GT Infraestrutura

Como chegar Site

GT Infraestrutura Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de GT Infraestrutura, Organização de conservação do ambiente, Brasília.

O Grupo de Trabalho (GT) Infraestrutura é uma rede de 40 organizações unidas para debater modelos sustentáveis de desenvolvimento baseados na justiça socioambiental para o Brasil e os brasileiros.

🎧 O que acontece quando um rio que sustenta comunidades passa a ser tratado principalmente como rota para o transporte d...
27/08/2026

🎧 O que acontece quando um rio que sustenta comunidades passa a ser tratado principalmente como rota para o transporte de cargas?

No novo episódio do podcast Diálogos para o Desenvolvimento e a Infraestrutura que Queremos, conversamos com Márcia Mura, coordenadora do Coletivo Mura de Porto Velho e doutora em História Social pela USP, sobre as transformações no rio Madeira provocadas pela expansão da infraestrutura logística.

A conversa mostra como o aumento da circulação de grandes barcaças afeta a navegação das comunidades, aumenta os riscos de acidentes e se soma à erosão das margens e às mudanças nos modos de vida. Também discute a falta de participação das populações locais nas decisões sobre o futuro do rio.

O episódio reforça que o Madeira é mais do que uma rota logística: é território, sustento, cultura e meio de vida para povos e comunidades.

🎙️ Ouça no Spotify, no YouTube ou pela Rádio Web da Rede de Notícias da Amazônia (Rede de Notícias da Amazônia)

15/08/2026

A dragagem emergencial do rio Tapajós é a resposta para os impactos de uma possível seca severa na Amazônia?

O tema esteve no centro de O Grande Debate – Infraestrutura, da CNN Brasil, com a participação de Renata Utsunomiya, analista de políticas públicas de transporte na Amazônia do GT Infra.

No debate, Renata destacou que a dragagem não responde aos principais problemas enfrentados pelas comunidades indígenas e ribeirinhas durante as secas e defendeu um plano regional de adaptação e mitigação climática, construído a partir das demandas dos territórios.

▶️ Assista ao debate.

🎧 O que o Pedral do Lourenção representa para quem vive às margens do rio Tocantins?No novo episódio do podcast Diálogos...
13/08/2026

🎧 O que o Pedral do Lourenção representa para quem vive às margens do rio Tocantins?

No novo episódio do podcast Diálogos para o Desenvolvimento e a Infraestrutura que Queremos, conversamos com Cristiane Cunha, professora da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), sobre a importância do Pedral do Lourenção para as comunidades às margens do Rio Tocantins.

A conversa mostra como o Pedral está ligado à pesca, à alimentação, à circulação pelo rio, à cultura, às memórias e aos modos de vida dessas populações e discute o que pode estar em risco diante do projeto que prevê sua explosão para permitir a navegação permanente no rio Tocantins.

O episódio também aborda a organização das comunidades em defesa do território, as marcas deixadas por grandes obras como a Hidrelétrica de Tucuruí e a importância de ouvir as populações que vivem e dependem do rio antes de decidir seu futuro.

🎙️ Ouça no Spotify, no YouTube ou pela Rede de Notícias da Amazônia (Rede de Notícias da Amazônia).

JustiçaSocioambiental

Neste sábado (15), Marabá (PA) recebe o seminário “Da colonização ao Arco Norte: logística da destruição e resistência n...
11/08/2026

Neste sábado (15), Marabá (PA) recebe o seminário “Da colonização ao Arco Norte: logística da destruição e resistência na Amazônia”, um encontro para discutir como grandes obras de infraestrutura estão transformando os rios, os territórios e a vida de quem vive na Amazônia.

A programação reúne lideranças de diferentes territórios amazônicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil para falar sobre o avanço dos corredores de exportação, os impactos sobre o rio Tocantins e o Pedral do Lourenção, e, principalmente, sobre que infraestrutura as populações locais querem para a região e quem deve participar dessas decisões.

📍 Auditório da Unifesspa, em Marabá (PA)
🗓️ Sábado, 15 de agosto
⏰ Das 8h30 às 17h30
🟢 Aberto ao público

Chegue junto para ouvir quem vive esses territórios e participar dessa conversa sobre o presente e o futuro dos rios amazônicos.

ArcoNor

Amanhã, quarta-feira (12), o Supremo Tribunal Federal julga a constitucionalidade da chamada Lei da Devastação, que alte...
11/08/2026

Amanhã, quarta-feira (12), o Supremo Tribunal Federal julga a constitucionalidade da chamada Lei da Devastação, que altera as regras do licenciamento ambiental no Brasil.

Ao longo dos últimos meses, o GT Infraestrutura e Justiça Socioambiental acompanhou esse debate e produziu dois pareceres técnicos e uma nota pública sobre a Licença Ambiental Especial (LAE), analisando os impactos das mudanças para grandes empreendimentos de infraestrutura, especialmente na Amazônia. Para conhecer em detalhes as análises e recomendações do GT Infra sobre a Lei da Devastação e a Licença Ambiental Especial (LAE), acesse gt-infra.org.br e confira a íntegra dos documentos.

