Centro de Trabalho Indigenista

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Centro de Trabalho Indigenista O CTI atua em Terras Indígenas inseridas nos Biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica.
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O CTI tem como marca de sua identidade a atuação direta em Terras Indígenas por meio de projetos elaborados a partir de demandas locais, visando contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios. O CTI tem como marca de sua identidade a atuação direta em Terras Indígenas de modo a contribuir para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios, esclarecendo-lhes sobre o papel do Estado na proteção e garantia de seus direitos constitucionais.

21/10/2026

A presença e os cuidados tradicionais do povo Guarani contribuem para a recuperação da biodiversidade. No entorno da Terra Indígena Kuaray Haxa, animais e frutos que há tempos não eram vistos voltam a aparecer, evidenciando a importância da proteção territorial e do monitoramento da fauna realizados pela comunidade.

O cacique Rivelino e seu filho, Lorivan, contam mais sobre esse trabalho durante o Segundo Módulo Geral de Formação de Agentes Ambientais Confira os relatos e saiba mais na matéria publicada no site do CTI. O link está na bio.

A iniciativa é conduzida pelo CTI e pela Comissão Guarani Yvyrupa, no âmbito do projeto “Território e Saúde: Olhares e estratégias Guarani e Timbira”, com apoio do Fundo Amazônia/BNDES.

Entre os dias 4 e 20 de setembro, 79 indígenas Sateré-Mawé participaram de uma expedição de monitoramento dos limites no...
20/10/2026

Entre os dias 4 e 20 de setembro, 79 indígenas Sateré-Mawé participaram de uma expedição de monitoramento dos limites nordeste e leste da Terra Indígena Andirá-Marau, no Amazonas. A atividade reuniu tuxauas, agentes ambientais, Guardiões da Floresta, grupo indígena que atua na vigilância e proteção territorial, professores e moradores das comunidades próximas aos rios Waikurapá, Andirá e Marau.

A expedição foi a maior já realizada pelos agentes ambientais formados pelo Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e percorreu uma das regiões mais pressionadas pela exploração madeireira, nas proximidades dos municípios de Parintins, Juruti e Aveiro.

Durante o percurso, os agentes identificaram estradas abertas por madeireiros que chegam até os limites da Terra Indígena, além de árvores marcadas para corte dentro do território. Os participantes também relataram o barulho constante de tratores na região, que tem afastado os animais de caça.

A atividade integra o projeto Fortalecendo a Gestão Territorial e Ambiental da TI Andirá-Marau, desenvolvido pelo CTI com apoio da organização Pão para o Mundo (PPM). As informações levantadas durante o monitoramento ajudam as comunidades Sateré-Mawé a acompanhar as ameaças e organizar ações de proteção territorial.

Entre os dias 27 de setembro e 2 de outubro, dirigentes das associações indígenas APILCAMM e APITJA participaram da Ofic...
19/10/2026

Entre os dias 27 de setembro e 2 de outubro, dirigentes das associações indígenas APILCAMM e APITJA participaram da Oficina de Associativismo e Gestão de Projetos, realizada pelo Centro de Trabalho Indigenista (CTI), em Humaitá (AM). As organizações representam comunidades Mura e Munduruku da região do médio rio Madeira, no Amazonas.

Durante a formação, as lideranças discutiram o funcionamento das associações, as atribuições dos dirigentes e conselhos fiscais, a prestação de contas e a gestão de projetos. A programação também abordou a trajetória do movimento indígena e o papel das organizações na defesa dos territórios e dos direitos das comunidades.

A oficina também foi espaço de troca de experiências sobre a participação das associações na construção de políticas públicas, especialmente nas áreas de educação escolar indígena e os Territórios Etnoeducacionais.

A iniciativa integra as ações de apoio do CTI junto às organizações indígenas da região, contribuindo para o fortalecimento da gestão associativa e da autonomia das comunidades na condução de seus projetos.

16/10/2026

Lideranças, jovens e anciãos de diversas Terras Indígenas do Litoral do Paraná e do Vale do Ribeira se reuniram para fortalecer o monitoramento da fauna nos territórios com o Segundo Módulo Geral de Formação de Agentes Ambientais, realizado no fim de setembro pelo CTI na Terra Indígena Kuaray Haxa.

Neste vídeo, o cacique Rivelino e Lorivan, seu filho, compartilham suas vivências com o monitoramento de seu território, mostrando a importância de integrar tecnologias não indígenas com a sabedoria guarani para mapear os bichinhos que passam pela mata. O registro é importante para, além de monitorar a biodiversidade, respaldar denúncias como extração ilegal e caça predatória na região.

Neste encontro, os agentes ambientais aprenderam a configurar e instalar armadilhas fotográficas (ou câmeras-trap, como são conhecidas). Além do aprendizado prático, a atividade promoveu um importante intercâmbio intergeracional, estimulando o engajamento da juventude e o interesse de outras aldeias em implementar o monitoramento em seus territórios.

Você pode conferir mais detalhes sobre essa atividade na matéria publicada no site do CTI! O link está na bio.

A iniciativa é conduzida pelo CTI e pela Comissão Guarani Yvyrupa, no âmbito do projeto “Território e Saúde: Olhares e estratégias Guarani e Timbira”, com apoio do Fundo Amazônia/BNDES.

No   desta semana, destacamos o livro Senhores destas terras: os povos indígenas no Brasil – da colônia aos nossos dias,...
15/10/2026

No desta semana, destacamos o livro Senhores destas terras: os povos indígenas no Brasil – da colônia aos nossos dias, escrito por Gilberto Azanha e Virgínia Marcos Valadão e publicado em 1991 pela Editora Atual.

A publicação apresenta um panorama das relações entre os povos indígenas e o Estado brasileiro, desde a colonização até o final do século XX. Ao longo dos capítulos, reúne documentos históricos e relatos que ajudam a compreender as políticas indigenistas, os conflitos territoriais e as diferentes formas de resistência dos povos indígenas.

Integrante da coleção História em Documentos, o livro foi escrito por dois dos fundadores do Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e recupera acontecimentos importantes para compreender a história dos direitos indígenas no Brasil.

Leia a publicação completa em nossa Biblioteca Digital aqui:
https://biblioteca.trabalhoindigenista.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Senhores-Destas-Terras.pdf

Cerca de 100 mulheres Krahô participaram do primeiro ciclo das Ações de Saúde da Mulher Krahô, realizado entre 21 e 28 d...
14/10/2026

Cerca de 100 mulheres Krahô participaram do primeiro ciclo das Ações de Saúde da Mulher Krahô, realizado entre 21 e 28 de setembro, nas aldeias Rio Vermelho e Pedra Branca, na Terra Indígena Kraolândia (TO).

As atividades reuniram conversas sobre saúde da mulher, HPV e prevenção do câncer do colo do útero, em uma programação marcada pela escuta, pelas cantorias, pelas expressões culturais e pela troca de conhecimentos entre as participantes e as profissionais de saúde.

A partir de suas próprias experiências, as mulheres compartilharam práticas de resguardo, falaram sobre os cuidados com o corpo e esclareceram dúvidas sobre o rastreamento. Também construíram coletivamente um documento com acordos sobre como gostariam de ser atendidas pelas equipes de saúde, destacando a importância do acolhimento, da privacidade e da comunicação respeitosa.

A atividade integra uma iniciativa mais ampla de educação em saúde, atendimento e prevenção, que terá continuidade com o rastreamento do câncer do colo do útero e o acompanhamento das mulheres que necessitarem de cuidados complementares.

As Ações de Saúde da Mulher Krahô são realizadas pelo Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e pela Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins, em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena do Tocantins (DSEI-TO), no âmbito do projeto Território e Saúde: Olhares e Estratégias Guarani e Timbira, com apoio do Fundo Amazônia/BNDES.

