20/08/2026
⚡ A abertura do mercado livre de energia avança. E a expectativa é que esse movimento também contribua para reduzir custos e aumentar a competitividade do Brasil.
A regulamentação do Supridor de Última Instância (SUI) garantida com a assinatura de decreto cria uma rede de proteção para consumidores que migrarem para o mercado livre e ajuda a preparar o setor para uma mudança importante: nos próximos anos, milhões de novos consumidores poderão escolher de quem comprar energia.
Com mais liberdade de escolha, a expectativa é ampliar a concorrência entre fornecedores, estimular eficiência e criar condições para preços mais competitivos.
Mas abrir o mercado, sozinho, não resolve o problema do custo da energia.
Segundo dados da CNI considerados pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), mais de 45% da conta de luz é composta por encargos e tributos. E estudo do Movimento aponta que o setor elétrico ainda possui R$ 121,3 bilhões em ganhos potenciais de competitividade a capturar.
Por isso, MBC e FPBC defendem que a abertura e o aumento da concorrência caminhem junto com o enfrentamento dos custos estruturais da energia.
🎯 No documento Compromissos para um Brasil Competitivo, a meta é reduzir em 10% os encargos da energia elétrica até 2030, contribuindo para o objetivo mais amplo de reduzir em 25% o Custo Brasil em relação ao PIB.
Para a FPBC, energia a custos mais competitivos significa melhores condições para produzir, investir, gerar empregos e crescer.
🇧🇷 Energia competitiva é essencial para um Brasil competitivo.