Grupo de Resgate e Emergência - GRE

Grupo de Resgate e Emergência - GRE Difusão de doutrinas nos segmentos de prevenção de acidentes e combate a morte súbita e parada cardíaca. TODOS PODEM APRENDER A SALVAR VIDAS!!!

O acaso não escolhe s**o, idade, profissão ou nível social. Todos devem estar preparados para socorrer e auxiliar em qualquer tipo de emergência, de pequeno ou grande porte. O desconhecimento da população sobre procedimentos básicos de socorro, tão simples como saber acionar o tipo de ajuda adequado, muitas vezes resulta no aumento das estatísticas de mortes evitáveis. O Grupo de Resgate e Emergên

cia - GRE, que iniciou como um serviço de atendimento voluntário às vítimas de mal súbito, se dedica ao ensino e treinamento (principalmente do público leigo) no intuito de continuar salvando vidas. O nosso esforço é focado em campanhas educativas para orientar a população sobre a prevenção de acidentes e procedimentos de primeiros socorros.

29/04/2026

Criança de 4 anos. Mais de 3 horas de procedimento. Dezoito restaurações.

Esse tipo de caso não pode ser tratado como atendimento odontológico comum.

A discussão séria não é “anestesia sim ou não”. A discussão é: qual era o planejamento? Qual era o tempo previsto? Qual era a estrutura? Havia indicação de fracionar? O ambiente era adequado para uma emergência?

Em odontopediatria, tempo anestésico é variável de segurança. Procedimentos longos, múltiplos e profundos exigem outro nível de critério.

Anestesia segura começa antes da sedação: começa no planejamento.

15/04/2026
04/03/2026

Pra quem ficou curioso com o funcionamento do Aspirador Manual de Resgate - Ambu™️ Res-Cue Pump

04/03/2026

Se a sua bomba de vácuo falhar, você está preparado?

Na emergência, depender exclusivamente de equipamento elétrico é um risco.

Se o paciente estiver vomitando, com sangramento ou excesso de secreção, a aspiração precisa ser imediata. Não dá para esperar energia voltar. Não dá para improvisar.

Por isso, além do ressuscitador manual (Ambu), eu sempre reforço a importância de ter um aspirador de secreções manual, como o Ambu Rescue Pump.

É um dispositivo simples, portátil e independente de energia elétrica.
Falhou a bomba? Você continua tendo controle da via aérea.

Em emergência médica no consultório odontológico, redundância não é luxo. É segurança.

Estrutura salva tempo. Tempo salva vida.

Seu consultório está realmente preparado?


02/03/2026

Você está familiarizado com os equipamentos de emergência? Se você tivesse uma intercorrência HOJE, você estaria preparado?
Habilidades em Suporte Básico de Vida e Primeiros Socorros precisam estar em dia porque a emergência médica não escolhe dia, hora nem local para acontecer. Cursos de Primeiros Socorros e emergências devem ser renovados no mínimo a cada 2 anos. Quer saber mais, manda um direct pra gente ou comente aqui EU QUERO que nossa equipe vai entrar em contato com vc!

26/02/2026

Ele me mandou mensagem perguntando quando é a próxima turma.

Motivo?
Passou um susto no consultório.

E quase sempre é assim.

A maioria dos profissionais só procura atualização depois de viver uma intercorrência. Depois do paciente passar mal. Depois da pressão cair. Depois da convulsão. Depois da síncope que pareceu não ter fim.

Mas emergência médica não avisa.
Não agenda horário.
Não espera você “se sentir pronto”.

Intercorrências em consultório não são questão de se vão acontecer.
São questão de quando.

E quando acontecer, você tem duas opções:
1️⃣ Entrar em pânico.
2️⃣ Assumir o controle.

Preparação não é exagero.
É responsabilidade profissional.

Atualização em emergências médicas não é curso para “cumprir tabela”.
É treinamento para proteger vidas — inclusive a sua carreira.

Não espere o próximo susto para decidir se preparar.

A pergunta não é quando será a próxima turma.
A pergunta é: você está pronto se acontecer amanhã?

19/02/2026

Curso exclusivo para cirurgiões bucomaxilofaciais sobre atendimento inicial ao politraumatizado de face. Vamos abordar os conceitos fundamentais do ATLS, do Colégio Americano de Cirurgiões, aplicados à realidade do cirurgião bucomaxilofacial dentro do cenário do trauma, com trauma torácico, trauma abdominal e fraturas múltiplas de membros.

A ideia é te dar a visão global do atendimento ao politraumatizado, para que você saiba exatamente onde e como atuar com segurança, integração com a equipe e tomada de decisão correta no momento crítico.

Se você tem interesse, comenta aqui “eu quero” ou manda um direct pra gente que respondemos com todas as informações. 🚑🦷

Fatalidade existe. Ninguém está livre de sofrer uma arritmia ou uma parada cardíaca. O que não pode existir é omissão e ...
10/02/2026

Fatalidade existe. Ninguém está livre de sofrer uma arritmia ou uma parada cardíaca. O que não pode existir é omissão e falta de socorro adequado.

Neste caso, não havia DEA no local e a vítima não foi desfibrilada. É preciso deixar claro, o desfibrilador faz parte do Suporte Básico de Vida. Suporte Básico de Vida sem desfibrilador, na prática, não funciona para reverter fibrilação ventricular. Se é preciso esperar uma ambulância para aplicar o primeiro choque, o atendimento já começa atrasado. O Suporte Básico de Vida completo precisa acontecer no local.

Em paradas cardíacas desse tipo, cada minuto sem choque reduz em cerca de 10% a chance de sobrevivência. É irreal imaginar que uma ambulância do SAMU ou dos bombeiros chegue em menos de 10 ou 15 minutos. Quando a equipe chega, muitas vezes a janela de reversão já se perdeu, por melhor que seja o atendimento.

Mesmo com DEA, poderia não sobreviver? Poderia. Mas ele teria uma chance real. Sem desfibrilador, essa chance simplesmente não existe. E isso é inaceitável, privar a vítima da possibilidade de reversão.

O mais grave é que isso não é acaso. Em 2005, o Distrito Federal tinha uma lei que obrigava academias a terem DEA. Depois de lobby, o texto foi alterado para exigir apenas em locais com circulação acima de 1.500 pessoas. Na prática, quase nenhuma academia ficou obrigada a ter o equipamento.

É um contrassenso gastar dezenas de milhares de reais em máquinas e esteiras e dizer que 6 a 8 mil reais em um desfibrilador é caro. Pior ainda é não investir em treinamento sério de primeiros socorros.

Instituições responsáveis tentam tudo o que é possível. Se, mesmo assim, a pessoa não resiste, ao menos foi feito tudo. O que não pode é normalizar a omissão. O que está em jogo não é dinheiro e sim a possibilidade de se ter uma segunda chance de viver.

⚠️ Mais um caso que não pode ser tratado como acaso.Segundo as investigações, a manutenção da piscina de uma academia er...
10/02/2026

⚠️ Mais um caso que não pode ser tratado como acaso.

Segundo as investigações, a manutenção da piscina de uma academia era realizada por um funcionário sem formação técnica específica para esse tipo de atividade. As imagens mostram o manuseio e a mistura de produtos químicos em local inadequado, ao lado da piscina.

Piscinas envolvem riscos químicos, elétricos e ambientais. Por isso, exigem protocolos, treinamento adequado e profissionais habilitados para manutenção e manuseio de produtos.

Acidentes assim não acontecem de uma hora para outra.
Eles começam quando a segurança é delegada a quem não foi treinado.
Quando a prevenção é substituída pela improvisação.
Quando a capacitação deixa de ser prioridade.

Não investir em profissionais qualificados, treinamento e prevenção não reduz custos.
Aumenta riscos.
E pode gerar consequências graves para pessoas, empresas e instituições.

O GRE, Grupo de Resgate e Emergência, atua exatamente na capacitação e no treinamento para prevenção de acidentes e resposta adequada a emergências.

Segurança não é gasto.
É responsabilidade.

⚠️ Casos assim não são fatalidades. São falhas evitáveis.Uma mãe e seu filho perderam a vida após um choque elétrico em ...
10/02/2026

⚠️ Casos assim não são fatalidades. São falhas evitáveis.

Uma mãe e seu filho perderam a vida após um choque elétrico em uma piscina de pousada. As informações iniciais indicam uma instalação elétrica improvisada, feita para iluminação decorativa, sem os critérios técnicos exigidos para ambientes aquáticos.

Acidentes graves não começam no momento do choque.
Eles começam quando a segurança é tratada como detalhe.
Quando a prevenção é adiada.
Quando a capacitação não acontece.
Quando o improviso substitui o profissional habilitado.

Ambientes com água exigem projetos elétricos adequados, manutenção correta e pessoas treinadas para agir em emergências. Isso não é excesso de zelo, é responsabilidade básica.

Não investir em prevenção não gera economia.
Gera risco.
E, em alguns casos, perdas irreparáveis.

O GRE, Grupo de Resgate e Emergência, atua na capacitação de pessoas, empresas e instituições para prevenir acidentes e preparar equipes para agir corretamente quando cada segundo conta.

Segurança não é custo.
É proteção de vidas.

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Brasília, DF
70719-000

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