13/10/2026

O cinema Matis marca presença no VII Festival Internacional do Filme Etnográfico do Pará (FIFEP), que acontece de 15 a 20 de outubro!

No vídeo, o cineasta e comunicador do CTI Dambá Matis convida o público a conhecer Matses Muxam Akadakit – Festa de Tatuagem Matis, filme realizado coletivamente por cineastas Matis durante oficinas audiovisuais promovidas pelo CTI.

Nesta edição, o festival também celebra os 40 anos do Vídeo nas Aldeias, referência na formação e produção audiovisual indígena.

Já está disponível a Edição 10 do Boletim Informativo Corredor Yavarí-Tapiche. Acesse aqui: https://trabalhoindigenista....
09/10/2026

Já está disponível a Edição 10 do Boletim Informativo Corredor Yavarí-Tapiche. Acesse aqui:https://trabalhoindigenista.org.br/wp-content/uploads/2026/10/CTI_boletim_10_PT_celular.pdf

A nova edição reúne notícias e análises sobre a proteção dos Povos Indígenas em Isolamento e de Contato Inicial (PIACI), com destaque para a articulação entre organizações indígenas do Brasil e do Peru e a construção de um plano conjunto de proteção dos corredores territoriais Pano-Aruak e Yavarí-Tapiche.

O boletim também aborda o avanço das invasões, do narcotráfico, da exploração ilegal de recursos naturais e de projetos que ameaçam territórios indígenas. Entre os destaques estão a situação do Vale do Javari, as ameaças aos Mashco Piro no Peru e as iniciativas de monitoramento conduzidas por organizações indígenas.

A edição reúne ainda estudos, reportagens e experiências internacionais sobre a proteção dos povos isolados, incluindo os desafios enfrentados na Colômbia e na Índia e os riscos de contatos não autorizados.

Disponível em português, espanhol e inglês. Saiba mais sobre o Corredor Territorial Yavarí-Tapiche: https://trabalhoindigenista.org.br/corredor-yavari-tapiche/

08/10/2026

No desta semana, relembramos o encontro realizado em 2021 na aldeia Kalipety, na Terra Indígena Tenondé Porã. Na ocasião, anciões guarani compartilharam com os mais jovens saberes sobre os ciclos de plantio e a alimentação tradicional, em rodas de conversa e visitas aos roçados.

Neste trecho, Jera Guarani, uma das lideranças do território, conscientiza os jovens da importância de ouvir os mais velhos para aprender a cuidar do plantio e da mata, e de transmitir esse conhecimento às próximas gerações, para que ele nunca se perca.

Assista ao vídeo completo em nosso canal do Youtube aqui: https://www.youtube.com/watch?v=nOKfHHJyhzs&t=1s

Promovida pelo CTI e conduzida pela Emboá Saneamento Ecológico, mais de 25 representantes de comunidades indígenas do Li...
07/10/2026

Promovida pelo CTI e conduzida pela Emboá Saneamento Ecológico, mais de 25 representantes de comunidades indígenas do Litoral do Paraná participaram de uma oficina de saneamento ecológico na Terra Indígena Kuaray Haxa, em Antonina (PR), entre 28 e 30 de agosto.

Em um esforço coletivo, os participantes aprenderam e executaram na prática a implantação de um sistema de saneamento ecológico para os banheiros comunitários da aldeia. Em territórios indígenas, garantir o acesso ao saneamento básico é essencial para a promoção da saúde, prevenção de doenças recorrentes e cuidado com o ambiente.

A atividade promoveu troca de conhecimentos entre os territórios e fortaleceu capacidades locais para participar da implantação, operação e manutenção de alternativas de saneamento adequadas às realidades de cada aldeia.

A iniciativa integra o projeto “Mbaraete Nhandereko: fortalecendo o nosso modo de vida”, financiado pelo Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, por meio do edital FUNBIO nº 17/2024.

Endereço

CLN Quadra 213 Bloco C, SHCN
Brasília, DF
70872-530

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