/06/2026

Entre os dias 29 de abril a 9 de maio, o escritório do CTI recebeu a primeira oficina de edição audiovisual voltada à nova geração de cineastas Matis. A atividade reuniu jovens Matis e deu continuidade ao processo de formação iniciado nas oficinas de audiovisual realizadas nas aldeias Matis em 2024 e 2025.

Durante a oficina, os participantes aprofundaram conhecimentos sobre as diferentes etapas da pós-produção audiovisual, com foco na edição de imagens, organização de narrativas e finalização de filmes. A formação combinou atividades práticas e acompanhamento técnico, fortalecendo a autonomia dos jovens na produção de conteúdos audiovisuais.

Ao longo do encontro, quatro produções foram editadas e seguem em fase de finalização. Os filmes abordam temas relacionados aos conhecimentos, práticas culturais e modos de vida do povo Matis, contribuindo para o fortalecimento e a valorização de sua memória e de seus saberes.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, os dados mais recentes reforçam a importância de proteger o Cerrado e os povos que v...
05/06/2026

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, os dados mais recentes reforçam a importância de proteger o Cerrado e os povos que vivem e cuidam desse bioma.

Grande parte do desmatamento registrado no Cerrado ocorre na região do MATOPIBA, que abrange áreas dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Nas últimas décadas, a região se consolidou como uma das principais fronteiras de expansão agropecuária do país.

Nesse contexto, fortalecer a produção e o uso de informações estratégicas é fundamental para apoiar a defesa dos territórios indígenas e ampliar sua incidência nas políticas públicas.

É com esse objetivo que a MOPIC e o CTI atuam na atualização do Diagnóstico dos Povos e Territórios Indígenas do Cerrado, uma ferramenta que contribui para dar visibilidade aos desafios enfrentados pelos povos indígenas e fortalecer suas estratégias de proteção territorial.

04/06/2026

da campanha Organizar para Proteger.

Hoje, relembramos a atuação da Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins, uma organização indígena que atua na defesa dos territórios e dos direitos dos povos Timbira.

Parceira do CTI, a Wyty Catë atua na luta pela regularização fundiária, no controle social sobre empreendimentos que impactam seus territórios e na formação de jovens agentes ambientais.

Por meio da atuação em rede entre organizações indígenas, comunidades e parceiros, iniciativas como essa fortalecem a gestão territorial e ambiental realizada pelos próprios povos indígenas, valorizando seus conhecimentos, sua autonomia e sua afirmação étnica e cultural.

Além de garantir direitos constitucionais, esse trabalho contribui para a proteção das florestas, dos rios, da biodiversidade e do clima, gerando benefícios para toda a sociedade.


A proteção dos territórios indígenas e dos recursos naturais da Amazônia é resultado de processos construídos coletivame...
03/06/2026

A proteção dos territórios indígenas e dos recursos naturais da Amazônia é resultado de processos construídos coletivamente.

No Vale do Javari, povos indígenas, organizações indígenas e parceiros atuam em rede para fortalecer iniciativas de gestão territorial, proteção dos lagos e uso sustentável dos recursos pesqueiros.

O CTI apoia esses processos por meio da assessoria técnica, da formação e do fortalecimento das iniciativas conduzidas pelas próprias comunidades.

Deslize para conhecer um pouco mais sobre a relação entre o pirarucu, o território e os povos indígenas do Vale do Javari.

03/06/2026

O povo Ava Guarani da aldeia Ara Poty, em Terra Roxa, Oeste do Paraná, se uniu durante o mês de maio para construir um viveiro de mudas nativas e frutíferas. Jovens, adultos e anciãos trabalharam lado a lado, fortalecendo o cuidado com o território historicamente explorado pela exploração intensiva em monoculturas de soja.

Foram entregues mudas de erva-mate, angico, araçá, araticum, cedro, guabiju, guajuvira e pitanga, espécies que vão ajudar na recuperação das matas e na autonomia das comunidades.

O viveiro é mais que um espaço de cultivo: é resistência, memória e compromisso com o futuro das próximas gerações.

A atividade foi conduzida pela equipe do CTI, e integra o projeto Semeando Diversidade, com apoio da Bhuddhist Global Relief (BGR).

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quinta-feira (29), a Universidade Federal Indígena (Unind...
02/06/2026

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quinta-feira (29), a Universidade Federal Indígena (Unind) representa um marco para a educação indígena no Brasil.

Além de ampliar o acesso ao ensino superior, a criação da universidade reconhece a importância da participação dos povos indígenas na produção de conhecimento, fortalecendo o diálogo entre diferentes saberes, línguas e experiências.

No Vale do Javari, esse caminho já vem sendo construído há anos. A formação de professores indígenas, o fortalecimento das línguas originárias e a construção de propostas pedagógicas conectadas aos territórios mostram que educação e autonomia caminham juntas.

As iniciativas desenvolvidas no âmbito do Programa Javari, do CTI, refletem um trabalho construído em rede entre povos indígenas, suas organizações representativas e instituições parceiras, articulando diferentes experiências em torno do fortalecimento da educação escolar indígena.

A criação da Unind abre novas possibilidades para que mais indígenas acessem a formação superior, desenvolvam pesquisas e contribuam para uma universidade mais diversa, conectada à pluralidade de povos, línguas e territórios do Brasil. Sua consolidação será um processo contínuo, que exigirá diálogo, aprendizado e compromisso com uma educação construída em parceria com os povos indígenas.


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