🚨 O Tapajós está secando, e mesmo assim, ainda há quem queira aprofundar o rio para fazer passar ainda mais soja.📰 No ar...
05/08/2026

🚨 O Tapajós está secando, e mesmo assim, ainda há quem queira aprofundar o rio para fazer passar ainda mais soja.

📰 No artigo publicado na Folha de São Paulo, Lucas Tupinambá, Caetano Scannavino e Renata Utsunomiya explicam por que proteger o Tapajós também exige repensar o modelo de infraestrutura imposto à Amazônia.

💚 Acreditamos que a Amazônia é maior que o agro. O Rio Tapajós também é nosso território, nossa vida.

02/06/2026

“Para nós, o que está em risco? Tudo.”

Durante formação realizada em território Munduruku sobre os impactos do Arco Norte, lideranças indígenas compartilharam reflexões sobre os grandes projetos de infraestrutura que avançam sobre a Amazônia e seus efeitos sobre os territórios, modos de vida e direitos dos povos indígenas.

Nos relatos, a preocupação é uma só. O que acontece quando rios, florestas, locais sagrados e formas de viver passam a ser tratados apenas como parte de uma rota de exportação?

Este mini-documentário reúne vozes de lideranças indígenas e pesquisadores que participaram da atividade, realizada na aldeia Sawré Aboy, para discutir os impactos, resistências e os futuros que os povos da Amazônia buscam defender.

▶️ Assista e compartilhe.

21/05/2026

A maioria dos ministros do STF julgou, neste quinta-feira (21), como constitucional a Lei 3.452/2017, que permitiu a redução de 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim para a construção da Ferrogrão (EF-170) e da BR-163, obras de forte interesse e defesa do agronegócio.

A decisão do Supremo não decidiu pela viabilidade ambiental da Ferrogrão. A construção da ferrovia de quase mil quilômetros para escoar grãos do município de Sinop (MT) até os portos em Miritituba (PA) tem sido contestada por diversos órgãos, entre eles o TCU, por conter irregularidades e violações dos direitos de povos impactados pela obra.

📱 *A assessora jurídica da Terra e Direitos, Bruna Balbi, conta mais:* https://www.instagram.com/p/DYnR2pRxpiQ/

▶️ _Conheça 7 mentiras do agronegócio sobre a Ferrogrão:_ https://www.terradedireitos.org.br/noticias/noticias/7-mentiras-do-agronegocio-sobre-a-ferrograo/24314

20/05/2026

🫵🏽 Ministros do STF, esse recado vem de quem vive nos territórios ameaçados pela Ferrogrão. Vem do Tapajós, do Xingu, das aldeias, dos rios, das florestas, dos lugares sagrados e das comunidades que sentem no corpo os impactos da soja, dos portos, das barcaças e da BR-163.

🔎 O STF volta hoje a analisar a ADI 6.553, ação que questiona a redução do Parque Nacional do Jamanxim para abrir caminho à Ferrogrão, ferrovia planejada para escoar soja de Mato Grosso aos portos do Pará. Mas os povos impactados alertam: a obra não é só uma linha no mapa, ela faz parte de um corredor de pressão sobre territórios, rios e modos de vida.

🚨 Antes de qualquer decisão, escutem os povos tradicionais! A Ferrogrão não pode passar por cima da Constituição, da consulta prévia e do futuro da Amazônia e Cerrado. A soja não pode valer mais que a vida.

🔎 A revogação do Decreto 12.600/25, que incluía hidrovias nos rios Madeira, Tapajós e Tocantins no Programa Nacional de ...
05/03/2026

🔎 A revogação do Decreto 12.600/25, que incluía hidrovias nos rios Madeira, Tapajós e Tocantins no Programa Nacional de Desestatização, foi tratada por editoriais de grandes jornais como um retrocesso e uma concessão a “pressões indígenas”. Mas essa leitura reduz um debate que é ao mesmo tempo jurídico, técnico e político.

👉🏽 Ao contrário do que afirmam os editoriais, estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEAs) não dependem da inclusão de projetos no programa de desestatização para serem realizados. Pelo contrário: esses estudos deveriam anteceder decisões políticas, avaliando de forma aberta a viabilidade das hidrovias, seus impactos socioambientais e as alternativas logísticas possíveis.

⚠️ Ao tratar a reação indígena como “chantagem” e a queda do decreto como retrocesso, os editoriais esvaziam o debate e ignoram que decisões sobre os rios da Amazônia exigem planejamento técnico, análise territorial robusta e respeito a direitos — incluindo a consulta prévia a povos e comunidades afetadas.

Endereço

Brasília, DF
70.322-917

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando GT Infraestrutura publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar